Eu, meu primo e duas cadelas brabas
Quando nos aproximamos da casa começamos a ouvir latidos de cachorros mas continuamos andando. Ao chegar na casa da tia somos recebidos por dois cachorros de porte grande que vieram latindo ao nosso encontro. A tia desce as escadas gritando: Lôra! Bela, ja pra cá. Esses eram os nomes das duas cadelas vira-latas de porte grande da tia. Lôra tinha pelos caramelos e devia ser cruza com São Bernardo, Bela era marrom e tinha orelhas em pé, lembrando uma pastor alemão. A tia prende as cadelas num cercado nos fundos da casa e ao nos reconhecer nos recebe com alegria. Depois ela comendo que as duas cachorras são mansas mas elas não gostam de estranhos. Na casa só mora a tia e o tio que estava pro roçado. Conversamos um pouco com ela sobre o nosso passeio e ela disse que a gente podia pegar manga lá na beira do furo que ficava um pouco distante dali. A tia desce as escadas e abre o cercado onde estão as cadelas e diz: essas são as minhas bichinhas, Lôra e Bela. As duas saem e nos cheiram abanando o rabo. Vou deixar elas conhecerem vocês por que elas ficam soltas e quando vocês voltarem elas podem estranhar.
Nos despedimos da tia, e seguimos em direção ao furo onde ficam as mangueiras.
Eu meio envergonhado com André por causa do passado e ele muito falante e até um pouco grosseiro. Ele me chama de Zé.
- Zé, faz tempo que a gente não se fala né
- Faz uns 15 anos.
- Pois é, foi cada um pro seu lado né.
- A nossa vida aqui nesse lugar foi muito feliz né Zé.
- Sim, com certeza. Eu respondo meio em emcabulado.
- E a gente aprontaram pa caralho em Zé, tu lembra, não lembra?
- Coisa de moleque né.
- Hein Zé... na hora em que ele ia completar a frase a gente percebe que as duas cadelas vêm se aproximando. Eles chegam e param debaixo das mangueiras todas faceiras.
André se aproxima de Lôra e faz carinho na cabeça dela e ela parece muito mansa.
- E aí meu primo, que cadelona boa essas hein?
Nessa hora eu tô imaginando mil loucuras e meu pau ja ta duro na cueca mas tô muito envergonhado.
Ele continua...
- Bora torar essas cachorra.
Ele vira a bunda dela pra mim e me fala.
- Olha que bucetão!
E passa a mão na buceta da cadela.
Eu sorrindo meio sem jeito falo pra ele.
- Agora a gente não precisa mais fazer isso né
Ah Zé, vai me dizer que tu esqueceu das nossas fodas com as vacas e as cabras?? E a Bolinha que tu comia escondido de mim.
Bolinha era a cadela da tia Vera que eu comia de noite e uma vez ele me flagrou metendo nele e depois desse dia nós dois passamos a meter nela.
Ele fala:
- Olha só que buceta gostosa. E enfia o dedo na buceta da Lôra e a safada fica paradinha. Ele continua me tentando a traçar a cadela.
- Bora caralho, chama a Bela
Eu me aproximo da Bela e passo mão na cabeça dela, ela reage bem o meu carinho e eu continuo.
- Hein Zé, esses anos todos longe daqui eu nunca deixei de fuder uma bucetinha animal, tu a acredita. Ele nem imaginava que eu tbm não deixei minha tara de zoófilo.
Ele olha pra Bela e me diz: - Deixa eu ver a xana dela.
Eu viro a bunda da bela e ele fala: - Caralho! Será que ja levou pau de homem?
Nessa hora a ouvir barulde vozes vindo do lado do rio, teve ser a nossa turma que ta voltando. A gente sai de debaixo das mangueiras e entra em uma trilha de capim alto e as cadelas seguem a gente. Ali a gente continua a brincadeira.
André abaixa o short e pega a Bela por trás e começa a pincelar a pica na entrada da buceta e ela fica parada. Ele começa a falar frases de putaria do tipo: sua vagabunda, tu quer vara na buceta né??? Eu pego a Lora e inicio a brincadeira coa buceta dela.
Meto o dedo do meio até o talo e percebo que ela tá receptiva.
Eu tô ali dedando a buceta da Lôra mas de olho na putaria do André com a Bela. Ele encosta a cabeça da pica na entrada da buceta dela e vai atolando devagar. Eu vendo aquela cadela marrom engolindo uma pica de macho grande e grossa com aquela buceta carnuda.
André fica parado com a pica atolada naquela buceta canina e olha pra mim e diz: - Essas aqui leva pica de homem e não é pouca. Olha como ela fica paradinha sentindo a vara olha Zé. Ele tira a pica da buceta dela até a cabeça e começa a fuder ela devagar, com estocadas lentas.
Nesse momento eu pego a Lôra e me posiciona atrás dela e pincelo a cabeçudo na portinha daquela xana e vou sentindo o meu cacete sendo engolido por aquela carne quente e melada. Entra sem nenhuma resistência até o talo. Eu tô me tremendo de tesão, de prazer e de medo ao mesmo tempo. Estamos ali no meio do mato dois homens e duas cadelonas fudendo loucamente e gemendo de prazer. Nessa hora o André começa a gritar: aí caralho, Zé eu vou gozar. E ele fala palavrão e gozar alucinado dentro daquela buceta. Eu também ja não aguentava mais de tesão e comecei a leitar o fundo daquela vacina canina. Dei um urro e segurei na cintura dela e esquichei uns cinco jatos de porra lá sentro e fiquei parado ali segurando ela por uns instantes e depois soltei. Eu e André estávamos exaustos, suados e cheios de pelos das cadelas pelo corpo. Descemos a trilha do capinzal que dá para o rio e fomos tomar banho e nos limpar. Votamos a para a casa e nem passamos mais na casa da tia. As cadelas nos seguiram até a casa delas e nós fomos embora. No dia seguinte eu e André fizemos outra visita a tia mas essa história eu relato em outro conto.
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