Estuprei a filhinha
Ter filha em casa é uma delícia. A minha serve como distração. Desde pequena venho iniciando minha filhinha. Ela já estava acostumada com as minhas mãos bolinando seu corpinho escondido e também sabia que eu gostava de colaca-la em meu colinho. Quando a mãe dela ia trabalhar e eu estava de folga. Eu mandava ela andar pelada em casa e brincava no corpinho dela quando tinha vontade. A xaninha dela era uma delicia, bem rosinha, pequena e toda fechadinha. O grelinho tava todo inchadinho e era uma delícia ficar esfregando a piroca ali. Eu masturbava minha filhinha com a rola e depois abria sua bundinha e brincava com a cabeça do meu pau no seu cu rosinha. Ela tremia todinha e empinava por instinto o rabinho gostoso – Ai papai – Choramingou quando fiquei esfregando bem rápido. Minha ninfetinha só tinha 12 anos e ficava desesperada quando gozava. A putinha mal sabia que ainda ia gozar muito. Virei ela de barriga pra cima e comecei a beijar seu corpinho. Ela deu uma risadinha quando abocanhei sua tetinha pequena. Fiquei chupando aqueles biquinhos enquanto enfiava o dedo no seu buraquinho. Cutucava aquela entradinha apertada e ela gemia com a bucetinha comprimindo meu dedo – Papai tá gostoso – A ninfetinha choramingava. Beijei sua barriga e passei a lingua por ela todinha. Depois fui lambendo suas coxas e logo abriu sua bucetinha infantil e fiquei sugando aquele grelinho inchado – Ahhh – Ela gritava e apertava as mãos no seu lençol da minnie. Que gostinho delicioso. A buceta pequena dela derramava melzinho. Minha língua passeava dentro daquela grutinha virgem e minha filha só faltava desmaiar. Levantei suas perninhas e cutuquei seu cuzinho com a língua. Só quem já abusou da filha, sabe como é prazeroso ver nossas menininhas gostando de sexo. Ela gozou de novo, agora na minha boca. Sentei na cama e a puxei pelo braço – Vem aqui meu amor – Segurei a rola – Faz carinho – Coloquei sua mãozinha no meu pau e fui ensinando ela a brincar. Ela aprendeu direitinho – Passa a língua – Puxei seu cabelinho e ela aceitou por na boca. Minha putinha mamava meio desajeitada, mas estava delicioso. Sua boquinha quente chupava como se fosse sua mamadeira e antes de encher sua boquinha de porra, mandei ela ficar de quatro de novo. Eu precisava comer minha filhinha – O pai vai brincar mais, tá? – Segurei seu quadril – Tá papai – Ela já tava acostumada com o esfrega e esfrega, mas agora não era mais suficiente. Eu tinha que guardar a pica na minha menininha. Segurei meu caralho e comecei a empurrar no buraco fechadinho. Ele abriu um pouquinho e ela encolheu a bundinha – Não, empina a bunda igual o papai ensinou – A puxei de novo e cutuquei mais seu buraco. Dessa vez puxei seu corpinho e fiquei mexendo ele pra trás e pra frente – Que delícia – Fiquei louco quando a xotinha dela esticou um pouco e cabeça encaixou – Ainn – Ela gemeu mais alto – Mexe a bundinha meu amor, rebola a bundinha por papai brincar gostoso – Comecei a remexer seu rabinho com as duas mãos, tava quentinho lá dentro, mas tinha entrado só um pouquinho. Mexi no grelinho dela e ela ficou molinha – Papai minha piriquita tá guardando seu pinto? – Ela olhou entre suas perninhas e perguntou inocente – Está meu amor… Você ama o papai? – Acariciei suas costas – Amo papai – Falou gemendo – Então deixa o papai por tudo dentro de você – Sabia como convence-la – Põe papai – Sussurrou e não resisti. Eu mexia dessa xota desde que ela tinha cinco anos, já tinha esperado muito pra comer, estava na hora de fazer ela ser minha mulher. Comecei a empurrar com mais pressão. A xota pequena dela ia se alargando aos poucos. E eu cutucava seu cabaço – Tá ardendo papai. – Falou ofegante tentando ir pra frente – Calma relaxa – A segurei bem firme e continuei tentando furar aquele cabaço. Tirava e metia de novo. Metade da piroca ela já tinha acostumado, mas quando forçava mais ela choramingava – Você vai ter que aguentar – Falei desesperado, precisava socar forte, minha piroca queria entrar. Não resisti. Segurei firme seu corpinho e acabei estuprando minha filhinha. Uma metida forte rasgou a xotinha dela e logo melou minha rola de sangue – Ahhhh papai – Ela gritou e começou a chorar – Tá doendo papai – Tentou fugir de novo – O papai te ama – Beijei sua nuca tentando acalma-la mas não parava de fuder. Era tão quentinho lá dentro. A grutinha dela comprimia meu pau. Ela levou tanta pancada naquele utero de menina. A cabeça da minha piroca batia muito nele e era uma delicia. Ela gritou igual uma cadelinha. Depois virei seu corpo de barriga pra cima e voltei a trepar. Demorou pra sua bucetinha acostumar com uma vara tão grossa, mad depois que acostumou, ela não queria parar. Deixei minha filhinha com a xota muito inchada e toda assadinha. Passei pomada nela e implorei pra não contar pra ninguém. Ela ficou achando estranho sua bucetinha ficar tão larga no fim da foda, mas ensinei que depois voltava ao normal. Agora tenho uma putinha dentro de casa.
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