Chupando os meninos da minha rua
–Qual é, Laurinho? Ninguém vai saber!!
–Não, não sou viado
– E quem tá acusando?
Meu coração gelou. Eu ainda estava na dúvida de voltar e dar um soco na cara de Thiago que agora estava rindo junto com os meninos. O peso de sair falou mais alto. Só que fui impedido pela última frase.
–A não ser que vc seja. E aí os garotos da rua podem ficar sabendo mesmo já que vimos sua mão socada dentro do short do Gustavo. Sua mãe vai adorar saber disso tbm pq eu posso ir lá e contar só pra ela lhe por de castigo. Vai ou não cumprir o desafio?
Naquele momento havia acabado minha escapatória. Tudo havia sido jogado pra mim e a decisão já não era mais acirrada. Bufando, exclamei um "tá" e segui para o âmbito de cima com Gustavo atrás de mim me situando o quarto de Thiago que seria onde fariamos a travessura. Ao deixar a porta entreaberta encarei seus olhos. Gustavo tinha lábios carnudinhos, macios. O corte do cabelo em degrade nas laterais. De forma discreta olhei o fio da costura de sua cueca e sinalizei que baixasse o short logo para finalizarmos o mais de pressa tudo aquilo. Seu sorriso foi tão sarcástico que quando o encarei novamente deixei escapar o nervosismo que implodia na boca do meu estômago. E lá estava a raiz do problema. Meio abrupto me agachei ficando de joelhos em sua frente. O cheiro de urina invadia minhas narinas me pondo na régua de que eu faria aquilo mesmo. Com a mão pressionando por trás de minha nunca, abro a boca colando e sugando o seu pau que provoca um estalido na ponta da língua ao entrar e sair com a abertura dos meus lábios. De ritmo não estava nada ruim. Gostava da pressão que sentia do seu pau; da grossura, da forma como ele mantinha cuidado para não me engasgar empurrando demais. Isso foi me deixando bobinho que sem pensar já tava atolando com vontade seu pau na minha boca. Longos minutos tinham se passado. Estava quase escapando quando a cabeça do seu pau revirou na minha língua o sentindo mais enrijecido no céu da boca. Não fazia ideia de quantos cm aquele pinto deveria ter. Recordo apenas da grossura que fazia na base afinando na ponta como a parte de cima de um foguete. Com a pegada mais firme de sua mão ainda por trás de minha nuca, fui percebendo que havia engatado na acelerada de forma espontânea sem dar sentido no que Gustavo murmurava no instante que suas pernas afrouxaram.
—Nã..o vai d.arr.. urghh!! Toma, via..dinh..o!!
A gala esbranquiçada de Gustavo desce pela minha garganta me provocando uma tosse. O gosto não era bem interresante como imaginava; ainda assim fiz careta para não dar pilha de que havia até gostado um pouquinho. Enquanto me apoiava para me levantar do chão olhei em direção a porta que estava escancarada por Thiago e Eric que me olhavam com sorrisinho. Da boca deles só saia gozação, frases pejorativas além de insistirem para mim também os chupar. Irritado saltei pro andar de baixo com os lábios melecados de gozo. Abri a porta e sai debaixo do temporal. A voz de Thiago ressoou, mas eu não voltei para checar o que ele queria.
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