Sexo para crianças do Orfanato
Meu nome é Pedro, tenho 28 anos e moro em uma cidade no interior do Pará. Na minha cidade tem um orfanato público, um lugar onde o descaso é alto, e tem uma infraestrutura precária, eu cresci dentro desse lugar, na minha infância eu era um pouco travesso e sempre arrumava confusão, cresci e continuei morando no lugar, em troca, eu cuidava de um pavilhão masculino. Desde pequeno eu tinha uma revista Playboy, ganhei de um colega, que deixou a revista comigo, esse colega foi adotado, e a única lembrança que tenho dele, é das abençoadas figuras. Graças a essa revista, minha adolescência foi boa, já que os meninos não podiam passar para o pavilhão feminino.
Depois que cresci, tomei conta de uma sala com 7 adolescentes, e deles eu ganhava uma pequena grana, mostrando pra eles algumas páginas da revista playboy, eles conseguiam uma boa grana, já que eram "apadrinhado" por moradores, as pessoas doavam dinheiro para o abrigo, e uma pequena parte ia parar nas mãos de algumas crianças sortudas.
Uma mulher que tomava conta das meninas mais nova, tinha saído, e ninguém queria o lugar dela, o dormitório era uma bagunça, e as meninas não tinham disciplina, as idades variavam entre 7-9 anos, eram 5 meninas, me perguntaram se eu queria, pensei em não aceitar, mas o dinheiro falou mais alto.
Quando cheguei lá, logo todas tomaram um susto, elas não estavam esperando um homem, estavam todas bagunçadas, as camas desorganizadas, e em 30 minutos seria o horário de dormir, olhei para elas, e comecei a me apresentar:
–Boa noite, meu nome é Pedro, e eu tomarei conta de vocês a partir de hoje, qual o nome e idade de vocês?
As meninas se apresentaram:
Ádma, seis anos, faria 7 em alguns meses, era a mais nova, magrinha com cabelos curtos, pele bem clarinha e rosto redondinho.
Luiza, 7 anos, estilo indiazinha, tinha um cabelo comprido, era magrinha, de pele morena, era a mais tímida ali.
Sarah, 9 anos, essa era a cabeça da sala, comandava todas, era uma gordinha, pele morena e cabelo lisos, que batia pouco acima da bunda, usava óculos e já tinha um peitinho saindo e uma bunda que engolia o shortinho.
Liliana, ou só Lili, tinha 8 anos, era uma ruivinha ferrugem, cabelos levemente ruivo, bem enrolado, assim como Sarah, ela também tinha peitinho e já usava sutiã estilo top, a bundinha era arrebitada, e tinha uma barriguinha.
Maria Lúcia, ou Malu, era uma neguinha, tinha 8 anos, era bem magrinha, e como toda neguinha, já era bem gostosinha, tinha um bumbum bem guloso, sem peito, a boca era bem grande e os cabelos negros amarrados.
Depois das apresentações, naquela noite, eu dormir um pouco pensativo, de como seria difícil cuidar das meninas, elas eram muito travessas, de fato... Nós sempre tinhamos um horário pra olhar as crianças e ver se estão dormindo ou se comportando, mas eu tinha um segredo, eu sempre ia uma hora mais cedo ou uma hora mais tarde, se caso eles estavam fazendo algo de errado, eu pego eles desprevenidos. Olhei para o relógio, e ele marcava 2h, era 30 minutos antes do previsto, me levantei e fui para o quarto, ao chegar no local, vi vozes nas meninas lá de dentro, eu já fui pronto pra dar um grito com elas, me aproximei da porta, abrir de leve e tomei um susto, vi Sarah e Malu acordadas na mesma cama, o lençol estava no chão e a mão de sarah dentro do short de Malu, as outras meninas olhavam e ficavam comentando, e fazendo perguntas para a Sarah. Eu fiquei chocado, não poderia acreditar naquilo que via, as meninas atrapalhavam minha visão, mas eu ouvia Malu gemendo devagar, era óbvio que elas estavam tendo prazer, os gemidos da Malu eram únicos e delicioso, eu fiquei de pau duro na hora, e já estava prestes a bater uma ali mesmo... Eu achei melhor não interferir, tentei não gerar constrangimento, na verdade eu nem saberia como cuidar daquele assunto, voltei para meu dormitório, meu pau estava muito duro, e eu não me contive e ali mesmo bati uma punheta, fiquei a noite toda pensando no que tinha visto, até que peguei no sono.
Pela manhã, acordei e fui levantar as meninas, olhei para Sarah e Malu de uma maneira diferente, agora eu vi um pouco mais do que uma criança, elas de fato eram as mais desenvolvidas, seus hormônios estava aflorando muito cedo, e elas por não ter privacidade, acabaram por ter relação uma com as outras.
Eu fui até a base de registros e pedi os documentos de todas elas, e tirei algumas dúvidas, Sarah havia sido pega com 5 anos, depois que descobriram que o pai abusava dela, ela ficou no orfanato desde então, Malu foi criada em uma família de 8 irmãos e irmã, era a mais nova e logo as autoridades pegaram a menina, alegando que a mãe não tinha condições de criar a menina, ela tinha 6 anos. Ádma e Luiza eram filhas de pescadores do interior, que foram deixadas na frente do orfanato ainda quando era recém nascida. E Lili era filha de uma sulista que havia morrido de acidente de carro, e como não havia parentes, madaram para o orfanato.
Comecei a observar as duas pombinhas e elas eram inseparáveis, as duas andavam de mãos dadas e até ficam passando a mão uma na outra, de forma discreta, tinha momentos que elas iam para o banheiro juntas, e eu ficava imaginando o que elas poderiam estar fazendo lá dentro, mas logo minha mente se ajeitava "Para com isso, elas são apenas crianças, se eu ver elas de novo, eu vou intervir".
Pela madrugada decidi que não poderia deixar aquilo continuar acontecendo, mesmo me deixando de pau duro, aquelas meninas eram apenas crianças, fui até o quarto, e elas estavam lá, outra vez, fazendo a mesma coisa, abri a porta com força, elas olharam pra mim com a pele pálida, olhei para Malu que já estava colocando sua calcinha e para Sarah, que começava a lagrimar, peguei as duas pela mão e fui em direção a coordenadora do local, as meninas começaram a chorar alto, e no meio do caminho pediram implorando para não falar nada, as punições de lá eram horríveis, olhei para elas e os olhos todos cheios de lágrimas, aquele olhar safado que elas tinham, agora se acabaram e elas voltaram a ser infantis... Não tive coragem de falar o que vi, eu nem saberia me comportar falando algo assim, me lembrei das vezes que fiz troca-troca com meu amigo que me deu Playboy, percebi que eu, assim como aquelas meninas, tinhamos sido criado no mesmo ambiente, se eu entregasse elas, eu seria uma pessoa totalmente sem coração, mesmo sendo crianças, elas também sentiam prazer, e só queriam se aliviar, de alguma forma.
Levei ela para os dormitórios de novo, pedi para elas ficarem caladas, assim que cheguei, sentei em sua cama e pedi para todas meninas fazerem uma roda perto de mim, foi quando comecei a explicar para aquelas meninas que eu queria ser amigos delas e não inimigos.
– Eu também fui criado aqui, eu sei como é difícil crescer com esse monte de regras, mas isso que vocês fazem não é tolerável, isso não é correto, vocês são apenas crianças, vocês não entendem, vocês só podem fazer isso quando crescerem e forem namorar.
– Mas tio, a Sarah e a Malu são namoradas
Olhei, para as duas – Mas meninas, vocês podem se machucar, isso não é saudável.
Nesse momento, eu tive uma leve reflexão "Qual o problema delas se tocarem?", eu fiquei em um dilema, ou elas fariam escondidas, ou eu as ensinava.
– Vocês querem que o tio ensinem vocês duas?
– Mas a gente já sabe, tio. disse Sarah.
– Mas Sarinha, deixa eu ver se vocês estão fazendo certo.
Ela deu um sorrisinho meio sem jeito e disse que não sabia se deveria.
Eu mudei o tom e disse–Ou você deixa eu ensinar, ou eu levo vocês pra cordenadora!
– Tá bom tio, só não fala nada, por favor.
– Meu amor, eu sou o baú de segredo de vocês, vocês podem me contar o que for, que eu não falo.
As meninas ficaram feliz que eu ia ensinar todas, mas na hora, só a Malu e a Sarah tiveram coragem pra tirar a roupa,eu estava de pau duro, Malu se deitou na cama e Sarah ao lado, botou a pontinha do dedinho dela na xaninha de Malu, entrava só a pontinha. Fiquei vendo de perto, em nenhum momento elas se revezavam, só a Malu sentia prazer, então eu me ofereci para fazer em Sarah, ela como já era bem safadinha, abriu as pernas sem questionar, e eu pude ver aquela delícia de xoxota, bem branquinha, já abertinha, com um grelinho bem grandinho. Logo me lembrei que ela tinha sido abusada quando mais nova, então eu abri a xotinha dela, procurando vestijos do himen da garota, ela claramente não era virgem, seu pai já havia estourado o cabaço da garota quando ela era mais nova.
–Tio, eu posso pedir uma coisa? disse sarah
–Claro, querida.
– Tá bom... é... eu... queria ver seu pinto. falou sem jeito
As meninas arregalaram os olhos, eu olhei para baixo e vi que meu pau estava bem aparente na bermuda, e ficava esbarrando no pé da Sarah.
Tirei ele pra fora, as meninas em volta olhavam atenta, Sarah parou de masturbar Malu, e se encantou com meu pau.
–Nossa tio, ele é grande né.
–É sim minha flor, você já viu um antes?
–Só quando eu era pequena. (Claramente ela se referia ao de seu pai)
–Quer chupar?
–Sim!
Sarah nem terminou de falar e já foi abrindo o bocão, ela sugou muito forte, parecia estar com fome, eu estava me segurando para não gemer alto, Malu estava do meu lado, eu rapidamente agarrei ela e fui beijando a menina que prontamente respondeu, ela não tinha a mínima noção de como beijar, mas eu só queria afundar minha língua naquela boquinha jovem. Eu deitei na cama, e me consentrei em Malu, nem percebi o momento que a Sarah parou de chupar, só ouvi as meninas falando, que ia doer.
Quando olhei para o meu pau, Sarah estava se agachando em minha rola, com a cabeça do meu pau na entradinha da sua xana, na hora tomei um susto, empurrei Malu e segurei Sarah.
–PARA SARAH!
– Que foi tio, eu aguento! disse ela com carinha de tristeza
– Minha filha, você vai machucar sua pepeka, fazendo isso.
–Não vou não tio, eu sempre brincava assim com meu pai, eu tô com saudade.
Olhei para o quadril da pequena, passei meu dedo em sua bucetinha, e a vadiazinha tava toda melada, e meu pau tava cheio de baba, naquela hora meu pau já estourando, falei pra ela ir devagar.
– Eu sei tio, vou devagarzinho!
Algumas das meninas ao nosso redor passavam a mão por dentro de suas xana, a Ádma estava louca esfregando sua pepeka por cima do shortinho de dormir.
Sarah foi sentando, a cabeça do meu pau foi desbravando aquela xota infantil, a menina foi indo cada vez mais fundo, eu sentia a bucetinha dela, engolindo e comprimindo o meu pau, a menina era muito apertadinha, ela esboçou dar um gritinho mas foi calada pela sua própria mão, era impressionante ver aquela xaninha infantil, sento impalada com um pau adulto, ela enfiou tudo e no final ainda olhou pra mim e disse.
–Viu tio, eu te disse que eu ia aguentar tudo, eu já sou uma moça.
–Você é muito forte, amor!
Ela deu um sorrisinho, e começou a se movimentar pra cima e pra baixo, bem devagarinho, meu pau tocava o útero da criança, eu segurei em sua cintura e movimentei ela mais rápido, ela gemia igual uma puta, bem silencioso, Malu olhava a buceta da amiga bem de perto. Eu não pude aguentar muito tempo, aquela menina me deixou louco.
–Titio, me dar leitinho na pepeka, tá bom?
–Tabom, Sarah!
Eu então explodi com um gozo nunca visto antes, aquela bucetinha ficou lotadinha de porra, a menina se deitou a cama de perna aberta com um monte de esperma saindo da xotinha da garota, eu falei pra Malu chupar a pepeka da amiga, não só ela, como todas as meninas foram experimentar a xota da menina, eu via elas brigando por uma lambida.
Logo em seguida as meninas ficaram brigando pra descobrir quem seria a próxima, mas já estava tarde e alguém poderia nos ver.
Chamei todas as meninas, e falei que aquilo era um segredo nosso e que ninguém poderia saber, elas eram bem espertas, e sabiam do perigo de alguém saber daquilo, eu promiti ajudar elas no outro dia, mas que naquela noite elas teriam que dormir, elas ficaram tristes mas voltaram pra suas camas, naquela noite, as meninas ainda brincaram entre si.
continua...
Estou tentando voltar com os contos frequentes, mas está difícil, por favor, me dêem um feedback aqui nos comentários! e avalie o conto com 5 estrelas.
alguma dúvida, entre em contato pelo email:
[email protected]
Depois que cresci, tomei conta de uma sala com 7 adolescentes, e deles eu ganhava uma pequena grana, mostrando pra eles algumas páginas da revista playboy, eles conseguiam uma boa grana, já que eram "apadrinhado" por moradores, as pessoas doavam dinheiro para o abrigo, e uma pequena parte ia parar nas mãos de algumas crianças sortudas.
Uma mulher que tomava conta das meninas mais nova, tinha saído, e ninguém queria o lugar dela, o dormitório era uma bagunça, e as meninas não tinham disciplina, as idades variavam entre 7-9 anos, eram 5 meninas, me perguntaram se eu queria, pensei em não aceitar, mas o dinheiro falou mais alto.
Quando cheguei lá, logo todas tomaram um susto, elas não estavam esperando um homem, estavam todas bagunçadas, as camas desorganizadas, e em 30 minutos seria o horário de dormir, olhei para elas, e comecei a me apresentar:
–Boa noite, meu nome é Pedro, e eu tomarei conta de vocês a partir de hoje, qual o nome e idade de vocês?
As meninas se apresentaram:
Ádma, seis anos, faria 7 em alguns meses, era a mais nova, magrinha com cabelos curtos, pele bem clarinha e rosto redondinho.
Luiza, 7 anos, estilo indiazinha, tinha um cabelo comprido, era magrinha, de pele morena, era a mais tímida ali.
Sarah, 9 anos, essa era a cabeça da sala, comandava todas, era uma gordinha, pele morena e cabelo lisos, que batia pouco acima da bunda, usava óculos e já tinha um peitinho saindo e uma bunda que engolia o shortinho.
Liliana, ou só Lili, tinha 8 anos, era uma ruivinha ferrugem, cabelos levemente ruivo, bem enrolado, assim como Sarah, ela também tinha peitinho e já usava sutiã estilo top, a bundinha era arrebitada, e tinha uma barriguinha.
Maria Lúcia, ou Malu, era uma neguinha, tinha 8 anos, era bem magrinha, e como toda neguinha, já era bem gostosinha, tinha um bumbum bem guloso, sem peito, a boca era bem grande e os cabelos negros amarrados.
Depois das apresentações, naquela noite, eu dormir um pouco pensativo, de como seria difícil cuidar das meninas, elas eram muito travessas, de fato... Nós sempre tinhamos um horário pra olhar as crianças e ver se estão dormindo ou se comportando, mas eu tinha um segredo, eu sempre ia uma hora mais cedo ou uma hora mais tarde, se caso eles estavam fazendo algo de errado, eu pego eles desprevenidos. Olhei para o relógio, e ele marcava 2h, era 30 minutos antes do previsto, me levantei e fui para o quarto, ao chegar no local, vi vozes nas meninas lá de dentro, eu já fui pronto pra dar um grito com elas, me aproximei da porta, abrir de leve e tomei um susto, vi Sarah e Malu acordadas na mesma cama, o lençol estava no chão e a mão de sarah dentro do short de Malu, as outras meninas olhavam e ficavam comentando, e fazendo perguntas para a Sarah. Eu fiquei chocado, não poderia acreditar naquilo que via, as meninas atrapalhavam minha visão, mas eu ouvia Malu gemendo devagar, era óbvio que elas estavam tendo prazer, os gemidos da Malu eram únicos e delicioso, eu fiquei de pau duro na hora, e já estava prestes a bater uma ali mesmo... Eu achei melhor não interferir, tentei não gerar constrangimento, na verdade eu nem saberia como cuidar daquele assunto, voltei para meu dormitório, meu pau estava muito duro, e eu não me contive e ali mesmo bati uma punheta, fiquei a noite toda pensando no que tinha visto, até que peguei no sono.
Pela manhã, acordei e fui levantar as meninas, olhei para Sarah e Malu de uma maneira diferente, agora eu vi um pouco mais do que uma criança, elas de fato eram as mais desenvolvidas, seus hormônios estava aflorando muito cedo, e elas por não ter privacidade, acabaram por ter relação uma com as outras.
Eu fui até a base de registros e pedi os documentos de todas elas, e tirei algumas dúvidas, Sarah havia sido pega com 5 anos, depois que descobriram que o pai abusava dela, ela ficou no orfanato desde então, Malu foi criada em uma família de 8 irmãos e irmã, era a mais nova e logo as autoridades pegaram a menina, alegando que a mãe não tinha condições de criar a menina, ela tinha 6 anos. Ádma e Luiza eram filhas de pescadores do interior, que foram deixadas na frente do orfanato ainda quando era recém nascida. E Lili era filha de uma sulista que havia morrido de acidente de carro, e como não havia parentes, madaram para o orfanato.
Comecei a observar as duas pombinhas e elas eram inseparáveis, as duas andavam de mãos dadas e até ficam passando a mão uma na outra, de forma discreta, tinha momentos que elas iam para o banheiro juntas, e eu ficava imaginando o que elas poderiam estar fazendo lá dentro, mas logo minha mente se ajeitava "Para com isso, elas são apenas crianças, se eu ver elas de novo, eu vou intervir".
Pela madrugada decidi que não poderia deixar aquilo continuar acontecendo, mesmo me deixando de pau duro, aquelas meninas eram apenas crianças, fui até o quarto, e elas estavam lá, outra vez, fazendo a mesma coisa, abri a porta com força, elas olharam pra mim com a pele pálida, olhei para Malu que já estava colocando sua calcinha e para Sarah, que começava a lagrimar, peguei as duas pela mão e fui em direção a coordenadora do local, as meninas começaram a chorar alto, e no meio do caminho pediram implorando para não falar nada, as punições de lá eram horríveis, olhei para elas e os olhos todos cheios de lágrimas, aquele olhar safado que elas tinham, agora se acabaram e elas voltaram a ser infantis... Não tive coragem de falar o que vi, eu nem saberia me comportar falando algo assim, me lembrei das vezes que fiz troca-troca com meu amigo que me deu Playboy, percebi que eu, assim como aquelas meninas, tinhamos sido criado no mesmo ambiente, se eu entregasse elas, eu seria uma pessoa totalmente sem coração, mesmo sendo crianças, elas também sentiam prazer, e só queriam se aliviar, de alguma forma.
Levei ela para os dormitórios de novo, pedi para elas ficarem caladas, assim que cheguei, sentei em sua cama e pedi para todas meninas fazerem uma roda perto de mim, foi quando comecei a explicar para aquelas meninas que eu queria ser amigos delas e não inimigos.
– Eu também fui criado aqui, eu sei como é difícil crescer com esse monte de regras, mas isso que vocês fazem não é tolerável, isso não é correto, vocês são apenas crianças, vocês não entendem, vocês só podem fazer isso quando crescerem e forem namorar.
– Mas tio, a Sarah e a Malu são namoradas
Olhei, para as duas – Mas meninas, vocês podem se machucar, isso não é saudável.
Nesse momento, eu tive uma leve reflexão "Qual o problema delas se tocarem?", eu fiquei em um dilema, ou elas fariam escondidas, ou eu as ensinava.
– Vocês querem que o tio ensinem vocês duas?
– Mas a gente já sabe, tio. disse Sarah.
– Mas Sarinha, deixa eu ver se vocês estão fazendo certo.
Ela deu um sorrisinho meio sem jeito e disse que não sabia se deveria.
Eu mudei o tom e disse–Ou você deixa eu ensinar, ou eu levo vocês pra cordenadora!
– Tá bom tio, só não fala nada, por favor.
– Meu amor, eu sou o baú de segredo de vocês, vocês podem me contar o que for, que eu não falo.
As meninas ficaram feliz que eu ia ensinar todas, mas na hora, só a Malu e a Sarah tiveram coragem pra tirar a roupa,eu estava de pau duro, Malu se deitou na cama e Sarah ao lado, botou a pontinha do dedinho dela na xaninha de Malu, entrava só a pontinha. Fiquei vendo de perto, em nenhum momento elas se revezavam, só a Malu sentia prazer, então eu me ofereci para fazer em Sarah, ela como já era bem safadinha, abriu as pernas sem questionar, e eu pude ver aquela delícia de xoxota, bem branquinha, já abertinha, com um grelinho bem grandinho. Logo me lembrei que ela tinha sido abusada quando mais nova, então eu abri a xotinha dela, procurando vestijos do himen da garota, ela claramente não era virgem, seu pai já havia estourado o cabaço da garota quando ela era mais nova.
–Tio, eu posso pedir uma coisa? disse sarah
–Claro, querida.
– Tá bom... é... eu... queria ver seu pinto. falou sem jeito
As meninas arregalaram os olhos, eu olhei para baixo e vi que meu pau estava bem aparente na bermuda, e ficava esbarrando no pé da Sarah.
Tirei ele pra fora, as meninas em volta olhavam atenta, Sarah parou de masturbar Malu, e se encantou com meu pau.
–Nossa tio, ele é grande né.
–É sim minha flor, você já viu um antes?
–Só quando eu era pequena. (Claramente ela se referia ao de seu pai)
–Quer chupar?
–Sim!
Sarah nem terminou de falar e já foi abrindo o bocão, ela sugou muito forte, parecia estar com fome, eu estava me segurando para não gemer alto, Malu estava do meu lado, eu rapidamente agarrei ela e fui beijando a menina que prontamente respondeu, ela não tinha a mínima noção de como beijar, mas eu só queria afundar minha língua naquela boquinha jovem. Eu deitei na cama, e me consentrei em Malu, nem percebi o momento que a Sarah parou de chupar, só ouvi as meninas falando, que ia doer.
Quando olhei para o meu pau, Sarah estava se agachando em minha rola, com a cabeça do meu pau na entradinha da sua xana, na hora tomei um susto, empurrei Malu e segurei Sarah.
–PARA SARAH!
– Que foi tio, eu aguento! disse ela com carinha de tristeza
– Minha filha, você vai machucar sua pepeka, fazendo isso.
–Não vou não tio, eu sempre brincava assim com meu pai, eu tô com saudade.
Olhei para o quadril da pequena, passei meu dedo em sua bucetinha, e a vadiazinha tava toda melada, e meu pau tava cheio de baba, naquela hora meu pau já estourando, falei pra ela ir devagar.
– Eu sei tio, vou devagarzinho!
Algumas das meninas ao nosso redor passavam a mão por dentro de suas xana, a Ádma estava louca esfregando sua pepeka por cima do shortinho de dormir.
Sarah foi sentando, a cabeça do meu pau foi desbravando aquela xota infantil, a menina foi indo cada vez mais fundo, eu sentia a bucetinha dela, engolindo e comprimindo o meu pau, a menina era muito apertadinha, ela esboçou dar um gritinho mas foi calada pela sua própria mão, era impressionante ver aquela xaninha infantil, sento impalada com um pau adulto, ela enfiou tudo e no final ainda olhou pra mim e disse.
–Viu tio, eu te disse que eu ia aguentar tudo, eu já sou uma moça.
–Você é muito forte, amor!
Ela deu um sorrisinho, e começou a se movimentar pra cima e pra baixo, bem devagarinho, meu pau tocava o útero da criança, eu segurei em sua cintura e movimentei ela mais rápido, ela gemia igual uma puta, bem silencioso, Malu olhava a buceta da amiga bem de perto. Eu não pude aguentar muito tempo, aquela menina me deixou louco.
–Titio, me dar leitinho na pepeka, tá bom?
–Tabom, Sarah!
Eu então explodi com um gozo nunca visto antes, aquela bucetinha ficou lotadinha de porra, a menina se deitou a cama de perna aberta com um monte de esperma saindo da xotinha da garota, eu falei pra Malu chupar a pepeka da amiga, não só ela, como todas as meninas foram experimentar a xota da menina, eu via elas brigando por uma lambida.
Logo em seguida as meninas ficaram brigando pra descobrir quem seria a próxima, mas já estava tarde e alguém poderia nos ver.
Chamei todas as meninas, e falei que aquilo era um segredo nosso e que ninguém poderia saber, elas eram bem espertas, e sabiam do perigo de alguém saber daquilo, eu promiti ajudar elas no outro dia, mas que naquela noite elas teriam que dormir, elas ficaram tristes mas voltaram pra suas camas, naquela noite, as meninas ainda brincaram entre si.
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