Ana Flavia - Completo (revisado)
Ana Flavia Meu nome é Ana Flavia, tenho 22 anos, solteira, 1,66 cm de altura, cabelos longos e castanhos, olhos na mesma cor, rosto de traços finos do tipo europeu, seios pequenos com bicos pequenos e rosados, meu bumbum é de tamanho médio para grande, minha xaninha é a coisa mais linda do mundo, com lábios vaginais pequenos e finos e em tom rosado, me depilo totalmente para deixar-la mais exposta aos olhos de meus parceiros, minhas pernas são grossas e bem torneadas. Bom, depois das apresentações obrigatórias vamos ao conto. Ao completar meus 17 anos resolvi que iria perder a minha virgindade, pois todas as minhas amigas já haviam perdido e eu era a única que ainda não tinha transado. Já havia ficado algumas vezes com uns garotos de minha escola e também de minha rua, mais nenhum deles havia conseguido me deixar excitada a ponto de querer transar com um deles. Mais eu estava decidida a encontrar um homem para realizar meus desejos. O tempo foi passando e já se completavam dois meses e nada de encontrar a pessoa certa. Foi quando um dia minha vida mudou completamente. Foi o primeiro dia em que vi o meu irmão nú. Vamos aos fatos. Todos em minha casa trabalham e eu sou a única que não, pois estou cursando universidade. Era uma quarta-feira e todos saíram para trabalhar e eu fui para a faculdade, chegando lá descobri que só haveria aula nos três primeiros tempos e depois a turma seria dispensada. Depois das aulas terminarem, fui para casa. Ao abrir a porta, noto que tem alguém em casa pois o som estava ligado. Entrei bem devagar sem fazer nenhum ruído, pois naquele horário não deveria ter ninguém em casa. Foi quando ao andar pelo corredor, escuto um barulho vindo do banheiro. A porta do mesmo estava aberta e ao olhar lá dentro vejo que é o meu irmão Paulo que esta tomando banho. Nossa senti um alivio, pois pensei que pudesse ser algum bandido. Depois do pensamento de alivio veio à curiosidade em ver o meu irmão tomando banho. Ele não notou que eu o observava, pois pensava estar sozinho em casa. Meu irmão é moreno, 1,78 cm de altura, muito bonito de rosto, suas características físicas são avantajadas, pois ele é da Marinha e tem o corpo em muito boa forma. Meu irmão estava de costas para mim, me mostrando aquelas costas maravilhosas e aquele bumbum durinho e definido. Fui abaixando a visão e pude notar como meu irmão tem as pernas muito musculosas, coisa de quem corre muitos quilômetros por dia. Ele ficava o tempo todo de costas para a porta, sem saber que eu estava lá e sem se preocupar em ser visto, ele começa a se masturbar. À medida que o tempo ia passando eu ficava mais excitada e curiosa em ver a parte da frente de meu irmão, pois em nenhum momento ele virava para mim. Foi quando resolvi dar uma de louca e gritei com ele O que você está fazendo? Com o susto, ele se virou mostrando finalmente a beleza de seu corpo. Seu peito musculoso, seu abdômen sarado e a parte que eu mais aguardava. Seu pênis. O pênis de meu irmão não é nada descomunal como muitos contam em suas histórias, mais ele era muito bonito. Retinho, cheio de veias, com uma cabeça grande em formato de um delicioso cogumelo roxo, com duas bolas de tamanho médio balançando e completamente depilado. Olhei para o seu rosto e ele estava completamente vermelho. Após cobrir suas partes com as mãos, ele me perguntou O que você está fazendo em casa a essa hora? Eu é que deveria estar fazendo esta pergunta! Você não foi para o trabalho só para ficar de sacanagem no banheiro? Respondi. O que é isso menina? Onde já se viu falar assim com o seu irmão mais velho! E trata logo de ir saindo do banheiro para eu terminar o meu banho! falou ele. Terminar o banho ou a punheta que você estava batendo? Não tem vergonha de fazer isso de porta aberta? Já pensou se é nossa mãe que chega na hora e te vê desse jeito? Perguntei. Ora a única pessoa que poderia ficar surpresa em ver um homem nú seria você, mais pelo que eu estou vendo você está é gostando da visão! falou apontando para os meus seios. Quando olhei para eles é que pude notar o grau de minha excitação. Meus mamilos estavam tão duros que denunciava meu estado de excitação para meu irmão. Nessa hora quem ficou vermelha de vergonha fui eu. Meu irmão começou a rir e disse E agora quem é o sem-vergonha aqui? Pelo que eu estou vendo, minha irmãzinha está é louca para dar!. Muito envergonhada sai dali sem falar mais nada. Fui para o meu quarto, tranquei a porta e durante algum tempo fiquei só pensando naquela cena que tinha acontecido comigo e meu irmão. Novamente olhei para os meus seios e pude constatar como os biquinhos de meus seios estavam duros. Mais não foi só isso, coloquei a mão dentro de minha calcinha e vi como eu estava molhada. Minha xaninha tava que era puro gozo. Comecei a me masturbar pensando naquela cena e no corpo de meu irmão. Logo comecei a imaginar aquele homem bonito e viril em cima de mim. Fui introduzindo dois dedos em minha xaninha para sentir como se fosse o pau de meu irmão que estivesse me possuindo naquela hora. Não demorou muito já estava gemendo de tesão e me acabando em mais um gozo intenso. Da hora que vi meu irmão no chuveiro, até meu último gozo não deve ter passado mais que 20 minutos, mais para mim parecia uma eternidade. De repente meu irmão bate a porta de meu quarto. Levanto da cama e abro a porta para que ele entre. Logo ele vem me explicar que aquilo que aconteceu entre nós não poderia nunca chegar aos ouvidos de nossos pais, pois eles poderiam entende errado e acabar colocando ele para fora de casa. Concordei com ele e falei que por mim não tinha acontecido nada de mais, pois eu tinha muitas amigas que já viram o irmão nú ou já ficaram nuas na frente de seus irmãos. Ele deu um sorriso de alivio e me falou que iria trabalhar, mais que depois com mais tempo e mais calma nos iríamos conversar melhor.
Ana Flavia II Depois daquele dia em que peguei meu irmão se masturbando no chuveiro, a minha vida de um giro de 380°. Passei a olha-lo de forma diferente. Comecei a reparar mais em suas formas, seus movimentos, suas atitudes. Suas atitudes também mudaram comigo. Toda a vez que nós ficávamos sozinhos ele não perdia a oportunidade de ficar elogiando as minhas formas, falando de como o meu corpo era bonito, de como seria sortudo o cara que tirasse a minha virgindade. Nossas conversas passaram a ficar mais apimentadas. Tinha dias em que ele ficava se insinuando para mim, como um pavão se exibindo para a sua fêmea. Até que um dia nós não agüentamos mais e acabamos nos amando. Foi assim. Numa quarta-feira, quando eu estava saindo da faculdade, vejo o carro de meu irmão parado na porta. Vou até ele e pergunto o que ele estava fazendo ali. Ele respondeu que estava me esperando, pois tinha tirado o resto do dia de folga e resolveu vir me buscar na faculdade. Fiquei surpresa com aquilo, já que não era costumeiro ninguém vir me buscar. Entrei no carro e fomos para casa. Ao chegarmos em casa ele me pediu para que eu fosse esquentado a comida que ele estava morrendo de fome, mais que antes de comer ele iria tomar um banho para se refrescar. Deixei o meu material no quarto e voltei para a cozinha. Quando já estava tudo quente fui chamá-lo para almoçar. Sai da cozinha e fui andando em direção ao banheiro para chamá-lo, quando não foi minha surpresa de novamente encontrar a porta do banheiro aberta e meu irmão tomando banho e se exibindo para mim. Só que dessa vez ele não estava de costas e sim de frente para a porta exibindo seu pênis duro na minha direção. Quando ele me viu me perguntou se o almoço já estava pronto? Meio descompassada com aquela situação ainda demorei um pouco para responder, pois meus olhos não desgrudavam de seu pênis. Meu irmão deu uma risada e perguntou novamente pelo almoço. Como quem acorda de um transe respondi que já estava na mesa. Ele falou que já estava indo, que só iria acabar o banho e já iria me fazer companhia a mesa. Virei-me de costas e voltei para a cozinha. Ao chegar na cozinha, noto que novamente meus seios estão duros como pedra e que minha xaninha está completamente encharcada. Meu tesão estava a mil, meus pensamentos estavam todos voltados para o corpo de meu irmão. Nisso ele entra na cozinha coberto apenas pela toalha enrolada em sua cintura. Pergunto se ele não vai colocar uma roupa mais descente para almoçar, ele me responde que está muito calor para colocar qualquer tipo de roupa e que eu já tinha visto ele pelado antes, porque então eu estaria incomodada por causa de uma toalha? Não respondi nada, apenas o deixei da forma como estava. Após almoçarmos, foi a hora de lavar a lousa suja. Nossa cozinha é pequena, do tipo corredor, onde ao passar duas pessoas uma sempre esbarra na outra. Aproveitando-se disso, meu irmão se ofereceu para me ajudar a enxugar a lousa. Enquanto eu ia lavando, ele ia enxugando e guardando as coisas nos armários. Toda vez que ele ia guardar os copos que ficam no armário em cima da pia onde eu estava, ele encostava seu pau duro em meu bumbum. Cada copo que ele colocava dentro do armário, ele quase que me penetrava com seu pênis, e eu ali sem falar nada, apenas deixando para ver até onde iria aquela situação. Ao acabar de lavar a lousa, eu fui guardar a esponja e o detergente dentro do armário que fica embaixo da pia. Ao me agachar para guarda-los meu irmão propositalmente deixa sua toalha cair e seu pau duro ficou a poucos centímetros de meu rosto, na hora virei meu rosto e pedi para que ele se cobrisse com a toalha. Logo ele me falou que eu poderia me virar, pois ele já tinha se coberto. Ao me virar qual não foi minha surpresa, realmente ele tinha se coberto com a toalha, mais apenas seu pênis deixando todo o resto de seu corpo a mostra. Perguntei o que estava acontecendo com ele, porque ele estava se comportando daquela maneira. Ele me disse que estava sentindo muito tesão por mim e que estava louco para me comer. Fiz uma cara de assustada, mais era puro fingimento, pois eu também estava louca para dar para ele. Falei que aquilo não era normal entre irmãos e que era para ele esquecer aquela bobagem. Nisso ele novamente tirou a toalha de cima de seu pau e me mostrou como ele estava duro. Dessa vez eu não virei o rosto, pelo contrário dei uma boa olhada no rosto de meu irmão fazendo uma cara de desaprovação e sai da cozinha deixando ele lá sozinho. Fui para a sala e liguei a televisão. Logo meu irmão passa por mim indo em direção ao seu quarto. Depois de algum tempo vou até lá para dar uma olhada nele. Quando chego na porta, noto que ele está dormindo inteiramente nú e de frente com seu pau ali todo solto pronto para ser pego por quem ali passasse. Chamei pelo seu nome e ele não respondeu. Acabei entrando no quarto e parei à sua frente, admirei aquele corpo por alguns segundos, até que voltei a mim e pegue o lençol e o cobri, voltando assim para a sala. Uma meia hora se passou e eu não parava de pensar em meu irmão, no que ele estava fazendo comigo. Ele estava me enlouquecendo com aquele seu comportamento. Após pensar muito resolvi que realmente seria ele que iria tirar a minha virgindade, pois eu já não agüentava mais ficar naquela situação com ele. Levantei-me do sofá e fui para o banheiro tomar um banho. Como meu irmão, também deixei a porta aberta. Tirei toda a minha roupa e entrei no box.
Ana Flavia III Eu estava no chuveiro me ensaboando de uma forma totalmente sex que só uma mulher sabe fazer. Nisso noto o vulto de meu irmão na porta do banheiro, então eu começo a me masturbando para ver qual vai ser a atitude dele. Passava minhas mãos em toda à parte do meu corpo. Alisava meus seios e dava leves beliscões em meus biquinhos que estavam doendo de tão durinhos e excitados. Comecei então a passar minhas mãos em minha xaninha que estava completamente molhada de desejo. Com uma mão eu alisava meu grêlinho e com a outra eu ia introduzindo dois dedinhos em meu canal vaginal, comecei então a fazer os movimentos de penetração, chegando logo a um orgasmo tão intenso que meu corpo todo tremia descompassadamente, senti como se uma descarga elétrica tivesse passado por todo o meu corpo. Nessa hora dou uma olhada para o vulto de meu irmão e noto que ele também está se masturbando. Depois de me recuperar, voltei ao meu banho esperando que a qualquer momento meu irmão invadisse o box e me possuísse ali mesmo. Mas isso não aconteceu. Terminei meu banho e ao passar pela porta do quarto de meu irmão, vejo que ele continuava na mesma posição. Creio eu que para fingir que não tinha me visto no banheiro. Fui para o meu quarto e como estava muito calor decidi que não colocaria nenhuma roupa de baixo. Coloquei então um shortinho bem curtinho e provocante, e um top que realçava meus seios. Fiquei durante umas duas horas em meu quarto só pensando no que estava acontecendo comigo e com meu irmão. Que jogo de sedução era aquele que ambos estávamos jogando? Por que sentíamos tanto tesão um pelo outro? Por que não tínhamos coragem de levar nossa brincadeira até as últimas conseqüências? Minha cabeça estava girando em torno de sexo o tempo todo. E o pior sexo com meu irmão. Não mais me interessavam aqueles garotos da rua ou da faculdade. Em meus pensamentos não existia homem no mundo, mas perfeito do que meu irmão para tirar a minha virgindade. À noite, meus pais resolveram que iriam passar a noite fora. Quando isso acontece é porque eles vão para um motel transar, pois eles não gostam de transar aqui em casa por causa de mim e de meu irmão. Acho que a transa deles deve ser uma coisa animal, com muitos gritos e gemidos, pois no outro dia eles chegam em casa com um sorriso muito largo no rosto, e suas vozes com um tom de rouquidão. Foi então que decidi que não passaria daquela noite a minha primeira transa. Logo que meus pais saíram, eu e meu irmão ficamos na sala assistindo a TV. Como não tinha nenhum programa bom, eu resolvi então ir novamente para o banho. Só que dessa vez com uma diferença. Já sai de meu quarto completamente nua. Meu irmão deve ter ficado louco quando me viu. Mas como o banheiro é do lado oposto da sala, eu não pude ver o seu rosto. Novamente deixei a porta aberta para que ele pudesse me ver tomando banho. Logo que entrei no box, senti uma mão me segurar pela cintura. Quando olhei para trás, vi que era meu irmão, ele já estava nú com o seu pênis duro que nem pedra rosando em minha bunda. Com um ar de menina assustada perguntei o que ele estava fazendo, ele falou que estava realizando um desejo meu e dele. Nessa hora ele me segurou com mais força e me deu um beijo de língua que me levou a loucura, deixando meu corpo completamente mole. Como não podia demonstrar que eu também queria aquilo, comecei a empurra-lo como se quisesse me libertar de suas mãos. Então ele falou para eu não ficar fingindo que não queria aquilo, pois meu corpo já dava sinais de que estava adorando aquilo que estava acontecendo, e que se eu não quisesse que aquilo acontecesse, não teria passado pelo corredor completamente nua e não teria deixado a porta do banheiro aberta para que ele entrasse. Como ele estava com a razão e eu também já estava cansada daquele joguinho, resolvi então encarar a realidade e aproveitar o que meu irmão poderia me dar (ou eu dar para ele). Então deixei ele fazer tudo que ele tinha vontade de fazer comigo. Ele começou me beijando de uma forma apaixonada, tirando completamente o meu fôlego. Sua língua dava voltas em minha boca, percorrendo cada espaço que encontrasse. Realmente foi um beijo muito bom. Enquanto me beijava ele ia percorrendo com as mãos todo o meu corpo. Suas mãos acariciavam os meus seios, hora dando leves beliscões em meus biquinhos, hora dando leves mordidas com os dentes, me arrancando urros de prazer. Realmente meu irmão em termos de agradar uma mulher ele é muito bom. Ficou um bom tempo fazendo carinhos em meus seios. Tempo suficiente para me deixar completamente grogue de tanto tesão. Depois ele desceu para a minha barriga, onde ficava penetrando meu umbigo com sua língua. Durante todo esse tempo, sua mão esquerda estava a masturbar minha xaninha e a mão direita continuava a estimular os meus seios. Logo eu já estava em meu segundo gozo que por incrível que pareça foi muito mais intenso do que o que eu tinha tido sozinha. Foi uma coisa tão intensa que não tive forças nas pernas para me agüentar em pé, e se não fosse o meu irmão está ali comigo, com certeza eu teria caído no chão. Como eu não tinha mais forças para terminar o meu banho, meu irmão terminou-o para mim. Ele me deu um banho de língua que nenhuma outra pessoa até hoje conseguiu fazer igual. Aos poucos, com aquela língua fantástica ele foi descendo de minha barriga para a minha xaninha. Ao primeiro toque em meu grêlinho, senti novamente uma corrente de eletricidade me atravessar o corpo. Não foi um orgasmo, mais foi algo que me deixou completamente ligada. À medida que ele lambia cada centímetro de minha xana, seus dedos iam me penetrando. Sua língua parou em meu grêlinho e seus dedos me penetravam cada vez com mais ímpeto e velocidade. Eu já não agüentava mais ficar segurando os meus gritos de prazer. Vocês não têm noção do que eu estava sentindo naquela hora. O mundo poderia acabar ali, que nós não iríamos nem perceber.
Ana Flavia IV Meu irmão ficou me chupando e enfiando seus dedos em minha xaninha durante um bom tempo e eu tive vários orgasmos devido àquela situação toda que estava acontecendo entre a gente. Minhas pernas já não tinham mais forças, meu corpo todo tremia de tesão e desejo, minha cabeça rodava, estava preste a desmaiar. Então pedi para meu irmão que parasse com aquilo, pois eu já não estava mais agüentando. Ele viu em meus olhos que o que eu falava era verdade, então deu uma parada e me disse que nunca em sua vida tinha visto uma mulher ter tantos orgasmos como os que eu tinha tido, ele mesmo falou que não sabia como eu tinha agüentado até aquele momento, pois se fosse com um homem, só estaria pronto para o combate depois de uma meia hora de descanso. Como já tinha tomado o meu banho de água e de língua, resolvi sair do banheiro e ir me arrumar em meu quarto. Meu irmão foi junto comigo pensando que chegando lá eu iria me deitar com ele, mais fui logo dizendo que naquela hora não daria para fazermos nada, pois eu estava muito cansada. Ele ficou meio chateado, mas entendeu e foi logo saindo de meu quarto. Depois de me enxugar, coloquei um camisão que costumo usar para dormir e nada mais por baixo. Deitei em minha cama e fiquei pensado no que tinha acontecido no banheiro e de como eu estava leve e feliz com aquilo. Logo o tesão foi tomando conta de meu corpo novamente. Já estava ficando com minha xaninha molhada e com aquela vontade louca de sentir novamente a língua de meu irmão em meu corpo. Resolvi sair do quarto e ir procura-lo. Fui até seu quarto onde ele estava deitado completamente nú e com seu pênis duro apontado para o teto. Chamei pelo seu nome e ele não me respondeu, resolvi me aproximar mais e novamente chamei pelo seu nome e novamente ele não respondeu. Já que todos os tabus que nos impedia de nos amarmos já tinham sido quebrados, resolvi parti logo para o ataque. Tirei meu camisão e deitei ao seu lado na cama. Comecei a passar minhas mãos em seu peito liso e definido, senti na hora ele se arrepiar todo e dar uma leve tremidinha. Entendi então que tipo de jogo ele queria fazer agora. Queria dar uma de irmão inocente que foi agarrado pela irmã malvada. Não me fiz de rogada e fui logo descendo minha mão e agarrando em seu pênis. Como disse anteriormente, meu irmão não é nenhum bem dotado do tipo que lemos em vários contos nesse site, mais é um pênis de respeito que me fez feliz durante bom tempo de minha vida. Mais continuando. Comecei então a fazer os movimentos que tinha visto ele fazer quando o vi tomando banho. Seu pênis estava completamente duro e pulsante. Ficava subindo e descendo com minhas mãos envoltas em sua extensão. Às vezes meu irmão deixava escapar um leve gemido, o que deixava claro seu fingimento. Foi em um desses gemidos que resolvi falar em seu ouvido que para aquilo tudo melhorar bastava que ele estivesse acordado. De um pulo ele se levantou e foi logo me agarrando e me dando aquele beijo de língua inesquecível. Depois do beijo que nos deixou sem ar, ele me pediu para que eu chupasse seu pênis, como eu nunca tinha feito aquilo e realmente achava uma coisa nojenta, falei que não iria fazer, mais que poderia masturba-lo com todo o carinho. Novamente ele fez aquela cara de chateado, mais deixou pra lá. Voltei então a masturba-lo, nisso ele me pegou e me virou por cima de seu corpo fazendo uma posição 69, onde ele pode chupar minha xaninha com toda a sua maestria. Eu já estava nos céus novamente, sua língua penetrava fundo em meu canal vaginal e meu grêlinho estava duro que nem pedra. Com isso, não demorei muito a ter meu primeiro orgasmo, onde soltei meu corpo por cima do dele. Ele então me virou ficando por cima e falo que estava na hora de eu me transformar em uma mulher. Eu só pedi para que ele fizesse com carinho porque eu não queria que doesse. Com toda a ternura em sua voz ele me falou que só faria o que eu quisesse. Ele então começou a passar seu pênis na entrada de minha vagina que estava super molhada, de uma forma que eu nunca tinha visto antes, nem em minhas memoráveis masturbações. Aos poucos ele foi me penetrando, no começo com um pouco de dificuldade, pois eu era muito apertada (palavras dele), mais logo depois que meu cabacinho foi pro espaço e eu disse que não tinha sentido muita dor, ele começou a aumentar o ritmo. Logo ele estava a me penetrar de uma forma animal a qual eu estava adorando. Ele ficava mudando seus movimentos o tempo todo. Uma hora ficava só no vai-e-vem reto, outra hora ficava rebolando para preencher cada espaço dentro de mim. Não demorou muito para que chegássemos a um orgasmo, onde cada um caiu para o seu lado completamente exaustos. Depois de uns 10 minutos onde ficamos apenas nos alisando e nos beijando, resolvi me levantar para ir até o banheiro para me lavar e ver o estrago que tinha sido feito em minha xaninha após aquela transa com Paulo. Ao chegar no banheiro vi que não tinha muito sangue e que praticamente minha xaninha já estava fechada novamente. Mais ainda doía e ardia um pouco, entrei em baixo no chuveiro e logo Paulo já estava ao meu lado. Ele me beijava e me agradecia por ter deixado ele ser o primeiro homem de minha vida, que aquilo que eu tinha feito por ele não se esquece jamais. Ouvindo essas palavras de amor e carinho vindo de meu irmão, comecei então a chorar. Ele muito carinhoso me abraçou e ficamos abraçados até eu me acalmar e parar de chorar. Quando isso aconteceu, nos terminamos de tomar nosso banho e fomos cada um para o seu quarto, pois já passava das três da manha e estávamos muito cansados de tanto que trepamos. Naquela noite eu dormi como nunca tinha dormido em minha vida, já que eu tinha acordado menina e estava dormindo como mulher. E uma mulher muito feliz por ter ao lado de seu quarto um amante tão bom quanto meu irmão Paulo.
Ana Flavia II Depois daquele dia em que peguei meu irmão se masturbando no chuveiro, a minha vida de um giro de 380°. Passei a olha-lo de forma diferente. Comecei a reparar mais em suas formas, seus movimentos, suas atitudes. Suas atitudes também mudaram comigo. Toda a vez que nós ficávamos sozinhos ele não perdia a oportunidade de ficar elogiando as minhas formas, falando de como o meu corpo era bonito, de como seria sortudo o cara que tirasse a minha virgindade. Nossas conversas passaram a ficar mais apimentadas. Tinha dias em que ele ficava se insinuando para mim, como um pavão se exibindo para a sua fêmea. Até que um dia nós não agüentamos mais e acabamos nos amando. Foi assim. Numa quarta-feira, quando eu estava saindo da faculdade, vejo o carro de meu irmão parado na porta. Vou até ele e pergunto o que ele estava fazendo ali. Ele respondeu que estava me esperando, pois tinha tirado o resto do dia de folga e resolveu vir me buscar na faculdade. Fiquei surpresa com aquilo, já que não era costumeiro ninguém vir me buscar. Entrei no carro e fomos para casa. Ao chegarmos em casa ele me pediu para que eu fosse esquentado a comida que ele estava morrendo de fome, mais que antes de comer ele iria tomar um banho para se refrescar. Deixei o meu material no quarto e voltei para a cozinha. Quando já estava tudo quente fui chamá-lo para almoçar. Sai da cozinha e fui andando em direção ao banheiro para chamá-lo, quando não foi minha surpresa de novamente encontrar a porta do banheiro aberta e meu irmão tomando banho e se exibindo para mim. Só que dessa vez ele não estava de costas e sim de frente para a porta exibindo seu pênis duro na minha direção. Quando ele me viu me perguntou se o almoço já estava pronto? Meio descompassada com aquela situação ainda demorei um pouco para responder, pois meus olhos não desgrudavam de seu pênis. Meu irmão deu uma risada e perguntou novamente pelo almoço. Como quem acorda de um transe respondi que já estava na mesa. Ele falou que já estava indo, que só iria acabar o banho e já iria me fazer companhia a mesa. Virei-me de costas e voltei para a cozinha. Ao chegar na cozinha, noto que novamente meus seios estão duros como pedra e que minha xaninha está completamente encharcada. Meu tesão estava a mil, meus pensamentos estavam todos voltados para o corpo de meu irmão. Nisso ele entra na cozinha coberto apenas pela toalha enrolada em sua cintura. Pergunto se ele não vai colocar uma roupa mais descente para almoçar, ele me responde que está muito calor para colocar qualquer tipo de roupa e que eu já tinha visto ele pelado antes, porque então eu estaria incomodada por causa de uma toalha? Não respondi nada, apenas o deixei da forma como estava. Após almoçarmos, foi a hora de lavar a lousa suja. Nossa cozinha é pequena, do tipo corredor, onde ao passar duas pessoas uma sempre esbarra na outra. Aproveitando-se disso, meu irmão se ofereceu para me ajudar a enxugar a lousa. Enquanto eu ia lavando, ele ia enxugando e guardando as coisas nos armários. Toda vez que ele ia guardar os copos que ficam no armário em cima da pia onde eu estava, ele encostava seu pau duro em meu bumbum. Cada copo que ele colocava dentro do armário, ele quase que me penetrava com seu pênis, e eu ali sem falar nada, apenas deixando para ver até onde iria aquela situação. Ao acabar de lavar a lousa, eu fui guardar a esponja e o detergente dentro do armário que fica embaixo da pia. Ao me agachar para guarda-los meu irmão propositalmente deixa sua toalha cair e seu pau duro ficou a poucos centímetros de meu rosto, na hora virei meu rosto e pedi para que ele se cobrisse com a toalha. Logo ele me falou que eu poderia me virar, pois ele já tinha se coberto. Ao me virar qual não foi minha surpresa, realmente ele tinha se coberto com a toalha, mais apenas seu pênis deixando todo o resto de seu corpo a mostra. Perguntei o que estava acontecendo com ele, porque ele estava se comportando daquela maneira. Ele me disse que estava sentindo muito tesão por mim e que estava louco para me comer. Fiz uma cara de assustada, mais era puro fingimento, pois eu também estava louca para dar para ele. Falei que aquilo não era normal entre irmãos e que era para ele esquecer aquela bobagem. Nisso ele novamente tirou a toalha de cima de seu pau e me mostrou como ele estava duro. Dessa vez eu não virei o rosto, pelo contrário dei uma boa olhada no rosto de meu irmão fazendo uma cara de desaprovação e sai da cozinha deixando ele lá sozinho. Fui para a sala e liguei a televisão. Logo meu irmão passa por mim indo em direção ao seu quarto. Depois de algum tempo vou até lá para dar uma olhada nele. Quando chego na porta, noto que ele está dormindo inteiramente nú e de frente com seu pau ali todo solto pronto para ser pego por quem ali passasse. Chamei pelo seu nome e ele não respondeu. Acabei entrando no quarto e parei à sua frente, admirei aquele corpo por alguns segundos, até que voltei a mim e pegue o lençol e o cobri, voltando assim para a sala. Uma meia hora se passou e eu não parava de pensar em meu irmão, no que ele estava fazendo comigo. Ele estava me enlouquecendo com aquele seu comportamento. Após pensar muito resolvi que realmente seria ele que iria tirar a minha virgindade, pois eu já não agüentava mais ficar naquela situação com ele. Levantei-me do sofá e fui para o banheiro tomar um banho. Como meu irmão, também deixei a porta aberta. Tirei toda a minha roupa e entrei no box.
Ana Flavia III Eu estava no chuveiro me ensaboando de uma forma totalmente sex que só uma mulher sabe fazer. Nisso noto o vulto de meu irmão na porta do banheiro, então eu começo a me masturbando para ver qual vai ser a atitude dele. Passava minhas mãos em toda à parte do meu corpo. Alisava meus seios e dava leves beliscões em meus biquinhos que estavam doendo de tão durinhos e excitados. Comecei então a passar minhas mãos em minha xaninha que estava completamente molhada de desejo. Com uma mão eu alisava meu grêlinho e com a outra eu ia introduzindo dois dedinhos em meu canal vaginal, comecei então a fazer os movimentos de penetração, chegando logo a um orgasmo tão intenso que meu corpo todo tremia descompassadamente, senti como se uma descarga elétrica tivesse passado por todo o meu corpo. Nessa hora dou uma olhada para o vulto de meu irmão e noto que ele também está se masturbando. Depois de me recuperar, voltei ao meu banho esperando que a qualquer momento meu irmão invadisse o box e me possuísse ali mesmo. Mas isso não aconteceu. Terminei meu banho e ao passar pela porta do quarto de meu irmão, vejo que ele continuava na mesma posição. Creio eu que para fingir que não tinha me visto no banheiro. Fui para o meu quarto e como estava muito calor decidi que não colocaria nenhuma roupa de baixo. Coloquei então um shortinho bem curtinho e provocante, e um top que realçava meus seios. Fiquei durante umas duas horas em meu quarto só pensando no que estava acontecendo comigo e com meu irmão. Que jogo de sedução era aquele que ambos estávamos jogando? Por que sentíamos tanto tesão um pelo outro? Por que não tínhamos coragem de levar nossa brincadeira até as últimas conseqüências? Minha cabeça estava girando em torno de sexo o tempo todo. E o pior sexo com meu irmão. Não mais me interessavam aqueles garotos da rua ou da faculdade. Em meus pensamentos não existia homem no mundo, mas perfeito do que meu irmão para tirar a minha virgindade. À noite, meus pais resolveram que iriam passar a noite fora. Quando isso acontece é porque eles vão para um motel transar, pois eles não gostam de transar aqui em casa por causa de mim e de meu irmão. Acho que a transa deles deve ser uma coisa animal, com muitos gritos e gemidos, pois no outro dia eles chegam em casa com um sorriso muito largo no rosto, e suas vozes com um tom de rouquidão. Foi então que decidi que não passaria daquela noite a minha primeira transa. Logo que meus pais saíram, eu e meu irmão ficamos na sala assistindo a TV. Como não tinha nenhum programa bom, eu resolvi então ir novamente para o banho. Só que dessa vez com uma diferença. Já sai de meu quarto completamente nua. Meu irmão deve ter ficado louco quando me viu. Mas como o banheiro é do lado oposto da sala, eu não pude ver o seu rosto. Novamente deixei a porta aberta para que ele pudesse me ver tomando banho. Logo que entrei no box, senti uma mão me segurar pela cintura. Quando olhei para trás, vi que era meu irmão, ele já estava nú com o seu pênis duro que nem pedra rosando em minha bunda. Com um ar de menina assustada perguntei o que ele estava fazendo, ele falou que estava realizando um desejo meu e dele. Nessa hora ele me segurou com mais força e me deu um beijo de língua que me levou a loucura, deixando meu corpo completamente mole. Como não podia demonstrar que eu também queria aquilo, comecei a empurra-lo como se quisesse me libertar de suas mãos. Então ele falou para eu não ficar fingindo que não queria aquilo, pois meu corpo já dava sinais de que estava adorando aquilo que estava acontecendo, e que se eu não quisesse que aquilo acontecesse, não teria passado pelo corredor completamente nua e não teria deixado a porta do banheiro aberta para que ele entrasse. Como ele estava com a razão e eu também já estava cansada daquele joguinho, resolvi então encarar a realidade e aproveitar o que meu irmão poderia me dar (ou eu dar para ele). Então deixei ele fazer tudo que ele tinha vontade de fazer comigo. Ele começou me beijando de uma forma apaixonada, tirando completamente o meu fôlego. Sua língua dava voltas em minha boca, percorrendo cada espaço que encontrasse. Realmente foi um beijo muito bom. Enquanto me beijava ele ia percorrendo com as mãos todo o meu corpo. Suas mãos acariciavam os meus seios, hora dando leves beliscões em meus biquinhos, hora dando leves mordidas com os dentes, me arrancando urros de prazer. Realmente meu irmão em termos de agradar uma mulher ele é muito bom. Ficou um bom tempo fazendo carinhos em meus seios. Tempo suficiente para me deixar completamente grogue de tanto tesão. Depois ele desceu para a minha barriga, onde ficava penetrando meu umbigo com sua língua. Durante todo esse tempo, sua mão esquerda estava a masturbar minha xaninha e a mão direita continuava a estimular os meus seios. Logo eu já estava em meu segundo gozo que por incrível que pareça foi muito mais intenso do que o que eu tinha tido sozinha. Foi uma coisa tão intensa que não tive forças nas pernas para me agüentar em pé, e se não fosse o meu irmão está ali comigo, com certeza eu teria caído no chão. Como eu não tinha mais forças para terminar o meu banho, meu irmão terminou-o para mim. Ele me deu um banho de língua que nenhuma outra pessoa até hoje conseguiu fazer igual. Aos poucos, com aquela língua fantástica ele foi descendo de minha barriga para a minha xaninha. Ao primeiro toque em meu grêlinho, senti novamente uma corrente de eletricidade me atravessar o corpo. Não foi um orgasmo, mais foi algo que me deixou completamente ligada. À medida que ele lambia cada centímetro de minha xana, seus dedos iam me penetrando. Sua língua parou em meu grêlinho e seus dedos me penetravam cada vez com mais ímpeto e velocidade. Eu já não agüentava mais ficar segurando os meus gritos de prazer. Vocês não têm noção do que eu estava sentindo naquela hora. O mundo poderia acabar ali, que nós não iríamos nem perceber.
Ana Flavia IV Meu irmão ficou me chupando e enfiando seus dedos em minha xaninha durante um bom tempo e eu tive vários orgasmos devido àquela situação toda que estava acontecendo entre a gente. Minhas pernas já não tinham mais forças, meu corpo todo tremia de tesão e desejo, minha cabeça rodava, estava preste a desmaiar. Então pedi para meu irmão que parasse com aquilo, pois eu já não estava mais agüentando. Ele viu em meus olhos que o que eu falava era verdade, então deu uma parada e me disse que nunca em sua vida tinha visto uma mulher ter tantos orgasmos como os que eu tinha tido, ele mesmo falou que não sabia como eu tinha agüentado até aquele momento, pois se fosse com um homem, só estaria pronto para o combate depois de uma meia hora de descanso. Como já tinha tomado o meu banho de água e de língua, resolvi sair do banheiro e ir me arrumar em meu quarto. Meu irmão foi junto comigo pensando que chegando lá eu iria me deitar com ele, mais fui logo dizendo que naquela hora não daria para fazermos nada, pois eu estava muito cansada. Ele ficou meio chateado, mas entendeu e foi logo saindo de meu quarto. Depois de me enxugar, coloquei um camisão que costumo usar para dormir e nada mais por baixo. Deitei em minha cama e fiquei pensado no que tinha acontecido no banheiro e de como eu estava leve e feliz com aquilo. Logo o tesão foi tomando conta de meu corpo novamente. Já estava ficando com minha xaninha molhada e com aquela vontade louca de sentir novamente a língua de meu irmão em meu corpo. Resolvi sair do quarto e ir procura-lo. Fui até seu quarto onde ele estava deitado completamente nú e com seu pênis duro apontado para o teto. Chamei pelo seu nome e ele não me respondeu, resolvi me aproximar mais e novamente chamei pelo seu nome e novamente ele não respondeu. Já que todos os tabus que nos impedia de nos amarmos já tinham sido quebrados, resolvi parti logo para o ataque. Tirei meu camisão e deitei ao seu lado na cama. Comecei a passar minhas mãos em seu peito liso e definido, senti na hora ele se arrepiar todo e dar uma leve tremidinha. Entendi então que tipo de jogo ele queria fazer agora. Queria dar uma de irmão inocente que foi agarrado pela irmã malvada. Não me fiz de rogada e fui logo descendo minha mão e agarrando em seu pênis. Como disse anteriormente, meu irmão não é nenhum bem dotado do tipo que lemos em vários contos nesse site, mais é um pênis de respeito que me fez feliz durante bom tempo de minha vida. Mais continuando. Comecei então a fazer os movimentos que tinha visto ele fazer quando o vi tomando banho. Seu pênis estava completamente duro e pulsante. Ficava subindo e descendo com minhas mãos envoltas em sua extensão. Às vezes meu irmão deixava escapar um leve gemido, o que deixava claro seu fingimento. Foi em um desses gemidos que resolvi falar em seu ouvido que para aquilo tudo melhorar bastava que ele estivesse acordado. De um pulo ele se levantou e foi logo me agarrando e me dando aquele beijo de língua inesquecível. Depois do beijo que nos deixou sem ar, ele me pediu para que eu chupasse seu pênis, como eu nunca tinha feito aquilo e realmente achava uma coisa nojenta, falei que não iria fazer, mais que poderia masturba-lo com todo o carinho. Novamente ele fez aquela cara de chateado, mais deixou pra lá. Voltei então a masturba-lo, nisso ele me pegou e me virou por cima de seu corpo fazendo uma posição 69, onde ele pode chupar minha xaninha com toda a sua maestria. Eu já estava nos céus novamente, sua língua penetrava fundo em meu canal vaginal e meu grêlinho estava duro que nem pedra. Com isso, não demorei muito a ter meu primeiro orgasmo, onde soltei meu corpo por cima do dele. Ele então me virou ficando por cima e falo que estava na hora de eu me transformar em uma mulher. Eu só pedi para que ele fizesse com carinho porque eu não queria que doesse. Com toda a ternura em sua voz ele me falou que só faria o que eu quisesse. Ele então começou a passar seu pênis na entrada de minha vagina que estava super molhada, de uma forma que eu nunca tinha visto antes, nem em minhas memoráveis masturbações. Aos poucos ele foi me penetrando, no começo com um pouco de dificuldade, pois eu era muito apertada (palavras dele), mais logo depois que meu cabacinho foi pro espaço e eu disse que não tinha sentido muita dor, ele começou a aumentar o ritmo. Logo ele estava a me penetrar de uma forma animal a qual eu estava adorando. Ele ficava mudando seus movimentos o tempo todo. Uma hora ficava só no vai-e-vem reto, outra hora ficava rebolando para preencher cada espaço dentro de mim. Não demorou muito para que chegássemos a um orgasmo, onde cada um caiu para o seu lado completamente exaustos. Depois de uns 10 minutos onde ficamos apenas nos alisando e nos beijando, resolvi me levantar para ir até o banheiro para me lavar e ver o estrago que tinha sido feito em minha xaninha após aquela transa com Paulo. Ao chegar no banheiro vi que não tinha muito sangue e que praticamente minha xaninha já estava fechada novamente. Mais ainda doía e ardia um pouco, entrei em baixo no chuveiro e logo Paulo já estava ao meu lado. Ele me beijava e me agradecia por ter deixado ele ser o primeiro homem de minha vida, que aquilo que eu tinha feito por ele não se esquece jamais. Ouvindo essas palavras de amor e carinho vindo de meu irmão, comecei então a chorar. Ele muito carinhoso me abraçou e ficamos abraçados até eu me acalmar e parar de chorar. Quando isso aconteceu, nos terminamos de tomar nosso banho e fomos cada um para o seu quarto, pois já passava das três da manha e estávamos muito cansados de tanto que trepamos. Naquela noite eu dormi como nunca tinha dormido em minha vida, já que eu tinha acordado menina e estava dormindo como mulher. E uma mulher muito feliz por ter ao lado de seu quarto um amante tão bom quanto meu irmão Paulo.
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