Morador de rua no centro do Rio
A muitos anos atrás trabalhei no centro do Rio de janeiro,e tinha que estar muito cedo lá,tipo 4 horas da manhã, porque era a cozinha de um restaurante. Então,a hora que eu chegava no centro, ainda era escuro e eu caminhava do ponto final do ônibus até o restaurante, andando entre os moradores de rua que dormiam nas calçadas. Tinha o porteiro de um hotel para cavalheiros que sempre me cumprimentava e eu idem. Um certo dia,ao passar pelo porteiro, ele me fez um aceno,tipo me chamando e eu fui em sua direção. Também me fez sinal de silêncio, até que cheguei próximo a ele. Na calçada de frente ao hotel,haviam poucos moradores de rua e uma cabana feita de papelão por um deles. Havia um considerável espaço entre eles nessa madrugada. A cabana se mexia muito e escutávamos gemidos de criança. Gemidos de prazer. O porteiro me disse que, havia um pai e um filho ali dentro e estava desconfiado de que o pai estava fazendo sexo com o filho. Aquilo me deu um tesão de cavalo na hora. Fiquei muito curioso pra olhar dentro da cabana. Começamos a fingir que achávamos aquilo um absurdo, porém nossos paus estavam super duro, ouvindo aquela foda. Falei com o porteiro que iria lá dá uma olhada. Me disse pra não ir mais minha curiosidade era maior e fui. Me aproximei devagar e olhei pra dentro,já que não tinha porta. A luz do poste clareava parcialmente dentro e deu pra ver alguns papelões no chão, coberto por lençóis e um homem moreno, enorme, até musculoso,por cima de alguém bem menor ,mais bem menor mesmo porque só aparecia uma das mãos e uma perna,que ficava se mechendo, tentando se levantar,como que querendo sair daquela situação. O enorme homem fazia movimentos em cima daquela criança,como se estivesse tomado de tesão e desejo. As vezes mordia a sua orelha e também o rosto do menino. Nada dizia,apenas gemia de prazer. Enquanto o garoto parecia aflito, esperando que tudo aquilo terminasse o mais rápido. O homem suava muito pois estávamos no verão e o cheiro que saía de dentro daquela cabana era um cheiro quente,de sexo. Aproveitei a penumbra daquele local e botei o meu pau pra fora e comecei a me masturbar. Observei que o porteiro não parava de olhar na minha direção e com certeza ele estava me vendo no meu ato. O homem da cabana percebeu que eu estava olhando eles treparem e aquilo parecia que dava mais tesão nele. Em certo momento ele puxou o menino pra parte mais clara da cabana,de uma forma que desse pra ver da sua cintura pra baixo,pra que eu visse a pica atoxada no cu do moleque e ele suava muito. Em certo momento ele agarrou o garoto como um bicho,deu umas socadas com força, fazendo muito barulho e começou a jogar leite naquele minúsculo cu. O menino falava baixinho pro pai ir logo,tipo,ele não estava aguentando mais. Virei o meu pau pro lado do porteiro,na luz do poste,e gozei deliciosamente e o porteiro,que ficava sentado em uma cadeira alí fora,na calçada, ficou apertando o próprio pau, cheio de tesão. Esperei pra ver se eles iriam sair da cabana mais não saíram. Tipo, acabou o sexo e ficaram lá dentro mesmo. Guardei o meu pau gozado e fui na direção do porteiro que ficava me olhando com cara de safado e rindo por ter visto eu gozar. Confirmei pra ele que era o próprio pai que estava comendo o filho pois no final o filho disse: Vai logo pai! Ele ficou com bastante tesão. Me liguei que no fundo ele também gostava de uma boa putaria. Peguei minha mochila que havia deixado no balcão do hotel,me despedi e fui embora. Essa foi só uma das aventuras que presenciei naquelas madrugadas em que trabalhei no centro da cidade. Algumas,como essa,participei,(se é que se pode dizer que isso foi uma participação) e outras assisti a distância. Bem,foi só pra deixar registrado queridos amigos.
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