Menina novinha
Olá leitores,
Espero não ofender ninguém.
Se não curte sexo com novinhas, nem leia por favor.
Em um sábado normal, eu tive que ir trabalhar. Tenho um escritório de contabilidade, e tinha muitas tarefas atrasadas. Acordei cedo e sai apressado.
No caminho parei em uma feira livre.
Quem é de São Paulo, sabe que temos tradição de comer pastel acompanhado de caldo de cana.
Parei meu carro próximo da feira e andei apenas uma quadra. O céu estava escuro, e uma forte chuva se anunciava.
Antes de chegar na barraca do pastel, notei uma menininha se aproximando. Parei e ali já senti que poderia ter algo com ela.
Sempre sonhei em sair com uma novinha. Já tinha tido algum contato, como passada de mão, encochada etc.
Mas nunca passou disto. Logo ouvi:
– Tio.. me paga um pastel?
– oi princesa… Eu pago sim. Qual sabor vc quer?
– quero de frango com catupiri…
– um vc gosta de catupiri.. vou te encher disto – falei rindo
Ela ficou sem entender nada, mas deu um leve sorriso.
Pedi os pastéis e comprei uma garrafa de caldo de cana.
Ao retornar eu falei para ela me acompanhar até meu carro.
Já estava começando a chover.
Ao chegar no carro, notei que havia pouco movimento de pessoas próximas.
– Princesa, entra no carro para vc não se molhar…
Abri a porta pensando mesmo que ela iria recusar. Mas para minha surpresa ela entrou de boa.
Começamos a conversar amenidades, como falar da chuva que estava aumentando.
Ela vestia uma camiseta de escola municipal, e uma bermuda jeans bem suja e velha. O cabelo dela era bem curtinho. Sem brincos ou outro adorno.
Nem parecia ser menina.
Fui ganhando a confiança dela. Rindo o tempo todo. E fazendo elogios.
A chuva ficou muito forte.
Logo os vidros do carro ficaram embaçados.
– Princesa, qual seu nome?
– Carol
– Carol, você é muito linda. Uma princesa. Cadê sua coroa ?
– eu não tenho coroa tio… Respondeu rindo.
– ahhh mas deveria ter. Toda princesa precisa uma coroa. Vou te dar uma.
Notei que ela ficou feliz com a minha conversa.
Lentamente comecei a passar aa mão. Primeiro no cabelo, nuca, rosto até chegar nas perninhas.
Ela estava aceitando meus carinhos e muito confortável. Parecia até estar pedindo carinho com o olhar doce e meigo dela.
– Princesa, senta assim… Falei trazendo ela para meu colo.
Deixei a menina sentada em cima do meu pau, com as pernas sobre o banco do carona.
Meu braço esquerdo apoiava ela, e minha mão direita estava livre. Fui conduzindo até ela ficar praticamente deitada assim. Parte no meu colo, com as pernas no outro banco.
Fiz carinho a barriga colocando minha mão por baixo da camisa. Subi até seus inexistentes peitinhos.
– Carol… Cadê os peitos… Não tem nada aqui – Falei rindo e brincando…
– aii tio.. meus peitos ainda não nasceram – Respondeu rindo.
– ahhh mas eu já gosto deles. Falei levantando a camiseta e vi dois pontinhos apenas.
– Que lindos Carol. Estou apaixonado por você.
Ela só ria
Me inclinei e beijei sua testa. Depois beijei as orelhas, nariz, bochechas, queixo… Até que sem falar nada dei um selinho.
Ela nada falou. Apenas fechou os olhos.
Neste momento deixei minha mão direita bem em cima da bocetinha, mas por cima da bermuda.
Ela nada reclamou. Ou pediu para parar. Foi aceitando tudo de boa mesmo.
Menina carente, que ninguém se importa com ela. Acho que esta carência de afeto, amor e cuidados, fez ela ser receptiva a quem estava ali se importando com ela.
As vezes o que as pessoas precisam, é se sentir desejada. O que de fato aconteceu.
Lentamente coloquei minha mão na barriguinha e fui descendo… Notei que ela estava sem calcinha. Toquei sua bocetinha macia e quentinha. Ela de olhos fechados.
Percebi que ela abriu um pouco mais as pernas. Sinal que estava gostando dos carinhos na bocetinha.
Passei meu dedo na sua fenda. Pequena demais.
Massagiei ali. Pressionando de leve.
Encostei meus lábios na boquinha dela e ficamos assim alguns minutos.
Senti sua bocetinha nos meus dedos. Virgenzinha macia.
Meu pau estava tão duro e eu tão excitado que estava quase gozando sem tocar nele.
Meu coração disparado.
Não queria parar, mas a razão veio. Queria gozar nela.
Fazê-la me chupar e encher aquela boquinha de “catupiri”.
Ainda com meus dedos na sua bocetinha, eu falei:
– Princesa, vamos lá para meu escritório comer estes pastéis, e lá a gente continua estes carrinhos?
– vamos.
– mas antes eu preciso pedir uma coisa… Você aceita namorar comigo?
Ela só deu um sorriso e balançou a cabeça dizendo sim.
Aceitei ela com o cinto e partimos.
Ao chegar no escritório a chuva estava intensa ainda.
Do carro até a porta, nos molhamos um pouco mais.
Subimos rápido.
Tranquei a porta e fui cuidar dela.
Tirei a camisetinha dela e dei uma toalha de rosto. Sequer o cabelo e o peitinho dela.
– Carol, vc está molhada… Tira a bermuda para não ficar doente…
Quase gozei vendo ela sem nenhum pudor, ficar peladinha ali na minha frente.
Pepekinha linda. Pequena e sem nenhum cabelinho. Lisinha.
Tirei minha camiseta. E minha bermuda. Meu pau saltou em direção dela. Ao ver ela teve uma reação inesperada. Tapou os olhos com as mãos.
– Calma Carol. Não precisa tampar os olhos. Pode me ver ser roupas. Somos namorados lembra ?
Falei já abraçando ela.
Peguei ela no colo. Muito leve.
E levei para um sofá de dois lugares que tenho.
Sentei e deixei ela no meu colo.
Ajeitei ela para ficar sentada em cima do meu pau e de frente para mim.
Ela olhou para baixo e viu meu pau.
– Calma Carol. É normal os namorados ficarem pelados juntos.
Abracei a pequena.
Ficamos uns 15 minutos nesta posição.
Eu fazendo carinho, elogiando ela e tocando no cuzinho até chegar na bocetinha.
– Carol, eu quero te dar um presente… Quanto você quer para deixar eu beijar aqui (falei apontando para a bocetinha).
– ahh não sei. O senhor que sabe quanto pode me dar
– assim não… Fala quanto vc precisa
– ahhh não sei… Me dá R$ 20
– dou até mais meu amor..
Coloquei ela deitada e beijei ela na boca. Consegui colocar minha língua dentro da boquinha dela. Fui descendo até chupar sua bocetinha.
Que tesão.
Chupei uns 10 minutos.
Sem falar nada, segurei meu pau e fiquei esfregando nela.
Até gozar forte.
Deixei a menina cheia de porra. Até no pescoço espirrou.
Depois ficamos calados e abraçados.
Nós limpamos e comemos os pastéis.
Depois fui levar ela de volta.
Combinamos de nos encontrar na escola que ela estuda. Que fica ali perto .
Este foi o início de um amor muito forte, que durou anos
Até a próxima
👁️ 0 visualizações