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DUVIDAS DE MÃE COM FILHO GOSTOSO

자료: 17/01/2011 22:00

저자: fada-51

유형: 근친상간

Dou ou não dou? Dúvida atroz. Muito mais complicado do que Sheakspere com seu ¨ser ou não ser¨. Isto porque sou uma senhora de 51 anos, desejada pelo filho de 25 anos. Fiquei viúva sete anos atrás. Na pior época, quando Roberto, meu filho ingressou na faculdade. Ainda bem que meu menino sempre foi um rapaz estudioso e sossegado. Nunca foi chegado a esportes. Minha filha, Isabela, dois anos mais velha até o chamava de Nerd. Isa casou há dois anos. Hoje moramos só eu e Beto em um apartamento de três quartos. Ele quase não sai para se divertir. Só trabalho casa e casa trabalho. Alías, desde menino. Antes era casa escola e escola casa. Exceto a fixação em games, hoje substituido pela tela do computador. Nunca trouxe nenhuma namorada em casa, ao contrário de Isabela que me deu muita preocupação. Certa época suspeitei até que ele fosse homossexual. Achava estranho que um rapaz alto, moreno e bonito não tivesse amiguinhas. Uma vez cobrei uma candidata a nora. Até perguntei meio brincando se ele era gay. ¨-Tá louca mãe ? Sai fora. Quando eu achar a garota ideal, voce vai ser a primeira a saber¨. Disse rindo. Sempre fui liberal com meus filhos. Não seria a primeira e nem a ultima mãe a saber que o filho era gay. Na minha infância, homossexualismo era considerado doença, anomalia. Hoje a sociedade aceita normalmente, permitindo casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Existe até leis punindo com prisão o preconceito contra os gays. Fuçando nosso computador, resolví entrar na área dele. Conhecia seu e-mail e senha. Ele me ensinou a criar o meu, sugerindo que fizesse como ele, nome e sobrenome completo tudo junto para o e-mail, meu prenome e ano de nascimento para a senha. Era para não esquecer. O que meu filhote tinha de diferente dos demais rapazes ? Mesmo sabendo que é crime ler correspondência alheia, cometí o delito. Na caixa de entrada tinha vários e-mail. O primeiro que lí me deixou estarrecida! O remetente dizia que estava transando com a própria mãe! E incentivava meu filho a fazer o mesmo. Outras mensagens era mais ou menos do mesmo teor, todos sobre desejos pela genitora, alguns mais ousados, com descrições vulgares que não cabe aquí reproduzir. Já tremula, fui para a seção de e-mail enviados. Neles Roberto falava de mim, me descrevia, dizia que me desejava como mulher e fantasiava relações sexuais! Perturbada ao extremo, desliguei o computador. Mil pensamentos passavam pelo meu cérebro. Antes descobrisse que ele era gay! Antes não tivesse lido seus e-mail! Antes não soubesse a verdade! Roberto me desejava como mulher! Nunca passou pela minha cabeça uma insanidade dessa. Nem percebido nada. Vá lá que não sou uma mulher de jogar fora, apesar da idade. Os cabelos médios, o estilo jovial me dá uma aparencia de quarenta anos. Só não tinha arranjado homem porque não queria. Propostas não faltaram. Mas com tantas meninas jovens e lindas por aí. Logo eu, sua mãe? Quando meu filho voltou do trabalho, foi tomar banho como sempre. Peguei uma toalha e abrí a porta. O toalheiro era ao lado do box de blindex. Beto virou de costas para mim, surpreso pela invasão. A visão do seu corpo nu me perturbou. Troquei as toalhas e saí rapidamente. Naquela noite não pude deixar de pensar em tudo. Nem porque quis vê-lo tomando banho. Beto até então era minha criança, meu menino. Não, agora era um homem. Um lindo homem. Na manhã seguinte, mal pude esperar Beto sair para o trabalho. Voltei a ler todos os e-mail recebidos e enviados. Sentí um misto de repulsa e excitação. Passei a pesquisar sobre o tema ¨incesto¨. Entre tantas baboseiras, ví um vídeo da modelo Cristina Mortágua de 40 anos, trocando um beijo apaixonado com seu filho de 15 anos, que ela teve com o jogador de futebol Edmundo. Lí a reportagem de uma senhora americana, Pearl Carter de 72 anos que vive maritalmente com seu neto legítimo de 26. E até de um papa João XI que no século 10, transou com a própria mãe, Marózia. E descobrí sites de contos e relatos eróticos. Neles, inúmeros textos de relações sexuais entre consanguíneos, muitos fantasiosos e alguns, talvez verídicos. Alguns me deixaram molhadinha, em especial os que envolviam mãe e filho. Deveria falar com ele? E confessar que lí os e-mail? Que aquilo pelas regras morais é errado? Que é absurdo um filho enfiar o penis no buraco de onde saiu? O que pensaria sua irmã? Seus tios? Nossos vizinhos? Por outro lado, a situação insólita me excitava. Mexia comigo. Massageava meu ego. Meu filho, aquela beleza de rapaz, lindo, lindo, me queria como mulher. Algumas partes dos e-mail enviados não saiam da minha mente: ¨Minha mãe me deixa louco de tesão¨, ¨batí duas punhetas hoje em homenagem a ela¨, ¨Ela tem uma bundona linda que me deixa toda hora de pau duro¨ . Eu que relaxara na aparência, passei a me cuidar mais. Reiniciei o regime para perder peso. Fiz escova progressiva no cabelereiro. As unhas na manicure. Comprei vestidos mais alegres e sensuais, coisa que há muito tempo não fazia. Em casa parei de usar os camisolões de malha. Troquei por camisolas e babydoll de cetim. ¨Esquecia¨de fechar as portas do banheiro e do quarto. Assistia TV displicentemente deitada, deixando à mostra nesgas das coxas e nos ¨cochilos¨ aparecia até as calcinhas ousadas, sexy. Beto fingia não notar nada. Mas nos e-mail escrevia tudo. Contava as sensações. Da vontade de me passar a mão, de me agarrar, de me ¨foder adoidado¨ como dizia. Nos momentos de lucidez eu condenava aquela insanidade. Eu também estava querendo! Desejando que ele me ¨comesse até cansar, enchendo a buceta de porra¨, termos que ele usava nos e-mail. Não pode acontecer! É loucura! Mas eu estava cada dia mais ousada, mais doida. Passei a esbarrar ¨acidentalmente¨, encostando a bunda no seu pau. A fazer brincadeiras tipo sentar no colo. Ou tentar pega-lo no colo como se ele fosse criança (para mim ainda é). Ele também ficava cada dia mais ousado. Já passava a mão descaradamente nas minhas pernas e ¨sem querer¨ tocava na minha bunda, nos meus seios. Até que a ficha caiu. Numa dessas sentadas no colo, impensadamente, apalpei seu penis. Estava rígido como pedra. Começei a acariciar. Ele mais que depressa abaixou o calção e o falo surgiu ereto, grosso, latejante. Para mim enorme, ameaçador. Não resistí. Abocanhei o pinto de Beto. Tirava, beijava a glande, lambia, enfiava o máximo. Sentia a ponta bater na minha garganta. Queria engolir o meu menino, chupava gulosamente. Ele gemia. Repetia coisas desconexas, ¨ai, ai, chupa mãe, chupa. Ai, gostoso, chupa mãe, chupa¨. Meneava o quadril, fodendo a minha boca. Coloquei a mão na vagina e me masturbei. E ele gozou. O primeiro jato encheu minha boca de esperma quente. E o pau continuava pulsando, jorrando mais leite espesso que vazava pelo canto dos meus lábios. Engasguei engulindo a ejaculação potente. Continuei chupando, ou melhor sugando, sem querer desperdiçar nenhuma gota. Me levantei olhando o mastro ainda duro. Eu não tinha gozado. A vagina piscava pedindo a penetração. Tive vontade de sentar nele, cavalgar. Estou na menopausa. Minha última menstruação foi há três anos. Não existe menor possibilidade de gravidez. A tentação era grande. A duras penas resistí. Depois disso nossa vida mudou. Para melhor. Ficamos nos amassos, agarros e beijos como um casal de adolescentes. Nos masturbamos mutuamente. Fazemos sexo oral todos os dias. Meu filho está mais louco do que nunca para me possuir. E eu de me entregar. O que é que eu faço ?
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