Confissões de um casado no armário
Mas tem dez diz que eu pude sentir o gostinho. E esse gostinho não sai da minha cabeça. A minha vontade era de sair e dar para o primeiro desconhecido que encontrasse no caminho.
Eu voltava pra casa do trabalho num ônibus que estava vazio quando entrei. Peguei no sono e quando acordei, assim que abri os olhos, vi aquelas coxas do meu lado. Meus olhos subiram as pernas até o caralho do rapaz que fazia um volume bem chamativo naquela calça de academia. Disfarcei e levantei a cabeça para olhar pra ele. Um moreno de vinte e poucos anos, não perguntei, que já estava me olhando meio cismado. Então virei para ver onde estávamos. Faltava bastante até a minha casa. Enquanto eu olhava poderia janela, percebia que ele estava me olhando. Então ele abriu mais as pernas, empurrando um pouco a minha. Eu olhei pra ele e imediatamente ele olhou pra frente, mas a mão dele foi ajeitar o caralho. Então eu olhei e ver aquilo me fez soltar um suspiro involuntário. Ele imediatamente me encarou e balançou a cabeça com um sorriso sacana. Eu fiquei sem graça. Tinha a sensação de que todos no ônibus estavam olhando para mim. Então voltei a olhar pra fora. Nisso ele me perguntou se faltava muito pra chegar no posto 13. Eu disse que não. Estávamos na Pavuna e faltava um dez quilômetros mais ou menos. E continuando, perguntou se eu desceria lá também. Eu disse que faltava muito para a minha casa. Ele me olhou de cima a baixo e disse que faltava muito para a casa dele também. Não entendi nada. Então ele sorriu e balançou a cabeça. Olhou para o corredor e voltou a me olhar. Ele já sabia que eu gosto. Não faço ideia de como descobriu, mas sabia. E eu estava morrendo de vergonha por isso. Ele deu mais uma ajeitada um pouco mais demorada no seu caralho, enquanto dizia que o próximo ônibus levaria uns vinte minutos pra passar. E que ia descer lá pra tirar uma água do joelho. Então entendi que ele estava me chamando pra descer lá com ele. Isso me deixou morrendo ainda mais de vergonha. E faltavam dois pontos e ele já foi se ajeitando para se levantar. Me olhou, chamando com os olhos e a cabeça e eu olhei em volta pra ver se havia algum conhecido no ônibus. Não havia ninguém que eu tenha visto. Eu estava ofegante e cheio de vontade de no mínimo ver aquilo fora da calça. E depois de relutar um pouco acabei decidindo ir com ele. Ele se levantou e puxou a cigarra. Voltou a me chamar com os olhos e então eu me levantei. Descemos no posto 13. E então fomos no banheiro do posto. Tinha um homem e seu filho lá dentro, já saindo. Assim que entramos eu estava muito nervoso. O pai e a criança saíram e ficamos só nós dois. Ele entrou no privado, onde tem o vaso, que por sinal estava imundo, e me puxou pelo braço. Ele já foi me virando e sarrando a minha bunda, dizendo que ia me fazer ver estrelas. Mas eu tive medo, vergonha e resolvi sair dali. Mas ele segurou meu braço. Entrou alguém no banheiro e nós fizemos silêncio. De repente ele botou aquilo pra fora, eu já vi centenas em vídeos e até em mictórios, assim de relance. Mas aquele estava encostando na minha perna. E era maior e mais grosso que o meu. Então eu não consegui resistir e me abaixei e já caí de boca. Como eu sonhava com aquilo. O tempo parou pra mim. Mas ele apontou para seu pulso, como me dizendo pra ir logo com aquilo. Então eu comecei a masturbar ele enquanto chupava. Não queria olhar pra ele. Mas ele não tirava o olho do que eu estava fazendo. Então ele tirou a minha mão e começou a se masturbar, segurando a minha boca, mantendo meus lábios na cabeça do caralho dele. As vezes a mão dele batia com força na minha boca. Mas não levou muito tempo. Ele largou a minha boca e segurou a minha nuca, enquanto dava sinal de que já ia gozar. Eu comecei a sentir meu pau melando a minha cueca. E então ele soltou o caralho e segurou meu queixo por baixo e começou a estocar lentamente na minha boca. De repente parou e lá veio aquela pressão. Aquele impacto no céu da minha boca. Era a minha boca sendo leitada pela primeira e única vez até agora. Eu estava com os olhos fechados, sentindo a porra bater na minha garganta. Então eu engolia. E engolia com tanta vontade. Eu sempre lia sobre o quanto dá prazer sentir o caralho de outro pulsando em você. E dá mesmo. Sentir aquilo vivo, pulsando na minha boca, me deu uma sensação de liberdade tão agradável que eu queria viver naquela sensação. E depois dele aliviar o seu tesão na minha boca, tirou o caralho e esfregou a cabecinha, ainda soltando um pouco de porra, nos meus lábios. Eu espremi e suguei, querendo mais. Então deu umas batidas na minha cara com o seu caralho e eu seguida o guardou, saindo do banheiro, dizendo que a gente ia perder o outro ônibus se não fosse depressa. Então eu lambi os lábios e me levantei. Fui logo atrás dele e conseguimos pegar o ônibus, que estava lotado. Ele desceu um pouco antes de mim. Não trocamos número nem nada. E eu fico agora torcendo pra encontrar ele tanto na ida como na volta. Que vontade que tô de dar o cu para aquele cara. Me arrependo de não ter deixado ele me fazer ver estrelas naquele dia. Mas aí, eu não teria tomado leitinho quente e meio amargo, com gosto de remédio. Eu tenho que dar logo esse cú ou ele vai acabar fugindo do meu corpo pra se libertar de vez.
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