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ÁS VEZES O QUE ACONTECE DO BATE PAPAO É VERDADE

Pubblicato: 09/04/2003 21:00

Autore: lualyn

Categoria: Incesto

[email protected]      Ás vezes o que acontece no bate papo é verdade É incrível como as coisas podem acontecer e mudar na vida da gente. Há dois anos atrás eu não saberia e nem escreveria esta história, mas hoje eu a faço com prazer. Eu tinha 11 anos quando meus pais se separaram e na época achei isso terrível, fiquei meio perdida e nem sabia o que fazer. Como fiquei morando com minha mãe ia visitar meu pai nos finais de semana, ele me levava para tomar sorvete, ao cinema, no parque, fazia de tudo para que eu ficasse feliz. Foi um ano assim. Quando completei 12, logo depois meu pai comprou um computador, e tão logo me mostrou fiquei completamente apaixonada, nem queria mais sair, só mexer e aprender novas coisas. Meu pai então colocou a internet e passamos a navegar juntos, era chegar o final de semana eu ia para a casa dele e lá íamos nós para o tal de computador. Eu sentava eu deu colo e nem víamos passar o dia, ás vezes ficávamos até altas horas mexendo, quando víamos já era madrugada. Num destes finais de semana , quando cheguei papai disse que não poderíamos mexer pois estava com um defeito. Eu insisti muito até que ele concordou mas me disse que talvez eu não fosse gostar pois estava muito ruim mesmo. Eu não estava notando nada de diferente, sentadinha ali no colinho dele me parecia tudo como sempre. Então ás vezes abria um site pornográfico e ele me dizia: Viu eu disse que estava com defeito. Mexia daqui e dali, demorava um pouco e sumia. Eu morria de vergonha daquilo. Minhas faces ficavam pegando fogo. Ele me perguntou se eu queria parar. Eu disse que não que estava tudo bem. Tinha vezes que fechava uma foto abria outra, fechava aquela abria outra. Eu parecia Ter ficado pesada para papai pois ele se mexia muito. E minha sainha subia. Eu louca de vergonha, disfarçava e baixava. Não funcionava mais nada, só abria aquilo. Papai disse que tinha estragado de vez e disse que era melhor pararmos e irmos passeara á não ser que eu quisesse continuar. Eu disse que estava tudo bem poderíamos continuar e quem sabe melhorava. Então ele disse que para continuarmos eu não deveria nunca contar nada para mamãe, pois senão ele não me deixaria mais vir. Eu prometi que não contaria nada. Eu na época achava horrível mas era muita curiosa e olhava tudo e perguntava a papai. Foi pelas fotos que descobri pela primeira vez o que era um cacete como meu pai me disse, e o que era porra, o que era foder. Quando eu já nem estranhava mais aquelas coisas papai me perguntou se eu queria ver um daqueles de verdade. Fiquei de boca aberta pois não imaginava onde papai encontraria um para me mostrar, mas ele insistiu e disse que era possível bastava eu querer. Como ? Onde? Perguntei-lhe eu abismada. Então papai disse que me mostraria o dele. Tomei um enorme susto e antes que me refizesse ele já estava baixando a bermuda e a sunga deixando a mostra aquilo duro, grande e grosso. Acho que fiquei de boca aberta pois ele começou a rir e eu tapei a boca com as duas mãos. Ele balançava e fazia ir para frente e para trás deixando aparecer uma cabeçona vermelha. Eu fiquei ali só olhando, estática, como que paralisada. Nem percebi quando ele puxou minha mão e levou até o cacete dele e ma fez acariciar. Quando me dei conta tirei imediatamente, ele me pediu para pegar de novo e eu disse que não queria, que não era certo, que mamãe ficaria muito brava se soubesse. Ele respondeu que mamãe só saberia se eu ou ele contassem mas nós não iríamos contar nada né? E é claro que se mamãe soubesse provavelmente eu iria tomar a maior surra da vida e talvez nunca mais me deixasse sair de casa. Eu ainda insisti que mesmo assim não era certo. Então ele pediu para mim pegar só mais uma vez. Pegou minha mão e levou para o cacete e disse que ia me ensinar como eu deveria fazer e pegava minha mão e fazia eu tirar a cabeçona para fora para frente e para trás. Pediu para que eu desse um beijinho, eu dei um pulo para trás e então pela primeira vez ele me ameaçou dizendo que se eu não desse um beijinho só um beijinho nem que fosse bem pequeno ele mesmo contaria para mamãe e diria que eu era uma putinha muito da safada. É claro que fiquei com medo, conhecia muito bem mamãe e sabia o quanto ela poderia ser má quando queria ou fazíamos alguma arte indevida. Eu passei a chorar em silêncio, mas ele me mandou ajoelhar na sua frente e beijar. Eu dei um beijinho e ele não me deixou sair. Mais um – Dizia. Mais um, mais um , mais um. Ele soltava leves gemidos. Bota ele na boca – Pediu. Só a cabecinha, só a pontinha. E me puxava pelo cabelo. Cabecinha uma ova, aquilo mal cabia na minha boca e tão logo eu pus na boca ele puxou minha cabeça com mais força fazendo com que eu me afogasse, pois sem querer eu estava com metade na boca e aquilo me deu até ânsia de vômito. Eu só ouvia os gemidos dele e dizendo: Vai minha filhinha , mama no cacete do papai. Assim gostoso. Mama este cacetão que papai quer te ver bem putinha. Não tinha gosto ruim, pelo contrário, até que aquele salgadinho era bom, o ruim era quando ele queria empurrar mais e eu não suportava. Ele gemia cada vez mais forte então eu senti pulando na minha boca, os nervos e as veia pareciam estourar e então ele se derramou na minha boca. Engoli sem querer dois ou três jatos e quase me afoguei com o resto que escorreu da boca e foi lambuzar o chão. Então ele largou meus cabelos e ficou com a cabeça para trás gemendo ainda só que mais fraquinho. Eu não levantei e então ele me pegou pelas mãos e me ajudou e beijava minha boca, meu rosto meus cabelos. Me chamava de minha filhinha lindinha, minha putinha gostosa, e disse que eu tinha feito o papai muito feliz. Eu tinha parado de chorar mas estava morta de vergonha. Ele abriu minha saia, tirou ele, depois minha calcinha e minha blusa. Eu não usava soutien pois não precisava, tinha os peitos bem crescidos para minha idade mas não grandes e eram firmes e durinhos. Me deixou completamente nua. Depois tirou toda a roupa dele também e ficou também nu. Sentou em frente ao computador e me puxou me pondo sentada em seu colo ajeitando para o lado seu cacete sempre duro que estorvava. Colocou em uma sala de bate papo , hoje eu sei que é a UOL, sexo, sala aberta por assinantes, em família, nossa preferida. Escreveu alguém quer falar com um pai que é chupado pela filha? Logo um cara respondeu e ele me disse que era para mim ir digitando o que ele dissesse. O cara queria saber como tinha acontecido e ele me mandava escrever e eu escrevia, ele contava nos detalhes o que havia feito comigo. Começou a passar a mão em minha buceta lisinha devagarinho. Foi nessa hora que eu comecei a chorar de novo e pedi para parar mas ele disse que não e que eu logo iria me acostumar e gostar. Ele me mandou escrever para o cara no chat: Tô de cacete duro com a putinha aqui no meu colo com a mão na bucetinha dela que não tem ainda pelinhos , não faz muito enchi a boquinha dela de porra e estou maluco para foder essa xaninha bem pequenininha. O cara incentivou: Mete na bucetinha dela. Ele te aguenta? Se só tem doze anos mesmo ela pode não aguentar. Mete nela. Eu até que estava gostando mesmo, papai havia separado a racha para os lados e passava o dedo em meu grelinho me deixando com arrepios. Quando o dedo passava exatamente no ponto eu não podia quase que involuntariamente deixar de me mexer. Ele me mandou escrever: A putinha está gostando ele se mexe toda quando esfrego no grelinho tá louca para levar um cacete na buceta. O outro: Mete nela cara, arregaça logo essa vadiazinha, rasga essa bucetinha. Papai me colocou de quatro pôs o teclado no chão a minha frente abriu minha racha com os dedos e colocou aquela cabeça enorme na entrada e foi empurrando devagarinho. Ardia como fogo mas ele me segurava pela cinturinha e apesar dos meus ais continuava empurrando. Escreve disse: Que bucetinha mais linda, estou arregançando ela. Minha menina já está com metade dentro da buceta, ele vai aguentar tudo cara. Papai empurrava e me mandava escrever. Eu senti quando suas pernas peludas encostaram em minhas coxas. Doía de verdade, ardia como fogo, mas papai gemia coma a cabeça atirada para trás e de olhos fechados. O cara do chat perguntou: - O que está aconteceu cara? Meteu nela? Ela aguentou tudo? Papai mandou eu responder: - 20 cm de cacete e está todo dentro dessa cadelinha, nem eu pensei que ele fosse engolir todo. Não dá nem vontade de socar de tão lindo que é assistir a xoxotinha peladinha dela toda arregaçada. De virgem a puta em poucos minutos. O cara do chat respondeu: O que? Você tá dizendo que ela era virgem? Não acredito cara? Você esta zoando comigo. Papai então começou a entrar e sair devagarinho, lentamente, no princípio continuava ardendo mas foi ficando lisinho e diminui a dor. Eu sentia que não tinha espaço para mais nada dentro de mim podia sentir perfeitamente como se o cacete estivesse encaroçado, hoje eu sei que são os nervos e as veias que saltam e parecem que querem explodir, papai começou a gemer forte e foi ficando mais rápido e mais rápido e mais rápido e saia até quase fora e tornava e enfiar tudo de uma vez só, fazia com tanta força que passou a arder de novo. O cara do chat perguntava: Hei cadê vocês? Sumiram? Olá!!!!!!! Papai não me pediu para escrever nada gemia feito maluco e estocava com toda força gemendo quando chegava ao fundo, nem daria para escrever mesmo eu me balança e só não era atirada para frente por que ele me segurava pela cintura. Parecia um louco, agora estava aos berros e parecia cada vez mais grosso dentro de mim. Então de repente ele quase que parou, senti que ele ficou todo enterrado dentro de mim e socava curtinho berrando como um maluco e foi parando e parando e parando até para de um todo, todo dentro , a cabeça jogada para trás soltando uns gemidos fracos. Depois pareceu que ia voltando de um transe e começou a sair. Para falar a verdade nesta hora eu queria que ele ficasse inconscientemente eu havia gostado. Mas ele saiu e a porra escorreu pelas pernas. Então papai levantou e pegou minhas mãos me ajudando a levantar também. Me olhou firme nos olhos, me chamou de putinha, e me beijou na boca. Minha filhinha putinha. Beijo. Piranha do papai. Beijo. Cadelinha gostosa. Beijo. Beijo na boca, nos cabelos, pescoço, ombros. Pegava meus peitos empinados com as duas mãos. Beijava. Eu estava morta de vergonha mas que era bom ah isso era, me dava calafrios cada beijo. Então ele tirou a cadeira da frente do computador e colocou um sofazão, sentou. Me puxou pela mão para seu colo. Eu achei que queria que eu sentasse em sua perna como antes , mas não. Ele me puxou bem para o colo colocou o cacete na minha buceta e foi entrando até que eu ficasse completamente sentado no cacete dele. Ele estava outra vez todo dentro de mim. Então passou as mãos por trás e puxou o teclado no meu colo e escreveu: - Olá !!!!!! Estamos aqui!!! - Vocês caíram cara? - Não é que não dava para digitar. Tava fodendo a vadia. - Tá zoando de novo cara. Tá querendo dizer que comeu tua filha? - No duro cara. E putinha gostou de levar cacete. Ela gemia. Verdade que eu não lembrava de Ter gemido mas acho que foi mesmo pois no fim sinceramente eu estava gostando. - Tu comeu tua filha cabaço? - Cara detonei a xoxotinha dela. Meti todo o caralho na menina. Detonei o cabacinho dela. - Não acredito! - É verdade cara minha filha agora é minha putinha. Não to zoando pode acreditar. - O que vocês estão fazendo agora? - Cara ela tá no meu colo com toda a vara dentro da bucetinha e tá adorando, mexe de um lado para o outro. Devo Ter ficado toda vermelha naquele momento pois me deu uma enorme vergonha quando percebi que era verdade. Eu estava mexendo sentada no cacete de papai. Os olhos vidrados no computador vendo papai falar com aquele cara e eu me chacoalhando de um lado para o outro. Mas estava tão bom que mesmo com vergonha não parei, ao contrário mexi mais. Papai sorriu e me beijou. - Cara ela é tua filha mesmo? Fodeu ela mesmo? Tu tá fantasiando! O cara não conseguia acreditar. Papai então disse a ele: - Entra Domingo que vem nesta mesma sala com o mesmo nick que nós também vamos estar aqui igual agora e vamos fazer mais. Bye. E desligou. Já era quase noite e eu tinha que voltar para casa. Papai me pediu para esperar um pouco e saiu. Voltou meia hora depois com uma pílula que me pediu para tomar e me explicou para o que servia. Para não Ter perigo de eu ficar grávida. Pegou o carro e me levou para casa. Quando chegamos antes que eu descesse e ele me disse: Não conta nada para ninguém. É um segredo só nosso. Tá? Prometi que não contaria nada. - Você semana que vem de novo? - Não nunca mais vou a sua casa? - Não foi bom? Não quer de novo? - Não. Nunca mais. Nunca mais quero te ver. - Abri a porta e subi correndo para o apartamento onde morávamos Toda hora eu lembrava de tudo. Sentia minhas faces corarem. Mas ao mesmo tempo sentia um formigamento ao lembrar de papai gemendo dentro de mim e eu sentindo ele cada vez mais grosso. Teve vezes naquela semana que quando dava por mim estava sonhando que estava fazendo outra vez. Sexta feira a noite eu já não via a hora de chegar o Sábado de uma vez. Sábado pedi a mamãe logo cedo que me lavasse para a casa de papai. Toquei a campainha e ele veio me atender. Deu um sorrisão quando me viu. Pegou minhas mãos e me beijou na boca com força. Naquela manhã saímos juntos e papai não tocou no assunto, passeamos, fomos ao shopping e almoçamos lá. A tarde papai me pegou pela mão e fomos ao seu quarto. Ligou o computador e foi para o mesmo lugar. Colocou o mesmo nome e entrou na sala. Não é que o cara daquele dia estava lá!!!! Bom o que aconteceu então conto outro dia. Quem quiser entrar em contato conosco é só mandar e-mail para [email protected] ou pelo icq 178056565 normalmente ou nos sábados a tarde ou domingos estamos on- line. Tchau! Beijos.
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