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Mulher de amigo meu pra mim é puta

📅 Publicado em: 27/01/2025 01:38

👤 Autor: felipe

🏷️ Tags: #Corno #Traições
A verdade é que toda mulher só quer pica na buceta e macho com dinheiro. E quanto mais gostosa elas são, mais elas querem, só não querem admitir.

Me chamo Felipe, tenho um parceiro amigão meu chamado Lucas, ele namora uma mina chamada Camila, bem gostosinha e eu namorava a Luana, mas terminamos tem 1 ano e meio porque ela descobriu que eu comia outras minas durante a semana na faculdade.

Cara, sou homem, sou um cara maneiro, bonito, inteligente e ainda tenho o plus de ter nascido numa família com grana. Felizmente mulher pra mim, nunca foi um problema. E depois do que eu vou contar aqui, não acredito mais no “mulher de amigo meu pra mim é homem”. Se uma mulher quer me dar, eu vou comer. Não tem essa, me deixou de pau duro, eu vou meter. Doa a quem doer.

Nós três estudamos na UFRRJ, eu sou acadêmico de Direito e a Camila também, ela é caloura, o Lucas cursa psicologia, ele é o típico esquerdomacho na frente das minas, eu nunca consegui muito sustentar esse papel e algumas meninas não gostam de mim esclarecidamente, mas amam sentar na minha pica. No final das contas, mulher quer um macho, não um cara que tem medo de chegar nelas por causa dessas paradas de feminismo. Isso é só no papel.

O Lucas sempre teve uma condição maneira, ele não é rico de berço, mas recentemente passou por uns problemas financeiros e senti a relação dele com a Camila meio estremecida, mas sempre achei que a Camila não ia com a minha cara porque ela se diz feminista de carteirinha.

Quem conhece a UFRRJ, sabe que ela fica distante da Capital do Rio, eu moro num apê na Praia de Botafogo sozinho, meus pais moram em Ipanema, o Lucas é morador da Tijuca e a Camila mora da Glória, ela é curitibana, branquinha, loirinha, cabelo lisinho, olhos claros, impossível não achar ela uma gostosinha. Tudo começou quando o Lucas pediu preu dar carona pra ela quando a gente fosse embora da Rural aos finais de semana. Toda essa ladainha de feminismo que a Camila sustentava foi ficando menor e nos aproximamos muito. O relacionamento deles não tava muito legal, os fatores financeiros estava afetando a relação porque o Lucas tava se sentindo diminuído em não poder pagar tanto mais os roles deles e a Camila estar bancando, isso mexeu no tesão deles.

- Cara, o Lu tá foda. Desmarcou o barzinho que a gente ia hoje porque tá quebrado e não quer que eu pague.

- Pô, Ca. Fala sério, eu entendo ele. Sei que tu é feminista e tal, mas a real é que o homem gosta de bancar, mesmo que seja um esquerdomacho igual o Lucas - dei uma risadinha - e duvido que você não gosta que o cara que você tá te banque. Nem que seja na maioria das vezes.

- Ai, Felipe… lá vem você.

- Eu tô mentindo? Admite, pô. Tuas amigas tão aqui não, não vão te julgar em concordar com o escrotinho aqui não. - falei em tom de brincadeira e ela riu também.

- Tá. Não concordo 100%, mas não vou mentir que é maneiro quando o cara é cuidadoso e gentil.

Eu dei uma risada.

- Cuidadoso e gentil? O cara preparando o terreno pra passar a piroca na mina, é isso que a gente tá fazendo quando pagamos a conta e funciona - ela revirou os olhos e tentou esconder o riso que queria dar - o importante, Ca, é que no final todo mundo tá satisfeito. Claro, se os dois foderem gostosinho, né. Porque se o cara paga e mina não senta direito ou se o cara paga e não come direito, ai sim que é um final triste.

- Meu Deus Felipe, as coisas que você fala.

- Eu sei que você concorda também. É assim desde que o mundo é mundo.

- Tá. Não vou argumentar, você não vai mudar de ideia.

- Argumenta não, gatinha. Eu não vou acreditar - ela me deu um tapa no braço e eu olhei pra ela piscando. Ela balançou a cabeça, me recriminando com os olhos sem muita sinceridade.

- Independente disso, tô chateada. Queria muito conhecer esse bar novo. Tem cara de ter uma vibe mó gostosa. Olha - ela disse enquanto virava o celular pra mim e eu olhei superficialmente enquanto parava no sinal, concordei com ela.

- E parece ter gente bonita. Gostei. Fala pro Lu ir sim, eu pago a conta. Pode ficar tranquila que não vou querer comer vocês no final não. - dei uma risada - Procuro uma mina maneirinha lá pro meu final feliz, já que o de vocês já tá garantido.

- Ridículo. Vou ver se ele topa.

A gente foi o caminho todo conversando amenidades e provocando um ao outro nessa de feminismo e outras pautas. O caminho pareceu até menor. Fomos direto pro bar e pedimos a mesa. Ela tava visivelmente bolada porque o Lucas não chegava e eu liguei pra e ele falou que tava meio assim de ir. No final ele desistiu, Camila ficou bem chateada.

- Bora fazer o seguinte, a gente enche a cara pra ser feliz porque o outro final feliz nenhum de nós dois vai ter mesmo, beleza? Agora desemburra essa cara que isso não vai fazer o Lucas vir. Já tamo aqui mesmo, amanhã você se estressa com ele.

- Quem diria, Felipe. Pela primeira vez neste dia você falou algo que faz sentido e eu vou ter que aceitar.

- Tá vendo aí? Eu tô sempre certo.

- Sempre não, mas agora você tá.

- Lucas tá perdendo de passar a noite nesse barzinho top com uma gatinha que nem você, Camila. Vou honrar a noite pelo meu amigo. - falei chamando o garçom e pedindo duas doses de tequila e dois aperol - Eu escolho as bebidas e você o que a gente vai comer. - falei e virei o cardápio pra ela, ela topou com um sorrisinho. Pena que é mulher do meu amigo.

Depois desse dia, quase todas as sextas que estávamos voltando pra Capital, a gente parava em algum barzinho ou restaurante, nunca deixei ela pagar a conta. Pela primeira vez tava pagando conta de uma mina que eu não ia comer ou que eu achava que não ia comer. Estávamos muito mais próximos, nos falávamos tocando muito um ao outro, quem via de longe achava que namorávamos, mas até esse momento não tínhamos feito nada. Eu tava achando ela cada vez mais gostosa e admito que bati uma homenagem pra ela algumas vezes, mas fiz o que pude pra respeitar o Lucas, mas…

Anunciaram um congresso em São Paulo e eu e Camila fomos juntos. Alugamos um airbnb juntos, dois quartos, tudo certo até então. Numa noite muito loucos, a Camila soltou um depois de eu pagar a conta.

- Você tá pagando nossos rolês há 2 meses, sem finais felizes, Felipe. Como pode?

- Isso é um elogio? Uma constatação? Uma reclamação ou o que? - falei rindo do comentário dela e nesse dia ela tava impossível, um vestido levinho de cetim azul escuro com um decotinho gostoso demais.

- Não sei… tô só comentando. - ela me olhou demoradamente.

- Se você quiser eu paro de pagar ou se você quiser um final feliz também… - pisquei pra ela.

- Você é um cafajeste, Felipe. Vai fazendo a mulher rir, levando no papinho… agora entendo sua fama.

- Que fama?

- De safado. Já pegou quase todas as mulheres da Rural.

- Não peguei você.

- Mas tá pagando a conta, então…

- Então to pedindo pra comer?

Ela deu uma risadinha e bateu no meu braço e jogou o cabelo pra trás. Vai pro caralho, mulher quando joga o cabelo pra trás é porque quer dar a buceta.

- Já nem sei mais. Tanto tempo que não pedem pra me comer.

Eu puxei ela pra perto de mim pela cintura.

- Tem um problema…

Desci a mão pra cintura dela quase perto da bunda e ela não fez nenhuma menção de sair de perto.

- Qual problema?

- Eu não peço. Se eu tiver com vontade, eu como. - segurei na sua nuca e beijei com vontade. Nosso beijo encaixou gostoso. Como o bar era meio escuro, encostei ela na parede e ficamos num amasso gostoso, sentindo o corpo todo um do outro, meu pau explodindo na cueca, ela passava a mão várias vezes sentindo o meu volume.

Fomos nos beijando enlouquecidamente no Uber até chegarmos em casa. Era uns 5min de carro. Descemos nos agarrando, parecia filme. Joguei ela no sofá levantando seu vestido e caindo de boca na sua buceta e ela começou a rebolar e a gemer.

- Caralho, filho da puta pra chupar gostoso… mama minha buceta, mama, Felipe. - não respondi, continuei chupando e meti dois dedos naquela bucetinha rosinha, bem desenhadinha, caralho que mulher gostosa. Ela tirou o resto do vestido e vi seus peitos com o biquinho rosinha, sonho de qualquer macho. O peito dela era médio, tamanho perfeito. Subi lambendo sua barriga e chupei seus peitos gostosos.

- Gostosa pra caralho, vai se fuder.

- Tá achando é?

- Sabe que eu to, sua puta. Vou meter nessa buceta que você vai querer minha piroca toda hora…

- Será?

- Que que você escuta das putinhas da rural? - perguntei sem deixar de meter os dedos na buceta dela.

- Que você é um escroto do caralho, mas que tem um pau gostoso e que sabe usar. Vamos ver se sabe mesmo, né…

Dei um tapa no rostinho de puta dela.

- Pra começar a saber que tá fudendo com um macho de verdade - torci seu cabelo na minha mão - eu fodo igual macho e trato mulher que nem mulher. Não tem essa de feminismo na cama não. Por isso que elas gostam.

- Filho da puta.

Tirei a calça e deixei a cueca.

- Tira a cueca do macho, vai. E mama esse caralho, sua putinha.

Ela mordiscou minha pica por cima da cueca e foi abaixando devagar, minha piroca pulou na sua cara e ela gostou do que viu.

- Porra… que delícia.

- Põe na boquinha, põe.

Ela babou a mão e começou uma punheta gostosa. Levantou e me puxou pra um beijo gostoso, me empurrou fazendo eu sentar no sofá e ajoelhou entre as minhas pernas, passou a língua da base do meu pau até a cabecinha e sugou.

- Puta de macho mama pica de joelho - ela falou e abocanhou a piroca até bater na garganta.

- Caralhoooo! Filha da puta, piranha! Mama seu macho, mama, cachorra. - afundei sua cabeça pra minha piroca entrar ainda mais. Ela engasgou mas não parou, babou minha pica toda. Tirou e começou uma punheta com força, mas bem lenta e abocanhou as minhas bolas, colocando meu saco inteiro na boca e sugando - Puta que pariu, desgraçada! Vou te devolver arregaçada pro Lucas, sua piranha.

- Você é tão escroto, Felipe. - ela riu sadicamente e voltou pra minha piroca.

- Você gosta, piranha. Puta do caralho mamando pica de macho amiguinho do namorado. Fazendo ele bem de corninho.

Ela chupou minha pica com mais sede ainda. Puxei ela e levantei uma perna chupando de novo aquela buceta. Tava totalmente ensopada.

- Olha como você tá deixando a buceta da mulher do seu amigo, seu escroto… você não presta, Felipe.

- Presto não, puta? Mas meu dinheiro e minha piroca presta né, piranha? - dei um tapa forte na sua bunda e ela gemeu - É disso que puta gosta. Pica e dinheiro e ele não tá te dando nenhum dos dois.

Fiz ela sentar no meu colo e esfregar na minha piroca enquanto mamava nos seus peitos e ela gemia alto e gostoso. Bem puta. Ela encaixou a pica na entrada da buceta e rebolou só na cabecinha.

- Senta, piranha.

- Ain… Tem certeza? Caralho… - ela gemia quando sentia a buceta engolir minha cabeça e contraia - Tem certeza que vai comer a bocetinha de mulher de amigo seu?

- Foda-se. Mulher foi feita pra meter pica, caralho. Desce na rola, filha da puta. Lucas que se foda. Eu vou fuder você toda. Vai voltar de xota assada pro corno cuidar - ela sentou de uma vez enquanto me ouvia - Aaaahhhh filha da puta, apertadinha, caralho! Fode caralho. Fode a pica do macho, fode.

- Seu filho da puta da pica gostosa. Caralhooo! Vai arrebentar minha buceta. Me arromba, seu escroto. Vai. Fode minha bucetinha, fode. - ela sentava com força e descontroladamente. Levantei ela com a pica enfiada ainda e meti com ela no ar. Ela puxava meu cabelo e arranhava as minhas costas e ombro - Cachorro! Quero levar essa pica todo dia. Porraaa!

- Vou meter ferro em você todo dia, sua puta. E assim, no pelo. Pele na pele pra sentir essa bucetinha quente de piranha que você tem. Feministinha de merda, putinha de macho.

- Sou. Putinha de macho escroto. Putinha de machista filho da puta comedor de bucetinha. Come a minha buceta, come.

Desci ela e segurei seus cabelos dando tapa na sua carinha. Beijei com força.

- Fica de quatro pro macho, fica. Bem empinadinha pro macho, piranha. Assim… aí caralhooo! Sente a piroca entrando, sente. Deixa eu meter nessa bucetinha olhando esse cuzinho que vai sentir minha pica ainda.

- Ainn! Nunca dei o cuzinho…

- Então vai dar. Vai aprender a satisfazer macho, puta do caralho.

- Ainnn… porra… só vou dar a bucetinha.

Dei um tapa naquele rabo gostoso empinado, e estimulei o cuzinho com os dedos. Ela contraiu e relaxou rapidinho, meu dedo entrou no cuzinho de tão melada que ela tava.

- Vai dar sim. Vai dar e vai viciar, vai aprender a gozar pelo cu, sua puta desgraçada. Puta tem que fazer tudo que o macho quer - falei e estoquei com força a pica na buceta.

- Ahhhh caralho, seu filho da puta!

- Sem reclamar, piranha. Piranha não reclama, piranha implora e agradece por levar pica. - tirei a pica da buceta e fiquei pincelando na portinha.

- Me dá pica, dá. Come essa puta come, seu desgraçado. Me deixa toda fudida, por favor… eu faço o que você quiser.

- Faz, cachorra? Ta aprendendo a como dar pra macho de verdade, tá?

- Tô, filho da puta… por favor, mete a pica, mete - ela disse empinando mais e abrindo a bunda com as próprias mãos ficando toda aberta - eu sou sua putinha, uma putinha obediente, faz o que quiser comigo, mas me dá pica, vai… - ela disse bem manhosa e choramigando.

- Caralhooo… tá querendo pica e sabendo pedir direitinho, piranha. Toma vara, toma. Sente a pica sente.

Ficamos fodendo quase a noite toda. No outro dia estávamos mortos na reunião do congresso, mas quase não conseguíamos disfarçar nossa química. A qualquer oportunidade a gente se dava uns pegas, meio escondido porque muita gente conhecia nós dois e o Lucas não podia saber… E isso só deixava a gente com mais tesão ainda.

Mulher de amigo meu pra mim é puta.
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