O menino vendido
Bom estes contos serão divididos em alguns capítulos, são baseados num livro autobiográfico que li, de rapazes que foram vendidos, para redes de tráfico humano. Baseado nele, e no que me recordo de ler, irei criar os personagens.
Tomé
O Tomé era o sexto filho de um pobre casal de agricultores, que moravam no interior de Portugal. A sua aldeia era cercada por serras altas. Vivia relativamente feliz, tem 9 anos, brinca com os seus amigos. Tirando a austeridade de seu pai, que quando vinha bêbado da taberna da aldeia, por vezes era bastante violento com os seus irmãos e com a mãe, mas especialmente com ele. Porém desde há um ano mais os menos, que não tratava mal ele, também não lhe dava carinho, mas ao menos deixava-o em paz.
Chegava a reservar para ele os melhores pedaços de comida das refeições, o que tomé agradecia, estava até a ganhar peso, a ficar mais gordinho.
Um dia, o seu pai, era já quase noite, de Inverno, fazia bastante frio, mandou acompanha-lo, até aos montes, para irem procurar uma ovelha que se perdeu, e tinham que a achar, antes da noite cair, pois poderia ser apanhada por algum lobo, ou cair numa ravina. Tomé acompanhou o seu pai, e quando iam mais ou menos a meio do monte, apareceu o seu amigo Rodrigo, e o pai dele, também dizendo que procuravam uma ovelha. Poder-se-ia dar o caso de os animais estarem juntos, pelo que foram os quatro a procura das ovelhas. Quando chegaram perto da estrada principal, havia um carro parado, e dentro estavam dois ou três homens, quando os rapazes estavam perto do carro, os seus pais mandaram eles pararem. Dois homens desceram do carro, cumprimentaram os pais deles, e entregaram dois envelopes aos pais deles, e os pais dos rapazes abriram os envelopes, estava lá dinheiro, o pai de Tomé contou, e em seguida apertou a mão ao homem, entretanto os outros dois homens, agarraram nos dois rapazes, levaram eles aos berros e esperneando para dentro do carro, eles chamavam pelos pais, e o carro arrancou, com os rapazes a chorar, chamando pelos pais...pelas mães... até que um dos homens grita:
- CALEM JÁ A MERDA DA BOCA, OU DOU UM TIRO NOS CORNOS DE CADA UM!!!!
E apontou-lhes uma pistola.
Os rapazes agarraram-se um ao outro assustados, chorando baixinho, e era já noite, e andaram de carro quase até o dia amanhecer. Estavam agora num acidade grande, cheia de luzes, e embora com medo, os rapazes olhavam fascinados para as luzes, para os prédios altos, para tantos carros parados, ou a circular, atravessaram a cidade, e perto da cidade, entraram num enorme portão, que estava guardado por três homens, e foram no carro até uma enorme casa, parecia uma mansão assombrada, como eles já tinham visto quando o cinema ambulante visitava a sua aldeia e projetava filmes na parede da igreja.
Foram tirados do carro, e levados para dentro da casa, e aí á espera deles, estava um homem, muito alto, bem vestido, que antes de falar qualquer coisa, os examinou, desde a cabeça até aos pés, e só então lhes falou.
- Sejam bem vindos rapazes. A partir de hoje será esta a vossa casa, até que eu quiser.
- Mas eu quero a minha mãe...disse o Rodrigo, de cabeça baixa.
- Pois mas não a vais ver...senão te portares bem. Se te portares bem, voltas depressa para tua casa, se te portares mal, nunca mais voltas.
- E quem é o senhor??? perguntou o Tomé.
- Boa pergunta... eu sou vosso dono, sr Marques. Farão tudo, mas tudo que eu mandar.
- E porque é o nosso dono???
- Porque paguei aos vossos pais, bom dinheiro para vos comprar...se se portarem bem, depressa arranjam o dinheiro de volta, pagam-me e voltam para casa. Mas chega de conversa.
- RROOOSSAAA!!!!!
Apareceu uma mulher muito bonita, loira, com umas roupas justas ao corpo, as mamas quase a aparecerem todas pelo decote enorme, os rapazes, arregalaram os olhos, nunca tinham visto uma mulher com umas mamas assim...talvez tirando a mãe dos seus amigos Bento e Mário. Eles as escondidas viam ela nua a dar banho, e ela tinha também umas mamas enormes, mas não era tão bonita como aquela senhora.
- Diga sr Marques, disse ela quando chegou perto deles.
- Prepare aqui os pequenos, para a festa logo a noite. Hoje serão a atração da festa.
Os rapazes animaram-se, pois ambos adoravam festas, e seguiram a Rosa, sem protestarem...primeira noite ali e logo uma festa...que inveja teriam os amigos deles quando dali a uns dias lhes contassem, pensavam inocentemente eles.
O sr Marques, passou a tarde, a confirmar os convites feitos, para a Festa dessa noite. Todos os que haviam sido convidados, confirmaram. Pudera, dois rapazitos novatos a estrear...
Rosa e outra mulher, deram um banho aos rapazes, e eles não tiravam os olhares das mamas da Rosa, e da outra mulher, embora esta estivesse com as mamas mais tapadas. A Rosa, disfarçadamente chegou a tirar uma das mamas para fora do decote, e quando ela fez isso, os rapazes estavam calados, admirando a mama dela, e ela sorriu-lhes, e depois colocou a mama de volta para dentro do vestido. Depois do banho, deram um bom lanche aos rapazes, e em seguida umas roupas que aos rapazes lhes pareciam estranhas, pois era um colete, sem camisa por baixo e uns calções mesmo muitíssimo justos, até se metiam pelo rego do cu deles dentro, causando-lhes desconforto, mas a Rosa disse-lhes que naquela festa todos os meninos iam assim.
Bom, a noite chegou, e quando eram uma 19h, começaram a chegar carros e mais carros á casa. O Tomé e o Rodrigo viam chegar homens e mulheres bem vestidos, mas curiosamente não viam crianças.
Eles estavam no mesmo quarto, que era enorme, com dias camas, vários brinquedos, as gavetas cheias de roupas bonitas.
Bateram a porta, e entraram dois homens que os vinham buscar para a festa. Eles foram com eles, e pelo caminho viram mais uns 12 a 13 rapazes, e umas 12 ou 13 raparigas, os rapazes vestidos como eles, e as raparigas, com uns vestidos brancos. Iam todos com a cara triste, o que causou estranheza aos rapazes, e o Tomé perguntou a outro rapaz:
- Porque vão tristes??? As festas não prestam???
O rapaz olhou para ele, e apenas lhe disse:
- Festa??? Parvo...
Um dos homens mandou eles calarem-se, mas Tomé, não sabem bem porque ficou desconfiado.
Abriram uma grande porta, e as crianças começaram a entrar na festa, no meio de muitos aplausos, mas ele e o Rodrigo foram parados, e fecharam a porta, disseram-lhes que entrariam dali a pouco.
Bem e realmente ao fim de uns minutos eles entraram, e foram levados até um palco, onde havia uma cama e um sofá, e no palco estava o sr Marques.
As outras crianças estavam espalhadas pela sala, algumas meninas sentadas ao colo de homens, alguns meninos também, haviam também meninas sentadas ao colo de mulheres, e havia outros meninos e meninas, voltados para a frente de adultos, e via-se que eles lhes faziam alguma coisa, pois as crianças umas gemiam, outras suspiravam, mas como essa zona estava bem escura, o Tomé e o Rodrigo, não se apercebiam bem do que se passava.
Bem o S.r. Marques começou por dar as boas vindas a todos, e depois disse:
- Tenho hoje a noite, como podem ver, dois belos rapazes, vindos diretamente da aldeia, para que disfrutem deles.
Ouviu-se uma salva de palmas.
- Como sempre, serão leiloados, e quem pagar mais, terá o privilégio de ser o primeiro a experimentar estes belos rapazes.
Tomé e Rodrigo olhavam um para o outro, não percebendo nada do que ele dizia.
- Que comece o leilão...primeiro aqui o Tomé, tem 9 anos, e como podem ver é um pouco gordinho.
Começaram a licitar o rapaz, e demoraram uns bons minutos, até que um homem idoso, magro, ganhou o leilão, e depois foi a vez do Rodrigo, que foi arrebatado, por um homem de meia idade, gordo.
Os rapazes não percebiam nada, e quando os dois homens que ganharam o leilão, subiram ao palco, no meio de uma chuva de aplausos, e o mais velho segurou no Tomé e o levou para o sofá, e o Rodrigo foi sentar-se na cama com o homem mais novo e gordo, embora isso lhes parece-se estranho, estavam relativamente calmos.
O Tomé agora, estava a ser acariciado no peito, pelo homem velho, e já começou a sentir-se desconfortável, e começou a recuar no sofá, afastando-se do homem, e quando chegou a ponta do sofá, levantou-se para se ir embora dali, mas um dos homens que trabalha para o sr Marques, segurou-lhe nos ombros e sentou ele no sofá...Tomé olhou em volta, olha para a cama, ouve uns gritos, e vê o Rodrigo deitado debaixo do homem gordo, agarrado pelos braços, e o homem beijava ele nas mamas do rapaz, e depois beijava-o na boca, e embora o Rodrigo gritasse e se debatesse o homem era quase o dobro do tamanho dele, e dominava-o...algo de muito mal iria acontecer...ele olha então para a sala...e fica horrorizado... meninas estão deitadas em cima de mesas de pernas abertas e homens entre as pernas delas, a fazerem movimentos com as ancas, e as meninas muitas choravam, outras gritavam...havia senhoras a meterem as suas cabeças entre as pernas de outras meninas, enquanto ao seu lado homens mexiam nos seus caralhos...rapazes deitados de barriga nas mesas, já nus, e homens a fazerem os mesmos movimentos com as ancas, fazendo os rapazes chorar e berrarem pedindo para pararem...quando ouve um berro enorme do Rodrigo que estava na beira da cama, já todo nu, e o homem por detrás dele, a meter o caralho dele pelo cu do Rodrigo dentro...Tomé via horrorizado o seu amigo, desesperado tentando fugir, a chorar, implorando que o homem parasse, mas ele não parava, e pela sala ouviam-se agora aplausos, e incentivavam o homem, com gritos :
- REBENTA COM O CU DELE...ISSO...FAZ A PUTA SABER O QUE VEIO FAZER AQUI...
Até batiam palmas compassadas, acompanhando o ritmo das estocadas do homem no cu do Rodrigo, que chorava, implorava para ele parar, e cada vez que o caralho do homem entrava no cu dele, era um berro que ele dava.
Tomé está em pânico, levanta-se, mas é sentado outra vez, e o homem, ri-se para ele, baixa as calças e Tomé vê um enorme caralho, teso... e sabe que lhe vai acontecer...sabe agora porque o pai recebeu aquele dinheiro...ele vendeu-o.
Tomé começa a chorar...segura o seu cu com a força toda contra o sofá, mas é apanhado de surpresa quando o homem lhe abre a boca e enterra o caralho dele pela boca dele dentro. Ele engasga-se e isso é celebrado pela sala toda, mas o homem não para de lhe meter o caralho pela boca dentro, obrigando-o a abrir a boca toda. Ele dá murros no peito do homem, mas de nada lhe vale isso. Apesar de ele estar a chorar, olha para o Rodrigo numa tentativa desesperada de lhe pedir ajuda, mas agora Rodrigo, está deitado de costas na cama, a ser enrrabado na posição de missionário, aos berros chorando, e agora Tomé e colocado deitado de barriga num dos encostos de braços do sofá, virado para o amigo, grita para ele, o homem afasta-lhe as pernas, ele tenta escapar para a frente, mas não consegue, para trás sente o caralho do homem a roçar pelo seu cu, não sabe para onde ir, olha para os lados, vê uma menina, nua, deitada também no palco, pernas abertas a ser fodida sem dó nem piedade por um homem gordo, cheio de pelos, que mama nas mamas minúsculas dela, e de repente sente algo afazer uma força enorme para entrar no seu cu, ele tenta escapar... mas sente o caralho a entrar no seu cu...e sente ele cada vez mais dentro...ele bem que grita, ele bem que tenta escapar...mas o homem enterra o caralho todo no cu do Tomé...a dor é lancinante, ele berra em plenos pulmões...e aplausos ecoam na sala. Como podem aplaudir???
Ele começa a ser fodido pelo homem, que tira o caralho quase todo do cu dele e enterra-o outra vez, cada vez lhe doi mais, na cama, o Rodrigo aos berros está a cavalgar o caralho do homem, que o agarra pelo pescoço...outro homem aponta uma pistola a cabeça do Rodrigo.
O homem que o fode, agora deita-o no sofá, de costas e abre as pernas dele, e mete o caralho todo duma vez dentro do cu do rapaz, que esperneia, dá murros no homem, mas é obrigado a ver a cara do homem enquanto ele lhe fode o cu, vê os olhos esbugalhados, vê o homem com a boca cerrada, olha e vê aquele caralho enorme a entrar dentro do seu cu... e percebe que bem pode chorar...bem pode pedir ajuda...que ali ninguém mas ninguém o ajudará.
Agora é levado para a cama, e é enrrabado ao lado do Rodrigo, os rapazes olham-se na cara um do outro a chorarem...a vergonha é tanta, estão dois homens a foder o cu deles, a fazer deles mulheres... até que os homens começam a urrar e depois se esporram no cu deles...e depois pelos corpos deles...na cara também, e são deixados em paz finalmente.
A chorar agarram-se um o outro, como se assim pudessem de alguma maneira acharem algum conforto no sofrimento e humilhação que ambos acabaram de sentir. Mas...
A noite não acabara ainda para eles. 4 homens e uma mulher foram para o palco e levavam duas meninas com os vestidos branco pelas mãos. Dois homens seguraram os rapazes, e abriram as pernas deles, e as meninas ajoelharam-se e começaram a mamar nos pequenos caralhos deles, enquanto a mulher, lhes metia na cona delas dois dedos de cada mão, e as masturbava.. Os outros dois homens, meteram os caralhos deles nas bocas dos rapazes, que foram obrigados a engolir e depois a mamar nos caralhos deles.
Ao fim de uns minutos, os dois homens que eram mamados, foram para trás das ,meninas, e enterraram os caralhos no cu delas, enquanto a mulher continuava a masturbar elas, e elas a mamar nos caralhinhos de Tomé e de Rodrigo, que agora mamam nos caralhos dos outros homens. Muito choram os rapazes, as meninas, mas os adultos riem e gozam com eles.
A certa altura, colocam as crianças de joelhos na cama, as meninas as pontas e os rapazes ao meio, e metem caralho nos cus das crianças, e a mulher, sentada na cama, é mamada nas mamas pelos rapazes.
Aquela festa é uma enorme orgia, as crianças são fodidas de toda a maneira e feitio, humilham rapazes, fazendo-os foder alguma menina, para depois lhes dizerem que com caralhos daqueles, jamais satisfarão uma mulher, e em seguida fodem eles as meninas, enquanto outros enrrabam os rapazes, dizendo que eles servem é para serem meninas.
É assim a noite toda, o Tomé eo rodrigo, doí-lhe tanto o seu corpo e berraram tanto e choraram tanto, que já nem gritam ou choram...estão apáticos... limitam-se a serem enrrabados, a gemer baixinho... eram enrrabados de todas as maneiras, chegando mesmo a estarem a mamar num caralho e outro a foder o cu deles.
Quando a festa acabou, havia crianças espalhadas por aquela sala, um pouco por todo o lado, estavam sem forças, esporradas dentro e fora dos seus corpos, havia meninas que nem conseguiam abrir os olhos devido a esporra que estava na sua cara. Tomé e Rodrigo estavam deitados na cama, com esporra e sangue a escorrendo seu cu, Tomé havia vomitado esporra, e agora chorava na posição fetal. Foram obrigados a levantarem-se todas a s crianças, e depois a irem a um duche coletivo, dar um banho de água fria, veio um médico examinar as crianças, ele teve de anestesiar o Rodrigo e dar-lhe três pontos no cu, estava rasgado.
Depois deram um pequeno almoço ás crianças, e desta vez, Tomé e Rodrigo foram separados, sendo que Tomé ficou num quarto com uma menina, e o Rodrigo, levado para um quarto sozinho.
Nessa semana houve mais uma festa, Rodrigo estava lá, mas apenas era usado para mamar nos caralhos dos homens e lamber as conas das mulheres, e nessa noite haveria um espetáculo particular, apenas alguns dos convidados poderiam assistir, era num quarto, com uma grande cama. Foram selecionados o Tomé e a sua companheira de quarto, uma menina loira.
Vestiram ambos com vestidos, desta vez amarelos, Tomé sentia-se ridículo com o vestido, com cuecas de menina, e estavam já sentados na cama, quando entra a Rosa, com uma saia preta curtíssima, uma camisa preta com um decote enorme, aparecendo as mamas enormes dela... mas o que chamou a atenção do Tomé, foi ver pendurado entre as pernas de Rosa, a cabeça enorme de um caralho, e vi também um pouco do caralho e é quase da grossura do braço dele... ele dá a sua mão com força á menina, que ao ver o mesmo que Tomé viu...começa a chorar... e diz:
- Outra vez não...não...quero antes morrer...
continua
Tomé
O Tomé era o sexto filho de um pobre casal de agricultores, que moravam no interior de Portugal. A sua aldeia era cercada por serras altas. Vivia relativamente feliz, tem 9 anos, brinca com os seus amigos. Tirando a austeridade de seu pai, que quando vinha bêbado da taberna da aldeia, por vezes era bastante violento com os seus irmãos e com a mãe, mas especialmente com ele. Porém desde há um ano mais os menos, que não tratava mal ele, também não lhe dava carinho, mas ao menos deixava-o em paz.
Chegava a reservar para ele os melhores pedaços de comida das refeições, o que tomé agradecia, estava até a ganhar peso, a ficar mais gordinho.
Um dia, o seu pai, era já quase noite, de Inverno, fazia bastante frio, mandou acompanha-lo, até aos montes, para irem procurar uma ovelha que se perdeu, e tinham que a achar, antes da noite cair, pois poderia ser apanhada por algum lobo, ou cair numa ravina. Tomé acompanhou o seu pai, e quando iam mais ou menos a meio do monte, apareceu o seu amigo Rodrigo, e o pai dele, também dizendo que procuravam uma ovelha. Poder-se-ia dar o caso de os animais estarem juntos, pelo que foram os quatro a procura das ovelhas. Quando chegaram perto da estrada principal, havia um carro parado, e dentro estavam dois ou três homens, quando os rapazes estavam perto do carro, os seus pais mandaram eles pararem. Dois homens desceram do carro, cumprimentaram os pais deles, e entregaram dois envelopes aos pais deles, e os pais dos rapazes abriram os envelopes, estava lá dinheiro, o pai de Tomé contou, e em seguida apertou a mão ao homem, entretanto os outros dois homens, agarraram nos dois rapazes, levaram eles aos berros e esperneando para dentro do carro, eles chamavam pelos pais, e o carro arrancou, com os rapazes a chorar, chamando pelos pais...pelas mães... até que um dos homens grita:
- CALEM JÁ A MERDA DA BOCA, OU DOU UM TIRO NOS CORNOS DE CADA UM!!!!
E apontou-lhes uma pistola.
Os rapazes agarraram-se um ao outro assustados, chorando baixinho, e era já noite, e andaram de carro quase até o dia amanhecer. Estavam agora num acidade grande, cheia de luzes, e embora com medo, os rapazes olhavam fascinados para as luzes, para os prédios altos, para tantos carros parados, ou a circular, atravessaram a cidade, e perto da cidade, entraram num enorme portão, que estava guardado por três homens, e foram no carro até uma enorme casa, parecia uma mansão assombrada, como eles já tinham visto quando o cinema ambulante visitava a sua aldeia e projetava filmes na parede da igreja.
Foram tirados do carro, e levados para dentro da casa, e aí á espera deles, estava um homem, muito alto, bem vestido, que antes de falar qualquer coisa, os examinou, desde a cabeça até aos pés, e só então lhes falou.
- Sejam bem vindos rapazes. A partir de hoje será esta a vossa casa, até que eu quiser.
- Mas eu quero a minha mãe...disse o Rodrigo, de cabeça baixa.
- Pois mas não a vais ver...senão te portares bem. Se te portares bem, voltas depressa para tua casa, se te portares mal, nunca mais voltas.
- E quem é o senhor??? perguntou o Tomé.
- Boa pergunta... eu sou vosso dono, sr Marques. Farão tudo, mas tudo que eu mandar.
- E porque é o nosso dono???
- Porque paguei aos vossos pais, bom dinheiro para vos comprar...se se portarem bem, depressa arranjam o dinheiro de volta, pagam-me e voltam para casa. Mas chega de conversa.
- RROOOSSAAA!!!!!
Apareceu uma mulher muito bonita, loira, com umas roupas justas ao corpo, as mamas quase a aparecerem todas pelo decote enorme, os rapazes, arregalaram os olhos, nunca tinham visto uma mulher com umas mamas assim...talvez tirando a mãe dos seus amigos Bento e Mário. Eles as escondidas viam ela nua a dar banho, e ela tinha também umas mamas enormes, mas não era tão bonita como aquela senhora.
- Diga sr Marques, disse ela quando chegou perto deles.
- Prepare aqui os pequenos, para a festa logo a noite. Hoje serão a atração da festa.
Os rapazes animaram-se, pois ambos adoravam festas, e seguiram a Rosa, sem protestarem...primeira noite ali e logo uma festa...que inveja teriam os amigos deles quando dali a uns dias lhes contassem, pensavam inocentemente eles.
O sr Marques, passou a tarde, a confirmar os convites feitos, para a Festa dessa noite. Todos os que haviam sido convidados, confirmaram. Pudera, dois rapazitos novatos a estrear...
Rosa e outra mulher, deram um banho aos rapazes, e eles não tiravam os olhares das mamas da Rosa, e da outra mulher, embora esta estivesse com as mamas mais tapadas. A Rosa, disfarçadamente chegou a tirar uma das mamas para fora do decote, e quando ela fez isso, os rapazes estavam calados, admirando a mama dela, e ela sorriu-lhes, e depois colocou a mama de volta para dentro do vestido. Depois do banho, deram um bom lanche aos rapazes, e em seguida umas roupas que aos rapazes lhes pareciam estranhas, pois era um colete, sem camisa por baixo e uns calções mesmo muitíssimo justos, até se metiam pelo rego do cu deles dentro, causando-lhes desconforto, mas a Rosa disse-lhes que naquela festa todos os meninos iam assim.
Bom, a noite chegou, e quando eram uma 19h, começaram a chegar carros e mais carros á casa. O Tomé e o Rodrigo viam chegar homens e mulheres bem vestidos, mas curiosamente não viam crianças.
Eles estavam no mesmo quarto, que era enorme, com dias camas, vários brinquedos, as gavetas cheias de roupas bonitas.
Bateram a porta, e entraram dois homens que os vinham buscar para a festa. Eles foram com eles, e pelo caminho viram mais uns 12 a 13 rapazes, e umas 12 ou 13 raparigas, os rapazes vestidos como eles, e as raparigas, com uns vestidos brancos. Iam todos com a cara triste, o que causou estranheza aos rapazes, e o Tomé perguntou a outro rapaz:
- Porque vão tristes??? As festas não prestam???
O rapaz olhou para ele, e apenas lhe disse:
- Festa??? Parvo...
Um dos homens mandou eles calarem-se, mas Tomé, não sabem bem porque ficou desconfiado.
Abriram uma grande porta, e as crianças começaram a entrar na festa, no meio de muitos aplausos, mas ele e o Rodrigo foram parados, e fecharam a porta, disseram-lhes que entrariam dali a pouco.
Bem e realmente ao fim de uns minutos eles entraram, e foram levados até um palco, onde havia uma cama e um sofá, e no palco estava o sr Marques.
As outras crianças estavam espalhadas pela sala, algumas meninas sentadas ao colo de homens, alguns meninos também, haviam também meninas sentadas ao colo de mulheres, e havia outros meninos e meninas, voltados para a frente de adultos, e via-se que eles lhes faziam alguma coisa, pois as crianças umas gemiam, outras suspiravam, mas como essa zona estava bem escura, o Tomé e o Rodrigo, não se apercebiam bem do que se passava.
Bem o S.r. Marques começou por dar as boas vindas a todos, e depois disse:
- Tenho hoje a noite, como podem ver, dois belos rapazes, vindos diretamente da aldeia, para que disfrutem deles.
Ouviu-se uma salva de palmas.
- Como sempre, serão leiloados, e quem pagar mais, terá o privilégio de ser o primeiro a experimentar estes belos rapazes.
Tomé e Rodrigo olhavam um para o outro, não percebendo nada do que ele dizia.
- Que comece o leilão...primeiro aqui o Tomé, tem 9 anos, e como podem ver é um pouco gordinho.
Começaram a licitar o rapaz, e demoraram uns bons minutos, até que um homem idoso, magro, ganhou o leilão, e depois foi a vez do Rodrigo, que foi arrebatado, por um homem de meia idade, gordo.
Os rapazes não percebiam nada, e quando os dois homens que ganharam o leilão, subiram ao palco, no meio de uma chuva de aplausos, e o mais velho segurou no Tomé e o levou para o sofá, e o Rodrigo foi sentar-se na cama com o homem mais novo e gordo, embora isso lhes parece-se estranho, estavam relativamente calmos.
O Tomé agora, estava a ser acariciado no peito, pelo homem velho, e já começou a sentir-se desconfortável, e começou a recuar no sofá, afastando-se do homem, e quando chegou a ponta do sofá, levantou-se para se ir embora dali, mas um dos homens que trabalha para o sr Marques, segurou-lhe nos ombros e sentou ele no sofá...Tomé olhou em volta, olha para a cama, ouve uns gritos, e vê o Rodrigo deitado debaixo do homem gordo, agarrado pelos braços, e o homem beijava ele nas mamas do rapaz, e depois beijava-o na boca, e embora o Rodrigo gritasse e se debatesse o homem era quase o dobro do tamanho dele, e dominava-o...algo de muito mal iria acontecer...ele olha então para a sala...e fica horrorizado... meninas estão deitadas em cima de mesas de pernas abertas e homens entre as pernas delas, a fazerem movimentos com as ancas, e as meninas muitas choravam, outras gritavam...havia senhoras a meterem as suas cabeças entre as pernas de outras meninas, enquanto ao seu lado homens mexiam nos seus caralhos...rapazes deitados de barriga nas mesas, já nus, e homens a fazerem os mesmos movimentos com as ancas, fazendo os rapazes chorar e berrarem pedindo para pararem...quando ouve um berro enorme do Rodrigo que estava na beira da cama, já todo nu, e o homem por detrás dele, a meter o caralho dele pelo cu do Rodrigo dentro...Tomé via horrorizado o seu amigo, desesperado tentando fugir, a chorar, implorando que o homem parasse, mas ele não parava, e pela sala ouviam-se agora aplausos, e incentivavam o homem, com gritos :
- REBENTA COM O CU DELE...ISSO...FAZ A PUTA SABER O QUE VEIO FAZER AQUI...
Até batiam palmas compassadas, acompanhando o ritmo das estocadas do homem no cu do Rodrigo, que chorava, implorava para ele parar, e cada vez que o caralho do homem entrava no cu dele, era um berro que ele dava.
Tomé está em pânico, levanta-se, mas é sentado outra vez, e o homem, ri-se para ele, baixa as calças e Tomé vê um enorme caralho, teso... e sabe que lhe vai acontecer...sabe agora porque o pai recebeu aquele dinheiro...ele vendeu-o.
Tomé começa a chorar...segura o seu cu com a força toda contra o sofá, mas é apanhado de surpresa quando o homem lhe abre a boca e enterra o caralho dele pela boca dele dentro. Ele engasga-se e isso é celebrado pela sala toda, mas o homem não para de lhe meter o caralho pela boca dentro, obrigando-o a abrir a boca toda. Ele dá murros no peito do homem, mas de nada lhe vale isso. Apesar de ele estar a chorar, olha para o Rodrigo numa tentativa desesperada de lhe pedir ajuda, mas agora Rodrigo, está deitado de costas na cama, a ser enrrabado na posição de missionário, aos berros chorando, e agora Tomé e colocado deitado de barriga num dos encostos de braços do sofá, virado para o amigo, grita para ele, o homem afasta-lhe as pernas, ele tenta escapar para a frente, mas não consegue, para trás sente o caralho do homem a roçar pelo seu cu, não sabe para onde ir, olha para os lados, vê uma menina, nua, deitada também no palco, pernas abertas a ser fodida sem dó nem piedade por um homem gordo, cheio de pelos, que mama nas mamas minúsculas dela, e de repente sente algo afazer uma força enorme para entrar no seu cu, ele tenta escapar... mas sente o caralho a entrar no seu cu...e sente ele cada vez mais dentro...ele bem que grita, ele bem que tenta escapar...mas o homem enterra o caralho todo no cu do Tomé...a dor é lancinante, ele berra em plenos pulmões...e aplausos ecoam na sala. Como podem aplaudir???
Ele começa a ser fodido pelo homem, que tira o caralho quase todo do cu dele e enterra-o outra vez, cada vez lhe doi mais, na cama, o Rodrigo aos berros está a cavalgar o caralho do homem, que o agarra pelo pescoço...outro homem aponta uma pistola a cabeça do Rodrigo.
O homem que o fode, agora deita-o no sofá, de costas e abre as pernas dele, e mete o caralho todo duma vez dentro do cu do rapaz, que esperneia, dá murros no homem, mas é obrigado a ver a cara do homem enquanto ele lhe fode o cu, vê os olhos esbugalhados, vê o homem com a boca cerrada, olha e vê aquele caralho enorme a entrar dentro do seu cu... e percebe que bem pode chorar...bem pode pedir ajuda...que ali ninguém mas ninguém o ajudará.
Agora é levado para a cama, e é enrrabado ao lado do Rodrigo, os rapazes olham-se na cara um do outro a chorarem...a vergonha é tanta, estão dois homens a foder o cu deles, a fazer deles mulheres... até que os homens começam a urrar e depois se esporram no cu deles...e depois pelos corpos deles...na cara também, e são deixados em paz finalmente.
A chorar agarram-se um o outro, como se assim pudessem de alguma maneira acharem algum conforto no sofrimento e humilhação que ambos acabaram de sentir. Mas...
A noite não acabara ainda para eles. 4 homens e uma mulher foram para o palco e levavam duas meninas com os vestidos branco pelas mãos. Dois homens seguraram os rapazes, e abriram as pernas deles, e as meninas ajoelharam-se e começaram a mamar nos pequenos caralhos deles, enquanto a mulher, lhes metia na cona delas dois dedos de cada mão, e as masturbava.. Os outros dois homens, meteram os caralhos deles nas bocas dos rapazes, que foram obrigados a engolir e depois a mamar nos caralhos deles.
Ao fim de uns minutos, os dois homens que eram mamados, foram para trás das ,meninas, e enterraram os caralhos no cu delas, enquanto a mulher continuava a masturbar elas, e elas a mamar nos caralhinhos de Tomé e de Rodrigo, que agora mamam nos caralhos dos outros homens. Muito choram os rapazes, as meninas, mas os adultos riem e gozam com eles.
A certa altura, colocam as crianças de joelhos na cama, as meninas as pontas e os rapazes ao meio, e metem caralho nos cus das crianças, e a mulher, sentada na cama, é mamada nas mamas pelos rapazes.
Aquela festa é uma enorme orgia, as crianças são fodidas de toda a maneira e feitio, humilham rapazes, fazendo-os foder alguma menina, para depois lhes dizerem que com caralhos daqueles, jamais satisfarão uma mulher, e em seguida fodem eles as meninas, enquanto outros enrrabam os rapazes, dizendo que eles servem é para serem meninas.
É assim a noite toda, o Tomé eo rodrigo, doí-lhe tanto o seu corpo e berraram tanto e choraram tanto, que já nem gritam ou choram...estão apáticos... limitam-se a serem enrrabados, a gemer baixinho... eram enrrabados de todas as maneiras, chegando mesmo a estarem a mamar num caralho e outro a foder o cu deles.
Quando a festa acabou, havia crianças espalhadas por aquela sala, um pouco por todo o lado, estavam sem forças, esporradas dentro e fora dos seus corpos, havia meninas que nem conseguiam abrir os olhos devido a esporra que estava na sua cara. Tomé e Rodrigo estavam deitados na cama, com esporra e sangue a escorrendo seu cu, Tomé havia vomitado esporra, e agora chorava na posição fetal. Foram obrigados a levantarem-se todas a s crianças, e depois a irem a um duche coletivo, dar um banho de água fria, veio um médico examinar as crianças, ele teve de anestesiar o Rodrigo e dar-lhe três pontos no cu, estava rasgado.
Depois deram um pequeno almoço ás crianças, e desta vez, Tomé e Rodrigo foram separados, sendo que Tomé ficou num quarto com uma menina, e o Rodrigo, levado para um quarto sozinho.
Nessa semana houve mais uma festa, Rodrigo estava lá, mas apenas era usado para mamar nos caralhos dos homens e lamber as conas das mulheres, e nessa noite haveria um espetáculo particular, apenas alguns dos convidados poderiam assistir, era num quarto, com uma grande cama. Foram selecionados o Tomé e a sua companheira de quarto, uma menina loira.
Vestiram ambos com vestidos, desta vez amarelos, Tomé sentia-se ridículo com o vestido, com cuecas de menina, e estavam já sentados na cama, quando entra a Rosa, com uma saia preta curtíssima, uma camisa preta com um decote enorme, aparecendo as mamas enormes dela... mas o que chamou a atenção do Tomé, foi ver pendurado entre as pernas de Rosa, a cabeça enorme de um caralho, e vi também um pouco do caralho e é quase da grossura do braço dele... ele dá a sua mão com força á menina, que ao ver o mesmo que Tomé viu...começa a chorar... e diz:
- Outra vez não...não...quero antes morrer...
continua
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