Crescendo com o leitinho do papai (2)
Logo que o Cadú começou a se alimentar do meu leite ele passou a fazer muitas perguntas.
Para evitar que ele fosse comentar com mais alguém eu e a minha ex-esposa combinamos de tirar todas as dúvidas do nosso filho.
Inclusive o dia que ela pegou eu amamentando o menino foi lindo.
Nívea ainda não havia chegado do trabalho mas eu e o Cadu almoçamos mais cedo pois eu tinha que ir ao banco resolver umas aplicações e daí levar ele pra casa da vó antes.
- Pai não esquece do meu leite.
- Sim meu filho. Só que hoje tem que ser mais rápido. Vem cá.
Levei ele para o banheiro, sentei no vaso, e nem lembrei de fechar a porta. O menino já chegava com o travesseirinho dele pra se ajoelhar entre as minhas pernas.
- Vai filhão, mama gostoso no pai, mama.
Era o segundo mês que Cadú tomava minha porra e ele já estava bem sacana, conseguia relaxar mais a boca e enfiar mais meu pauzão pra dentro.
Nisso ouço um barulho no quarto e de repente a Nívea entra no banheiro.
- Puxa, desculpe. Não sabia que estava ocupado - disse saindo do banheiro.
- Nivea, não, vem aqui. Você pode participar.
- Mas pai, a mãe tá sabendo disso? - perguntou o moleque com a boca toda suja de fluidos do meu pau.
- Sim filho, sua mãe inclusive incentivou.
Nívea voltou e sentou no chão do banheiro proximo do Cadú.
- Meu filho, o pai tá te tratando bem?
- Sim mãe, ele tá me dando leite de homem pra eu ficar bem forte.
- Que bom querido. Eu não me envolvi porque isso é coisa de homem pra homem e você já está bem crescidinho. Pode continuar, eu vou descer pra comer algo e depois vou até o centro.
- Nívea, enquanto tu almoça eu termino de dar leite pro Cadú e a gente sai todos juntos.
- Certo. Fico esperando então. Cadú, não esquece de fazer massagem nas bolas do teu pai pra sair mais leite.
- Tá mãe.
E o guri voltou a mamar naquele caralho enorme e super duro.
Cadú estava ficando muito viciado no meu leite. Ele chupava com sofreguidão, agarrando o meu pau com as duas mãozinhas, fazendo movimentos pra cima e pra baixo, agarrando minhas bolas delicadamente, explorando a cabeça do pau com a sua linguinha.
- Filho tá quase saindo... vai... mais forte... chupa mais forte... vai meu bebê... o pai vai encher essa boquinha de leite... aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh...
Meu corpo se contorcia em um prazer que nunca havia sentido, nem com a minha mulher. Eu tentava não gritar muito alto pra não assustar o menino, mas não dava pra segurar muito. Naquele dia eu jorrei jatos e mais jatos de leite dentro da garganta do Cadú.
- Hummm pai que monte saiu hoje... que delícia hein pai!
- Gostou filho? O pai fica feliz.
- Pai, posso te fazer um pergunta?
- Pode sim, o que foi?
- Porque tu geme tanto quando vai sair o leite? - e fez aquela carinha séria de criança.
- É que esse leite, filho, é especial e só é produzido quando o pai está sentindo muito prazer.
- Ah ta, pai. Entendi.
Cadú se levantou satisfeito e ficou na minha frente só de cuequinha do Ben10. Ele Subiu no meu colo e me deu um beijo como sempre fazia. Peguei ele na bundinha e senti meus dedos enterrar nos gominhos bem macios por cima do tecido.
- Filho tira a cuequinha que o pai vai te mostrar uma coisa.]
- Tá pai.
Era uma visão do paraíso. Aquele corpinho branquinho, roliço, parecia um bonequinho de borracha.
- Vira de costas pro pai e abre a bundinha.
Cadu era obediente e abriu as duas bandas de carne da sua bundinha com as mãos.
Passei bastante saliva no buraquinho do menino e fui massageando e colocando e tirando a pontinha do dedo. O menino suspirava e gemia baixinho.
- Ah pai, tá tão bom isso!
- Tá filho? Quer que o pai continue?
- Sim pai, quero. Continua.
Nisso toca o celular e é meu gerente de conta.
- Alô Sr. Lucas. Estou lhe esperando.
- Sim, claro, estou saindo de casa agora. Me aguarde que estou chegando em quinze minutos.
Levantei, vesti o Cadú rapidamente.
- Hoje a noite vou te pegar na tua vó pra tu dormir aqui e gente continua filho.
- Tá pai, tava muito bom.
- O pai vai fazer massagem e abrir bem o seu popozinho pra entrar o tico do pai dentro dele.
- Sério pai? Mas é muito grande!
- Por isso vamos fazer bem devagar pra não machucar.
- Tá pai, eu quero. Tava muito bom.
A Nívea estava já me esperando dentro do carro, fechamos a casa e saimos em direção ao centro da cidade. Eu não via a hora de chegar a noite.
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** continuação
Para evitar que ele fosse comentar com mais alguém eu e a minha ex-esposa combinamos de tirar todas as dúvidas do nosso filho.
Inclusive o dia que ela pegou eu amamentando o menino foi lindo.
Nívea ainda não havia chegado do trabalho mas eu e o Cadu almoçamos mais cedo pois eu tinha que ir ao banco resolver umas aplicações e daí levar ele pra casa da vó antes.
- Pai não esquece do meu leite.
- Sim meu filho. Só que hoje tem que ser mais rápido. Vem cá.
Levei ele para o banheiro, sentei no vaso, e nem lembrei de fechar a porta. O menino já chegava com o travesseirinho dele pra se ajoelhar entre as minhas pernas.
- Vai filhão, mama gostoso no pai, mama.
Era o segundo mês que Cadú tomava minha porra e ele já estava bem sacana, conseguia relaxar mais a boca e enfiar mais meu pauzão pra dentro.
Nisso ouço um barulho no quarto e de repente a Nívea entra no banheiro.
- Puxa, desculpe. Não sabia que estava ocupado - disse saindo do banheiro.
- Nivea, não, vem aqui. Você pode participar.
- Mas pai, a mãe tá sabendo disso? - perguntou o moleque com a boca toda suja de fluidos do meu pau.
- Sim filho, sua mãe inclusive incentivou.
Nívea voltou e sentou no chão do banheiro proximo do Cadú.
- Meu filho, o pai tá te tratando bem?
- Sim mãe, ele tá me dando leite de homem pra eu ficar bem forte.
- Que bom querido. Eu não me envolvi porque isso é coisa de homem pra homem e você já está bem crescidinho. Pode continuar, eu vou descer pra comer algo e depois vou até o centro.
- Nívea, enquanto tu almoça eu termino de dar leite pro Cadú e a gente sai todos juntos.
- Certo. Fico esperando então. Cadú, não esquece de fazer massagem nas bolas do teu pai pra sair mais leite.
- Tá mãe.
E o guri voltou a mamar naquele caralho enorme e super duro.
Cadú estava ficando muito viciado no meu leite. Ele chupava com sofreguidão, agarrando o meu pau com as duas mãozinhas, fazendo movimentos pra cima e pra baixo, agarrando minhas bolas delicadamente, explorando a cabeça do pau com a sua linguinha.
- Filho tá quase saindo... vai... mais forte... chupa mais forte... vai meu bebê... o pai vai encher essa boquinha de leite... aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh...
Meu corpo se contorcia em um prazer que nunca havia sentido, nem com a minha mulher. Eu tentava não gritar muito alto pra não assustar o menino, mas não dava pra segurar muito. Naquele dia eu jorrei jatos e mais jatos de leite dentro da garganta do Cadú.
- Hummm pai que monte saiu hoje... que delícia hein pai!
- Gostou filho? O pai fica feliz.
- Pai, posso te fazer um pergunta?
- Pode sim, o que foi?
- Porque tu geme tanto quando vai sair o leite? - e fez aquela carinha séria de criança.
- É que esse leite, filho, é especial e só é produzido quando o pai está sentindo muito prazer.
- Ah ta, pai. Entendi.
Cadú se levantou satisfeito e ficou na minha frente só de cuequinha do Ben10. Ele Subiu no meu colo e me deu um beijo como sempre fazia. Peguei ele na bundinha e senti meus dedos enterrar nos gominhos bem macios por cima do tecido.
- Filho tira a cuequinha que o pai vai te mostrar uma coisa.]
- Tá pai.
Era uma visão do paraíso. Aquele corpinho branquinho, roliço, parecia um bonequinho de borracha.
- Vira de costas pro pai e abre a bundinha.
Cadu era obediente e abriu as duas bandas de carne da sua bundinha com as mãos.
Passei bastante saliva no buraquinho do menino e fui massageando e colocando e tirando a pontinha do dedo. O menino suspirava e gemia baixinho.
- Ah pai, tá tão bom isso!
- Tá filho? Quer que o pai continue?
- Sim pai, quero. Continua.
Nisso toca o celular e é meu gerente de conta.
- Alô Sr. Lucas. Estou lhe esperando.
- Sim, claro, estou saindo de casa agora. Me aguarde que estou chegando em quinze minutos.
Levantei, vesti o Cadú rapidamente.
- Hoje a noite vou te pegar na tua vó pra tu dormir aqui e gente continua filho.
- Tá pai, tava muito bom.
- O pai vai fazer massagem e abrir bem o seu popozinho pra entrar o tico do pai dentro dele.
- Sério pai? Mas é muito grande!
- Por isso vamos fazer bem devagar pra não machucar.
- Tá pai, eu quero. Tava muito bom.
A Nívea estava já me esperando dentro do carro, fechamos a casa e saimos em direção ao centro da cidade. Eu não via a hora de chegar a noite.
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