Submissão a um velho negro 2 (Continuação) - Titão consuma seu domínio sobre mim
Eu recomendo que leiam o relato anterior para entender como cheguei ao momento que passo a narrar agora.
Enquanto Titão tomava o café que preparei e servi pra ele na cama na qual horas atrás eu tinha sido completamente deflorado por ele, eu fiquei admirando aquele homem negro, no alto dos seus 67 anos, dono de uma virilidade incrível e que tinha me mostrado o que é ser um homem de verdade, exibindo por baixo da bandeja o pau que havia me subjulgado de forma tão implacável e definitiva.
Eu fui traído por meus sentimentos, pois queria odiá-lo profundamente por ter feito o que fez e damaneira que fez, mas eu era todo admiração e fascínio por aquele belo exemplar de macho.
Estava mais enamorado por seu pau que se exibia majestoso e como que por um impulso resolvi que deveria prestar minha reverências ao pomposo membro de Titão, que apesar de ter me provocado momentos desesperadores de dor e agonia, também havia me proporcionado momentos de intenso prazer.
Fui até a cama e sentei a sua frente, estiquei uma de minhas mãos e procurei alcançar seu pau. Ao tocá-lo, procurei sentir toda sua majestade e passei a explorar as suas formas. Era tudo aquilo que tinha experimentado durante a noite.
Mesmo mole, seu tamanho e grossura eram símbolo de uma machesa rara. Eu poderia me considerar uma pessoa de sorte por ter tido a oportunidade de ter seu membro dentro de mim.
Ele tinha tirado tudo de mim, mas também deu muito em troca. Meus sentimentos me impulsionavem para uma necessária retribuição ao que ele tinha me dado e eu mamei seu pau enquanto ele terminava seu café.
Ele colocou a bandeja na cama e posicinou-se deixando seu pau mais acessível pra mim. Eu pude me dedicar ao seu pau por um bom tempo até receber uma farta gozada em minha boca. Engoli cada gota do seu semêm.
Depois que ele gozou, ele ficou meio frio comigo e eu fui dispensado por ele, que alegou ter compromissos naquele dia. Fui embora de sua casa inseguro se o teria novamente dentro de mim algum dia.
Já em casa, durante o banho eu me sentia imundo, usado, violado por ele e por mais vergonha que estivesse sentido, era inegável a excitação. Eu estava em constante estado de puro tesão desde que tinha sido defolrado por Titão.
Eu passei toda a semana assim, acesso de alguma forma. Eu estava mudado, meus pensamentos eram apenas estar na cama daquele homem e serví-lo sexualmente outra vez.
A noite o sentimento de culpa retornava e me levava aos prantos. Eu chorava pensando em tudo que ele me fez passar aquela noite e então percebia que meu choro era pelo temor de não ter aquilo de novo nunca mais na minha vida.
A semana se arratou, até que na sexta-feira seguinte precisei ir até a faculdade pegar um material que havia deixado na minha sala. Eu temia encontrá-lo por lá, pois não saberia como agir na sua frente quando o encontrasse.
Eu cheguei na guarita e percebi que não era Titão, aquilo me aliviou um pouco, mas na verdade minha decepição era maior que meu alívio. No fundo esperava vê-lo, meu corpo ansiava por isso, eu estava trêmulo, febril, digamos excitado pela possibilidade de encontrá-lo.
Fui até a minha sala, peguei o que tinha que pegar e sai. Ao abrir a porta do carro, enquanto colocava o material no banco, sinto uma mão me tocar no ombro. Olhei pra trás e fiquei em choque ao ver que era Titão.
Eu estava meio curvado e ao olhá-lo de um ângulo inferior, me veio a imagem dele socando meu cú de cima pra baixo enquanto eu estava imobilizado na cabeceira de sua cama. Esta cena marcou o momento que eu fui praticamente domado por ele.
Eu acordei desse devaneio com ele me perguntando com eu estava. Respondi gaguejando que estava bem. Ele tinha esse poder sobre mim, me deixar completamente intimidado.
Eu fiquei até contente de ver que ele estava bem simpático comigo e isso me abriu uma ponta de esperança de que ainda pudesse ter aquele homem de novo.
Eu sem saber como agir, perguntei o que ele estava fazendo ali e ele me contou que havia pedido para seu parceiro de serviço avisá-lo se eu por acaso aparecece por lá e ele estava indo me procurar na minha sala.
Curioso, perguntei porque ele estava me procurando e ele falou que gostaria de me levar para almoçar com ele. Eu tentei falar que não iater como, mas ele já foi falando que não aceitava uma resposta negativa.
Me vi forçado a aceitar seu convite. Ele entrou no meu carro e ao passar pela guarita, agradeceu ao parceiro que olhou pr dentro do carro com um sorrisinho de canto de boca e desejou bom almoço.
Morri de vergonha pois pensei comigo que sendo amigo, que Titão poderia ter revelado que havia me comido, já que ele se exibia pra qualquer um.
Ele me levou para um bar que servia refeições, mais acabamos nem almoçando. Eu não estava com apetite devido ao nevorsismo e então ele falou. Vamos tomar pelo menos um café juntos, mas não aqui, o café aqui é horrível. Ele então falou que fazia questão de passar um café pra mim em sua casa.
Eu já sabia o que poderia acontecer se aceitasse tomar café em sua casa. Eu novamente jogava aquele jogo, me deixando manipular por ele, sabendo o que me aguardava em sua casa. Ma acabamos saindo do bar e indo até sua casa.
O caminho do portão até a porta as cenas do meu defloramente por Titão passavam como um filme. Eu tinha noção que estava sendo conduzido ao abatedouro e de alguma forma até já ansiava por isso.
Entramos e a visão do sofá, da mesinha de centro, da porta do seu quarto me traziam lembranças maravilhosas e me deixava completamente excitado. Ele pediu licença e disse que ia passar um café pra gente.
Enqyanto o café passava, ele se desculpou e falou que precisava tomar um banho. Me deixou ali e pediu que terminasse de passar o café e que eu podia ir tomando enquanto ele tomava o banho.
Eu podia ouvir o barulho da aguá no chão do banheiro. Enquanto tomava o café, o ouvi chamar pelo meu nome. A xícara tremia na minha mão. Eu a coloquei na mesa, me encaminhei atpe a sala e perguntei o que ele queria.
Ele disse pra mim ter esquecido sua toalha de banho na sua cama e se eu poderia pegá-la para ele. Eu disse que a pegaria e assim me encaminhei para seu quarto. Ao entrar novamente as cenas voltaram a passar pela minha cabeça. Eu estava completamente excitado e seria uma presa fácial para Titão.
Peguei a toalha e levei pra ele. Abri aporta do banheiro e o vi completamente nú, com aquele pau imenso ainda apontando para baixo, mais já meia bomba. Isso indicava que ele estava mal intensionado quando entrou naquele banheiro.
Fiquei para olhando aquele espetáculo de macho exibindo seu membro pra mim. Ele pediu que eu levasse a toalha até ele. Eu cheguei perto dele e com a toalho na mão ficamos nos encarando e depois de um tempo eu acabei desviando o olhar pra baixo.
Ele pôs as mão em meus ombros e fez uma pressão pra baixo. Entendi o que ele queria e obedeci ao seu comando. Me prostei de juelho diante dele e com a toalhei enxuguei seu pau. Fui detalhista, pincei com meus dedos delicadamente seu pau pela cabeça e levantei e enxuguei as suas bolas e a parte debaixo do seu pau, da base até a cabeça. Depois soltei ele e enxuguei seus pelo pubianos e a parte de cima do seu pau. Puxei a pele que recobria a cabeça e enxuguei a cabeça do membro.
Quando terminei, seu pau estava completamente transformado, alcançando o tamanho e a firmeza que me levou ao delírio na noite em que ele me comeu a primeira vez.
Ele tomou a toalha de minhas mãos e diante da sua potência, eu sabia o que deveria fazer. Eu comecei a punhetar lentamente seu pau com uma de minha mãos e com a outra passei a acariciar suas bolas. Olhei pra cima e o vi jogar a cabeça pra trás e fechar os olhos, demonstrando estar adorando a punheta que eu tocava pra ele.
Eu levei seu pau a minha boca e o mamei sofregamente. Eu beijava a cabeça do seu pau e depois o engolia inteiro, fazendo chegar ao fundo da minha garganta. Chupava suas bolas e deslizava minha língua por toda a extensão do seu pau até o engolir novamente.
É tão gostoso ter um pau daquele dentro da boca. Eu não sabia como eu tinha suportado quase uma semana sem tocá-lo. Ele logo fodia minha boca daquele jeito alucinado que fodeu na primeira noite.
Ele para de fodê-la por alguns instantes e sinto seus dedos ensalivados tocarem meu cú. Eu sei que sua posição não é a mais cômoda, pois ele precisa se reclinar sobre mim para alcançar meu cú. Então eu me levantei e me inclinei pra frente para alcançar seu pau com minha boca. Posicionei-me meio de lado pra ele para que minha bunda ficasse mais ao seu alcance e com isso seus dedos alcançaram meu cú sem que ele precisasse ficar em uma posição incômoda.
Ele brincava na porta do meu cú mais uma vez e aquilo me levava a loucura. Eu me dedicava ao seu pau, mamava-o como um bezerro e acariciava suas bolas. Seu pau pulsava em minnha boca enquanto seus dedo passeavam pelo entorno do meu cú.
Logo rebolava em seu dedo querendo ser penetrado por eles. Ele ensalivou seus dedos novamente e me penetrou vigorosamente com eles.
Continua a chupá-lo levando dedadas potente em meu cú e agora já passo a buscar por uma penetração mais profunda e começo a jogar meus quadris paa trás buscando deus toque mais profundo.
Ficamos nesse jogo por um tempo até ele resolver para e que é hora de me penetrar. Ele retirar seus dedos de mim e meu cú reclama, piscando descontrolado sentido sua falta. Não sei explicar, mas quando ele retira seus dedos ou seu pau de dentro do meu cú, eu sinto como se estivesse vazio, faltando algo. Ele me faz sentir plenamente preenchido.
Seu pau também é tirado da minha boca e pelas mãos sou arrastado até seu quarto e jogado de bruços em sua cama.
Sinto-o abrir minha bunda com suas mãoes e precebo um trato no meu cú com sua língua. Sua habilidade me deiza em extase. Tomado por um tesão incrível, afasto mais as minha pernas e arrebito mina bumba para que sua língua trabalhe livremente em meu cú.
Eu solto gemidos sofregos e me contorço retorcendo o lençol com minhas mão. Pego um travesseiro e mordo-o para ninguém ouça meu gemido que aumenta consideravelmente conforme ele usa sua língu em meu cú.
Já não suportando aquela tortura, eu começo a rebolar feito uma vadia e peço a ele que me foda.
Ele fica de joelhos na cama e eu me posiciona de quatro a sua frente. Ele me pega pela cintura e eu afasto minhas pernas me abrindo pra ele. Ele encosta a cabeça do pau no meu cú e eu empino o máximo que posso para facilitar sua penetração.
Eu viro minha cabeça para trás por cima de um de meus ombros, olho fixo em seus olhos e peço: _Me fode com força Titão! Ele da uma forçada e eu jogo meus quadril contro o seu pau. Sinto a cabeça passar e seu pau desliar pra dentro do meu cú.
Dessa vez ele vai direto até o fundo e eu solto um grito arrastado Aaaaaaaah! Eu o desejava tanto que suporto bem aquela dor. Como recurso, eu me mantenho forçando o quadril contra seu pau, mantendo dentro de mim bem fundo, até que eu consiga receber suas estocadas.
Ele esperou até que eu estivesse seguro e começasse a dar uma reboladinha no seu pau e começou a me foder de fato.
Eu era projetodo pra frente com a força das estocadas, mas usava o apoio dos meus braços na cama para freiar e deixar que seu pau alcançasse uma profundidade incrível. O sentia tocar nas minha viceras.
Eu fui bem laceado por ele na primeira vez, não tinha mais as pregar que me provocavam dor intensa e me limitivam. Agora, apesar da penetração ser dolorosa, eu podia suportar.
Ele me fodeu de quatro durante muito tempo. Quando resolveu mudar de posição, ele deitou de barriga pra cima e me fez cavalgá-lo. Eu me acabei em seu pau naquela posição.
Ele se arrastou comigo espetado em seu pau até os pés da cama e me apoiando pelas costas me conduziu até que meus ombros encostaram no chão. Ficou em pé acima de mim e foi introduzindo seu pau no meu cú novamente.
Ele então começou a martelar meu cú de cima pra baixo. A pressão em minha nuca era desconfortável e eu sofri uma massacre naquela posição.
Ele tirou seu pau do meu cú e sentou na beira da cama, mandou eu sentar de novo no pau dele. Eu o obedeci e ele posicionou minhas pernas em volta do seu quadril e eu tive que laçar meu braços em volta do seu pescoço pra não cair para trás. Ele então se levantou comigo espetado em seu pau e começou a me foder em pé.
Com as mãos na minha cintura ele me forçava pra cima até seu pau quase sair de dentro do meu cú e depois me puxava de volta cravando todo ele dentro de mim. Assim ele me fez gozar pelo cú a primeira vez, gemendo em seu colo.
Ele continuava a me foder naquela posição, quando girou e me posicionou de costas na cama. Fui violentamente fodido na posição papa- mamãe e assim recebi uma gostosa gozada dentro do meu cú.
Eu olhava pra ele e sentia seu pau pulsando dentro de mim, dando jatos de porra quente no fund do meu cú. Ficamos assim, nessa posição até seu pau amolecer e escorragar pra fora do meu cú.
Assim foi a confirmação da sua posse sobre mim. eu seria dele sempre que ele quisesse.
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Submisso
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