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Bruno, o virgem

Опубликовано: 08/07/2017 01:02

Автор: ya

Тэги: #Virgem
Aqui estou eu, sem roupa, frente a minha namorada gostosa (que também está nua). Esta será a minha primeira vez, sim, sou virgem. Ela não sabe que sou virgem, será que ela vai desconfiar? Ela tem um ano a mais que eu, 18 anos, mais experiente quando o assunto é sexo.

Acho que até o ponto de tirarmos a roupa eu mandei bem. Vou beijá-la. Me aproximo lentamente, olho em seus olhos e começo a beijá-la devagar. Borboletas voam em meu estômago, sinto que devo jogá-la na cama. Jogo-a. Meu pinto está duro. Sinto que não devo partir para a penetração ainda, já vi alguns vídeos pornôs antes, eles demoram mais um pouco na “pegação” ou se preferir chamar de “preliminares”.

Ela começa a beijar meu pescoço e troca de lugar comigo. Eu estava em cima, agora estou em baixo. Deitado, ela por cima de mim. Volta a beijar meu pescoço, vai descendo por meu peitoral. Acho que ela vai fazer o que estou pensando. Vai beijando minha barriga, passa a mão em minhas pernas. Finalmente chegou com a boca no lugar certo.

Foi beijando meus 17cm até o topo da cabeça. Eu sinto algo tão bom e tão gostoso que a cada beijo que ela vinha dando em meu corpo eu sentia um frio na barriga e meu pinto parecia ficar mais duro, se é que isso é possível.

E então ela enfia o meu pau na boca. Que boca gostosa. Essa boca já era boa me beijado, me chupando então, melhor ainda. Ela enfia e tira, enfia e tira, enfia e tira meu pinto da boca. Desce com a língua até meu saco e põe os dois ovos na boca. Deixo escapar um som:

− Oh…

Ela volta com a língua até a cabeça e passa a língua ao redor dela. Volta a colocar na boca, chupa de um jeito gostoso. Então ela para. Se afasta.

− Oque houve? – pergunto.

Ela não responde, liga o ventilador, procura seu short jogado no chão, põe a mão no bolso do short e tira de lá uma Halls de cor preta. Tira o papel da bala e põe na boca.

− Senta na beirada da cama. – me pede com uma voz suave.

Faço, então ela se ajoelha na minha frente e volta a me chupar.

Uau.

Que delícia! Dessa vez mais gostoso que da primeira vez (5 minutos atrás).

O vento bate onde ela havia deixado molhado com saliva e quão refrescante é.

Isso é muito bom. Bom demais. Minha boca quer emitir algum som.

− Ah!

Deixei escapar. Como isso está gostoso, sinto algo diferente agora, mais forte que das vezes que eu me masturbava, já sei oque vai acontecer.

− Estou vindo – aviso.

Ela não para. Vou gozar em sua boca. Já avisei, se ela continuou, ela quer que eu faça isso.

GOZEI.

Ela para, me olha. Engole. Aquilo parecia estranho: engolir meu gozo. Estranho e ao mesmo tempo tão sexy. Ela vem subindo e me beija. Beija minha boca, minha bochecha e sussurra em meu ouvido:

− Agora me chupa.

Claro que não vou negar. Não sei muito bem fazer isso, mas vou seguir o que eu aprendi com o tio Google e o senhor Xvídeos. Faço com que ela deite, beijo sua boca, vou descendo pelo pescoço, passo pelos peitos e não posso perder essa oportunidade, chupo o biquinho do peito, tento colocar o máximo de massa do peito em minha boca e dou um chupão.

Uau. Ficou a marca.

Desço pela barriga. Aqui estou eu. Frente a frente com uma buceta. Vamos ser sinceros que não é uma das coisas mais bonitas de se ver, mas deve ser tão gostoso. Aqui estão os lábios, logo aqui está o clitóris e esse buraco deve ser onde enfia o pinto. Minha intuição diz que estou certo.

Passo um dos meus dedos no clitóris, de um lado pro outro, umas três vezes. Desço e vou até “o buraco” e enfio dois dedos. Passo a língua no clitóris e fico de um lado pro outro, enfio e tiro os dedos de dentro.

− Am…

Posso ouvi-la gemer.

Acho que estou fazendo certo, então continuo. Com movimentos repetidos, de um lado pro outro com a língua, entra e sai com os dedos. Coloco mais um dedo, agora são três.

Ela tenta encravar as unhas no lençol, não consegue e põe a mão na minha cabeça, liberando sons de sua boca.

− Me fode – disse ela.

Como posso recusar? CLARO QUE NÃO.

Agora vai! Vou perder minha virgindade.

Deito sobre ela na cama, procuro “o buraco” com os dedos, acho e logo coloco minha pica na entrada, faço força contra ela e posso sentir a penetração. Sinto uma diferença de temperatura. Nossa! Como ela está molhada! Sua umidez faz com que minha piroca deslize dentro dela.

− Ah, como isso está gostoso – digo em voz alta.

− Só não para, estou quase.

Está quase gozando? Acho que sim, não pergunto. Na primeira vez que eu transo eu já consigo fazer uma mulher gozar? Será que devo aumentar a velocidade ou mantenho como está? Vou manter. Ela geme tão alto, acredito que os vizinhos podem ouvir:

− Ah… Hum… Aaaaah…

Posso sentir seu útero. É tão gostoso.

Pega no meu braço e aperta com muita força, acompanhado de um gemido. Suas pernas estão tremendo, a força do aperto no braço diminui, ela fica fraca.

− Gozei!

Uau. Fiz uma mulher gozar! Diminuo o ritmo até parar.

− Agora eu quero cavalgar em você.

Não questiono.

− Deita aqui.

Obedeço. Deito estirado na cama. Ela senta do meu colo, tenta encaixar minha pica dentro da buceta dela e, consegue.

− Ah – geme baixinho – tá batendo no meu útero.

Então ela começa a cavalgar em cima de mim. Como isso é bom. Ouço-a gemer:

− Ah… Hum…

Sinto um arrepio em meu estômago, se é que isso é possível, que passa pelo meu peito e sai pela boca um gemido meu:

− Oh… Sh… Oh… Sh…

E então, estamos nós, gemendo, juntos… Ouvir este som é melhor que ouvir a cantora gringa Adelle cantando Hello. Sinto que ela está gostando e eu também, ela está ficando fraca de novo, e eu estou sentindo que vou gozar, mas ela também vai gozar. Vamos gozar juntos?

− Estou quase – disse ela.

− Eu também. Não para.

Ela fica em silêncio, estou sentindo que estou vindo, tá vindo, vou gozar dentro dela…

− Ah… Gozei.

Ela sai de cima de mim e cai na cama.

− Também. E você gozou dentro de mim, filho da puta.

Ficamos em silêncio por uns 30 segundos. Estamos ofegantes.

− Daqui a pouco eu compro uma pílula do dia seguinte.

− Tá.

− Estou com fome.

− Eu sei que você era virgem.

− Como você sabe? Eu fui tão mal assim que deu para perceber?

− Não, você foi ótimo. Nunca me fizeram gozar na vida, a não ser eu mesma. Douglas me contou sobre sua virgindade.

− Douglas é um desgraçado. Nem sei se posso chamar aquilo de melhor amigo, eu conto as coisas para ele e ele conta aos outros?

− Eu não sou “os outros”, eu sou sua namorada.

− Eu te amo.

− Também amo você… Se eu pudesse voltar atrás eu me guardaria e me perdia com você também. Agora cala a boca e me beija.

Beijamos.

THE END

23/06/17 Rio de Janeiro, São Gonçalo.

Autor: YA.
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