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Desde bem novinha, meu pai fiel a tradição japonesa, me ensinou ser totalmente subimssa

📅 Publicado em: 03/03/2025 14:27

👤 Autor: contos_anonimo

eu e meus pais morávamos numa comunidade japonesa ainda bem fechada, no interior de sp, papai era verdureiro e cuidava das terras herdadas de seus pais, tinha nascido no Brasil mas se portava como Japones legítimo, a gente morava um pouco afastado da cidade, apesar disso eu ia normalmente na escola e meus pais sempre me deram tudo o que precisava.

Apesar de meu pai ser produtor rural ele era estudado e tinha boa formação! Casou com minha mãe e ela morou conosco até eu ter 6 anos mais ou menos, depois ficou cansada da vida que levava e foi embora, eu não me lembro direito e só sei o que ouvia, papai não falava muito no assunto, mas eu acho que ela arrumou outro homem e nos deixou.

Hj eu tenho 30 anos, sou casada e tenho uma filha de 9 anos, tenho traços bem orientais, rostinho redondinho e como papai me falava pele de porcelana, apesar de magra tenho corpo bem abundande e isso chama muito a atenção, seios reondinhos, médios, macios e firmes.

Papai como falei era muito tradicional e como mamãe foi embora eu com 7/8 anos já cuidava da casa quando ele saia para horta, naturalmente tinha atitudes de japonesa, delicada e sorridente, magrinha e de cabelos curtinhos e foi com essa idade que me lembro que papai começou a me mostrar como devia me portar perante aos homens.

Lembro como se fosse hj, eu com 8 anos e pela primeira vez ficando peladinha pra ele.

À vezes me fazia se vestir de kimono em casa e um dia ao chegar da escola ele me pediu para ir tomar banho e colocar um kimono novo que tava no quarto e fiz o que ele me pediu e nesse dia me senti bem estranha, algo dentro de mim desejava o que ia acontecer.

Voltei pra sala e ele bebia sake e estava apenas de cueca eu me aproximei delicadamente, papai me chamava de bonequinha de porcelana e depois desse dia de kamuro.

ao chegar perto dele ele me abraçou e me beijou bem molhado, lambendo meu rosto e puxando minha língua pra fora, me falava que eu devia ser sempre obdiente aos homens que era linda e muitos homens iam querer fazer o que ele estava fazendo e eu tinha sempre que sorrir pra eles e me deixar ser tocada por todos que quisessem e quando tirou meu kimono e fiquei nuazinha na frente dele, entrou em transe falando várias palavras que eu não conhecia, suas mãos alisaram meu corpo inteiro, minha xaninha lisinha, depois me beijou e me pediu pra abrir a boca e cuspiu dentro dela, sabia que aquilo era sinal de total subimissão para com o macho e achava o máximo quando acontecia.

E papai tirou a cueca e em pé esfregou seu pau duro no meu rosto, passando pela minha boca e depois pelo meu corpo.

Eu gostava mas não sabia o que fazer e então ele forçou o pau dentro da minha boca e gozou nela e no meu rostinho, senti aquilo escorrer na minha carinha, lembro do cheiro e da quentura, apesar de ter me assustado logo acostumei e quando papai espalhou o esperma e me deu o dedo sujo de porra pra chupar eu amei ainda mais.

Ai todo dia que eu chegava tinha essas brincadeiras, eu sentava no seu pinto e ele gozava no meu corpo e me ensinando como se comportar nessas horas.

A gente tinha um video cassete e então ele colocava vídeos de filmes pornos japoneses e a gente assistia com o tempo eu fui querendo fazer tudo aquilo que via principalmente quando a mulher ficava com vários homens e ele me mostrava como eu tinha que fazer que tinha que fingir que não tava gostando e dar gemidos em japones de que não queria e só depois ir deixando os homens fazerem ai sim tinha que me entregar totalmente.

Eu fui fazendo desse jeito e papai parecia realmente mais tarado quando eu empurrava ele com força

Eu tava adorando as tardes com ele e quando ele demorava eu ficava nervosa e ansiosa.

Um dia cheguei e papai estava com mais 2 homens, japonese tb!

Tomei banho e no quarto tinha um kimono novinho, automaticamente coloquei ele e fui para a sala como fazia sempre.

Com as brincadeiras com papai meu corpo parecia que se desenvolveu mais do que o normal, tinha crescido, já com mais de 9 anos, meus peitinhos despontavam e minha anca ficou mais larga e o principal minha mente tava treinada pra fazer essas coisas e não tinha nenhum medo ou receio.

Cheguei e papai me chamou, cumprimentei os amigos dele, papai me colocou no meio da sala e falava japones com os homens, eu entendia apenas algumas palavras, sabia que ele tava me elogiando e falando que eu era quase uma Kamuro. Eles riam e bebia sake, eram mais velhos que papai, tinham uns 50 anos, baixinhos o mais velho, tinha apenas alguns dentes, falavam palavras que não entendia mas eu sorria pra eles oferecida.

Papai me chamou pra mais perto e eles então começaram a me tocar, suas mãos tremiam, me chamavam de Samyra chan e agradecia Samyra chan por deixar eles felizes eu sorria enquanto eles me tocavam, então pararam e papai tirou meu quimono e ao ficar peladinha exclamavam algo como Satoshi San ter filha mais linda do Japão e então começara a me beijar e tocar e eu lembrando que papai tinha falado fingi empurrar eles, ai que eles ficavam mais atrevidos e sentia sua mãos tocando minha bucetinha, me reviravam e me beijavam, papai se sentou no chão e me puxou eu deitei no seu corpo e eles abriram minhas pernas e ficaram loucos com o buraquinho da minha bucetinha e sugaram ela como loucos e eu morri de tesão, que sensação inesquecível, era bom demais, as mãos de papai me alisavam e se inclinava me beijava e cuspia na minha boca, os homens me lambiam e chupavam minha buceta e meus seios e quando os dois começaram a me beijar eu virava o rosto e gemia mas no fundo queria e queria que eles me cuspissem e eles fizeram, eu não tive nojo só prazer muito prazer, o rosto deles bem perto do meu, ver eles de tão perto, velhos e desdentados mas com uma felicidade tão grande no rosto só de me terem ali´pra eles, me senti poderosa.

Tanto que engolia a saliva e abria a boca querendo mais e eles me davam muito e eu me lambuzava toda.

Papai me sentou no seu colo e senti seu pau duro no meio das minhas pernas e depois tive que sentar no colo dos outros dois e eles me apertavam os seios pequenos e sentia a pica umidada deles.

Me ajoelhei e então papai e os dois homens me rodearam e esfregaram suas picas no meu rosto ai eu comecei a chupar elas, papai sempre me falava que eu tinha que sempre escolher japoneses, pq seus pintos ia caber direitinho na minha boquinha de criança.

E era verdade, nem papai nem eles tinha picas grandes e foi gostoso poder engolir elas que mesmo duras, cabiam todinha dentro da minha boca.

Eu chupava, lambia, cuspia nelas e eles socavam, me tocavam e então gozaram na minha boca e eu engolia o que podia e fiquei supressa como cabia porra em paus tão pequenos me lambuzaram toda e eu engolia aquele porra grossa e pegajosa, papai espalhava o que caiu no meu rosto e no meus peitinhos.

Até hj gosto de ficar lambuzada de porra, sentir ela secar no meu corpo e gosto dela na minha boca por horas.

Hj me perguntam o que gosto mais, fiz tanta putaria desde novinha, sentir os dedos no meu cú e na buceta, chupar paus melados e cheirando a xixi, dar a buceta e o cú ao mesmo tempo, mas de tudo sentir o esperma do homem sendo derramado na minha boquinha é o que mais me da alegria, eu amo.

Foram muitas brincadeiras do 7 aos 11 papai só queria que eu brincasse assim mas eu tinha muita vontade de sentir a pica na buceta e no cú! Mas obdiente só fazia o que ele pedia.

Era bom, mas depois dos 12 quando meu corpo tava bem formadinho e os homens ficavam mais loucos ainda posso dizer que eu aproveitei muito mais, depois que perdi a virgindade(uma estória linda) fiquei sem limites.

Querem que conte, me falei o que acharam dessa primeira parte.

hj como falei tenho uma filha e estou em dúvida se dou a mesma educação pra ela, o que acham, ah ela parece que vai gostar.
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