Transformando uma mamae em vadia no estacionamento
A história que passo vos contar é na verdade uma realidade oculta, um segredo escondido a sete chaves e conhecido somente por duas pessoas que se provaram e se amaram loucamente. É uma história de amor, suor e sexo... E que apesar de tanto tempo, ainda desperta em mim os mesmos sentimentos, desejos e loucuras de antes.
Esta minha história se divide em duas etapas (talvez a segunda seja mais interessante que esta primeira), mas publicarei esta ae se gostarem conterei a continuação.
Ainda procuro por uma experiência como aquela, mas confesso que será muito difícil reviver tamanha paixão.
Eu me chamo Felipe, tenho 27 anos, 1,70m, olhos castanhos, cabelos pretos, corpo bem definido e em boa forma. Sou formado em Educação Física. Começo a contar o que aconteceu comigo há exatos três anos, quando ainda morava sozinho em São Paulo. Havia saído de uma pequena cidade no interior do Paraná afim de iniciar minha carreira profissional em São Paulo. Na época tinha uma namorada, mas a deixei no Paraná logo após concluir meu curso, quando comecei a trabalhar numa empresa de fitness em São Paulo.
Passados alguns meses já sentia saudades da namorada e de toda família, mas a correria e esforço para me firmar no novo emprego me impediam de visitá-los. Isso sem contar que na época meus gastos eram altos considerando o salário inicial que recebia; então sempre procurava poupar dinheiro para conseguir arcar com todas as despesas mensais.
Minha vida começou a mudar justamente num desses dias de saudades... Para sair da rotina e esquecer das tristezas resolvi ir a um teatro para assistir uma comédia que estava em turnê pelo Brasil. Era Domingo, cheguei no teatro um pouco atrasado, mas ainda encontrei uma cadeira vazia, e, apressado, sentei rapidamente para não perder a comédia que já se iniciara.
Os artistas eram realmente muito divertidos e dei boas gargalhadas. Passados mais ou menos uns 40 minutos comecei a observar as pessoas ao meu redor e para minha alegria estava sentado ao meu lado uma linda garota. Ela tinha cabelos loiros, era mais ou menos da minha altura, aparentava ter um belo corpo (não pude observá-la totalmente pois estávamos sentados num ambiente um pouco escuro), usava uma blusa com decote e pude observar que tinha lindos seios e bastante apetitosos. Seus seios eram abundantes e parecia pular cada vez que ela sorria, como se estivessem entregues somente à gravidade; realmente não dava para olhá-la sem desviar os olhos para dentro do decote. Ela usava um delicioso perfume e já começava me dar vontade de sentí-la mais de perto.
Ao percebê-la ao meu lado, comecei a procurar ocasião para uma conversa; o que não demorou muito pois numa dada parte da comédia muito engraçada em que todos começaram a sorrir, eu expontaneamente fiz um comentário com a garota ao meu lado, ao que ela correspondeu com um sorriso, dizendo-me alguma coisa divertida da qual sorrimos. A partir desse momento sempre que ela tinha algum comentário a fazer olhava pra mim e falava naturalmente; eu, obviamente, sempre correspondia.
Com o passar do tempo já conversávamos como velhos conhecidos e sorríamos sempre juntos. Havia algo nela que me atraía, e me parecia que ela sentia o mesmo por mim.
Ao término do programa saímos juntos a pé e eu a acompanhei por alguns metros até chegar ao seu carro. No caminho pude perceber que ela era realmente muito linda e atraente, tinha um corpo muito apetitoso e possuía um bumbum bastante saliente e bem desenhado dentro daquela calça apertada; rebolava cada vez que pisava com seu salto alto maravilhoso. Comecei a ficar mais interessado em conhecê-la. Enquanto conversávamos, sempre que podia desfarçadamente eu direcionava o olhar para aquele decote e vislumbrava a beleza dos seus seios que pareciam implorar-me para mordê-los e apalpá-los.
Nos conhecemos melhor, seu nome era Máira e tinha 25 anos. Paramos próximo ao seu carro e conversamos ainda sobre vários assuntos. Ao final, ela perguntou pra que lado eu ia e me ofereceu carona, mas como morávamos distantes e em caminhos opostos, dispensei a carona dizendo que iria tomar um ônibus. Trocamos telefone e combinamos de ligar outro dia para marcarmos um encontro qualquer.
Passaram-se três dias, era uma quarta-feira a noite, quando para minha surpresa (e alegria) recebo sua ligação me perguntando se não queria sair para conhecer alguns lugares (visto que eu era novo na cidade) e beber algo. Nesse momento, percebi que ela realmente havia gostado de mim e que poderia rolar algo interessante entre nós. Apenas um instinto masculino!
Prontamente aceitei o convite, e como ela estava de carro (na época eu não tinha carro e só me locomovia por ônibus), combinamos que ela me pegaria em casa.
Chegando, fiquei maravilhado com aquela imagem à minha frente. Ela estava linda! Usava uma blusa vermelha com uma calça bem apertada e desfilava com seu sapato alto... Uma verdadeira deusa. Desfarçadamente olhei para seus seios e percebi que ela não usava soutien, o que me deixou com muito tesão quando vi aqueles biquinhos soltinhos e saltitantes ali se mostrando através de sua blusa. Foi uma noite divertida, conversamos bastante sobre vários assuntos e nessa conversa soube que ela já havia se envolvido num relacionamento durante sua adolescência e que tinha uma filha chamada Patrícia, de 12 anos. Mas já havia oito anos que não estava com ninguém, apenas poucos namoricos... Logo percebi que aquela era uma mulher experiente e, talvez, bem safadinha, pois afinal desde cedo já tinha começado a dar sua bucetinha. Sabendo disso, fiquei mais interessado ainda e com mais tesão ao imaginar que aquela bundinha gostosa e aqueles peitinhos deliciosos poderiam ser meus.
Ao longo da conversa percebi que ela realmente estava intressada em mim... E eu louco por ela! Um clima de romance começou a rolar, e nosso assunto começou a esquentar, mas como ela insistia em não se envolver com ninguém, ficou um pouco mais difícil conquistá-la. Mas joguei meu charme e tentei seduzí-la como pude!
Tomamos algumas cervejas e depois que ela já estava com o humor um pouquinho alterado pelo álcool resolvemos parar pois era uma Quarta-feira e tínhamos trabalho no dia seguinte. Ao nos aproximarmos dos carros no estacionamento, repentinamente nos esbarramos e por um instante fomos fisgados pelos nossos olhares, nos olhamos fixamente por alguns instantes, sendo possuídos e atraídos por um desejo arrebatador e não resistimos mais: nos beijamos intensamente, um beijo demorado e gostoso. Rolava entre nós uma química absurda, um desejo implacável e incontrolável de sentir um ao outro, e eu queria sentí-la completamente. A encostei no carro e não resistindo mais tanta beleza, tanto desejo e tesão comecei a morder seu pescoço gostoso, o que a fez ir à loucura. A cada mordida escutava seu gemido gostoso em meu ouvido e sentia ela me apertar fortemente contra seu corpo, grudando meus cabelos, me beijando e sussurrando como uma cadela no cio, parecendo que queria me engolir. A essa altura meu pau já pulsava de tesão, e um volume assombroso se formou em minha calça e como ela me apertava a seu corpo, comecei a me esfregar gostoso nela... Estava começando uma sacanagem muito gostosa no meio do estacionamento.
Nesse instante, meu desejo de comê-la ali mesmo tornou-se intenso, ainda mais quando ela inclinou sua cabeça sobre o apoio de minha mão e me ofereceu seu pescocinho lindo e cheiroso pra que eu o sugasse. Imediatamente eu a mordi como se fosse um vampiro sedento por sangue; no meu caso, sedento por todo aquele delicioso corpo! Sem mesmo perceber fui descendo minhas mordidas e de repente já estava mordendo seus seios apetitosos. Aquilo me deixou descontrolado e meu pau pulsava ininterrupitamente... O que eu experimentava ali não havia sentido nem mesmo por minha namorada. Era uma atração inexplicável, fiquei cego pela aquela mulher. Naquele momento, sentia um pouco de medo de sermos pego em flagrante ali no meio do estacionamento, mas ao mesmo tempo um tesão incrível não me permitia parar.
Ela então tomou minha mão direita e apertou sobre seu peito esquerdo e eu passei a morder um e apalpar o outro. Enfiei a mão por baixo de sua blusa e comecei a sentir aquela delícia; apertei seu peito de brinquei com seu mamilo que já estava enrijecido. Ela gemia fogosamente; aliás, ela tinha um fogo e uma energia de deixar qualquer um louco de paixão. A essa altura seus seios já saltavam para fora da blusa e eu os mordia, lambia e chupava feito um lobo devorador. Eram tão gostosos que me sentia mamando nos seios de uma ninfeta virgem!
De repente senti sua mão apertar meu pau, ela apertava e gemia, uivava em meu ouvido: "- ah que gostoso! Me possui!". Olhei para os lados para ver se não tinha ninguém por perto, e percebi que estávamos só. Não quis levá-la para o carro, pois tive a ideia perversa de comê-la ali no estacionamento mesmo, ao ar livre. Rapidamente ela tirou meu sinto e desceu um pouco minha calça, o suficiente para meu pau, nada pequeno, ficar exposto e sob o controle de suas mãos. Então ela abaixou-se e iniciou um delicioso boquete. Eu pensava: "Isso que é uma verdadeira puta gostosa e safada". A peguei pelos cabelos e comecei a socar sua boca, enfiava meu pau duro em sua boca, chegando a alcançar a garganta. Ela tossiu um pouco e eu lhe disse: "engasgou minha putinha gulosa?". Ela nem respondeu, somente gemeu! Foi fazendo um movimento de vai-vém gostoso e eu a segurei pelos cabelos e comecei a bombar sua boca, enfiando como se estivesse comendo uma buceta! Ela fez um movimento pra tentar dar uma pausa, mas como já estava quase gozando não permitir, a segurei firme como se estivesse segurando uma onça e esporrei em sua boca dizendo: "bebe o leitinho do papai vai delícia". Ela obedientemente pebeu até a última gota. Pedi pra que ela levantasse e tirei sua calça, abaixando-a um pouco até ter acesso a sua deliciosa buceta. Era uma bucetinha fantástica! Toda rosada, depilada e bem molhadinha. Então fiz uma massagem no grelo que despontava para fora todo durinho, e toda sua bucetinha já escorria mel em abundância.
Ela implorava pra que eu a comesse: "Enfia esse pau delicioso nessa buceta vai gostoso, come essa buceta vadia!". Então comecei a lamber sua bucetinha gostosa. Ela segurava minha cabeça e apertava contra sua buceta fazendo o movimento de vai-vem gostoso, querendo me devorar! A coloquei de quatro apoiada num carro, mordi sua bunda e passei a língua bem no seu cu delicioso. Ela ficou louca! Rebolava em minha boca como uma vaca e chegava a gritar implorando pra eu arrombá-la. Eu sugava cada gota do nectar que escorria daquele fenomeno de buceta. Então para não nos demorar muito ali no estacionamento, e já louco pra arrombar aquela putinha, posicionei meu pau e enfiei em sua buceta deliciosa. Que delícia aquela bucetinha quentinha engolindo meu pau! Comecei a meter sem dar pausa, pois não podíamos dar tanto vacilo ali no relento. Apertei ela contra o carro e meti sem dó, sem nenhuma pena, com toda força que eu podia naquele momento. Ela uivava com seu fôlego ofegante e me pedia pra meter com mais força ainda. Eu empurrava brutalmente e ao mesmo tempo apertava seus seios de puta. Me senti realizado fazendo aquela mãe gostosa ser minha puta ali no relento do estacionamento. Gozamos juntos de forma intensa e rude, feito dois animais irracionais se acasalando no meio da rua. Deixei meu pau na buceta dela por alguns instantes até descansarmos um pouco, pois havíamos passado muito tempo em pé e toda aquela atividade nos deixou exaustos.
Entramos rapidamente no carro e terminamos de nos vestir ali. Perguntei como ela se sentiu sendo fodida ao ar livre como uma cachorrinha e ela respondeu exausta que não passava por sua cabeça fazer tamanha loucura, mas sentiu tanto prazer ser tratada como uma cadelinha no cio fodida na rua que quera repetir a dose.
Eu a olhava com o olhar perdido e pensativo, ainda recuperando o fôlego e achando o máximo ter transformado aquela delicicosa mamãe em uma putinha de rua somente para mim. Mas não me dei por satisfeto. Quando chegamos em casa a convidei para entrar e tormarmos um banho. Juntos no banheiro, dei um banho gostoso nela, e sob a claridade da luz pude apreciar melhor cada detalhe daquele corpo escultural. Obviamente que não resistimos tantas carícias e transamos novamente ali no banheiro. Chupei sua bucetinha calorosamente; a tomei em meu colo e apoiando-a contra a parede lhe penetrei até o talo. Aquela mulher gritava como uma cadela encima do meu pau e quanto mais forte eu metia, mas forte ela pedia. Foi uma loucura! Fudemos gostoso alguns minutos no banheiro.
Depois disto já estávamos esgotados; pedi a ela que dormisse comigo, mas ela tinha que voltar por causa de sua filha que estava sozinha em casa.
A partir de então começamos a nos encontrar em minha casa e cada vez mais estávamos perdidamente apaixonados. Certo dia ela me convidou para passar o fim de semana em sua casa e conhecer sua filhinha. Desde então passei a visitá-las sempre, e quando podia dormia lá naquele ninho de amor. Sua filha era adorável, uma garotinha inteligente e muito linda; e apesar da pouca idade tinha um corpinho bem desenvolvido que com certeza herdara da mãe. Tinha um bumbunzinho consideravelamente maior que as meninas de sua idade, e seus seios que apesar de ainda estarem em formação já eram bem volumosos. Aos poucos a garota foi se acostumando comigo e já me tratava como alguém de casa. Também passei a gostar muito dela e a tratar como minha filha. Ela era realmente um amor, muito atenciosa e carinhosa. Depois de um ano nesse convívio, algo surpreendente começou a acontecer e aquela garotinha, agora com 13 anos, se mostrava muito mais esperta do que eu inocentemente pensava, o que me fez perceber que ela tinha herdado não somente o corpo mas também o fogo da mãe... E vocês não sabem o que passou a acontecer dentro daquela casa! Essa é a outra parte desta história e irei contar a todos na continuação que já está sendo redigida.
Espero que tenham gostado, pois ainda não tenho experiência nessas narrativas, este foi o minha primeira tentativa, e antes de publicar a continuidade desta espero a crítica dos leitores. Então até a próxima história de amor que passou a aconteceu dentro daquela casa.
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