DESVIADOS
🗺️ Labirinto 📖 Contos 💌 Classificados 🎬 Vídeos ✍️ Publicar conto

ℹ️ Regras do Site 📄 Termos de Serviço 🔒 Política de Privacidade 🍪 Política de Cookies
✍️ Publicar seu conto

4 Atletas negros curaram minha compulsão sexual

📅 Publicado em: 31/12/2004 22:00

👤 Autor: kátia

📂 Categoria: Traição/Corno

Sou Kátia, uma mulher bem resolvida, profissional de sucesso, tenho propriedades, automóvel importado, roupas de grife e apartamento confortável em prédio de luxo. Causo inveja a todos por ter sucesso profissional e, principalmente, por ter excelente aparência. Não aparento meus 39 anos, graças aos botox, plásticas nos seios, lipo e outros milagres tecnológicos modernos. Poderia me candidatar a miss... Meus 1,70m são preenchidos com 57 kg. bem distribuídos, com muita carne durinha no bumbum e seios siliconados. Eu abuso no uso das saias curtas e dos decotes de propósito, para provocar os homens. Apesar de ser uma mulher bem sucedida e invejada, tenho um seríssimo problema de comportamento. Tal problema é considerado uma doença. Sou uma compulsiva sexual. Meu ex-marido levou tanto chifre que ficou famoso na cidade que morávamos. Tivemos que mudar para a capital. Aqui, continuei pondo chifre nele. Há dois anos se separou de mim, logo depois que me pegou em nossa cama com o zelador do prédio, um negrão de quase dois metros. Eu estava chupando o enorme cacete do zelador com tanta vontade, que nem ouvi o barulho da porta e os passos do meu marido entrando no apartamento. Meu marido ficou furioso. Só não me bateu porque o negrão o enfrentou e ainda lhe deu uns tabefes. O negrão me defendeu mesmo, esperou meu marido arrumar as malas e o colocou no olho da rua. Fiquei no apartamento sozinha e premiei o meu herói zelador com mais algumas trepadas deliciosas por um bom tempo, até que o meu amante negrão foi trabalhar em outro prédio. Só não tive coragem de dar o cuzinho para o negrão, mas chupei aquele mastro por horas e horas, com e sem chanttily. Coloquei até sorvete de coco naquele pau delicioso e o chupei até acabar o pote. Leite condensado era o que mais gostava de chupar no pau no negrão. Depois de chupar bastante, fazia o negrão gozar dentro de mim. Ainda tenho saudade daquele crioulo bem dotado. Só não fui atrás do negrão porque dei um jeito de substituí-lo por quatro crioulões maravilhosos, que conseguiram minimizar o meu problema de compulsividade. Conheci os meus quatro amantes numa academia de ginástica, que comecei a freqüentar há cerca de seis meses. A academia fez um convênio com um time de basquete e seus atletas ocupavam uma parte da academia. Quando eu vi aqueles homenzarrões enormes nas esteiras, levantando peso, nas bicicletas, fiquei louquinha. Minha compulsividade veio à tona. No mesmo dia me aproximei daquela turma de gigantes e fiz amizade com quase todos. Selecionei quatro: Dida, Toni, Caio e Rodrigo. Todos negros com mais de dois metros. Uma semana depois, os quatros negros já estavam no meu belíssimo apartamento saboreando um jantarzinho íntimo que preparei para eles. Eu, com a maior cara de pau, os recebi com uma roupinha super sensual, blusinha curta e decotada e um shortinho curtíssimo jeans. Enquanto comiam, os gigantes encabulados procuravam se entrosar comigo, puxando assunto, contando piadas sem graça, falando sobre os jogos vencidos e troféus conquistados. A conversa só melhorou quando os atletas começaram beber o vinho que coloquei na mesa. Descontraídos, os quatros gatões se soltaram. Dida, o negro menos retinto, passou a mão na minha bunda assim que coloquei outra garrafa de vinho na mesa. Para quebrar o gelo, dei uma risadinha e uma reboladinha. Depois disso, os outros ficaram mais à vontade. Assim que acabaram de comer, quiseram iniciar a suruba. Dida, o mais ousado, me colocou no colo, sobre seu pau que já estava duro. Deu-me um beijo ardente e eu correspondi, agarrando-o compulsivamente. Dida levantou-se comigo no colo e me levou para o quarto. Os outros três foram nos seguindo, numa procissão erótica. Nos braços do Dida, olhei para trás e vi uma fila indiana de marmanjos com os paus duríssimos. E eles nem mais disfarçavam, tirando as roupas pelo caminho. Chegando na minha suíte, Dida me colocou na cama e ficou me bulinando e tirando minhas roupas. Os outros três, já sem roupas, foram explorar meu enorme banheiro. Caio abriu a ducha e se refrescou. Rodrigo ligou as torneiras da banheira jacuzzi e ficou sentado num banquinho esperando encher, conversando com Rodrigo. Só Dida estava mais afoito, querendo me comer logo. Nua sobre a cama, fiquei um bom tempo sendo apalpada por Dida, que me lambia feito louco. Eu me sentia um fraquinho assado rodando naquelas máquinas de padaria. Dida me virava e lambia. Adorava lamber minha bundinha e meus peitinhos. Colocou um corpo mais na beirada da cama, se ajoelhou no chão e começou a me pagar um boquete maravilhoso. Ia às alturas, quando o negrão enfiava aquela lingona na minha xana molhadissima. Aquela boca enorme devorava minha bocetinha depilada. Dida lambia tudo. Erguia minhas perninhas e passava o bocão desde o meu reguinho até onde ficaria meus pentelhos, se não tivesse sido raspado. Que delícia aquela chupação. Mas gostoso ainda era saber que ainda tinha mais três negões de reserva, com aqueles caralhões invejáveis. Distraída com Dida, nem percebi que, devidamente refrescado com a ducha, Caio já estava a posto, enrolado numa toalha branca, sentando-se ao meu lado. Puxei a toalha e agarrei aquele tarugão duríssimo. Bati uma punhetinha de leve para Caio e levei aquele pintão na boca. É claro que não entrou nem a metade, mas compensei com uma chupada bem legal, que ia do saco à glande com maestria. Enquanto eu chupava aquele cacete, minha xaninha era devorada por Dida. Gozei uma, duas, três... sei lá quantas vezes. Estava num êxtase total, nem vendo direito ali em pé mais dois negros lindíssimo com os paus em riste. E eu precisava dar conta de todos os quatro, afinal de contas eu não era compulsiva sexual? Minha analista não pediu para procurar ajuda nos “Compulsivos Anônimos”? Eu não sou “doente”? Então ia me curar hoje mesmo com aqueles deuses de ébano. Com a boca ocupada, restaram duas mãos que seguraram firme os dois paus. Nem sei como consegui chupar Caio e bater punheta para dois, Rodrigo e Toni, enquanto Dida não deixava minha bocetinha em paz, numa chupação divina. Parou de chupar e enfiou o tarugão na minha grutinha melecada. O pau entrou com certa dificuldade, mas valei a pena até a dorzinha inicial. Ajudei a penetração num movimento de vai e vem, acompanhado com um rebolado, sem me descuidar dos outros cacetões. Dei um jeitinho de chupar os três, cada um tinha sua vez. Não consegui saber qual pau era o maior ou o melhor. Todos eram magníficos e eu queria todos dentro de mim. Dida gozou. Senti aquela enxurrada quente dentro de mim. Adorei. Gozei também. O pau de Dida foi saindo de dentro de mim e outro pau entrou no seu lugar. Era Rodrigo que aproveitou a vaga e colocou seu tarugo na minha xana super lubrificada. Entrou como a maio facilidade. Foi só prazer. Percebi que o pau de Rodrigo era um pouco mais grosso e isso era muito bom. Rebolei o máximo que pude e Rodrigo não demorou para gozar também. Tirou o pau mole e foi tomar uma ducha, junto com Dida, que já retornava para a segunda sessão. Caio enfiou o pau na minha xana super melada, cheinha de porra dos outros dois machos super saudáveis. Com o pau de Caio na boceta e com o pau do Toni na boca. Desta vez quis experimentar algo novo para mim, ou seja, receber um jato de porra na boceta e outro na boca, ao mesmo tempo. Com as mãos e boca dei um trato no pau do Toni, enquanto rebolava e apertava as paredes da boceta no pau do Caio. Acelerei o máximo que pude até sentir a pulsação dos dois pintos ao mesmo tempo. Vieram os dois jatos esperados. Adorei. Gozei muito. Muito mesmo. Fiquei entregue, largada sobre a cama satisfeitíssima, com a boca e bocetas cheias de porra, que escorria pelas beiradas. Fiquei ali me recuperando, enquanto os meus quatro machos já começavam se assanhar, querendo mais sexo. Passei uma toalha na boceta e fui até o chuveiro. Tomei uma ducha com a ajuda do Dida, sempre solicito, e de Caio. Rodrigo, que havia enchido a banheira, pediu para ir com ele nos deliciarmos na água quente cheia de espuma. Sai da ducha e entrei na jacuzzi com Rodrigo. Ele se sentou e pediu para eu me sentar no seu pau. Abracei aquele crioulo lindo e me sentei sobre aquele tarugão com as pernas abertas. Rodrigo me ajudou, segurando seu pau e o dirigindo, com cuidado, para a minha bocetinha. Agarrei aquele corpão e me mexi subido e descendo o corpo, sem tirar o pauzão do meu buraquinho. Beijei com volúpia aquele bocão de chocolate. Fiquei tão distraída com aquele macho na água, que nem percebi que os outros estavam entrando na banheira. É claro que a banheira não era tão grandes para caber aqueles três enormes negros maravilhosos. Somente um, o Dida, coube sentado no outro lado. Caio e Toni apenas colocaram os pés na água. Dida pediu para Rodrigo me erguer e me puxou para seu colo. Fui me afastando até encaixar no pau do outro negro. Fiquei assim um pouquinho e, com a ajuda de Dida, me ajeitei no pau de Rodrigo de novo. Ficava um pouco em cada pau. Que gostoso. Quando ia e vinha, os machos me acariciavam e eu correspondia, segurando os paus dos dois espectadores. Ia e vinha, sempre me apoiando nos dois cacetes. Não queria largar aqueles dois mastros. Enquanto subia e descia no pau do Rodrigo ou do Dida, punhetava os paus de Toni e Caio com as mãos. Esses dois também quiseram enfiar os paus na minha xana. Para agradá-los, pedi para o Rodrigo se levantar e fiquei no seu lugar, com as mãos nas bordas da banheira e com a bunda para trás, bem empinadinha. Toni enfiou sua pica e ficou um bom tempo bombando até gozar. Depois, foi a vez do Caio, que grudou na minha bundona com as duas mãos e acelerou o vai e vem até gozar. Gozei também quando aquele tarugo começou a latejar e lançar aquela porra quente. Os outros dois fizeram o mesmo. E eu naquela posição meio constrangedora, com a bunda para cima, levando ferro. Mas compensou, foi super delicioso. Depois que todos gozaram vi que já era hora de sair daquela água cheia de porra. Fui para a ducha, me lavei e me enxuguei. Fui para a cama descansar um pouco. Liguei a TV a cabo e comecei a assistir um filme erótico. Os meus machos ficaram histéricos quando viram uma dupla penetração na TV. Um olhou para o outro e começaram a passar as mãozonas em mim. Dida, o mais danadinho, me virou de bruços e recomeçou sua sessão de língua gostosa. Me virou e chupou o outro lado. Rodrigo veio ajudá-lo, enquanto os outros ficavam observando. Logo percebi o que eles queriam. Pensei em falar que meu cuzinho não iria agüentar pinto daquele tamanho. Mas me faltou coragem. Eu tinha mesmo que relaxar e aproveitar. Ora, um dia eu teria de dar mesmo o cu para um pau grande... que fosse agora... pelo menos eu daria d´uma vez para quatro paus. Quanta coragem! Nem estava acreditando no que estava acontecendo. Rodrigo se deitou debaixo de mim, enfiando o pau em minha xiricota, deixando minha bunda à disposição dos demais. Dida foi até a cozinha e trouxe um pote de manteiga e esfregou um punhado no meu rabinho, enfiando o dedo lambuzado no meu cu. Facilitei o máximo que pude, pois sabia que seria difícil para mim e também para eles. Dida começou a enfiar o pau no meu cu. Depois de algumas tentativas frustradas, Dida conseguiu enfiar a cabeçorra. Senti uma dor horrível, quase mordi o pau do Caio que estava na minha boca. Gemi, mas fui corajosa e empurrei a bunda para trás. Dida aproveitou e enfiou a metade do tarugo. As preguinhas se foram e deixaram marcas de sangue. Eu pouco estava ligando para a dor. Compulsiva como sempre queria pau. Agarrei o pau do Toni e enfiei na boca, catei o pau do Caio e enfiei na boca, cada vez era um. Cheguei a tentar colocar os dois na boca, mas não consegui, pois tenho a boca pequena. E enquanto isso, rebolava com a boceta no pauzão vigoroso do Rodrigo. Dida sabia o que estava fazendo e, com muito jeito, alojou seu mastro no meu rabão. Com tudo aquilo no cu, meu rebolado estava mais difícil, mas o vai e vem, mesmo devagar, estava delicioso. Dida tirava e punha tudo aquilo. Estava ficando cada vez melhor. Suspirava de tesão, era uma dorzinha suportável e um prazer indescritível. Dois paus para servir minha boca, um enfiado na minha boceta e outro todinho dentro do meu cu. Adeus compulsão sexual. Não preciso mais de analista ou psicólogo. Preciso de pau e de pau grande, bem grande e bastante pau. Pau preto, pau de verdade, pau de homem mesmo. Dida não agüentou mais e gozou no meu rabo. Seu pau cresceu mais quando ele gozou. Dilatou, senti um sensação esquisitíssima. Um jato quente saindo de uma enorme mangueira dentro de mim. Que coisa estranha, doída e dôida, mas extremamente deliciosa. O pau de Dida foi amolecendo devagar, enquanto saia do meu rabo, deixando meu buraquinho vago, à disposição dos outros três machões. E eu sabia que aqueles machos, como todo e qualquer homem, adoravam um cuzinho. Mas eu estava ali para o que desse e viesse, mesmo porque se já entrou um, os outros seria moleza. Rodrigo saiu debaixo de mim e se candidatou para me enrabar em segundo lugar. Caio entrou debaixo de mim e enfiou a manjuba na minha boceta numa só tacada. Me ajeitei e iniciei um rebolado sobre seu pau, com entusiasmo. Rodrigo não teve dificuldade em enfiar no meu cu. Caprichou passando a manteiga e tomando cuidado para não ser violento. Demorou para ele alojar a cabeça e, devagar, foi enterrando tudo. É claro que ardeu, mas estava preparada para tomar no cu de qualquer jeito. Chupei o pau de Toni e, depois, o pau de Dida, que aos poucos foi se recuperando. Rodrigo gozou gostoso, gritou como um doido e deu o lugar para o Toni. Toni enfiou tudo de uma vez com a minha ajuda. Meu cuzinho já estava arrombado mesmo, foi até fácil engolir o pauzão do Toni. Mal enfiou o caralhão, Toni deu algumas bombadas e gozou com o pau prensado no meu cuzinho. Foi tão gostoso que Toni chorou de alegria. Caio não agüentou aquele gozo delirante de Toni e gozou junto. Eu não agüentei e gozei também. Apertei o pau Dida na boca e do Toni na mão e deixei rolar minha compulsividade num orgasmo supermúltiplo. Me joguei mole na cama e nem percebi que Caio estava a postos para comer meu rabo também, afinal era a vez dele. Abraçada ao travesseiro recebi aquele tarugo no rabo sem qualquer resistência. Num só tranco o pau do Caio entrou fácil fácil naquele cuzinho todinho arrombado. Aos poucos meus machões foram se recompondo, tomando umas duchas, colocando as roupas e se despedindo com um delicioso beijinho em minha bunda. Eu esticada na cama extenuada, dava um adeuzinho com a mão, sem falar nada. Foi um dia inesquecível, pois a partir desse dia meus problemas de compulsão se acabaram. Fiz amizade com o resto do time, inclusive com os reservas, e todos já vieram me visitar. Sempre em grupo de três ou quatro. Só uma vez, no meu aniversário, que vieram dez... mas isso eu conto outra vez, se votarem nesse conto.
Nenhuma reação ainda.

Comentários

Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro!