Viagem de carro no colo do meu filho
Somos uma família de classe média, mais graças a Deus vivemos muito bem pois meu marido tem um bom emprego e eu sou profissional liberal fazendo serviços free lance.
Com isso compramos um apartamento no litoral para passar nossos momentos de lazer, já que gostamos de praia.
É só, meu marido tonny, eu Paula e nosso filho, Jr de 18 anos. Tive o Jr muito nova assim que casamos, com 19 anos e o tonny com 21 e não quisemos mais filhos até por conta do nosso trabalho.
Ainda não tínhamos inaugurado o apto. E resolvemos passar o revelion na praia já que estávamos de férias por 15 dias. Resolvemos levar do nosso apartamento algumas coisas, como roupa de cama, de banheiro, louças e até uma tv para maior conforto.
Em casa andamos sempre a vontade, não sem roupa, mais costumo me vestir com roupas leves, quase sempre vestido, o tonny sempre de calção folgado sem cuecas ou mesmo só de cueca, e o Jr a mesma coisa.
Já tinha notado que o Jr me olhava diferente as vezes me secando quando eu me abaixava para fazer alguma coisa, as vezes meu vestido ficava preso na minha bunda.
Como falei gosto de estar a vontade em casa, apesar de ter umas calcinhas pequenas, não fio dental que me incomoda dentro da bunda, mais pequenas para o meu bundão, que uso para sair, e em casa uso umas maiores nada sexy.
Não me incomo com os olhares do Jr, até porque acho que os seus olhares são casual por minha bunda ficar mordendo o meu vestido. Nunca faltou com respeito comigo.
Apesar de notar que ele sempre que fica me olhando disfarça e vai para seu quarto.
Resolvemos que iríamos descer para a praia assim que o tonny chegasse do trabalho na sexta feira antes do Natal para aproveitarmos bem, já que na segunda estaríamos livres.
Ele chegou por volta das dezoito horas e começamos a arrumar o carro já que iríamos jantar na estrada, colocamos tudo no carro, deixei os dois terminando de arrumar e fui tomar banho e trocar de roupa. O final do dia estava quente, resolvi colocar um vestido solto, daqueles que fica preso só pelos seios (que são médios e não precisa de usar sutiã), e de um tercido leve floral, coloquei uma das minhas calcinhas pequena e uma sandália rasteira, próprios para viajar sem apertos.
Cheguei no carro e me espantei como estava cheio, depois que colocaram a tv, mesmo de tela plana de lado como fazendo uma parede entre os acentos da frente e o de trás, ficou só um espaço atrás do motorista que poderia viajar uma pessoa com um certo conforto e eles já tinham decidido que eu e o Jr viajariamos um no colo do outro já que a viagem demoraria em torno de uma na hora e meia e ainda iríamos parar para jantar.
Não vi problemas, apesar da minha roupa, mais não teria mais tempo de trocar e era o meu filho. Tonny estava de bermuda folgada , camiseta e sandalhão e Jr com um calção folgado destes estilo sufista e havaianas e camiseta.
Como o Jr apesar da idade já tem um corpo bem desenvolvido e com certeza eu não iria aguentar ele no meu colo, falei que ele estava bem grandinho para andar no meu colo, e todos rimos.
Nós acomodamos, Jr sentou e eu sentei atravessada no seu colo de frente para a porta, já senti o drama, como de costume ele estava sem cueca. Eu com o vestido fino e ele de calção, fico quase pele com pele, e ainda meu vestido subiu e deixou minhas coxas amostra. Mais era meu filho e não tinha nada de mais.
Puxava para os joelhos, mais pelo tercido fino e o vento, ele voltava a subir até ao ponto que se eu deixasse aparecia a minha calcinha, colocava a mão, mais quando dava por mim estava com a mão em outro lugar liberando o vestido.
Parece que todo mundo pensou igual, o trânsito estava pesado com local que chegava a parar, com certeza a viagem iria demorar muito mais do previsto.
Estávamos mais ou menos com uns trinta minutos de viagem e estávamos entrando na rodovia, no balançar do carro e para e segue, notei que meu filho começou a se exitar, seu pau crescendo em baixo da minha bunda, me espantei com sua ousadia, como poderia estar ficando de pau duro na bunda da sua mãe! Era inadimisivel o que estava acontecendo, o meu próprio filho me encoxando.
Eu não olhava para ele pensando em como sair daquela situação embaraçosa, para uma mãe como eu que nunca dei brecha para ninguém pensar nada de mim, sou muito bem comida pelo meu marido pai dele, nunca dei nenhuma abertura para o meu filho ter tesão por mim, pelo menos consciente.
Estava nesses pensamentos quando sinto ele abri mais as pernas, e a cabeça do seu pau ficou bem na abertura da minha buceta, duro, no esplendor da sua juventude, estava uma barra de ferro quente, latejando entre a bunda e a buceta, sentia que se eu abrisse as pernas ele entrava com o vestido e calcinha em mim, colocando tudo para dentro tamanha sua ereção. Me desesperei, mais veio o que me deixou perplexa comigo mesma, , me peguei analisando se o seu pau era grande, era grosso, será que era maior que o do seu pai!?
Olhava para frente e meu marido ligado no trânsito pesado. Fiz um som de pigarro para chamar sua atenção e quem sabe meu filho para com aquilo, mais ele só falou, ;- amor, aguenta mais um pouco, está demorando mais logo chegaremos no restaurante.
Confesso que sentindo a cabeça da rola do meu filho cutucando a entrada da minha buceta como pedindo para entrar, comecei a ficar exitada também, senti minha buceta molhar, mais molhar muito, por um instante meu filho se mexeu e eu entrei em desespero comigo mesma, será que ele sentiu o molhado na cabeça do seu pau? Seria possível isso? Ele iria entender como se eu estivesse gostando e não podia, apesar também do seu calção.
Ele levou a mão até minha coxa que estava nua até próximo da minha calcinha encharcada com os meus líquidos.
Mesmo sentindo meu rosto queimar, como se o meu sangue estivesse subido todo para a cabeça, eu já não via e nem ouuvia mais nada, estava com o corpo todo queimando, tive forças para olhar para ele seria e repreendelo que não poderia colocar a mão, e pedi para ele fechar mais as pernas que estava me incomodando e que era para ele parar com aquilo e se controlar. Acho que falei um pouco alto e meu marido perguntou, :-tá tudo bem aí? Quer que eu pare o carro? Gelei e disse:- não amor estava me referindo ao trânsito, não sei se ele entendeu alguma coisa, e não sei como saiu a minha voz.
Meu filho falou perto do meu ouvido pedindo desculpa e que não podia fazer nada, com uma voz chorosa.
Sabia que ele se referia a ereção pois sua mão ele retirou da minha coxa, confesso que falei aquilo por reputação, mais no fundo não queria que ele parasse, nunca tinha sentido o que estava sentindo.
Aquela excitação, aquele tesão, aquela queimação por todo o meu corpo que fazia a minha buceta derreter. Não, não queria que parasse nunca, estava gozando só sentindo a pressão da cabeça da pica do meu filho na entrada da minha buceta, mais eu queria sentir dentro, toda dentro de mim, mais não tinha coragem de encarar ele.
Ouvi a voz do meu marido me acordar daquele sonho ou pesadelo:- estamos chegando no restaurante!
Um alívio junto com uma decepção, mistura de sentimentos que me corroía por dentro e me chamava para uma realidade nunca sonhada por mim.
Paramos o carro, meu marido saiu se espreguiçando como se esticasse as pernas, eu saí sem olhar para o meu filho e rumei para o banheiro dizendo que estava apertada, na realidade estava até com medo de olhar para o meu marido e ele perceber alguma coisa, deveria estar vermelha, meu rosto queimava e meu corpo tremia todo. Estava preocupada se o meu vestido não estaria molhado, porque minha calcinha estava ensopada.
No banheiro lavei o rosto e tirei a calcinha para me limpar, estava realmente muito molhada dos meus fluidos, tentei enxugar com papel, não tinha como trocar, as outras estavam na mala, tinha que vestir aquela mesma. Quando vesti novamente, senti o molhado em contato com a pele da minha bucetinha que mantenho depilada como o meu marido gosta, parece até que grudou me deixando com aquela sensação estranha de ter mijado na calcinha.
Me servi e fui sentar, e para o meu azar de frente para o meu filho que de cabeça baixa não queria me encarar e nem eu a ele, mais era inevitável cruzarmos os olhares, fiquei reparando nele enquanto comia que era um rapaz bonito, atraente como era seu pai na sua idade, como poderia estar acontecendo tudo aquilo, me peguei lhe desejando. Tentei afastar aqueles pensamentos e me levantei indo olhar uns produtos expostos para a venda, essas coisas que tem nesses restaurantes de estrada.
Mais aquele clima ruim não poderia está acontecendo com nós, afinal, não tínhamos culpa de tudo aquilo acontecer, foi uma consequência do destino, nem eu nem ele forçamos nada para acontecer, estava me punindo e há ele atoa, tadinho dele, como ficaria sua cabecinha se eu lhe tratasse mau, não era justo, e só estávamos comessando nossas férias.
Lhe chamei como se nada estivesse acontecido e perguntei se ele não queria comprar nada, uma bolacha um chiclete, algo para ir comendo na sequência da viagem. Ele mais animado com a minha postura, escolheu chiclete
Na fila do caixa meu marido me abraçou por trás encostando sua rola na minha bunda, juro que estremeci, me lembrei que ainda tinha muita viagem sentada no colo do meu filho.
Pensei, eu que estou querendo sentir novamente aquela sensação gostosa, vou deixar rolar
Na hora de entrar no carro novamente, beijei meu marido e lhe disse que não iria deixar cochilar na estrada, afinal tinha trabalhado o dia inteiro e deveria estar cansado.
Meu filho sentou, e dessa vez eu sentei no colo dele mais com as costas no seu peito, portanto fiquei de frente para o meu marido que só podia ver o meu rosto pelo retrovisor.
Logo senti meu filho se mexendo, acho que estava querendo se controlar para não acontecer tudo novamente, mais eu queria aquela sensação, queria sentir tudo novamente.
Comecei a mexer minha bunda de leve em seu colo, a juventude é mágica, logo fui sentindo o gigante acordar, como se não quisesse aquilo dei um apertão em sua perna, ele falou no meu ouvido,:- a culpa não é minha, a senhora ficou mexendo esse rabão!
Dei um sorriso de satisfação, só para mim.
Eu:- me respeita sou sua mãe, mais sem convicção e sutilmente para o tonny não perceber.
Ele:- desculpa mãe, não sei o que fazer para não acontecer novamente!
Sentindo aquela tora prescionar minha bunda, queria sentir no meu interior, era o meu filho querido.
Fiquei com pena dele, era muita judiação, criei coragem, peguei na sua mão e levei para a minha coxa, não vi sua reação pois não podia olhar para trás, mais senti além do pau ficar mais duro o seu coração acelerar nas minhas costas.
Ainda segurando suas mãos, fui subindo pela minha coxa devagar fazendo ele sentir a textura da minha pele toda errepiada por baixo do vestido, ele tremia e ofegava com a respiração acelerada próximo ao meu ouvido. Quando sua mão chegou na minha calcinha, soltei, ele deveria está incrédulo com o meu ato, pois manteve a mão onde deixei.
Eu já estava lavando a calcinha novamente com os meus líquidos, meu rosto queimava, meu corpo tremia, sentindo sua rola atravessada na minha bunda, eu queria dentro de mim urgente.
Sabia que ele não tinha experiência, o máximo que teve de contato com uma mulher foi quando tinha quinze anos e namorou sua prima, mais sem maiores envolvimento, foi por pouco tempo pois meu irmão pai dela, teve que mudar de cidade por força de trabalho e os dois se separaram.
Tornei segurar suas mãos e por baixo do vestido levei até meus seios que estavam duros com os bicos marcando o tecido fino, por sorte isso tudo era atrás do banco do meu marido e ele não dava para ver nada.
Ele apertou os dois com suavidade, apertou os bicos sentindo a maciez deles, me controlei para não gemer mais forte e meu marido ouvir, o que nos protegia era o barulho dos carros, pois viajavamos com os vidros abertos aproveitando o vento da noite.
Soltei novamente suas mãos, e dessa vez ele ficou brincando com os meus seios e foi descendo a mão até achar a calcinha, ficou alisando minha buceta por cima dela como se não acreditasse que poderia fazer o que quisesse com a sua mãezinha querida, como ele costuma me chamar. Mais eu queimava de tesão e luxúria, queria mais que aquilo, queria a rola dele.
Abri as pernas, escancarando o que deu, ele entendeu, com suas mãos trêmulas, procurou a lateral da calcinha e pela abertura da perna encontrou minha buceta quente e molhada, devagar meteu o dedo, aquilo me deu um choque e já comecei a gozar, ele meteu o dedo e achou o meu inturmecido clitóris, que não podia ficar mais duro, ele ficou brincando com uma mão e a outra procurou novamente um dos meus peitos e apertou, gozei novamente.
Mais eu queria mais, queria aquele troféu que sentia em baixo da bunda, fui devagar chegando no seu peito e falei, :- amor da mamãe, mete seu pau na minha buceta!, por um instante pude contemplar o seu rosto de surpresa, senti sua mão entrando entre minha bunda e seu calção. Para facilitar, levantei a bunda do seu colo e ao mesmo tempo que abraçava seu pai por trás e lhe beijava o rosto como se lhe pedisse desculpa pelo que estava fazendo com o seu filho.
Jr puxou a minha calcinha para o lado e senti a cabeça do seu pau tocar na minha gruta molhada, não sei explicar a sensação que senti. Fui descendo devagar sentindo ser alargada, não via, mais com certeza era mais grosso que o do seu pai, foi entrando, acho que se não estivesse tão lubrificada teria soltado um grito, também era maior.
Quando encostei a bunda nos seus pentelhos e me vi toda preenchida com aquela tora, gozei novamente me tremendo toda, queria gritar, espernear, pular em cima dele, queria que ele soubesse o quanto estava fazendo sua mãe feliz. De uma recatada mãe de família a uma puta no cio, e puta do próprio filho.
Senti ele novamente dentro de onde ele um dia saiu, tentando entrar novamente no meu útero. Que sensação mais esdrúxula,
Sendo fudida pelo próprio filho na frente do seu pai, ou melhor por trás.
Comecei a rebolar devagar, subir e descer naquela vara, senti o meu filho apertar meu peito e minha coxa como se quisesse cravar os dedos em mim, ele iria gozar me preocupei dele não se controlar, seguramente seria sua primeira gozada em uma mulher e sua mãe. Me deitei no seu peito e rebolei no seu pau gozando junto com ele, um gozo prolongado e arrebatador como nunca senti com o seu pai meu único homem até então.
Senti ser inudades pelo seu esperma escaldante e grosso,
ele gemeu com a boca na minha nunca e ofegante falou:- obrigado mãe, isso é muito gostoso!
Meu marido anunciou que estávamos chegando no litoral, eu não tinha visto nada da viagem.
Não considero o meu marido corno, eu dei para o nosso filho.
De agora em diante tenho duas certezas, vou querer dar sempre para ele, e que só ele e o pai vão me comer.
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