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Finji que tava bêbada pra atrair um abusad0r

📅 Publicado em: 30/10/2023 03:59

👤 Autor: femboyrec

🏷️ Tags: #Assédio #Estupro #Voyeur
Meu nome é Iza, tenho 25 anos, 1.72 de altura, magra, parda, cabelo cacheado e também sou pervertida. Pouco antes de iniciar a pandemia conheci o mundo pervertido e me interessei muito(sou curiosa) sendo que levou tempo pra me aceitar. A sociedade julga e condena muito essas coisas, então tinha medo e auto rejeição... até que com o tempo fui me entendendo e conhecendo outras pessoas como eu dentro e fora do brasil. Depois desses anos todos consumi muita coisa desse mundo perfeito que a vida me mostrou, e resolvi tentar algumas coisas mais pesada.

Eu adoro descobrir quando alguém é pervertido, me excita bastante pois me sinto confortável perto desse tipo. Já vi vários casos fictícios e reais de todo gênero: Pedofil!a, Abus0, Z00, 3stupro etc.. e fico babando de tesão. Sou pervertida, mas também sou nerd, e mês passando vi uma série de ação onde uma cena isolada um homem dava "Boa noite, Cinderela" e isso atiçou minha mente ao ponto de me babar levemente. Por horas fiquei com aquilo na cabeça e tentei reproduzir, só que ao contrário pra poder me excitar mais ainda e ter a chance de sentir o pau de um abusad0r dentro de mim.

Eu resolvi primeiro ir a festas noturnas longe da minha localidade pra que ninguém me reconhecesse(arriscado, mas era o jeito), depois fui vendo se tinham pessoas atraentes pra mim(eu não ligo muito pra aparência, o mais importante é ter uma mente pervertida igual a minha), gostei do lugar andei pesquisando e ali seria executado meu plano. Fui à festa usando vestido curto, facilitar pro pervertido, maquiagem leve mas que possa valorizar meus olhos e boca, sapato alto fechado e o cabelo solto trançado pra trás.

SÁBADO, MEIA NOITE. CASA NOTURNA "MONTERO".

Devem se perguntar o motivo de eu escolher essa tal de "Montero", essa casa noturna ela já foi envolvida em escândalo sobre dr0gas, 3stupro, abus0 mas sempre abafam um caso(só que a internet não esquece). Achei o ambiente perfeito pra meu plano pervertido. Cheguei na fila, dei minha entrada, observei a minha volta os pretendentes e fui logo dançar. Comecei a dançar de propósito pois assim meu vestido subia e mostrava minha calcinha, eu fingia não notar que subia pra só as vezes descer o vestido. Claro que me depilei toda, passei creme e óleo corporal pra esse dia tão bom, o meu abusad0r merece. Eu dançava de verdade, curtindo a vibração da música mas ao mesmo tempo observando quem me olhava com segundas intenções.

SÁBADO, 00H 30MIN

Já meio suada e cansada, resolvi descansar um pouco. Antes fui ao banheiro me arrumar, ficar apresentável pra assim sentar e beber as doses de coragem. Eu estava planejando beber o suficiente pra ter confiança na minha decisão, não pra ficar bêbada de verdade. Fui ao bar, sentei, pedi alguns drinks e depois voltei pra pista. Dancei mais 30 minutos, de longe vi um homem meio gordinho(parrudo), alto, careca, barba cheia e feita... ele também estava me olhando enquanto bebia no bar. Acho que um pervertido reconhece o outro, foi isso que senti quando o vi. Eu já estava fogosa, o corpo quente, a mente agitada, a boceta com fome então resolvi me aproximar inocentemente.

SÁBADO, 1H 05MIN

Sentei, pedi um drink e fiquei bebendo bem devagar pra dar uma boa oportunidade de tempo pra que o grandão lenhador se aproximar.

Ele: - Boa noite

|Sinalizo com a mão no ouvido querendo dizer que não consigo ouvir. Ele se aproxima mais

Ele: - Boa noite. Meu nome é Neto

Eu: - Boa noite. Meu nome é Iza. Tudo bem?

Ele: - Tudo, melhor agora. Nunca te vi, primeira vez?

Eu: - Sim, primeira vez. Então quer dizer que você vem sempre?

Ele: - Não. É a segunda vez só

Eu: - Entendi. Disseram que aqui é bom

Ele: - Também dizem que aqui tem de tudo

|Rimos|

Ele: - Você veio com seu namorado?

Eu: - Solteira. Vim sozinha, tô em um hotel.

|Falei isso já pra ele imaginar que tô vulnerável|

Ele: - Tô vendo que curte beber

Eu: - Nem bebo. Não tenho costume. E você?

Ele: - Eu curto beber, não é à toa que tenho essa barriga

Eu: - Não. Pergunto se é solteiro. Aliás, curto uma barriga assim

|Rimos|

Ele: - Solteiro. Merece uma comemoração, não acha?

Eu: - Sim

|Ele pede duas bebidas pra gente, bebo com ele. Noto que ele não para de olhar pro meu corpo quando fica em silêncio|

Eu: - Gosta de dançar?

Ele: - Eu não sei dançar, tenho vergonha

Eu: - Depois do álcool pode tudo. Vem

|Pego na mão dele que é enorme comparada com a minha e puxo. Ele levanta, parece ter 1.89. Puxo ele pro canto mais escuro, pra que não vejam muito a gente|

Eu: - É só dançar, do jeito que quiser

Ele: - Fácil né

|Fico dançando pra meu vestido subir, quero que ele olhe pra minha calcinha. Depois desço com as pernas abertas mostrando minha calcinha vermelha de renda|

Ele: - Você é bem soltinha, né.

|Sinalizo novamente dizendo que não escuto. Ele vem falar novamente só que no meu ouvido|

Eu: - Tem que viver. Você disse que aqui tem de tudo

|Eu falava isso no ouvido dele enquanto dançava pra meus peitos balançarem perto dele|

Ele: - Vou pegar outra bebida pra gente

Eu: - Não demora, hein

|Fiquei observando de longe se ele botava algo na bebida, mas tava limpo. Eu precisaria parar de beber, senão o plano desanda|

Ele: - Aqui. Prontinho

Eu: - Preciso ir ao banheiro. Sabe como é

|Fingi que bebi alguns goles, mas não engoli, entrei com o copo e despejo tudo na privada. Saio do banheiro e não encontro ele, acho que ele foi embora. Vou pra fora da casa noturna pegar um ar livre|

SÁBADO, 2H 15MIN

Ele: - Você sumiu. Pensei que tivesse dado um bolo

|Virei e vi que ele tava atrás de mim|

Eu: - Eu que pensei que tinha levado um bolo, André

Ele: - Fui ao banheiro também, depois não te encontrei. Meu nome é Neto, não é André

|Eu ri já fingindo parecer bêbada|

Eu: - Desculpa, minha cabeça já tá louquinha. Aliás, "bolo" não seria em encontros? Isso é um encontro agora, André?

Ele: - Neto. Meu nome é Neto. Não é um encontro, mas pode ser. Comeu alguma coisa?

|Eu tinha comido algo doce na hora que saí da casa, mas resolvi mentir pra saber o que ele faria|

Eu: - Comi nada

Ele: - Você precisa comer, pra não passar mal. Vem, segura minha mão

|Ele estendeu a mão, resolvi segurar mas fingi desequilíbrio ao tentar segurar a mão. Rapidamente ele me segurou

Eu: - Oops. Desculpa. Nossa você é forte, gordinho grande e forte.

Ele: - Um pouco. Se apoia em mim. Te levar pro meu carro, tenho algo pra você comer e ajudar

Eu: - Sim, senhor, capitão

Ele: - Obrigado, soldado

|Neto me levou até o carro dele, um carro aparentemente caro e limpo. Abriu a porta de trás, me colocou no banco e fechou a porta|

Ele: - Já volto. Vou dá a volta

|Eu levantei meu vestido um pouco pra mostrar minha calcinha. Ele entrou pelo o outro lado, ligou o ar-condicionado e fechou a porta com fumê em todas as janelas|

Ele: - Assim tá melhor, Iza?

Eu: - Sim, mas vamos perder a festa

|Eu já dizia as coisas em um tom de voz sonolento e com pouca dicção, tudo fingimento|

Ele: - Vamos não. Lá tá muito barulho, quente e você precisa comer. Vou te levar pra um lugar

|Ele passou a mão no meu peito rapidinho ao colocar o cinto de segurança. Beijo meu canto da boca, saiu do banco de trás e foi pro banco do motorista|

Eu: - Tô com frio

Ele: - Quer minha camisa? Eu não sinto muito frio

|Ele tirou a camisa e me deu pra que eu usasse com cobertor. Acelerou o carro e foi pra um destino escuro e vazio|

Ele: - Sabe o nome do seu hotel, Iza?

Eu: - Não me lembro

Ele: - Vou ver outro canto pra irmos então

|Eu precisava entrar no personagem de bêbada vulnerável, resolvi falar coisas sem nexo|

Eu: - A festa foi embora

Ele: - Que?

Eu: - A festa foi embora

Ele: - Vamos nos divertir já já

|Ele ficou dirigindo em silêncio por uns 8 minutos. Eu não podia ficar encarando pelo retrovisor pra não parecer muito desperta. Resolvi fingir que dormi, encostei minha cabeça perto da janela e abri minhas pernas|

Ele: - Dormiu foi, Iza?... Iza?

Eu: - .....

Ele: - Safada caiu no sono finalmente. Deixa eu só encostar o carro em um lugar mais distante e deserto

|Eu ouvindo tudo e comecei a me excitar, mas tinha que me segurar pra não me molhar, ou ele desconfiaria|

Ele: - Chegamos, meu amor. A festa não foi embora

|Ele no banco do motorista esticou o braço pra alisar meu joelho, senti a mão enorme e bruta me tocando|

Eu: ....

|Neto saiu do banco da frente e foi pro banco de trás. Todo "preocupado" começou a tocar na minha coxa perto da virilha e balançava na tentativa de me acordar|

Ele: - Iza, acorda. Iza?.... É não acorda

|Ele tirou meu sinto, levantou mais ainda meu vestido. Começou a me beijar mesmo percebendo que estava "desacordada"|

Ele: - Você é uma lindeza de gostosa, sabia? Uma pena que tá sozinha e veio parar logo na "Montero"

|Ele falava e me beijava. Eu sentia a barba dele encostar em mim, os lábios pervertidos tendo conexão comigo|

Ele: - Eu menti dizendo que só fui duas vezes, fui mais. E sempre saí com alguma Bela adormecida por bem ou por mal

|Ele começou a tirar toda nossa roupa, jogou tudo no banco do passageiro. Fez o banco de trás de cama e me deitou, ele ficava por cima de mim, enorme me cobrindo|

Ele: - Desde o dia que eu era adolescente e abus3i da minha irmã ainda crianç4 nunca fui o mesmo ou sempre fui só precisava de uma ajudinha. Abus4r da vulnerabilidade, inocência, dos necessitados... sempre me excitou. Te ver assim desacordada me deixa apaixonado, me entende?

|Nessa hora ele passou o pau duro na minha boceta, senti aquele pau pervertido na minha boceta pervertida foi como um choque de tesão. Por leve reflexo tive um movimento "involuntário"|

Ele: - Sabia que iria me entender. Você é minha, Iza

|Senti a mão grossa e grande dele alisar meu rosto nesse momento. Essa frase de possessão me excitava|

Ele: - Nessa noite pode tudo realmente, até mesmo demonstrar meu amor por você em forma de 3stupr0

|Comecei a me excitar. Eu senti aquele corpo quente e enorme em cima de mim, o pau começou a entrar(não doeu tanto pois eu estava excitada e o pau dele babando)|

|Eu começava a gemer levemente pois é normal ter esses sinais, eu não estava morta e ele sabe disso. Ele começou a apertar meu peito, a mão dele é tão grande que quase cobre com a palma|

Ele: - Tá gostando, safada. Sei que tá. Vocês adoram ser submissas ao macho, mas não assumem

|Ele metia com um pouco mais de força que meu corpo balançava, meus peitos tremiam com o impacto. Minha boceta tava muito excitada, eu estava sendo "abusad4" como planejado|

Ele: - Você é muito safada, aguenta tudo sem reclamar. Uma cadelinha no cio

|Senti ele me beijar enquanto me fodia. Eu estava muito com tesão nesse homem, mas eu tinha que me controlar. O pervertido ficou metendo, beijando, chupando e apertando meu peito por alguns minutos até que...|

Ele: - Eu te disse que você precisava comer algo pra não passar mal. Come meu pau, safada

|Senti o pau dele todo babado dentro da minha boca, gostinho de abus0 sexual, delicia. Como não dá pra uma "desacordada" chupar, ele teve que parar e voltou pra minha boceta que escorria nosso tesão misturado|

Ele: - Tô quase gozando, Iza. Você merece, se comportou com uma boa garotinha

|O pervertido metia, metia, urrava até que gozou tudo dentro do meu útero. Que delícia de homem. Senti ele descansar o corpo em mim por uns 5 segundos, tão pesado que quase fiquei sem respirar|

Ele: - Tá na hora de eu ir, meu amor

|O safado limpou a minha boceta que vazava esperma com a camisa dele que antes me cobria do frio agora me cobre de esperma. Ele botou a cueca, a calça. Depois colocou minha roupa meio sem jeito, me sentou e fechou o cinto. Verificou se tava tudo certo e foi pro banco do motorista. Me deixou em um lugar esquisito e foi embora|

Ele: - Foi um prazer essa noite com você, Iza. Adeus

SÁBADO, 4H 15MIN

Esperei 1 minuto tudo ficar em silêncio pra ter a certeza de abrir os olhos. Quando abri os olhos, tinha ninguém no local, apenas eu e meu tesão. Olhei minha boceta que escorria meu mel com o leite dele, passei o dedo pra lamber. Peguei meu celular na bolsa, me ajeitei, pedi um uber em um local mais movimentado e fui pro hotel. Esse motorista demorou pra aceitar e ir até o local, isso pelo fato que fiquei implorando

SÁBADO, 5H

Entrei no carro, dei bom dia ao motorista, confirmei a partida e fui pro hotel pensando em tudo que estava acontecendo. O motorista não falava nada, ainda bem, não queria conversa. Cheguei ao hotel e fui pro quarto

SÁBADO, 5H 45MIN

Antes de tomar banho e ir dormir, resolvi me masturbar pra gozar. Revivi tudo que tinha acontecido, voltei a me excitar e já fiquei muito safada ao ponto de gozar ainda com o esperma do meu abusad0r dentro de mim

FIM

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