Sociedade secreta - 4
Percebo que a decoração do meu quarto havia mudado, toraram meus ursos, cadernos, meus travesseiros, minha cama antes uma box agora era uma cama antiga dessas com cabeceira de ferro e havia algumas algemas penduradas, onde ficava uma escrivaninha agora havia uma mesa estranha que percebi que tambem serviria pra que eu fosse amarrada pois haviam argolas... minha mae saiu do banheiro do meu quarto e eu perguntei onde estavam a sminhas coisas. Ela disse que ei nao precisaria delas, que no próximo ano eu devia me dedicar a minha função na congregação e depois de um ano se meus mestres estivessem satisfeitos com a minha capacidade de me submeter eu poderia voltar a escola.
Nao falei nada, por mais que eu soubesse que era um absurdo aquela situacao. Dias atrás minha mae havia me segurado pra meu padrinho estourar o meu cu, e visivelmente sentiu prazer ao vê-lo me comendo daquele jeito pois pedia pra ele meter com mais forca, sabia que nao encontraria piedade nela, nem em ninguém da minha familia. Eles permitiram qie eu nascesse justamente para servir e por mais qie eu tivesse tido uma infância normal, fiquei pensando quantas vezes eles fantasiaram e planejaram o momento de me usar como tributo.
Fui pro banheiro e tomei um banho demorado, as roupas que sobraram eram apenas vestidos curtinhos, e alguns quase transparentes, meias e alguns poucos casacos. Percebi que no meu quarto agora tambem tinha uma camera, que mais tarde meu pai disse qie passaria em tempo real pra todos os membros da congregação o que eu estava fazendo, pois eles eram meus mestres agora. Enfim a próxima semana foi quase normal, minha mae nao deixou meu irmao se divertir comigo, pois disse qie minha bucetinha e meu cuzinho deviam estar curados e apertados para minha primeira vez no altar.
No sábado, minha mae me deu um banho longo, ne lavou inteirinha e arrumou meu cabelo e fez uma maquiagem leve. Me vestiu apenas com uma das capas da congregacao, uma capa vermelho sangue de seda. Baqueta noite meu pai e meu irmao me colocaram no carro. Depois de algumas hora dirigindo chegamos na fazenda e no celeiro, lembrei da última vez que estive ali e fui estuprada pelos três homens qie deveriam me proteger diante de todos os outros que se masturbavam e aplaudiam. Senti meu estômago revirar, eu sabia o que ia acontecer, eu seria estuprada por mais algum ou alguns machos... assim que chegamos no celeiro os hares se voltaram para nos, meu pai veio atras de mim e me mandou tirar a capa, queria que eu andasse nua ate o altar.
Eu tremia de medo mas obedeci. O olhar dos homens me devorava, os que estavam mais próximos do corredor aproveitavam pra passar a mao nos meus seios ou bater no meu bumbum. No altar meu padrinho me pegou pela mao e deu um beijo na minha testa. Me voltou deitada sobre a mesa. Eles continuaram a reunião, falaram sobre negócios, sobre como influenciar pessoas, sobre membros que nao estavam seguindo as regras. Uma chatice!
Até que depois de alguns cantigos meu padrinho me mandou levantar e ficar de joelhos na frente do altar....
"Hoje minha crianca", ele disse com uma voz melodiosa voce vai partilhar a sua carne com três de nossos membros. "Seremos gentis e deixaremos que escolha um deles"
Eu estava com medo, eu nao queroa escolher um estranho pra me comer, mas eu sabia que nao havia escolha, se eu me recusasse a dar pros três, todos eles me usariam ate estarem satisfeitos. Corri o olhar e escolhi um rapaz, eu nao o conhecia mas ele devia ter uns 20 anos, era louro e olhos claros vomo eu, um corpo atlético muito bonito. Ele sorriu para mim quando eu o peguei pela mao.
Assim que eu o escolhi, outros dois deram um passo à frente, um cara mais ou menos da idade do meu pai de cabelos castanhos e corpo magro e um senhor que devia ter uns setenta anos ou mais de cabelos brancos e rosto enrugado que ja foi tirando a capa.
Achei que seria vomo foi no outro dia, eu abriria as minhas pernas no altar e cada um teria a sua vez, mas nao. Eles queriam ver minha submissão. Fui colocada de joelhos diante deles e eles tiraram os pais pra fora, tirando o do idoso os outros doid estavam duros. Comecei a revezar para chupa-los e em poucos tempo os tres ja disputavam a minha boca, tentava dar comta nasturbando os outros dois enquanto chupava um, mas o mais jovem foi o primeiro a perder a paciencia e dizer que eu tinha um buraco pra cada um.
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