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O professor chantagista

📅 Publicado em: 31/08/2022 13:15

👤 Autor: escritor-misterio

🏷️ Tags: #Coroa #Estupro #Gay #Teen
Olá, tenho hoje em dia 36 anos. Os fatos aconteceram a 20 anos, tinha eu 16. Entrei para o colégio privado, onde o meu avó paterno estudou, o meu pai, os irmãos dele, e agora eu. Tenho o futuro quase garantido. Deste colégio, quem acaba, a universidade é uma mera formalidade, tem mais peso no currículo. Por isso existe uma grande pressão com as notas que tiramos, a competição entre alunos é implacável, faz-se de tudo para subir as notas.

O colégio divide-se em rapazes e raparigas, a minha irmã mais velha estudou aqui a 7 anos, e hoje trabalha num banco na Suíça. Como disse, o futuro é garantido.

Os professores são quase todos já idosos, raramente entram caras novas, e quando entram, geralmente ficam para sempre até se reformarem, pois são pagos principescamente, também são os melhores dos melhores.

Sr. Dinis, é o professor de Aritmética. Na altura tinha já 62 anos. Hoje em dia está aposentado, mas mora no colégio. Não quis abandonar o colégio, e como prémio ao seu desempenho ao longo dos anos, foi construída uma ala, destinada apenas aos professores reformados que por lá quisessem ficar a viver. Neste momento só lá está ele. Tem um criado particular e tudo.

Mas voltemos aos meus 16 anos. Quando os meus pais me deixaram lá, já sabia perfeitamente, que só os veria nas férias. Fiquei até contente, por sair de casa, onde a disciplina era muita. Sabia bem que no colégio a disciplina era severa, mas ao menos havia muitos mais rapazes da minha idade. Faria novos amigos. Eu na altura era um jovem alto, gordinho mas não muito, cabelos negros e olhos verdes, uma característica da minha família paterna. Na altura já era bem moreno, e tinha algum sucesso com as raparigas, mais que não fosse pelo dinheiro que tinha, LOL.

O meu professor de Aritmética, era o Sr. Dinis. As aulas dele eram pior que as disciplina militar, nem se podia respirar alto. O silencio era quase absoluto, apenas se ouvia a fala dele baixinha, e os passos dele no estrado perto do quadro. Sempre fui excelente aluno a Matemática, alias eu adoro números. Naquele colégio, os testes ás disciplinas eram no fim do período, mas se algum professor se lembra-se de fazer algum um dia qualquer, fazia-se e contavam tanto como os testes finais. E o campeão dos testes surpresa era o Sr. Dinis.

Os primeiros que ele fez, tive sempre excelentes notas, mas os 3 últimos as notas baixaram. Quando ele entregou as notas do ultimo teste, vinha lá escrito em rodapé, que quereria falar comigo, no gabinete dele, ao fim do dia, e que não me atrasa-se.

No fim do dia lá estava eu á porta do gabinete, mais 4 colegas meus. Também tinham tido notas de rodapé nos testes deles. A secretária dele, uma mulher na casa dos 40 anos, lindíssima, um corpo tipo violão, mandou entrarmos os cinco ao mesmo tempo. Respirei de alivio, ao menos a descompostura seria repartida pelos 5.

Entramos, ficamos em pé á frente da mesa de trabalho dele, e ele estava a ler uns papeis, que eram a informação escolar de nós. Como estávamos nas outras disciplinas, etc etc.

- Meus senhores, sabem porque os chamei aqui?

- Eu calculo que seja por causa dos nossos últimos testes, Sr. Dinis, respondo eu.

- Está correto, senhor Silva. Afinal o senhor sabe raciocinar depressa e bem. Mas gostaria que me explicassem porque baixaram tanto as notas. O problema é a maneira como eu ensino?

- Não Sr. Dinis, responde um colega meu, o Bruno.

- E se não é problema meu então o problema só pode ser vosso, não é verdade? Bem, sabem que o vosso futuro depende em grande parte, das notas que aqui lhes forem atribuídas pelo vosso trabalho. E estão a decepcionar-me...

- Desculpe, Sr. Dinis, mas estudamos e aplicamo-nos...

- Então de onde vem o problema? Sr. Silva, por exemplo, sabe que o seu pai teve as mesmas dificuldades que o senhor tem?

- Não sr Dinis, não sabia.

- No entanto passou com uma excelente nota. Aplicou-se mais. Sabe como?

- Não sr.

- Tornou-se meu escravo sexual... aliás não foi o único, os vossos pais também fizeram o mesmo.

- Desculpe, respondo eu com um ar de quem não acredita, mas isso é mentira.

- Pois eu já sabia que o Sr. haveria de me chamar mentiroso. Por isso tenho aqui um presentinho para todos. Vejam.

Abriu a gaveta da secretária dele, tirou 5 envelopes, com fotos a preto e branco. Estava em várias o meu pai a fazer broches ao caralho dele, outras estava o meu pai, a levar no cu, noutras era a minha irmã toda nua a dar-lhe a cona. Noutras era o meu pai, a dar cu a estranhos, e noutras a minha irmã a foder com estranhos. Aos meus colegas ele deu fotos dos pais deles a fazerem as mesmas coisas. Eu não acreditava no que via...o meu pai...rigoroso comigo... um senhor no mundo da economia, ali de 4 a dar o cu para ter melhores notas...e a minha irmã, por quem eu sempre tive tesão, ali nua a foder... eu estava estupefato.

-E o que quer de mim??? Perguntou um colega meu, Diogo.

- Que de entre os cinco, escolham um para ser a minha puta. Se ele se portar bem comigo, as notas dele e as de vocês serão excelentes, se portar mal, as vossas notas serão...bem serão aquilo que serão. Têm um minuto para escolherem. Se não escolherem...bem ai escolherei eu.

- O Sr não pode fazer isso... é chantagem... é caso de policia.... seu pedófilo...

- O tempo vai passando senhores.

Bem passou o minuto, e nós calamo-nos.

- Muito bem. Sr.ª Marques, entre se faz favor.

Entrou no gabinete dele, a Sr.ª Marques a secretária dele.

- Diga Sr. Dinis.

- Dispa-se e faça uma mamada a cada um destes senhores.

- Sim Sr. Dinis.

Ela começou a despir-se, e quando ficou toda nua, os nossos caralhos estavam super tesos.

- Senhores, aquele que se vier primeiro, será o meu escravo. Mas noto que agora já não reclamam tanto... um broche feito aqui pela minha escrava, até que vos anima não é verdade? Ah e quem não ficar meu escravo sexual, se contar alguma coisa do que se passou aqui, o futuro dele será a vender o cu numa esquina se quiser comer. Eu publico estas fotos e estrago a vossa vida, a dos vossos pais, e tudo que têm desaparece, entenderam?

- Pode começar, Sr.ª Marques.

Ela ajoelha-se a frente do Bruno, tira o caralho dele para fora, e começa a mamar.

- Sr. Bruno...patético... 4 minutos.

Bem ela mamou os 5, e adivinhem quem nem durou, 3 minutos...pois eu. Esporrei-me na boca dela ao fim de menos três minutos. Também, a pressão de aguentar, a experiencia dela, o corpo dela... o cheiro a femea que vinha da cona dela... não consegui concentrar-me...A nova puta do professor estava encontrada, eu.

- Bem agora, que tenho puta nova, dobra-te na mesa. Vocês ficam a ver para que se recordem do que ele fará para vocês terem boas notas. A Sr.ª também fique. Agora puta, despe-te toda e dobra-te. Senão sabes as consequências para ti, e para a tua família. E se não acreditas em mim... pergunta ao teu pai, pelos Quintanilha. Onde eles moram agora. Não sou deus, mas mando em muita coisa, e muitos estão nas minhas mãos. E a tua família e a deles... estão na minha mão. Ah e se me acontecer alguma coisa... a quem tenha a mesma informação que eu... e os noticiários do dia seguinte serão...pornográficos, no mínimo.

Bem despi-me todo. Pus-me deitado de barriga na mesa, com os pés no chão. O Sr. Dinis, despiu as calças, e quando vejo o caralho dele compreendi porque ele tinha uma escrava sexual tão boazona como a Sr.ª Marques... O velho tem um caralho monumental... grosso... chapeleira grande... grande... colhões enormes... tem também uma barriga enorme, é peludo...

- Sr. Silva, como perdeu, eu vou fazer o Sr. pagar pela sua falta de empenho. Vou foder o seu cu a seco. Vai perder...sim vai perder a sua virgindade assim, será doloroso, mas enfim, quem sofre é a puta. Aceite o seu castigo. Primeiro mame o meu caralho... sabe como fazer...a Sr.ª Marques foi uma excelente professora. Para seu bem deixe ele bem babado.

Comecei a mamar no caralho dele...a cabeçorra mal me cabia na boca... estava cheio de vergonha...nu a mamar no caralho de um homem...uma mulher a ver...uma mulher que eu queria foder toda...e os meus colegas a verem...e se eles não se contivessem e falassem a todos o que estavam a ver... e se eu não satisfazer o Sr. Dinis e ele se vingar nas nossas famílias... em nós... acreditem que pela primeira vez odeie o meu pai e a minha irmã...se eles não se tivessem envolvido com este velho... e se meu pai foi também chantageado... será que foi o meu avô que...

De repente o Sr. Dinis agarra-me pelas orelhas, e puxa-as para ele e eu engulo quase metade do caralho...não consigo respirar...ele força... engulo o caralho todo... debato-me...um colega meu dá um passo para me ajudar, mas o Sr. Dinis diz:

- Deia-a mais um passo, Sr. Costa... e perderá tudo... pense que o seu amigo se está a sacrificar por si... por ele... pelos outros... além disso, ele acabará por gostar... todos gostam...mesmo o seu pai.

Ele, quando eu quase desmaio, alivia um pouco, eu respiro ofegante, mas ele volta a fazer o mesmo, e eu engasgo-me... deito imensa baba... o caralho dele magoa-me a garganta... quero respirar e não posso. Sufoco...mexo as pernas,,, mexo os braços... o caralho dele está tão atolado na minha boca que se nota o formato da cabeça de cogumelo na minha garganta.

Finalmente solta-me, estive mais de meia hora naquela tortura. Agora agarra na minha nuca, deita-me de barriga na mesa, afasta-me as pernas com os pés dele, e começou a forçar o caralho dele no meu cu...não entrava.... ele agarrava-me com bastante força na nuca, para eu não escapar...e força...força... o meu cu começa a ceder... entra a cabeça... dou um berro enorme, gritava:

- TIRA ESSSA MEERDAAA DO MEEEUUU CCCUUUU.... NNNNNAAAAOO SSSOUUU PPPAAAANEELEEEIRRROOOO... TTTTIIRRRRRRAAAAA...AAAAAIII....TTIRRRAAAAAA !!!

Mas ele metia...não parava... forçava... e o caralho entrava cada vez mais... eu sentia ele a deslizar...a romper as minhas pregas...sentia o sangue a escorrer ... a dor...nunca mais tive dor como aquela... ele atolou a seco até aos colhões... Depois ele agarrou-me com ambas as mãos, nos ombros...e começou a foder o meu cu... parecia que me espetavam uma espada em brasa pelo cu dentro... eu gritava tanto...esperneava... chorava... sentia vergonha por estar ali naquela situação... ouvia ele a rir... depois ele agarrou-me nas mamas...apertava os bicos... e eu não sei porque entesei...e esporrei-me ... que vergonha meu Deus. Ele grita, urra, e vem-se dentro do meu cu... e continua a foder-me... mas agora deita-me de costas na mesa e mete o caralho todo na posição de frango assado, em que eu quase faço a espargata, pois ele é tão gordo. Ele mete-me o caralho de uma vez no cu, e como está deitado em cima de mim, eu nem me consigo mexer, ele fode-me...chupa as minhas tetas como se eu fosse uma mulher. E ele veio-se mais 3 vezes. depois disse-me ao ouvido.

- Agora agradece-me, puta. Agradece ao teu Senhor.

- Obrigado... Sr, digo eu a chorar. Doía-me o corpo todo e o cu, nem vou descrever, pois nem consigo.

- De nada sua puta. Agora veste-te, vai estudar. Quando eu precisar de ti, chamo-te. Senhora Marques, antes de ir, trate do cu desta puta.

E foi assim que foi apenas o começo de 3 anos da minha vida. Outras coisas aconteceram. Muito segredos da minha família me foram revelados. Depois continuarei.
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