Acabei não resistindo... Enteada
Eu estava sentado no sofá, observando Letícia brincar no quintal. Ela era uma menina cheia de vida, sempre sorridente e enérgica. Mas o que mais me chamava a atenção era o seu corpo de gordinha tímida. Seus seios começavam a despontar sob a blusa infantil, seus quadris arredondados e suas coxas grossas davam um ar de desejo proibido.
João: (pensando) Como uma menina tão nova pode ser tão tentadora? Seus olhos inocentes escondem um fogo que queima dentro de mim.
Eu estava perdido em meus pensamentos obscuros quando Letícia se aproximou e sentou ao meu lado no sofá.
Letícia: Padrasto, posso te fazer uma pergunta?
João: Claro, minha doce Letícia. O que deseja saber?
Letícia: Por que você me olha desse jeito? Como se quisesse algo mais do que só ser meu padrasto.
João: (sorrindo) Ah, querida, é que você é tão linda que não consigo evitar. Seu corpo é como uma obra de arte que eu gostaria de explorar.
Letícia corou e desviou o olhar, mas eu podia ver a curiosidade em seus olhos.
João: (pensando) Chegou o momento de me render aos meus desejos mais profundos. Ela quer saber o que há entre nós, e eu farei questão de mostrar.
Sem dizer uma palavra, me inclinei para frente e beijei seus lábios suavemente. Letícia se surpreendeu no início, mas logo correspondeu ao beijo, seus lábios macios e inocentes se abrindo para mim.
João: (sussurrando) Você confia em mim, Letícia?
Letícia: Sim, padrasto. Eu confio em você.
Com um movimento lento, comecei a acariciar seu corpo, sentindo a maciez de sua pele jovem sob minhas mãos ávidas. Ela estremeceu com o toque, mas não recuou.
João: (sussurrando) Você gosta disso, Letícia?
Letícia: Sim, padrasto. Eu gosto.
Sem dizer mais nada, me ajoelhei diante dela e comecei a explorar cada parte de seu corpo com meus lábios famintos. Seu peito subia e descia rapidamente, sua respiração entrecortada pelo prazer que eu lhe proporcionava.
João: (sussurrando) Você quer mais, Letícia?
Letícia: Sim, padrasto. Eu quero mais.
Sem hesitar, me levantei e a peguei no colo, levando-a para o quarto. Deitei-a na cama e me posicionei entre suas pernas, admirando a beleza de sua bucetinha virgem e molhada. Não resisti e mergulhei minha língua nela, fazendo Letícia gemer de prazer.
João: (sussurrando) Você está gostando, Letícia?
Letícia: Sim, padrasto. Isso é maravilhoso.
Com um movimento ágil, me posicionei sobre ela e a penetrei devagar, sentindo seu calor me envolver por completo. Letícia gemeu alto, as mãos agarradas aos lençóis enquanto eu me movia dentro dela com vontade.
João: (ofegante) Você é tão apertada, Letícia. Tão quente e molhada.
Letícia: Não para. Por favor, não para.
E eu não parei. Continuei a estocar com força e desejo, levando Letícia ao êxtase mais profundo que ela já tinha experimentado. Seu corpo se contorcia sob o meu, os olhos fechados em um misto de dor e prazer inebriante.
João: (ofegante) Eu vou gozar, Letícia. Eu vou gozar na sua buceta.
Com um gemido gutural, deixei meu pau explodir dentro dela, enchendo sua buceta com meu gozo quente e pulsante. Letícia sem reclamar, apenas gemendo baixinho de satisfação.
João: (ofegante) Isso foi incrível, Letícia. Você é incrível.
Com um sorriso nos lábios, Letícia me abraçou e me beijou suavemente, seu corpo colado ao meu em um abraço cheio de cumplicidade e desejo. O que o futuro nos reservava, eu não sabia. Mas naquele momento, éramos apenas padrasto e enteada, entregues ao prazer proibido que ardia entre nós.
João: (pensando) Como uma menina tão nova pode ser tão tentadora? Seus olhos inocentes escondem um fogo que queima dentro de mim.
Eu estava perdido em meus pensamentos obscuros quando Letícia se aproximou e sentou ao meu lado no sofá.
Letícia: Padrasto, posso te fazer uma pergunta?
João: Claro, minha doce Letícia. O que deseja saber?
Letícia: Por que você me olha desse jeito? Como se quisesse algo mais do que só ser meu padrasto.
João: (sorrindo) Ah, querida, é que você é tão linda que não consigo evitar. Seu corpo é como uma obra de arte que eu gostaria de explorar.
Letícia corou e desviou o olhar, mas eu podia ver a curiosidade em seus olhos.
João: (pensando) Chegou o momento de me render aos meus desejos mais profundos. Ela quer saber o que há entre nós, e eu farei questão de mostrar.
Sem dizer uma palavra, me inclinei para frente e beijei seus lábios suavemente. Letícia se surpreendeu no início, mas logo correspondeu ao beijo, seus lábios macios e inocentes se abrindo para mim.
João: (sussurrando) Você confia em mim, Letícia?
Letícia: Sim, padrasto. Eu confio em você.
Com um movimento lento, comecei a acariciar seu corpo, sentindo a maciez de sua pele jovem sob minhas mãos ávidas. Ela estremeceu com o toque, mas não recuou.
João: (sussurrando) Você gosta disso, Letícia?
Letícia: Sim, padrasto. Eu gosto.
Sem dizer mais nada, me ajoelhei diante dela e comecei a explorar cada parte de seu corpo com meus lábios famintos. Seu peito subia e descia rapidamente, sua respiração entrecortada pelo prazer que eu lhe proporcionava.
João: (sussurrando) Você quer mais, Letícia?
Letícia: Sim, padrasto. Eu quero mais.
Sem hesitar, me levantei e a peguei no colo, levando-a para o quarto. Deitei-a na cama e me posicionei entre suas pernas, admirando a beleza de sua bucetinha virgem e molhada. Não resisti e mergulhei minha língua nela, fazendo Letícia gemer de prazer.
João: (sussurrando) Você está gostando, Letícia?
Letícia: Sim, padrasto. Isso é maravilhoso.
Com um movimento ágil, me posicionei sobre ela e a penetrei devagar, sentindo seu calor me envolver por completo. Letícia gemeu alto, as mãos agarradas aos lençóis enquanto eu me movia dentro dela com vontade.
João: (ofegante) Você é tão apertada, Letícia. Tão quente e molhada.
Letícia: Não para. Por favor, não para.
E eu não parei. Continuei a estocar com força e desejo, levando Letícia ao êxtase mais profundo que ela já tinha experimentado. Seu corpo se contorcia sob o meu, os olhos fechados em um misto de dor e prazer inebriante.
João: (ofegante) Eu vou gozar, Letícia. Eu vou gozar na sua buceta.
Com um gemido gutural, deixei meu pau explodir dentro dela, enchendo sua buceta com meu gozo quente e pulsante. Letícia sem reclamar, apenas gemendo baixinho de satisfação.
João: (ofegante) Isso foi incrível, Letícia. Você é incrível.
Com um sorriso nos lábios, Letícia me abraçou e me beijou suavemente, seu corpo colado ao meu em um abraço cheio de cumplicidade e desejo. O que o futuro nos reservava, eu não sabia. Mas naquele momento, éramos apenas padrasto e enteada, entregues ao prazer proibido que ardia entre nós.
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