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minha vizinha...

📅 Publicado em: 31/12/2004 22:00

👤 Autor: eu_mesmorj

Oi. Meu conto anterior (Como estraguei minha namorada, número 16941) rendeu e-mails deliciosos, então resolvi dividir outra aventura com vocês. Tenho 20 anos e moro num prédio pequeno e simpático no Rio. Poucos apartamentos espalhados por apenas três andares, então todo mundo se conhece. Cresci aqui, moro há mais de 10 anos no prédio e vi muita gente ir e vir, muitas meninas. Mas nenhuma como ela. Marisa (nome fictício) era uma menina linda, uns dois anos mais nova que eu. Tinha longos cabelos cacheados castanhos que emolduravam um rosto lindo, com olhos esverdeados e um sorriso maravilhoso. Tinha também um corpinho lindo em formação, com seios fartos de - eu tinha certeza - bicos rosados, redondos lindos. Além de um belo par de pernas, longas e firmes. Fazia natação e era um pouco mais alta que eu. Na época tinha uns 17 anos, mal acabara de começar a transar com uma namorada e ela me tirava do sério. Com um mulherão daquele ali, só dois andares acima, logo comecei a questionar se valia mesmo a pena ser fiel a minha namorada, que era uma gracinha e dava pra mim, mas que eu só podia ver nos fins-de-semana. Pois bem, fomos ficando amigos, Marisa e eu. Íamos juntos a praia depois da aula, pois estudávamos de manhã e chegávamos em casa mais ou menos na mesma hora. Nessa época meu irmão ainda estudava de manhã, e eu ficava com a casa toda pra mim de tarde. Num desses dias de praia estávamos os dois conversando quando começou a pintar um clima. Estávamos falando sobre relacionamentos, ela reclamava de um garoto da escola por quem tinha uma queda, mas que tinha uma namorada. Sem pensar a respeito, lhe respondi que trocaria qualquer namorada por ela. Ela me olhou então me olhou com um sorriso safadíssimo nos lábios e, inclinando o rosto na direção do meu, disse: "mesmo?" Nos beijamos. Não durou dois segundos daquele beijo maravilhoso meu remorso por estar chifrando minha namorada. Morria de vontade de pegar aquela menina, e estava conseguindo. Continuamos na praia até a tardinha, nos beijando e curtindo o momento. Chegando no prédio, tratamos de manter as aparências ao cruzar com meu pai, que chegava do trabalho. Fui dormir pensando naquilo, decidido a continuar sendo um canalha no dia seguinte. Na hora de ir pro colégio, a surpresa. Esperávamos o ônibus sempre juntos, o dela costumava chegar pouco antes do meu. Conversamos como se nada tivesse acontecido, até o dela chegar. Ela se despediu com um selinho e um "até mais tarde". De novo, o mesmo sorriso safado. As horas demoraram, mas finalmente passaram. Tinha acabado de terminar de almoçar, quando ela tocou a campainha. Estava de biquíni, as coxas grossas queimadas de sol, os peitos grandes arrebitados, sensacional. Entrou, dizendo que não sabia se ia dar pra irmos a praia, porque estava ventando. Sugeri então que esperássemos um pouco lá, e ela aceitou. Nos sentamos então na minha cama, eu ainda de calça jeans e camisa, ela com aquele biquei provocante. Não tirava os olhos dela, e ela sabia. Me perguntou como ia o namoro, eu disse que bem. "E de ontem, ela vai saber?", perguntou. Disse que não. "E de hoje?", mais uma vez, o sorriso. A agarrei na hora, beijando-a de maneira selvagem e deitando-a na cama. Nos beijávamos com paixão, a amizade já tinha virado uma coisa de pele, tesão puro. Descia boca pelo seu pescoço, ela dava gemidinhos. Subi a boca para sua orelha, brinquei com a língua, mordisquei o lóbulo. Para minha surpresa, ela começou a soltar o laço do soutien do biquei, revelando os peitos maravilhosos. Os bicos eram realmente rosados, lindos. Desci lambendo até eles chupava os mamilos, enfiava tudo que podia na boca. Ela puxou minha camisa pra cima e a jogou no chão. Ainda chupava os peitinhos quando ela me chamou. Me disse que era virgem, que não sabia o que fazer direito, mas que estava morrendo de tesão. Respondi que ela não precisava fazer nada que não quisesse. Mais uma vez, ela sorriu e disse: "Mas eu quero." Dizendo isso me puxou e subiu em mim, encaixando-me no meio das coxas. Disse que adorava pensar em mim enquanto se masturbava, e enfiou a mão dentro do biquei. Marisa começou então a se tocar, a esfregar a bucetinha cada vez mais rápido. Me deixava louco ver aquela gata se contorcendo de prazer ali em cima de mim. Foi então que ela começou a ter espasmos fortes, gozava descontroladamente. Assim que terminou, desfalecendo, a deitei de bruços na cama, e comecei a beijá-la de novo, acariciando sua xaninha ainda com o biquei por cima. Ela levantou um pouco o quadril, empinando a bundinha - que também era uma delícia. Afastei um pouco o biquei. Comecei a beijar sua nuca, ela começava gemer de novo. Ainda esfregando sua bucetinha, desci a boca, lambendo todo a linha da coluna... quando cheguei na sua bundinha arranquei o biquei, revelando uma linda xaninha de pelos moreninhos ralos. Comecei a massagear seu clitóris então, e ele gemeu mais alto. Descia boca, e comecei a lambe-la de baixo pra cima, arrancando suspiros de prazer da gata. Ela adorava e rebolava, esfregando a bunda na minha cara. Não demorou muito nisso pra que eu começasse a abri-la, enfiando a língua cada vez mais fundo. Mordiscava os lábios, chupava. Ela então teve outro orgasmo, gemendo alto e se contorcendo toda. Deixei que se recuperasse pra recomeçar as brincadeiras, mas ela não quis. Tomando a iniciativa tirou minha calça e abaixou minha cueca, já pegando meu pau numa das mãos. Começou a ir e vir, primeiro de maneira um pouco atrapalhada, mas logo pegou o jeito. Batia uma punheta gostosa, olhando fundo nos meus olhos. Deitei na cama, e ela me beijou a boca com tesão antes de descer e pôr os lábios no meu pau. Beijou meu caralho duro e começou a empurrá-lo pra dentro da boquinha quente e molhada, colocando o máximo possível pra dentro. Chupava com gosto, me fazendo delirar de tesão. Ia gozar quando ela me tirou da boca, e começou a lambê-lo da base à cabeça, com movimentos rápidos. Avisei que iria gozar então ela recomeçou a punheta. Gozei rápido, em jatos fortes que escapavam de sua mão e caiam em seus peitos e rosto. ELa se divertia com aquilo, vendo o estrago que tinha feito. Decidimos então tomar um banho, e os dois sabíamos que ainda ia ter muito mais. Depois de nos lavarmos recomeçamos a brincar. Foi aí que ela me perguntou se tinha uma camisinha. Sem nem me dar ao trabalho de me secar, saí correndo até o quarto, molhando o chão todo. Voltei com a camisinha pra encontrá´-la se masturbando. Me disse que estava só aquecendo pra mim. Me ajoelhei então, e fiquei lambendo seu grelinho enquanto ela o massageava. Parou logo, e me pediu pra pôr a camisinha. Fiquei de pé atrás dela, e emborrachei meu pau, já duro e pronto pro serviço. Ela se inclinou um pouco, arrebitando a bundinha pra mim, a xaninha rosada já encharcada. Pus a cabeça na entrada e fui empurrando. Ela não reclamava. Enfiei mais um pouco, perguntei se estava doendo. Ela disse que sim, mas o prazer era muito maior. Coloquei mais então, ela gemeu e abriu mais as pernas, fazendo o resto do meu pau entrar. Comecei a ir e vir me apoiando na parede do box, com ela gemendo na minha frente, a pele molhada grudando na minha quando metia. Segurei seu queixo e virei sua cabeça, tascando-lhe um beijo gostoso na boca. Ela retribuiu rebolando gostoso, muito gostoso. Enfiei mais fundo, começamos a ir e vir bem rápido. Ela gemia, eu gemia e os dois adorávamos. Avisou que ia gozar e foi o que fez, se derretendo toda. Vendo aquela situação senti meu orgasmos chegando, a agarrei pelos cabelos, puxando sua cabeça pra trás e lhe beijei de novo, enquanto gozava alucinadamente em sua bucetinha quente e gostosa. Depois tomamos banho juntos de novo, e ficamos nos curtindo até a noitinha, quando meu pai chegou do trabalho e meu irmão do colégio. Íamos continuar fingindo que nada acontecia, eu com minha namorada, ela com os rolos dela. Mas nos comendo sempre que possível. Tenho 20 anos, moro no Rio e curto sexo casual e sem compromissos. Não tenho namorada nem sou casado, e respondo a todos os e-mails que recebo no [email protected] estou sempre procurando mulheres dispostas a fazerem sexo apenas porque é bom, sem distinção de idade ou experiência. Me escrevam.
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