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Engravidando Meu Garoto

📅 Publicado em: 05/11/2022 14:22

👤 Autor: garotinhodopapai

🏷️ Tags: #Gay #Incesto #Teen
Meu filho procurou a voz, limpando a garganta.

— A mamãe é bem sortuda, em pai? — olhou para a porta do meu quarto nervoso.

Não entendi a princípio, e fitei a porta a seu exemplo.

Então a ficha caiu.

Era o sinal que eu esperava depois de meses. Depois que encontrei minhas cuecas usadas escondidas em seu quarto e quase o flagrei surripiado uma das minhas camisinhas usadas cheia de porra do banheiro...

Agora eu tinha certeza: meu filho desejava o próprio pai... e só não rolaria algo agora, se eu não quisesse.

Olhei rapidamente para o corredor silencioso na madrugada e então para ele.

— Uma sortuda? A tua mãe mal aguenta a minha rola, garoto. — questionei ajeitando a cueca que colava nas coxas e marcava a silhueta.

Ele fitou-me um momento mais, então se recostou na parede à minha frente. Olhou outra vez para a quarto onde a mãe dormia e esboçou um sorrisinho, deslizando os olhos até minha cueca.

Meu coração acelerou e senti-me excitar. A seu exemplo, também esbocei um sorriso, e procurei controlar a empolgação.

— Ah, acho que estou entendendo — umedeci os lábios, conferindo o corredor — Bem, a sorte não é para todos... mas — toquei o volume, dando uma leve apertada — se você quiser — sussurrei confidente — também pode ser “sortudo”. Acha que aguenta o rolão do papai?

Ele sorriu e outra vez conferiu a porta entreaberta do meu quarto.

Eu procurei a voz.

— A sua mãe está dormindo. Acabei de gozar gostoso na buceta dela. Decidimos que vamos te dar um irmãozinho.

Os olhos dele faiscaram.

— Então não posso esperar pra te dividir com outro pirralho — disse enciumado.

— Tem certeza?

Perguntei, apontando pro meu pau. Questionando o que estávamos prestes a fazer.

Eu iria mesmo comer o meu próprio filho?

— Absoluta.

Respondeu olhando-me profundamente.

— Entra aí. — mandei abrindo a porta do quarto dele.

Recostei a porta quando o Junior passou, e puxando a extremidade do meu pau para fora da cueca, dei alguns passos até a janela masturbando-o.

Recostei-me à latera da janela, fechando a cortina. Fiz um sinal para que meu filho viesse me mamar logo.

A cortina era fina e a luz da rua passava por ela.

Umedecendo os lábios vi meu moleque dar passos apressados até onde eu estava, e ajoelhando-se à minha frente, deslizou minha cueca um pouco mais até meus joelhos, tomou meu cacete, punhetou levemente, e sorriu fitando sua aparência.

Era um cacete maduro, com veias marcadas e bolas pesadas que faziam sombra no chão. As bolas de onde ele saiu...

— Mama de uma vez. Não era isso que você queria seu puto. A cacete do papai? Há dias estou louco por essa boca safada mamando meu leite. Minha rola ainda tá melada com a buceta da sua mãe. Gozei bem fundo pra engravidar ela. Te dar um irmãozinho...

— Não quero um irmão. Eu só quero a sua rola pai.

Ele lambeu a cabeça, sentindo o gosto da buceta da mãe e o cheiro do pau do pai.

A cabeça era bem redonda, e deixou sua língua com um rastro de pré-gozo.

Eu ofeguei.

Caralho!! Aquilo estava mesmo acontecendo?

Junior permanecia a deslizar a língua sobre a cabeça, e após ter certeza de que era agradável, abocanhou.

Senti seus lábios deslizarem pela extensão, até o fim da base, molhando meu pau com saliva, enquanto seus dedos ajeitavam minha penca de bolas. Ele puxava os lábios, deslizava uma das mãos por meu tórax sentindo os pentelhos, e eu conferia a porta do quarto, caso sua mãe nos apanhasse...

Eu ofeguei revirando os olhos com o movimento de sua língua.

— Isso filhão. Mama, mata essa vontade da rola do papai, mata. Foi daí que tu saiu...

Minhas mãos deslizaram por entre seus cabelos, meu coração pulsava agitado e meu peitoral estava vermelho de tesão e adrenalina.

Na boca do meu filho, meu pau latejava abocanhado, roçando a língua, espetando suas bochechas, anunciando uma enxurrada de leite que estava por chegar.

— Chega. Chega, filho.

— O que foi pai?— ele se ergueu limpando os lábios, e eu ofeguei.

— O papai vai gozar.

— Ótimo, quero tomar o seu leite, pai. Sempre sonhei com isso.

— Tem certeza Junior?

— Claro o máximo que já consegui provar foi o leite das suas camisinhas usadas.

Disse abrindo um sorrido safado na boca vermelhinha.

— Seu putinho. Então o papai vai de dar leite, mas quero em outro lugar. Quero no seu cuzinho. Quero te engravidar do jeito que fiz com a sua mãe.

— E isso é possível pai? Eu ficar grávido do senhor?

Meu filho ainda era tão inocente.

— Só quando pai fode o cuzinho do filho. Você não tem medo de ficar grávido do papai?

— Não pai, só quero seu leite dentro de mim.

— Acha que aguenta a rola do papai?

Ele olhou para o meu pau pulsando pra cima e pra baixo na penumbra. Era grosso, pesado, enorme pra ele...

— Se a mamãe aguenta eu também aguento, pai.

Eu toquei sua cintura e o conduzi à cama. Ali, o virei de costas, abaixei sua calça de pijama, e fiz com que ficasse de quatro sobre os joelhos.

— Fica nessa posição, filhão.

Abri sua bunda. Uma bunda branquinha, grande e redonda.

— Caralho, papai mal pode acreditar que vai comer esse cuzinho...

— Me engravida, pai. — ele estava sedento, louco pela minha pica.

Eu abri a divisão, observando seu anel rosado piscar. Deslizei meu dedo por ele, e não demorei a me aproximar batendo minha rola grande e pesada na sua entrada.

Tap.. Tap... Tap...

— Fique empinado! Isso filho. — Eu masturbava o meu pau e cuspia na sua cabeça lubrificando-o .

Eu posicionei a cabeça no orifício dele, pincelando em seu anel, então ajeitei a sua cintura fina e ofegando ao seu ouvido, sussurrei...

— Abre o cuzinho pro pai, filhão. Isso! Abre! Isso. Se prepara que o papai já vai entrar....

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