Com a Sobrinha de 7 o Prazer foi Rápido
Pirulito? Eu chupo assim, ó...
Era tarde de sexta-feira. Estávamos só ela e eu em casa. A gente brincava de pega-pega. Corríamos pela sala, de um lado para o outro, indo pra cozinha, correndo ao redor da mesa, e voltando pra sala, tudo na maior inocência. Eu até parecia que tinha a mesma idade que ela, correndo pela casa que nem doido. Mas aí, do nada, como se fosse algo premeditado, eu passei a olhar pra ela de um jeito diferente: botando reparo nas curvas do corpinho dela que a sainha jeans e a camisetinha regata tornavam atraentes. O meu Pau, imprudente que só ele, logo começou a dar sinal de vida, endurecendo a media em que eu a comia com os olhos cheios de desejo e perversão. Nessa hora, enquanto o dito cujo teimava em crescer dentro da bermuda sem cueca, a Luiza, que recém havia deixado a nossa brincadeira de pegar de lado, agora se distraída com os desenhos no celular. Ela tava jogadinha no sofá, o de dois lugares, de perninhas abertas - Imagina! - a calcinha pequena, de cor branquinha, marcando a Bucetinha, cujo volume era desproporcional para sua pouca idade. "Deus do céu, isso não tá acontecendo", eu pensei. Nisso a minha Piroca já tinha atingido o seu tamanho máximo: eram 15cm de uma Pica que me pareceu maior do que realmente era. Aí teve aquele "Que isso, tio?", a voz rouca dela me pareceu distante, como se eu tivesse perdido dentro de um sonho. "É o meu Pinto", eu respondi, assim meio que no automático. Nisso ela disse - entre os risinhos de uma genuína inocência infantil - que sabia que aquilo era o meu Pinto. "Mas por que ele tá assim?", ela queria saber, fazendo aquela carinha de menina sapeca, colocando o dedinho indicador na boquinha e apontando com o outro pro volume na minha bermuda. Eu até pensei em dizer que ele tava Duro assim por causa dela, mas achei melhor falar que era porque eu tava sem cueca. Mas aí teve aquele "Bota ele pra fora" seguido de um "Eu quero ver" que me fez perder de vez o juízo. "Vem cá você botar ele pra fora", eu disse, já então completamente Tarado naquela delicinha. Em resposta ela fez que não com a cabeça. Nisso eu dei alguns passos na direção dela e, como quem muda de ideia, ele meio que tentou baixar minha bermuda. "Calma, menina", eu disse, pegando as mãozinhas dela e evitando que ela tirasse do jeito errado. "É assim que o tio quer", continuei, descendo o zíper eu mesmo. "Posso tirar", ela perguntou. "O Pinto pra fora pode", eu expliquei, caso ela ainda não tivesse entendido que não era pra tirar a bermuda. "Só o Pinto, tá bom?!", e nisso a mãozinha dela já tava lá dentro tentando trazer a Piroca pra fora. "Nossa, tio, que Pintão!", foi a primeira coisa que ela disse. "Mama que nem tu chupa pirulito", eu disse, indo direto ao ponto. Nisso ela pegou o Pau na mão e já foi logo com a boca na direção dele. "Pirulito? Eu chupo assim, ó...", ela disse, segundos antes de iniciar o seu primeiro boquetinho. E que boquinha - meu Deus! - tão quentinha e macia que me fez gozar quase que na mesma hora. "Espera, Luiza", eu disse, tirando a Piroca da boquinha dela. Um jato forte de Porra saiu e atingiu em cheio aquele rostinho. "Quero chupar mais", ela disse, como se reclamasse, antes de ser esporrada na cara. Aí teve aquele "Que isso, tio" seguido de uma carinha de nojo. Eu pensei em dizer que era leite de Pau, mas achei melhor falar que aquilo era cola de fazer slime. "Cola de slime?", ela repetiu, tirando a Goza do rosto. Depois ele foi pro banheiro, acho que pra se limpar. Só pena que a ejaculação tenha sido precoce. Queria ter aproveitado mais a boquinha de veludo da filha delicia da minha irmã, cuja boquinha também era de uma maciez sem igual, o que me leva a concluir que a Luiza teve a quem puxar. Boqueteirazinha que nem a mãe dela era quando tinha a mesma idade. Foi como se eu tivesse voltado ao remoto ano 2000. Época em que eu fazia de Boceta a boquinha da mãe dela. Tomara que eu possa repetir com a filha o que eu fazia com a mãe. O ponta pé inicial já foi dado. Que venha agora as mexidinhas na Xaninha com a sobrinha sentada no colinho do titio aqui. Se acontecer, ou quando acontecer, eu venho aqui e CONTO...
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