Meu fetiche por ser corninho da minha namorada 🤘
Era um sábado final do dia minha namorada havia saido para ir no salão de beleza, e eu esperava ela em casa, enquanto eu assistia tv, aguardava ansioso para poder admirar aquela morena gostosa ainda mais gataa, só não contava que ela iria trazer surpresa para casa para o corninho dela 🤘😈:
Eu estava em casa quando minha namorada chegou com um homem desconhecido, moreno pele clara , boa pinta, elegante, corpo Atlético.
Ela sorriu de forma safada e me disse que eu seria seu corninho hoje.
O comedor era alto, forte e já tinha as mãos na cintura dela.
Ela me olhou nos olhos e disse: "Hoje você vai ver como uma putinha se diverte".
O homem tirou a roupa e mostrou um pau enorme, grosso e já duro, era branco como ela sempre teve a tara em dar, para um pauzao grande branco .
Minha namorada ajoelhou na frente dele e começou a chupar aquele pau grosso.
Ela olhava para mim enquanto engolia o pau do comedor até o fundo.
Eu sentia meu próprio pau latejando dentro das calças.
Ela gemia alto enquanto o pau do comedor batia no fundo da garganta dela.
Depois de chupar bastante, ela se levantou e tirou a roupa.
Sua buceta estava molhada, brilhando de tesão.
O comedor deitou ela no sofá e abriu suas pernas.
Ele esfregou a cabeça do pau na entrada da buceta dela.
Então enfiou tudo de uma vez, fazendo ela gritar de prazer.
Eu assistia tudo, sentado na cadeira, sem conseguir desviar o olhar.
O pau do comedor entrava e saía da buceta dela sem parar.
Minha namorada gemia meu nome, mas era o nome do comedor que ela gritava.
Ela olhava para mim e sorria, sabendo que eu era só o corninho.
O comedor fodia ela com força, fazendo o sofá tremer.
A buceta dela aceitava todo aquele pau grosso sem dificuldade.
Ela gozou pela primeira vez, tremendo e gritando.
O comedor não parou, continuou metendo sem piedade.
Eu via o pau dele brilhando com os fluidos da buceta dela.
Minha namorada gozou de novo, ainda mais forte.
O comedor segurou ela pela cintura e meteu mais fundo.
Eu ouvia o barulho molhado da buceta sendo fodida.
Ela pedia mais pau, mais forte, mais fundo.
O comedor aumentou o ritmo, fodendo ela como um animal.
Minha namorada gozou pela terceira vez, completamente entregue.
O comedor finalmente gozou, enchendo a buceta dela de porra quente.
Ele tirou o pau e eu vi o esperma escorrendo da buceta dela.
Minha namorada olhou para mim com um sorriso safado.
Ela me chamou com o dedo: "Vem cá, corninho".
Eu me aproximei, sentindo o cheiro de sexo no ar.
Ela abriu mais as pernas, mostrando a buceta gozada.
"Lambes, corninho", ela ordenou.
Eu me ajoelhei entre as pernas dela.
A porra do comedor escorria da buceta dela.
Eu comecei a lamber devagar, sentindo o gosto salgado.
Minha namorada gemeu quando minha língua tocou sua buceta.
Ela segurou minha cabeça e pressionou contra sua buceta gozada.
Eu lambi toda a porra que o comedor tinha deixado.
O gosto era forte, misturado com o sabor da buceta dela.
Ela ria enquanto eu limpava tudo com a língua.
O comedor assistia tudo, ainda com o pau semi-duro.
Minha namorada gozou de novo só com minha língua.
Eu continuei lambendo até não sobrar mais nada.
Ela me puxou para cima e me beijou na boca.
Eu sentia o gosto da porra na língua dela também.
O comedor se aproximou e esfregou o pau no meu rosto.
Ela riu e disse: "esse é o pauzaoque vai sempre me comer, corninho".
Ela mandou Eu abrir a boca , ela fez questão de fazer com que a porra do pau do comedor escorresse direto da fonte para a minha boca , provei a porra que pongava do pau que tinha fodido minha namorada.
O gosto da buceta dela ainda estava no pau dele pude sentir através do esperma que escorria para a minha boca.
Minha namorada assistia tudo, tocando sua buceta.
O comedor ficou duro de novo.
Ela me empurrou de volta para sua buceta.
Eu lambi mais, sentindo ela gozar na minha língua.
O comedor gozou de novo, desta vez no meu rosto.
A porra quente escorreu pelo meu queixo.
Minha namorada lambeu o rosto e me beijou de novo.
Ela me chamou de corninho várias vezes.
O comedor se vestiu e saiu, deixando nós dois sozinhos.
Minha namorada me puxou para o quarto.
Ela me deitou na cama e sentou na minha cara.
Eu lambi sua buceta por mais tempo.
Ela gozou mais duas vezes na minha boca.
Ela me fez lamber meu próprio gozo também.
Eu me senti completamente submisso a ela.
Minha namorada me abraçou e me disse que me amava.
Mas que eu era o corninho dela agora.
Ela me contou que o comedor voltaria amanhã.
Eu senti meu pau endurecer de novo.
Ela percebeu e riu, me chamando de corno manso.
Nós dormimos abraçados, com o cheiro de sexo no ar.
Pela manhã, ela já estava mandando mensagens para o comedor.
Eu assisti ela se arrumar para o encontro.
Ela me beijou na boca antes de sair.
Eu sabia que quando ela voltasse, eu lamberia mais porra.
Eu esperei em casa, imaginando ela sendo fodida.
Quando ela chegou, a buceta estava cheia novamente.
Eu me ajoelhei automaticamente.
Ela sorriu e abriu as pernas para mim.
Eu lambi toda a porra do comedor mais uma vez.
Ela gozou na minha boca, me chamando de corninho safado.
Eu gozei enquanto lambia sua buceta.
Ela me fez engolir tudo.
Nós repetimos isso por várias semanas.
O comedor vinha sempre, fodendo ela na minha frente.
Eu sempre lambia a porra depois.
Minha namorada me transformou no corno limpador e submisso a ela.
Eu aceitava meu papel de corninho sem reclamar.
A buceta dela era só para paus maiores que o meu agora.
Eu era só a língua que limpava tudo.
Ela me amava mais por ser tão submisso.
O comedor virava meu "amigo" também.
E sempre, no final, eu lambia toda a porra da buceta dela.
Eu estava em casa quando minha namorada chegou com um homem desconhecido, moreno pele clara , boa pinta, elegante, corpo Atlético.
Ela sorriu de forma safada e me disse que eu seria seu corninho hoje.
O comedor era alto, forte e já tinha as mãos na cintura dela.
Ela me olhou nos olhos e disse: "Hoje você vai ver como uma putinha se diverte".
O homem tirou a roupa e mostrou um pau enorme, grosso e já duro, era branco como ela sempre teve a tara em dar, para um pauzao grande branco .
Minha namorada ajoelhou na frente dele e começou a chupar aquele pau grosso.
Ela olhava para mim enquanto engolia o pau do comedor até o fundo.
Eu sentia meu próprio pau latejando dentro das calças.
Ela gemia alto enquanto o pau do comedor batia no fundo da garganta dela.
Depois de chupar bastante, ela se levantou e tirou a roupa.
Sua buceta estava molhada, brilhando de tesão.
O comedor deitou ela no sofá e abriu suas pernas.
Ele esfregou a cabeça do pau na entrada da buceta dela.
Então enfiou tudo de uma vez, fazendo ela gritar de prazer.
Eu assistia tudo, sentado na cadeira, sem conseguir desviar o olhar.
O pau do comedor entrava e saía da buceta dela sem parar.
Minha namorada gemia meu nome, mas era o nome do comedor que ela gritava.
Ela olhava para mim e sorria, sabendo que eu era só o corninho.
O comedor fodia ela com força, fazendo o sofá tremer.
A buceta dela aceitava todo aquele pau grosso sem dificuldade.
Ela gozou pela primeira vez, tremendo e gritando.
O comedor não parou, continuou metendo sem piedade.
Eu via o pau dele brilhando com os fluidos da buceta dela.
Minha namorada gozou de novo, ainda mais forte.
O comedor segurou ela pela cintura e meteu mais fundo.
Eu ouvia o barulho molhado da buceta sendo fodida.
Ela pedia mais pau, mais forte, mais fundo.
O comedor aumentou o ritmo, fodendo ela como um animal.
Minha namorada gozou pela terceira vez, completamente entregue.
O comedor finalmente gozou, enchendo a buceta dela de porra quente.
Ele tirou o pau e eu vi o esperma escorrendo da buceta dela.
Minha namorada olhou para mim com um sorriso safado.
Ela me chamou com o dedo: "Vem cá, corninho".
Eu me aproximei, sentindo o cheiro de sexo no ar.
Ela abriu mais as pernas, mostrando a buceta gozada.
"Lambes, corninho", ela ordenou.
Eu me ajoelhei entre as pernas dela.
A porra do comedor escorria da buceta dela.
Eu comecei a lamber devagar, sentindo o gosto salgado.
Minha namorada gemeu quando minha língua tocou sua buceta.
Ela segurou minha cabeça e pressionou contra sua buceta gozada.
Eu lambi toda a porra que o comedor tinha deixado.
O gosto era forte, misturado com o sabor da buceta dela.
Ela ria enquanto eu limpava tudo com a língua.
O comedor assistia tudo, ainda com o pau semi-duro.
Minha namorada gozou de novo só com minha língua.
Eu continuei lambendo até não sobrar mais nada.
Ela me puxou para cima e me beijou na boca.
Eu sentia o gosto da porra na língua dela também.
O comedor se aproximou e esfregou o pau no meu rosto.
Ela riu e disse: "esse é o pauzaoque vai sempre me comer, corninho".
Ela mandou Eu abrir a boca , ela fez questão de fazer com que a porra do pau do comedor escorresse direto da fonte para a minha boca , provei a porra que pongava do pau que tinha fodido minha namorada.
O gosto da buceta dela ainda estava no pau dele pude sentir através do esperma que escorria para a minha boca.
Minha namorada assistia tudo, tocando sua buceta.
O comedor ficou duro de novo.
Ela me empurrou de volta para sua buceta.
Eu lambi mais, sentindo ela gozar na minha língua.
O comedor gozou de novo, desta vez no meu rosto.
A porra quente escorreu pelo meu queixo.
Minha namorada lambeu o rosto e me beijou de novo.
Ela me chamou de corninho várias vezes.
O comedor se vestiu e saiu, deixando nós dois sozinhos.
Minha namorada me puxou para o quarto.
Ela me deitou na cama e sentou na minha cara.
Eu lambi sua buceta por mais tempo.
Ela gozou mais duas vezes na minha boca.
Ela me fez lamber meu próprio gozo também.
Eu me senti completamente submisso a ela.
Minha namorada me abraçou e me disse que me amava.
Mas que eu era o corninho dela agora.
Ela me contou que o comedor voltaria amanhã.
Eu senti meu pau endurecer de novo.
Ela percebeu e riu, me chamando de corno manso.
Nós dormimos abraçados, com o cheiro de sexo no ar.
Pela manhã, ela já estava mandando mensagens para o comedor.
Eu assisti ela se arrumar para o encontro.
Ela me beijou na boca antes de sair.
Eu sabia que quando ela voltasse, eu lamberia mais porra.
Eu esperei em casa, imaginando ela sendo fodida.
Quando ela chegou, a buceta estava cheia novamente.
Eu me ajoelhei automaticamente.
Ela sorriu e abriu as pernas para mim.
Eu lambi toda a porra do comedor mais uma vez.
Ela gozou na minha boca, me chamando de corninho safado.
Eu gozei enquanto lambia sua buceta.
Ela me fez engolir tudo.
Nós repetimos isso por várias semanas.
O comedor vinha sempre, fodendo ela na minha frente.
Eu sempre lambia a porra depois.
Minha namorada me transformou no corno limpador e submisso a ela.
Eu aceitava meu papel de corninho sem reclamar.
A buceta dela era só para paus maiores que o meu agora.
Eu era só a língua que limpava tudo.
Ela me amava mais por ser tão submisso.
O comedor virava meu "amigo" também.
E sempre, no final, eu lambia toda a porra da buceta dela.
Nenhuma reação ainda.
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