Eu e a Lilian
Eu e a Lílian
Há momentos que tornam-se parte da estrutura e nossas vidas. Embora muita gente creia que nossa vida é feita apenas daquilo que chamam de socialmente correto, o mundo se faz mesmo e nas entrelinhas da moralidade. Ser feliz dentro das regras do jogo é anseio para louco. O que vou lhes contar hoje é uma experiência de um bom tempo desta vida, que guardo com saudade dentro do meu coração e sinto presente em cada centímetro da minha pele. Penso, que viver seja isso, ter dentro de si uma poupança momentos únicos e felizes, para que no dia em que faltar motivo para ir em frente, tenhamos onde ir buscar coisas boas para adoçar a vida e justifica-la.
Em 1997 fui transferido de localidade. Deixei uma cidade do interior paulista e por força do trabalho vim trabalhar em uma cidade da Grande SP. Tudo isso muito contra vontade, mas o dinheiro que ganharia foi importante da decisão. Grande Cidade, vida nova, sem contatos, sem amigos, me restava sair pelas ruas mesmo com medo e ir conhecer pessoas. Meu jeitão de interiorano ajuda muito ao mesmo tempo que me expunha a riscos. E assim seguia, conhecendo primeiro a dona da banca de jornal ali da esquina, o mecânico e um dia a Lílian.
Foi muito engraçado. Entrei na padaria para comprar cigarros e lá vinha ela. Magrinha ou falsa magra, cabelo ruivo no ombro, barriguinha de fora, jeito de menina aquele que as mulheres jamais deveriam perder. Entrou na padaria, me olhou, pediu também um maço de cigarros no caixa e saiu. Fiquei ali sem ação, mas logo acordei fui lá peguei o carro e dei a volta no quarteirão para encontra-la. Primeira passada de carro, ela olhou assim meio de lado. Na segunda encontrei-a já numa rua secundária, parei o carro e chamei-a e ela veio. Começamos a conversar e logo estávamos rindo muito. Descobrimos que fazíamos aniversário no mesmo dia, ela ali sentada na guia e eu com a porta do carro aberta. Convidei-a então para irmos até a Casa de Pedra, um lugar bonito de onde se em uma vista esplendida. Pensei que não ia aceitar, trata-se de um lugar fora da cidade, mas ela levantou, deu aquele limpada gostosa na parte traseira das calças, deu a volta e entrou no carro. Lembro de cada gesto e principalmente da espontaneidade que tirou de mim aquela coisa do vou comer que a gente sente diante dos rodeios vazios e falsos de mulheres cheias de falsos pudores.
Que linda visão. A Casa de Pedra ? Não, aquela delicia sentadinha ali, cada gesto uma obra de arte de delicadeza e bom gosto. Chegamos na casa de pedra e fomos olhar a paisagem. O pouco do frio, fez com que em dado momento a abraçasse por trás e aquele gesto virou ternura, que logo depois levou a um demorado beijo quando voltamos ao carro. É interessante como a naturalidade deixa de lado o desejo barato e imediatista, assim levei-a a embora e marcamos de sair a noite. Fui para casa, banho, barba, roupa e fui busca-la. Pelo interfone o porteiro dela avisou, logo desce com uma mini saia linda, botinhas, um cinturão que divide o corpo. Entra no carro e sinto o perfume dela, não aquela coisa enjoativa do perfume do vidro, mas aquele frescor. Eu um homem com 36 anos, ela uma menina de 24. Fomos jantar, rimos muito e depois dali fomos ao meu apartamento. Como é bonito uma mulher que sabe ser mulher, que não tem meia conversa, que não diz isso faço ou não faço, ou o que vão pensar de mim a gente já pensa mesmo (risos).
Namoramos duas horas no sofá e ai resolvi tocar seus seios. Aquilo era pontudo demais, durinho, gostoso e olhando aquela cara de criança feliz ficava melhor ainda. Aquelas mamilinhos durinhos, que trazia para perto de mim e esfregada na minha pele me deixavam doidos. Tirei sua calcinha sem tirar sua mini saia ou as botinhas, tirei também a blusa e fiquei ali muito tempo brincando com meus dedos e unhas, alisando, arranhando, sentindo ela ficar molhadinha e sem ar. De quando em quando um beijo longo destes que nunca mais dei em ninguém tirava-nos do ar. Pedi que ela ficasse de pé no sofá, e ela ficou. Uma visão dos deuses, só de mina saia e botinhas, mãozinha na cintura, meio sem jeito, ar juvenil e doce. Chupei aquela mulher uns 30 minutos e ela gozava de pé e quase caia, ria e apoiava na parede, mas com as pernas cada vez mais moles enfim veio e sentou no meu colo e me deu um abraço que não me sai da vida. Logo sentou-se em meu sexo e transamos com força, vida transamos muito gozei deliciosamente, perdi o fôlego e um pouco dos sentidos.
Quando voltei a mim, ali estava ele comendo chocolate. Gente, naquele dia aprendi que há muitas formas de comer um chocolate, porque aquilo me fez ter uma ereção forte e gostosa. Ela se lambuzava com o tablete e ria baixinho da minha cara séria. Levantei, abracei-a prendendo suas mãos para trás e beijei-a muito, boca, pescoço, ombros....ah ! sim, fiz amor um dia.
Estranhamente não sentia de meter se é esta a palavra. Queria agradar, tocar, beijar, lamber, queria entrar inteiro nela e não apenas com meu pênis. Tem horas que um pinto é pouco. A gente quer transar com a alma da outra pessoa. Eu estava ali vivendo um dia se sonho, um dia de incondicionalidade e assim.. parei tudo e disse a ela: Você pode viajar ? Ela riu, e perguntou para onde. Lembrando de outros momentos bons da minha vida disse: Paraty !!! Ela nem sabia onde ficava isso, estamos na grande SP< três ou quatro horas de carro, já passava das duas da manhã.....saímos de mãos de dadas, entramos no carro, sem mala, sem nada e descemos para a Rio-Santos.
Eu não sei o que é o amor que dura, mas soube naqueles dias o que é a amor. Tudo estava tão perfeito que o mundo parecia ter sido feito só para nos dois. Mesmo os poucos carros na estrada pareciam não existir, e ao som do Pink Floyd apenas íamos. Beijos, abraços, ora rudes, ora leves, passar as mãos naquelas pernas era o carinho-caricia mais forte, sentir sua boca fria pelo prazer....
Vimos o sol nascer juntos no cais de Paraty. Gozei naquele dia como um garoto, de pé com roupas, tanto era o tesão. Tomamos café da manhã dando um na boca do outro e fomos procurar lugar para dormir. Na Pousada Coxixo deitamos e dormimos abraçados e eu não durmo abraçado com ninguém. Acordamos a tardezinha e fomos para o por do sol. Ali tudo estava sereno, mão na mão, coisa de namoradinho do meu tempo. Tratamos de comprar roupas e eu escolhi a lingerie cheia de desenhos infantis. Dei a ela dois vestidos indianos, cor escura que realaçvam aquela pele branca. Ela foi experimentar e me chamou na porta do trocador, quando cheguei me puxou para dentro e me beijou, beijou.....
Então veio a noite. Banho tomado, saímos para comer um camarão. Em meio ao caminho um grupo tocando e ela começa a dançar. Foi um dos momentos mais sensuais que vi em todos estes 40 anos, a pontinha do dedo na boca, os pés leves, a dança de uma menina, uma garota. Saímos da rua para um beco e quase que perco a cabeça, mas ficamos contidos. Fomos jantar e voltamos para o hotel.
Sentei a beira da cama, confesso muito confuso. De repente vem ela, havia tirado a parte de cima do vestido e mesmo sem música, com os seios de fora e os ombros a mostra começou a dançar. Trouxe-a para mim, levantei o vestido tirei a calcinha e sentei- no meu colo. Apenas esfregava meu sexo no seu sexo aquele roçar durou um tempinho ela gozou. Pedi que ficasse de pé e se masturbasse a minha frente. Ela começou, pedi que passasse o outro dedinho nos seios, ela o fez. Seu rosto começou a brilhar mais ainda, puxei para perto e deixei que me chupasse. Ela passou a língua bem devagarinho na cabecinha, depois foi lambendo o resto com a pontinha da língua. Sentou-se no chão, botou o dedo na boca, molhou o dedo e veio passa-lo: quase morri e se tivesse morrido seria uma morte feliz. Ensinei então a passar a ponta da lingua embaixo do meu saco e ela ria de ver meu desespero de prazer. Coloquei-a de quatro e a possui por trás, ela mexia devagar, gemia baixinho e me fez gozar muito. Dormimos assim, meio pelados, meio de roupa....na verdade desmaiamos.
Acordo com ela meu chupando e me punhetando um carinho com as duas mãos juntinhas. Dou risada e ela sem mais nem menos me diz assim: não gostou da minha bundinha ? Gente aquilo era demais, primeiro porque a bundinha era aquela coisa arrebitada sem uma gordurinha que fosse, bundinha mesmo: segundo porque aquelas cabelos loirinhos ali na base da coluna eram demais. Levantei, a pus de bruços e comecei a chupa-la por trás. Resolvi que iria mata-la com a língua e ela se agarrava ao lençol, puxava e eu judiando, com língua e dedos. Subi a boca por suas costas e fui lambendo e mordiscando, notei que ela já não agüentava mais, havia gozado muito. Tendo o pênis pequeno, mas grosso temi machuca-la. De relance olhei a bandeja com nosso café da manhã que já estava ali no quarto e peguei o iogurte para lubrificar. Foi entrando devagarinho como deveria sempre ser fui sendo recebido, acolhido e gozamos juntos e gostoso.
A viagem de volta foi maravilhosa. Poucas vezes me senti homem como naqueles momentos. Mulher de verdade nos leva a isso.
Depois disso passamos meses felizes, viajando, curtindo um dia destes se em outra madrugada as lembranças voltarem até conto. Descobri depois que Lílian havia vindo do Paraná e morava com parentes distantes que não ligavam nada para ela. Infelizmente , por coisas do destino ela foi embora desta vida.
Se você gosta de conversar, escreva-me. Se votarem quem sabe conto nossa ida para MG.
Quarentão
ssmt@bol.com.br
Há momentos que tornam-se parte da estrutura e nossas vidas. Embora muita gente creia que nossa vida é feita apenas daquilo que chamam de socialmente correto, o mundo se faz mesmo e nas entrelinhas da moralidade. Ser feliz dentro das regras do jogo é anseio para louco. O que vou lhes contar hoje é uma experiência de um bom tempo desta vida, que guardo com saudade dentro do meu coração e sinto presente em cada centímetro da minha pele. Penso, que viver seja isso, ter dentro de si uma poupança momentos únicos e felizes, para que no dia em que faltar motivo para ir em frente, tenhamos onde ir buscar coisas boas para adoçar a vida e justifica-la.
Em 1997 fui transferido de localidade. Deixei uma cidade do interior paulista e por força do trabalho vim trabalhar em uma cidade da Grande SP. Tudo isso muito contra vontade, mas o dinheiro que ganharia foi importante da decisão. Grande Cidade, vida nova, sem contatos, sem amigos, me restava sair pelas ruas mesmo com medo e ir conhecer pessoas. Meu jeitão de interiorano ajuda muito ao mesmo tempo que me expunha a riscos. E assim seguia, conhecendo primeiro a dona da banca de jornal ali da esquina, o mecânico e um dia a Lílian.
Foi muito engraçado. Entrei na padaria para comprar cigarros e lá vinha ela. Magrinha ou falsa magra, cabelo ruivo no ombro, barriguinha de fora, jeito de menina aquele que as mulheres jamais deveriam perder. Entrou na padaria, me olhou, pediu também um maço de cigarros no caixa e saiu. Fiquei ali sem ação, mas logo acordei fui lá peguei o carro e dei a volta no quarteirão para encontra-la. Primeira passada de carro, ela olhou assim meio de lado. Na segunda encontrei-a já numa rua secundária, parei o carro e chamei-a e ela veio. Começamos a conversar e logo estávamos rindo muito. Descobrimos que fazíamos aniversário no mesmo dia, ela ali sentada na guia e eu com a porta do carro aberta. Convidei-a então para irmos até a Casa de Pedra, um lugar bonito de onde se em uma vista esplendida. Pensei que não ia aceitar, trata-se de um lugar fora da cidade, mas ela levantou, deu aquele limpada gostosa na parte traseira das calças, deu a volta e entrou no carro. Lembro de cada gesto e principalmente da espontaneidade que tirou de mim aquela coisa do vou comer que a gente sente diante dos rodeios vazios e falsos de mulheres cheias de falsos pudores.
Que linda visão. A Casa de Pedra ? Não, aquela delicia sentadinha ali, cada gesto uma obra de arte de delicadeza e bom gosto. Chegamos na casa de pedra e fomos olhar a paisagem. O pouco do frio, fez com que em dado momento a abraçasse por trás e aquele gesto virou ternura, que logo depois levou a um demorado beijo quando voltamos ao carro. É interessante como a naturalidade deixa de lado o desejo barato e imediatista, assim levei-a a embora e marcamos de sair a noite. Fui para casa, banho, barba, roupa e fui busca-la. Pelo interfone o porteiro dela avisou, logo desce com uma mini saia linda, botinhas, um cinturão que divide o corpo. Entra no carro e sinto o perfume dela, não aquela coisa enjoativa do perfume do vidro, mas aquele frescor. Eu um homem com 36 anos, ela uma menina de 24. Fomos jantar, rimos muito e depois dali fomos ao meu apartamento. Como é bonito uma mulher que sabe ser mulher, que não tem meia conversa, que não diz isso faço ou não faço, ou o que vão pensar de mim a gente já pensa mesmo (risos).
Namoramos duas horas no sofá e ai resolvi tocar seus seios. Aquilo era pontudo demais, durinho, gostoso e olhando aquela cara de criança feliz ficava melhor ainda. Aquelas mamilinhos durinhos, que trazia para perto de mim e esfregada na minha pele me deixavam doidos. Tirei sua calcinha sem tirar sua mini saia ou as botinhas, tirei também a blusa e fiquei ali muito tempo brincando com meus dedos e unhas, alisando, arranhando, sentindo ela ficar molhadinha e sem ar. De quando em quando um beijo longo destes que nunca mais dei em ninguém tirava-nos do ar. Pedi que ela ficasse de pé no sofá, e ela ficou. Uma visão dos deuses, só de mina saia e botinhas, mãozinha na cintura, meio sem jeito, ar juvenil e doce. Chupei aquela mulher uns 30 minutos e ela gozava de pé e quase caia, ria e apoiava na parede, mas com as pernas cada vez mais moles enfim veio e sentou no meu colo e me deu um abraço que não me sai da vida. Logo sentou-se em meu sexo e transamos com força, vida transamos muito gozei deliciosamente, perdi o fôlego e um pouco dos sentidos.
Quando voltei a mim, ali estava ele comendo chocolate. Gente, naquele dia aprendi que há muitas formas de comer um chocolate, porque aquilo me fez ter uma ereção forte e gostosa. Ela se lambuzava com o tablete e ria baixinho da minha cara séria. Levantei, abracei-a prendendo suas mãos para trás e beijei-a muito, boca, pescoço, ombros....ah ! sim, fiz amor um dia.
Estranhamente não sentia de meter se é esta a palavra. Queria agradar, tocar, beijar, lamber, queria entrar inteiro nela e não apenas com meu pênis. Tem horas que um pinto é pouco. A gente quer transar com a alma da outra pessoa. Eu estava ali vivendo um dia se sonho, um dia de incondicionalidade e assim.. parei tudo e disse a ela: Você pode viajar ? Ela riu, e perguntou para onde. Lembrando de outros momentos bons da minha vida disse: Paraty !!! Ela nem sabia onde ficava isso, estamos na grande SP< três ou quatro horas de carro, já passava das duas da manhã.....saímos de mãos de dadas, entramos no carro, sem mala, sem nada e descemos para a Rio-Santos.
Eu não sei o que é o amor que dura, mas soube naqueles dias o que é a amor. Tudo estava tão perfeito que o mundo parecia ter sido feito só para nos dois. Mesmo os poucos carros na estrada pareciam não existir, e ao som do Pink Floyd apenas íamos. Beijos, abraços, ora rudes, ora leves, passar as mãos naquelas pernas era o carinho-caricia mais forte, sentir sua boca fria pelo prazer....
Vimos o sol nascer juntos no cais de Paraty. Gozei naquele dia como um garoto, de pé com roupas, tanto era o tesão. Tomamos café da manhã dando um na boca do outro e fomos procurar lugar para dormir. Na Pousada Coxixo deitamos e dormimos abraçados e eu não durmo abraçado com ninguém. Acordamos a tardezinha e fomos para o por do sol. Ali tudo estava sereno, mão na mão, coisa de namoradinho do meu tempo. Tratamos de comprar roupas e eu escolhi a lingerie cheia de desenhos infantis. Dei a ela dois vestidos indianos, cor escura que realaçvam aquela pele branca. Ela foi experimentar e me chamou na porta do trocador, quando cheguei me puxou para dentro e me beijou, beijou.....
Então veio a noite. Banho tomado, saímos para comer um camarão. Em meio ao caminho um grupo tocando e ela começa a dançar. Foi um dos momentos mais sensuais que vi em todos estes 40 anos, a pontinha do dedo na boca, os pés leves, a dança de uma menina, uma garota. Saímos da rua para um beco e quase que perco a cabeça, mas ficamos contidos. Fomos jantar e voltamos para o hotel.
Sentei a beira da cama, confesso muito confuso. De repente vem ela, havia tirado a parte de cima do vestido e mesmo sem música, com os seios de fora e os ombros a mostra começou a dançar. Trouxe-a para mim, levantei o vestido tirei a calcinha e sentei- no meu colo. Apenas esfregava meu sexo no seu sexo aquele roçar durou um tempinho ela gozou. Pedi que ficasse de pé e se masturbasse a minha frente. Ela começou, pedi que passasse o outro dedinho nos seios, ela o fez. Seu rosto começou a brilhar mais ainda, puxei para perto e deixei que me chupasse. Ela passou a língua bem devagarinho na cabecinha, depois foi lambendo o resto com a pontinha da língua. Sentou-se no chão, botou o dedo na boca, molhou o dedo e veio passa-lo: quase morri e se tivesse morrido seria uma morte feliz. Ensinei então a passar a ponta da lingua embaixo do meu saco e ela ria de ver meu desespero de prazer. Coloquei-a de quatro e a possui por trás, ela mexia devagar, gemia baixinho e me fez gozar muito. Dormimos assim, meio pelados, meio de roupa....na verdade desmaiamos.
Acordo com ela meu chupando e me punhetando um carinho com as duas mãos juntinhas. Dou risada e ela sem mais nem menos me diz assim: não gostou da minha bundinha ? Gente aquilo era demais, primeiro porque a bundinha era aquela coisa arrebitada sem uma gordurinha que fosse, bundinha mesmo: segundo porque aquelas cabelos loirinhos ali na base da coluna eram demais. Levantei, a pus de bruços e comecei a chupa-la por trás. Resolvi que iria mata-la com a língua e ela se agarrava ao lençol, puxava e eu judiando, com língua e dedos. Subi a boca por suas costas e fui lambendo e mordiscando, notei que ela já não agüentava mais, havia gozado muito. Tendo o pênis pequeno, mas grosso temi machuca-la. De relance olhei a bandeja com nosso café da manhã que já estava ali no quarto e peguei o iogurte para lubrificar. Foi entrando devagarinho como deveria sempre ser fui sendo recebido, acolhido e gozamos juntos e gostoso.
A viagem de volta foi maravilhosa. Poucas vezes me senti homem como naqueles momentos. Mulher de verdade nos leva a isso.
Depois disso passamos meses felizes, viajando, curtindo um dia destes se em outra madrugada as lembranças voltarem até conto. Descobri depois que Lílian havia vindo do Paraná e morava com parentes distantes que não ligavam nada para ela. Infelizmente , por coisas do destino ela foi embora desta vida.
Se você gosta de conversar, escreva-me. Se votarem quem sabe conto nossa ida para MG.
Quarentão
ssmt@bol.com.br
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