Minha filha putinha
Quando me acordei ela já tinha levantado, achei q não teríamos cara de olhar um para o outro e que ela ira embora para casa da mãe ou outro lugar, mas quando cheguei na sala o café estava na mesa e ela pronta pra sair, tentei falar mas ela colocou a mão docemente na minha boca e disse não diga nada, vou pra casa da mamãe e segunda vou direto para o trabalho e anoite agente conversa. Passei o final de semana na maior angustia, com remorso do que havia acontecido mais ao mesmo tempo excitado pelas lembranças. Na segunda anoite nos encontramos e jantamos no restaurante do flat e por mais que eu tentasse ela não deixou eu tocar no assunto, subimos para o apartamento e ela foi tomar um banho e disse que depois conversaríamos, quando ela saiu fui tomar meu banho e quando sai do banheiro ela estava a minha espera de camisola e com duas taças de vinho na mão, disse que não se arrependia do que tinha acontecido que éramos adultos e dono de nossas vidas, se aproximou me entregou uma taça e como a mão livre começou a acariciar meu pau que de imediato pulou do calção, e ela com uma voz doce me disse vem papai vamos deitar, bebi o vinho de uma vez só peguei ela no colo comecei a beija-la e levei para o quarto, joguei ela na cama tirei sua camisola deixando só de calcinha e mamei deliciosamente naqueles seios, fui descendo até chegar em sua bucetinha arranquei a calcinha e cai de lingua naquela vulva deliciosa, ela gemia loucamente enquanto com a mão massageava meu pau, depois olhou pra mim e com voz de vagabunda manhosa elogiou o tamanho do pau e a grossura, disse que sabia por uma namorada minha que eu gostava de gozar duas vezes quando transava mas que ela era especial e queria que eu gozasse três vezes, primeiro no seu cu, depois na buceta e por ultimo na cara dela, aquilo me enlouqueceu virei ela de quatro espalhei bastante saliva naquele anel rosado, enfiei o dedo na bucetinha dela e quando estava bem lambuzado enfiei no cuzinho pra lubrificar bem, quando coloquei pela primeira vez o meu caralho na sua bucetinha, meu corpo tremeu todo como se tivesse levado um choque, Fiquei bombando um pouco e depois fiquei esfregando na portinha pra aproveitar o mel que saia da sua buceta e apontei o caralho para o seu cuzinho que a essa altura piscava alucinadamente, fui colocando bem devagar, ela gemia e suspirava ao mesmo tempo e quando a cabeça passou enfiei tudo de uma só vez, ela deu grito e com aquela voz de menina peralta pedia pra ir com mais força, minhas mão apertava tanto sua bunda e dava tantos tapas que ficou marcada nas suas nádegas, meu saco batendo na sua buceta e ela gritava “me rasga com esse caralho grosso, enfia tudo, vai não para”, quando vi que ela estava gozando enrolei seus cabelos em minhas mãos dei um puxão não aguentei mais e enchi aquele delicioso cu da minha porra, fiquei por uns instante com o pau lá dentro para me restabelecer enquanto ela com levantando o corpo segurava em meu pescoço e me dizia quero mais, então ela se ajoelhou na cama fiquei de pé e ela sem cerimonia colocou meu pau em sua boca, quando olhei pra baixo que vi aquele cacete todo melado de porra e ela lambendo tudo levando até a garganta e fazendo um vai e vem, pronto lá estava eu novamente com o pau armado, me deitei de costa na cama ela veio e sentou em cima de mim com uma mão na minha barriga e a outra na minha coxa começou a cavalgar, segurei em seus seios massageando loucamente enquanto ela me olhava nos olhos, mordia os lábios fechava os olhos e abria para me olhar novamente com carinha de ninfeta vagabunda, eu estava nas alturas, aquela mulher linda, com aquele corpo magnifico cavalgando freneticamente em mim, deu outro gritinho, e começou a gozar, envergou seu corpo até encostar no meu peito e começou a me beijar, apertei ela pela cintura aumentei as estocadas segurei ela pelos cabelos e gozei bem no fundo daquela bucetinha. Quase sem conseguir falar de tão ofegante que eu estava lhe disse: – filha não sei se ainda aguento mais, ela fez uma carinha sacana e disse “deixa comigo papai que sei o que fazer”, então saiu de cima de mim pegou meu pau começou a punhetar e chupar ao mesmo tempo, lambia meu saco, colocava uma bola dentro da boca, depois a outra, depois as duas juntas, enfiava seu dedo no seu cuzinho para melar ele de porra e passava pelo pau depois caia de boca, fazia isso também na buceta, massageava as bolas do saco e novamente meu para estava tão duro como na primeira transa, me levantei, fiquei em pé coloquei ela de joelhos lhe segurei com força seus cabelos e comecei a enfiar com fortemente meu pau em sua boca, ela se engasgava, saia lagrimas de seus olhos, mas ficava totalmente submissa a mim, e só fazia enfiar seus dedos na buceta e no cu batendo uma siririca aproveitando a porra que dali escorria, olhei para aquela carinha toda suada e melada, aquela boquinha macia cheia pela minha piroca e num vai e vem alucinante gozei e gozei muito, nem sabia que ainda tinha tanta porra assim, ela engolia um pouco tirava o pau da boca esfregava no rosto e colocava novamente na boca pra engolir o restinho da porra.
Ficamos morando junto ainda por oito meses, fudendo pra valer quase todos os dias até o dia que ela ganhou uma promoção na empresa e se transferiu para gerenciar uma filial num estado vizinho, e hoje nos vemos apenas nos feriados e em alguns finais de semana e continuamos fudendo, não sei até quando vai ser isso, mas estamos tranquilos e sem remorsos pois fizemos tudo consciente.
Chama no Zap 943820930
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