Mamando no recreio depois de levar minha primeira dedada
Para aqueles que ainda não me conhecem, meu nome verídico é Maria Eduarda, mas todos me chamam de Dudinha tanto pela minha baixa estatura quanto pela minha idade de apenas 15 anos. Assim como eu havia dito
no meu último conto
, eu ainda sou virgem, e meu rosto inocente esconde uma putinha safada louca para perder o cabacinho.
Depois de tantos comentários, eu gostaria de lhes agradecer fazendo uma loucura para deixá-los cheios de tesão novamente. Por isso, quero que, aonde estiverem, se masturbem gostoso, ou, no mínimo, fiquem de pau duro pensando na cena, ok?
Minhas aulas na escola retornaram na semana passada, e eu não podia decepcionar meu ficante depois de trocarmos mensagens e fotos tão pervertidas pelo celular durante as férias.Thiago, de 16 anos, tem cerca de 1.75m, é magrinho, com cabelo loiro cacheado e olhos castanhos, mas tenho certeza que ele é capaz de enterrar seu pau em mim se quisesse – sempre percebo o volume que ele tem quando está de calça, além de ter fotos de seu pênis no meu celular.
Enquanto eu me arrumava para a ir para a aula, fiquei massageando meus seios grandes para que os mamilos ficassem duros quando eu colocasse a camiseta de uniforme branca meio apertada e um pouco transparente. Assim que vi o resultado, tirei uma foto e mandei para Thiago com a legenda “Saudade da escola”, e ele me respondeu com “Estou louco para te ver putinha”. Eu confesso que amo ser chamada assim, fico cheia de tesão e sempre tenho vontade de me tocar.
Para que eu não perdesse a hora, voltei a me arrumar, colocando uma jaqueta jeans para disfarçar que eu estava sem sutiã, uma calça legging também sem calcinha e tênis. Eu queria que todos olhassem pra minha boceta gordinha no caminho para a escola, e muitos caras nem disfarçaram, inclusive meu irmão mais novo que me chamou de gostosa no caminho para a escola. Eu vou retribuí o elogio quando chegamos em casa naquele dia.
Durante a aula, eu e Thiago ficamos nas carteiras do fundo, onde eu conseguia fingir que estava lendo o livro em silêncio e massagear meu clitóris para que ele visse, além de morder os lábios discretamente para que nenhum gemido me flagrasse. O garoto, quando percebeu, imediatamente ele balançou a cabeça com um sorriso safado no rosto, mas não se tocou porque a professora começou a andar pela sala. Eu nem liguei, continuei me massageando e sentindo as vibrações que me meis dedos me proporcionavam. Mas, quando o intervalo se aproximou, ela disse que precisa de dois voluntários para levar os livros até o depósito. Thiago rapidamente levantou a mão e disse que nós dois iríamos até lá.
Chegamos até o quartinho pequeno e afastado do pátio, onde somente o zelador ia, mas ele estava muito ocupado cuidando da bagunça do intervalo. Assim que colocamos os livros em uma das estantes, Thiago se sentou em outras pilhas de livros que estavam no chão, me puxando para seu colo. Imediatamente, tirei minha jaqueta e minha camiseta, e meus seios fartos precisavam ser tocados. Parece que ele entendeu perfeitamente o que eu queria, e começou a chupar me seio direito enquanto apertava forte o mamilo esquerdo. Senti minha bocetiinha ficar cada vez mais molhada, então comecei a me esfregar descaradamente nele, procurando mais contato.
Thiago, percebendo minha leve frustração, colocou sua atenção em meu pescoço, deixando chupões leves. Enquanto isso, uma de suas mãos foi colocada em minha cintura enquanto a outra deslizou para dentro da minha legging, sorrindo quando percebeu minha buceta enxarcada – por sorte a calça era escura. Ele, inicialmente, fazia movimentos circulares no meu clitóris, me chamando de “novinha tesuda”, e em seguida pediu para enfiar um dedo em mim, prometendo que tomaria cuidado, então eu concordei. Assim, ele enfiou um dos dedos e começou a fazer movimentos de vai e vem. Eu nunca tinha feito nenhuma siririca antes, então era algo novo e prazeroso para mim, e eu gemia alto e sem controle, mas tudo cessou quando ele tirou o dedo, me deixando com mais vontade ainda.
Eu havia entendido o recado de que eu deveria agradecê-lo antes que o recreio acabasse, então me agachei entre suas pernas e o ajudei a tirar a calça e a cueca.
Com a minha expressão inocente, eu disse “Quero leitinho” e ele riu enquanto guiava minha mão. Seu pau, por volta dos 15 cm, já estava ficando um pouco duro, então, imediatamente, comecei a massageá-lo lentamente para torturar o garoto, que ficou com a respiração pesada e logo o pré-gozo veio. Eu mal podia esperar para prová-lo. Assim, distribuí beijinhos ao longo do membro dele e em suas bolas antes de engolir tudinho até onde eu aguentava e comecei a mamar com vontade fazendo movimentos de vai e vem por um tempo.
Thiago soltou um gemido baixo, mas suficiente para me deixar mais molhadinha ainda. Percebi que ele não tinha prática porque anunciou que ia gozar.
Eu não sou como as outras garotas que se afasta quando o gozo está por vir, então mantive seu pau dentro da minha boca e engoli sua porra como uma putinha deve fazer. Em seguida, abri minha boca para mostrar que eu sou novinha mas adoro mamar leitinho. Mas, o sinal tocou, e tivemos que no vestir rapidamente e voltar para a sala sem que percebessem.
Espero que tenham gostado desse conto, em breve terão mais das minhas loucuras por aí. Estou pensando em me masturbar em público, mas não sei onde… Me dêem ideias!
Até logo, beijos!
0 vista