A novinha de 12 e o traficante - 3
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Criolo teve relação com sua filha, já consumou o que desejava, não era possível que aquilo ia ter continuidade.... Mas ficava uma certa preocupação.
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Uma coisa interessante era como ana agia depois de tudo que passou. Apesar de ter apenas 12 anos ela não era boba em questões sexuais, ainda mais no meio em que vivia. Em nenhum momento do oral coletivo ela chorou, ou tentou correr. Em nenhum momento enquanto dava para criolo ela pediu para parar. Ela enfrentou toda situação da maneira mais pacífica possível.... Mas isso é só uma observação.
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Os dias se passaram e não houve mais notícias de criolo. Antônio conseguiu ter mais esperança e disposição e voltou a pegar seus serviços de pedreiro. Certo dia antes de sair para trabalhar recebeu dois dos serventes que trabalhavam com ele em casa. Os deixou na sala e foi pegar suas ferramentas, ao voltar para sala se deparou com uma situação constrangedora:
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Os dos serventes olhavam um para o outro confusos. Ele só foi entender quando viu que o retrato de ana no boquete coletivo estava de pé. Envergonhado nem foi trabalhar no dia.
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Depois que criolo deu a foto ele preferiu não contrariar e respeitar o que ele tinha falado. Claro que não ficaria olhando aquele retrato o tempo todo, então virou ele de cabeça p baixo e só levantaria novamente caso alguém chamasse no portão, pois poderia ser o criolo.... Os serventes acabaram mexendo no retrato.... Mas foi só um caso isolado.
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Ana também voltou as suas atividades. E voltou a frequentar a escola.
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Tudo corria bem, até que um dia batem no portão.
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“ eae sogrão”- era o criolo para infelicidade de Antônio. Ele entrou na casa.
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“ como vão as coisas? Cadê a Ana?”
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“ Tá na escola”- ele estava imóvel como sempre ficava na presença de criolo.
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“ ah sim, vou esperar ela chegar. Tem café aí?”
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Criolo ficou ali na casa esperando ana. Naquele clima nada agradável.
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Ela não demorou muito. Chegou com sua mochila e roupa de uniforme. Olhou curiosa para criolo quando o viu e respondeu quando ele a cumprimentou.
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“ Eae gatinha como foi hoje na escola?”.
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“ ah foi normal”.
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Ele deu tempo para ana e logo:
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“ ANTÔNIO CHEGA AÍ.” Chamou Antônio que não estava na sala.
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Antônio foi até a sala esperando o pior.
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“ então Antônio, eu sei que eu peguei pesado com você e vim aqui hoje te pedir perdão.... Senta aí, não precisa ficar travado assim.”
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Antônio desconfiado assentou em um sofá oposto.
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“ eu quero te pedir perdão, mas eu quero uma última coisa.... Quero que você tente entender o meu lado....”
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“ você é homem e sabe como uma mulher mexe com a cabeça da gente.... Sua filha mexeu com a minha.....”
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Criolo se levantou e foi até ana. Pegou na barra da blusa dela e retirou.... Depois retirou o sutiã... Deixando a garota com os peitos de fora.
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Apesar da palavra perdão, o terror começava novamente para Antônio.
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“ Olha esses peitinhos durinhos.... Vê se tem como eu resistir a uma coisa dessas....”
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De maneira brusca retirou o restante da roupa de ana.
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“Olha essa bucetinha... Rosadinha... Um negão como eu fica louco cara.”
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“ agora eu vou te mostrar como eu vi ela no primeiro dia... Ana ajoelha.... Isso.... Abaixa... Mais.... Isso.”
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Ele colocou ana de quatro com o rabo virado para o pai.
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“ Agora olha essa bunda... Olha o tamanho dessa bunda.... Um cú desses leva qualquer homem a loucura....
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Antônio olhava desconcertado e envergonhado aquela cena. Criolo ficou em silêncio por um tempo pensando em como prosseguiria com aquilo, quando de repente falou:
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“ Antônio tira a roupa”.
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“ O quê?” Antônio perguntou indignado
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“ Falei para tirar a roupa”.
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Precisou de criolo falar mais vezes e demonstrar um pouco mais de fúria. Então relutante Antônio tirou a roupa.
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“ a cueca também”.
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Antônio respirou fundo e tirou a cueca. Ficou completamente nú, a rola dele estava extremamente mole e encolhida. Ele se sentou no sofá novamente.
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“ Não acredito que você não se excita com uma visão dessas”- falou criolo arreganhando com as mãos a bunda da garota. Mas Antônio não reagia nem um pouco.
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“ana! Engatinha até ali no seu pai... E chupa o pau dele.”
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“ Não por favor.... Isso não... isso já é demais.”
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Antônio em nenhum momento desde que conheceu criolo relutou tanto. Ele implorou, mas Criolo falou mais firme e impôs mais medo.
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Ana também resistiu um pouco, estava extremamente tímida com o pai, mas depois que criolo falou mais grosso ela engatinhou até o pai, entrando entre as pernas dele.
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Antônio colocou as mãos nos olhos e virou a cabeça. Enquanto ana começou a chupar seu pau. Era muito mais difícil chupar um pau mole. Mas ela continuou.
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Ela chupava a pau mole do pai... ele olhava para outro lado tentando evitar a filha. Mas apesar de toda resistência de Antônio, a estimulação é difícil de controlar... ter o pau estimulado causa uma reação espontânea do corpo... Se com a mão já causa uma estimulação forte, imagine com a boca.... É impossível de controlar...
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Depois de um tempo, ana sentiu a rola do pai enchendo.... Crescendo.... Endurecendo.... O que antes era uma rola mole e encolhida, agora era um pirocão grosso e tão duro que chega envergar para cima.
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Ana continuava ali... Ajoelhada entre as pernas do pai.... A cabeça naquele vai e vem.... Deixando o pau do pai todo babado...
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“ tá vendo Antônio, se você que fez de tudo para resistir e não resistiu. Imagine eu.... Vamos para o seu quarto.”
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Os três foram caminhando para o quarto, Antônio ainda com a rola dura como pedra.
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Ao chegar no quarto, criolo mando ana ficar de quatro na cama.
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“ Vai lá, mete nela. Você vai ver como sua filha tem uma bucetinha gostosa.”
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Antônio não obedeceu... Criolo insistiu chegou a falar mais grosso mas ele não obedeceu....
. “ mas que merda sô. Você não quer colocar um fim nisso? Então come a praga da menina. Esta é a última vez e vou deixar vocês em paz... Mas adianta o trabalho que você não vai poder evitar...”
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Antônio ainda assim não obedeceu. Ele continuava de pau duro... Uma baba saindo da cabeça da rola, o que demostrava um certo tesão....
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“ então deita aí na cama” crilo mandou e Antônio obedeceu.
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“Ana senta lá no seu pai”
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Antônio não teve iniciativa de penetrar a filha, mas não impediu quando ela subiu em cima dele.... Encaixou a rola dele em sua bucetinha... Com uma certa dificuldade... Mas em questão de minutos a bucetinha da filha tinha engolido a rola do pai....
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Ana se apoiava no peito do pai enquanto cavalgava em sua rola.... Antônio virava e tampava o rosto com a mão, evitando o olhar da filha.
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Criolo se divertia com a situação. Tocava uma leve punheta vendo ana, mesmo sem querer, dando prazer ao pai... Cavalgando gostoso nele.
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Ana rebolava na rola do pai... Antônio aos poucos foi tirando a mão do rosto.... Virou a cara e encarou a filha... Olhou atento.... Seu pau entrando e saindo daquela bucetinha carnuda e rosadinha.... os peitos dela balançando a cada sentada que ela dava.... Aqueles olhos azuis o encarando....
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“ Me desculpe minha filha mas já que tem que acontecer, eu vou colocar um fim nisso.”
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Criolo observou animado a mudança radical de Antônio.
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Ele tirou a filha de cima dele e a colocou na cama de quatro... Observou por um momento aquele rabão arreganhado para ele.... Deus uma pincelada com a cabeça do pau na bucetinha dela e penetrou.... Olhou como a bucetinha dela engoliu todo seu pau... E logo acima seu cusinho vermelhinho....
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Em seguida ele começou a meter.... Mas não foi de leve... Ele segurou a filha pela cintura e socou rola nela.... E socava.... “ PÁ PÁ PÁ”... Era um barulho da metida forte.... E socava rola na menina...
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“ Aiiinnn paiii” ela começou a gemer depois que o pai acelerou o ritimo. “ ainnn paiii”.
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Ele socava... E socava.... Até que não aguentando mais deu uma última bombada na filha.... Revirou os olhos e gozou dentro da bucetinha dela.....
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Naquele momento criolo já tinha gozado horrores também.
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“ Agora sim Antônio. Agora você me entende.... Encheu o útero da própria filha de porra... Agora você não tem moral para me julgar não é? Eae você me perdoa?”
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Antônio apenas afirmou com a cabeça que sim.
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Aquele dia passou e realmente Criolo deixou eles em paz. Mas apesar disso os comentários na favela rolava, o que chateava muito o Antônio... Conseguiu juntar um dinheiro e ir para o interior um tempo depois.
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Depois de tudo aquilo que tinha passado, era impossível seguir a vida normalmente, era impossível ter uma relação de respeito com a filha
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Depois de toda humilhação que passou pelo menos tirou um proveito disso: todo dia comia o cuzinho guloso da filha.
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