A primeira pica do Tio com 10 anos
Neste conto será retratado um incesto entre tio e sobrinho real há muitos anos atrás.
Com total vontade do sobrinho e tesão do tio
Neste conto verídico retratarei como foi minha vida iniciado pelo meu tio.
Meu nome e Rafael (fictício), atualmente casado, 27 anos, 1,75cm de altura e 70kg, na época tinha 10 anos e lembro como se fosse ontem...
Meu tio dormia em um quarto separado da casa da minha vó e havia um grande quintal onde nós crianças brincávamos após a escola.
Meu tio mais novo devia ter uns 25 anos, bem alto, branco, com cabelo estilo surfista preto e mãos grandes, usava muito bermuda tactel sem camisa, era um molecão por ser o mais novo entre os irmãos dele.
Num dia estávamos brincando e meu tio chama eu, meu primo e meu irmão no quarto dele e oferece alguns chicletes e uma lupa para brincarmos ( nunca havíamos visto aquilo e foi uma febre entre a gente), meu tio entregou chiclete para o meu irmão e meu primo e entregou a eles a lupa e disse que não estava achando mais chiclete mas ia procurar na calça dele, enquanto isso meu irmão e primo já foram brincar com a lupa e eu fiquei sozinho com ele no quarto, a porta era lateral então não se via dentro do quarto a partir de quintal, foi quando meu tio levantou na minha frente com a pica bem dura mesmo e esfregou no meu braço buscando a calça pendurada para pegar o chiclete mas, ele disse que pra eu ganhar teria que fazer algo pra ele, aceitei sem saber e ele pegou minha mão e colocou na pica dura sob a bermuda e me mandou dar uma apertadinha, eu sempre soube que eu era gay mas nunca havia acontecido nada parecido, de repente ele desabotoa a bermuda e começa a puxar a bermuda fazendo aquele barulho de velcro abrindo e de dentro da bermuda pulou uma pica imensa de encontro ao meu rosto, o cheiro da rola dele encheu o quarto e ele mandou eu pegar e ensinou como punhetá-lo, fiz o movimento de vai e vem bem tímido enquanto sentia cada vez mais forte o cheiro de sua pica...
Ele me manda abrir a boca e chupar a cabeça, e que cabeção imenso nem cabia na boca mas fui passando a língua e tentando botar na boca, lembro que foi somente a cabeça mesmo, a pica era enorme e sei porque até hoje ela é, e ainda tivemos outras vezes, meu tio continuava forçando a pica na minha boquinha enquanto eu engasgava e não passava da cabeça, ele ficou assim alguns minutos mas na minha cabeça pareciam horas e nada dos meninos perceberem minha falta... Depois meu tio pegou o pau e começou a punhetar no meu rosto e disse que iria gozar e era pra engolir tudo, ( eu nem sabia o que era gozar, mas não retruquei), de repente sinto na boca um enorme jato de líquido com cheiro de água sanitária e textura gosmenta e comecei a cuspir tudo e ele continuou gozando mais uns 6 jatos na minha boca, depois passou a cabeça gozada em meus lábios e disse que não poderíamos contar pra ninguém e assim o fiz até hoje, ele se vestiu e me levou ao banheiro do seu quarto e lavou meu rosto todo gozado, ele me deu o chiclete e disse para não contar e ir lá brincar que depois ganharia mais chiclete...
Corri feliz com mascando o chiclete e de encontro aos meninos para brincar com a lupa, e eles estavam tenta do incendiar uma pilha de folhas secas no fundo do quintal, nem sentiram minha falta de tamanha euforia com o novo brinquedo, mantenho em segredo essas histórias e ninguém da família sabe exceto meu esposo, outras situações trago em outros contos, mais vezes desse tio que me descabaçou um pouco mais tarde, outros 2 tios, o marido da minha vó, amigo do meu irmão, enfim, muita putaria boa!
Com total vontade do sobrinho e tesão do tio
Neste conto verídico retratarei como foi minha vida iniciado pelo meu tio.
Meu nome e Rafael (fictício), atualmente casado, 27 anos, 1,75cm de altura e 70kg, na época tinha 10 anos e lembro como se fosse ontem...
Meu tio dormia em um quarto separado da casa da minha vó e havia um grande quintal onde nós crianças brincávamos após a escola.
Meu tio mais novo devia ter uns 25 anos, bem alto, branco, com cabelo estilo surfista preto e mãos grandes, usava muito bermuda tactel sem camisa, era um molecão por ser o mais novo entre os irmãos dele.
Num dia estávamos brincando e meu tio chama eu, meu primo e meu irmão no quarto dele e oferece alguns chicletes e uma lupa para brincarmos ( nunca havíamos visto aquilo e foi uma febre entre a gente), meu tio entregou chiclete para o meu irmão e meu primo e entregou a eles a lupa e disse que não estava achando mais chiclete mas ia procurar na calça dele, enquanto isso meu irmão e primo já foram brincar com a lupa e eu fiquei sozinho com ele no quarto, a porta era lateral então não se via dentro do quarto a partir de quintal, foi quando meu tio levantou na minha frente com a pica bem dura mesmo e esfregou no meu braço buscando a calça pendurada para pegar o chiclete mas, ele disse que pra eu ganhar teria que fazer algo pra ele, aceitei sem saber e ele pegou minha mão e colocou na pica dura sob a bermuda e me mandou dar uma apertadinha, eu sempre soube que eu era gay mas nunca havia acontecido nada parecido, de repente ele desabotoa a bermuda e começa a puxar a bermuda fazendo aquele barulho de velcro abrindo e de dentro da bermuda pulou uma pica imensa de encontro ao meu rosto, o cheiro da rola dele encheu o quarto e ele mandou eu pegar e ensinou como punhetá-lo, fiz o movimento de vai e vem bem tímido enquanto sentia cada vez mais forte o cheiro de sua pica...
Ele me manda abrir a boca e chupar a cabeça, e que cabeção imenso nem cabia na boca mas fui passando a língua e tentando botar na boca, lembro que foi somente a cabeça mesmo, a pica era enorme e sei porque até hoje ela é, e ainda tivemos outras vezes, meu tio continuava forçando a pica na minha boquinha enquanto eu engasgava e não passava da cabeça, ele ficou assim alguns minutos mas na minha cabeça pareciam horas e nada dos meninos perceberem minha falta... Depois meu tio pegou o pau e começou a punhetar no meu rosto e disse que iria gozar e era pra engolir tudo, ( eu nem sabia o que era gozar, mas não retruquei), de repente sinto na boca um enorme jato de líquido com cheiro de água sanitária e textura gosmenta e comecei a cuspir tudo e ele continuou gozando mais uns 6 jatos na minha boca, depois passou a cabeça gozada em meus lábios e disse que não poderíamos contar pra ninguém e assim o fiz até hoje, ele se vestiu e me levou ao banheiro do seu quarto e lavou meu rosto todo gozado, ele me deu o chiclete e disse para não contar e ir lá brincar que depois ganharia mais chiclete...
Corri feliz com mascando o chiclete e de encontro aos meninos para brincar com a lupa, e eles estavam tenta do incendiar uma pilha de folhas secas no fundo do quintal, nem sentiram minha falta de tamanha euforia com o novo brinquedo, mantenho em segredo essas histórias e ninguém da família sabe exceto meu esposo, outras situações trago em outros contos, mais vezes desse tio que me descabaçou um pouco mais tarde, outros 2 tios, o marido da minha vó, amigo do meu irmão, enfim, muita putaria boa!
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