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Meu Enteado Descobriu Minha Fraqueza

📅 Publicado em: 01/08/2024 00:09

👤 Autor: yago

🏷️ Tags: #Bissexual #Gay #Traições
Eu hoje sou separado. Não queria mais continuar com a farça. Ficou insustentável. Mesmo assim ninguém faz a menor ideia do que me levou a jogar duas décadas de casamento fora e ir morar afastado de todos. Bem... O Cris sabe. E como sabe.

Eu até sentia uma leve vontade de saber como seria se dominado. Isso, desse moleque. Mas só eu sabia disso. Tinha coragem não. Nem dava pinta. Mas então o Cristiano, que antes morava com o pai, depois de uma briga com ele veio morar com a gente. Eu sempre disse, desde que era um fedelho, que o via como filho. Mas ele nunca aceitou a separação dos pais e me via como vilão. Mas quando já tinha lá pelos 20, passou a vir mais vezes. E até que parou com aquela carranca pra mim. Então teve a tal briga séria já com ele com 23 e ele veio para cá. E com três meses aqui, um dia estávamos só nos dois assistindo MMA no YouTube poderia TV. Ele fazia Jiu-jitsu. E na empolgação durante um momento ele foi simular como seria possível o desafiante sair daquele sufoco. Foi quando ele me puxou, para mostrar que era fácil. Eu até fiquei curioso. Seria interessante aprender a sair daquele agarrão por trás. Ele foi me colocando na tal posição em que eu fiquei totalmente imobilizado, com ele deitado sobre as minhas costas. Foi quando ficou estranho. Sentir o volume do pau dele na minha bunda me deu arrepio e calor. Ele estava puxando o meu braço pra me mostrar como eu tinha que fazer para sair da imobilização. E foi me ensinando, até que eu consegui sair. E como foi que eu fiquei? Exatamente de frango assado pra ele. E então veio mais calor e um pouquinho de tremedeira. De repente ele parou de falar e ficou me encarando como quem não estava entendendo a minha reação. Meu pau tava muito duro. E quando eu percebi que o clima ficou estranho e tenso, eu ia dizer pra me soltar. Mas acabei gaguejando de nervoso que estava. Foi quando ele fez aquela cara de quem já tinha manjado o lance. Meio sorriso e testa franzida. Ele me apertou mais e de repente, eu estava sentindo o pau dele, duro, exatamente apertando no meu cu. E foi quando eu fechei os olhos e fiquei meio sem forças. Estava tremendo muito. Então o Cris disse que não sabia que eu era fruta. Eu balancei a cabeça que não, já de olhos abertos. Mas ele disse que sempre quis saber como seria comer um cu. Eu fiquei balançando a cabeça que não, sem conseguir falar nem respirar direito e ele me soltou e eu fui liberado. Assim que me levantei, sem graça de olhar pra ele, ele me deu uns chave de braço e me escorou contra a parede, de costas pra ele. E ele me prendeu de um jeito que estava até machucando meu braço. Ele estava com o queixo em meu pescoço, totalmente grudado em minhas costas. Disse que ia vingar o pai dele. Que já que eu roubei a mãe dele de seu pai, que ele ia me roubar de sua mãe. Eu disse pra parar com aquilo e me respeitar. Foi quando ele de mexeu e colocou o dele pra fora e deixou por baixo de mim. De tão duro, estava pressionando meu saco. Ficou me sarrando e então me virou de frente pra ele me encarando e me mandando olhar para o dele. Eu n não tinha mais como me reprimir do que estava tomando conta de mim e olhei. Ele ficou com aquele cara de riso e me soltou. Foi fechar a porta e a janela e então voltou. E eu quase não me mexi, ainda em estado de transe ou sei lá. Quando ele voltou, já veio arrancando minha bermuda e me virando. Eu novamente fiquei de frente pra parede. Senti ele puxando a minha bunda. Comeu pra ver e vi ele esfregando seu lubrificante natural na cabecinha e também no meu cu. E totalmente sem saber o jeito, vei tentando botar pra dentro de mim. Mas como ardia muito, eu me afastava. Ele voltava a me puxar e ficou tentando, mas não dava mesmo. Aquilo estava doendo demais. De repente ele me virou de frente e me fez me abaixar, fazendo o pau ficar na minha cara. Bateu com ele na minha cara e foi me forçando a chupar. E eu acabei chupando mesmo. Mas sem ir até o fim. Ele me levantou de novo e me botou no sofá, curvado pra ele e veio tentar de novo. E com muito sofrimento, queimando tudo, que acabou entrando um tanto que eu até gemi. Que dor. Esta pra ser um grito. Mas se tornou gemido baixinho misturado com suspiro. E ele foi empurrando mais. Começou a deslizar pra dentro de mim. Me arrancando um prolongado suspiro. Eu olhei e vi ele por trás, quase encostando totalmente. Então ele me fez curvar ainda mais e botou o pé sobre o braço do dia o joelho dele estava na direção da minha cara e ele deu mais uma empurrada, me puxando. E então veio um prazer que me fez tentar beijar o joelho dele. Entrelacei meu braço na perna dele e ele começou a me fuder. É muito gostoso! Como pode ser tão gostoso! Nem a foda mais intensa com minha mulher se comparava ao que eu estava sentindo. Um calafrio que ia e vinha, um tesão de sair lágrimas. Mas eu não tinha o jeito ainda, nem a gaita de vergonha que tenho hoje. Ele gozou rápido socando no meu cu e continuou. Deu uma aliviada e depois parou um pouco. Suamos muito. Mas ele continuou grudado. Então voltou a se mexer. Foi pegando o jeito e logo voltou a socar. E foi até doído quando batia no fundo forte e rápido. Mas me arrancava dígitos suspiros direto e calafrio também. De repente tirou e me puxou, me fazendo ficar de frente e veio a primeira carga de porra que eu levei na cara. Como saía tanto leite se ele já tinha gozado? Eu estava em êxtase. E ele estava gostando da farra. Depois de me esculachar, foi pro banheiro. E foi assim que eu passei a ser mulher do meu enteado. Me comida pelo menos uma vez por semana. Teve uma ocasião que Cristina foi pro banho e a gente estava no sofá. Ele só botou o dele por baixo da bermuda me olhando e eu fui lá mamar, sentadinho no tapete. Eu já estava acostumado a mamar, mas sem ir até o fim. Mas dessa vez dele me enganou. E quando eu percebi que ele ia, ao mesmo tempo que ia sair, pensei na sujeira. De qualquer forma, ele prendeu a minha cabeça e nem que eu quisesse teria conseguido sair. Foi meu primeiro leitinho na boca. Não gostei não. Não engoli. Fui na área e cuspi no tanque e mandei pro ralo. Mas aquela acidez na língua foi algo que eu nunca mais desperdicei a oportunidade de sentir. No início sempre cuspia. A primeira vez que engoli, já tinha um ano que eu era mulher dele. E foi no carro. Eu já queria. Só sentia um pouco de nojo. Mas depois que engoli naquele dia. As vezes eu nem quero dar o cu. Só sentir aquele pressão na boca e engolir tudo. Separei da minha mulher e agora, como solteiro, bem dizer, sou mulher dele. Tô com uma garota nova um tempo já. Ela não sabe de nada. Mas eu sei que ela me trai. E eu só penso em estar comendo ela com o Cris me comendo e ficar vendo o pau dele gozando na buceta dela e depois deixar escorrer o leite pra minha boca. Aí ai.
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