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Crescendo com o leitinho do papai (final)

📅 Publicado em: 27/08/2022 23:22

👤 Autor: lucasleitador

🏷️ Tags: #Gay #Grupal #Incesto #Tween
Alberto era muito grande, e por isso era ele sempre quem me abraçava. Enquanto conversava ele sempre me fazia carinho, massageava minhas bolas embaixo da água morninha da hidro e de vez em quando passava os dedos no meu cuzinho. Ele sussurrou baixinho:

- Cê tá louco, Lucas? É uma criança! Qualquer um de nós rasga ele.

- Se for com jeito e paciência não rasga. Inclusive já iniciei os procedimentos hoje a tarde. Ele adorou.

Saimos da hidro, nos secamos e voltamos para a cama.

Pelo espelho do quarto dava pra ver dois homens enormes com um menininho pequenino, todos pelados, lindos, de paus duríssimos.

Subimos para a cama e disse para o menino:

- Fica de bruços pro pai começar a massagem, filhão.

- Tá pai. – falou o menino abrindo bem as pernas, exibindo aquela bundinha redondinha, firme e aquele buraquinho que parecia um botãozinho cor-de-rosa.

- Deixa o tio Beto chupar esse cuzinho, filho! – e o menino abriu os gomos da bundinha com as suas mãozinhas.

- Pode chupar tio. Eu gosto.

A visão era linda. Um homem imenso, com um corpo esculpido, com a cara enfiada numa bundinha de criança, branquinha, enfiando a língua dentro da fendinha e arrancando gemidinhos de prazer.

- Tio, pode meter a língua mais fundo. É gostoso. Hum, hum, ahhh, hummm. É gostoso, tio. Enfia mais. Não... ahhh... não dói... pode... enfi... ai tio, ai tiooooo... tá bom, tá gostosooo...

O moleque sentia tanto prazer que não conseguia falar direito, arfando, soltando frases entrecortadas e gemidos delicados.

- Devagar Beto! Vai matar meu filho de prazer cara!

- Não paizinho, eu to adorando! Não para tio por favor!

- Então tá certo, filho. Vou entrar na brincadeira.

Sentei no chão de modo a ficar embaixo do Cadú e enquanto o Beto chupava o cuzinho eu passei a chupar o pauzinho dele, que está super duro e pulsando.

O garotinho parecia que ia entrar em colapso. Ele tremia e suava e se lamentava, parecendo uma corda de violão, todo esticado e vibrando a cada toque, de olhinhos fechados como se tivesse em convulsão.

Beto levantou e disse: - Lucas vamos logo dar o que teu filho precisa.

- Claro – respondi – agora mesmo.

- Pai, porque pararam? Tava, tava, tava... gostoso demais... continua paizinho... continua tiooo!

Do meio das coxas grossas do policial pendia um belo conjunto de pau e bolas enormes, de onde saia um líquido transparente parecendo uma calda de doce.

O menino foi sair da posição de quatro e eu o interrompi.

- Não, filho. Fica assim. Agora o pai e o tio beto vamos te ensinar a receber leitinho pelo cuzinho.

- Vai doer pai?

- No início vai sim, filho. Mas logo você acostuma e dai é só prazer.

Peguei um gel que estava na mesa de cabeceira e besuntei o cuzinho todo do Cadú, e fui colocando o dedo. No início ele sentiu dor e escapava.

- Para pai ta doendo! Ai! Não vai dar pai. Não quero assim. – disse choramingando.

- Lucas, o menino não vai conseguir. Se com o dedo ele está assim, imagina com os nossos paus!

Naquele momento tive de tomar uma dura decisão.

- Filho, vem cá. Senta aqui perto do pai.

- Ta pai. – disse Cadu sentando em uma poltrona e olhando sério para mim.

- Eu sou teu pai. Alguma vez eu te decepcionei?

- Não pai! Nunca!

- Então se eu te pedir pra tu confiar no pai, tu confia?

- Sim paizinho. Eu confio em ti e na mamãe também.

- Então vem comigo.

Peguei o garoto e coloquei em cima da cama. Me ajoelhei colocando uma coxa de cada lado da cabeça do menino e sufocando ele com minhas bolas. Puxei as pernas dele pra cima deixando o cuzinho dele saltado pra fora, na posição frango assado.

- Vem Beto. Pode meter. – disse como se dando uma ordem ao policial

- Ta brincando Lucas! O guri não vai aguentar.

- Beto, o filho é meu e eu to mandando meter tudo e com força. Se der problema eu abraço.

- Pai – falou abafado o garotinho – to com medo.

- Não precisa ter medo filho. Vai doer muito mas logo passa.

Beto se posicionou com seu mastro na portinha do buraquinho do menino e começou a meter.

Cadú começou a gemer e chorar dizendo que doía muito.

- Para! Para! Para tio! Tioooo! Aiiiiii! Paizinho, diz pra ele parar, por favor! Ta doendo muito! Páraaa! – e dos gemidos passou aos gritos na medida em que Beto continuava a meter seu tronco no cuzinho delicado da criança.

- Filho confia no pai! – e tapei a boca do garoto para ninguém ouvir seus gritos. – METE TUDO BETO! METE LOGO ESSA PORRA!

- To metendo Lucas. Ta apertado porque ele é pequeno demais! Vou rasgar ele todo!

- Não interessa! Mete logo!

Beto como era muito forte em apenas um movimento de sua pélvis gigante enterrou tudo no cuzinho delicado de Cadú, que deu um urro forte, estremeceu e desmaiou.

- Lucas! Lucas! Vou gozar, não aguento mais! Ahhhhhh! – o policial coberto de suor e não mais se importando com o garoto, ficou uma eternidade ejaculando dentro dele, tremendo e se contorcendo de prazer. Depois que terminou e tirou o pau, a visão era devastadora.

- Beto, olha só o que você fez com o meu filho!

O cu do menino estava espelindo esperma, sangue e fluidos, as bordas do cuzinho arrebentadas e inchadas.

- Meu deus! Cara! Ele não tá se mexendo! O que fomos fazer!

- Calma. Ele só desmaiou de dor. Já aconteceu uma vez quando ele tomou benzetacil. Ele nasceu com um distúrbio que o organismo dele desliga com uma dor muito forte. Vamos para a hidromassagem que lá ele se recupera.

Peguei o menino e fomos os três para a hidro.

Coloquei sais curativos que eu já havia comprado para isso mesmo e nos acomodamos colocando o menino sentadinho no meu colo e recostado no meu peito.

Com o barulho das bolhas da água o menino aos poucos foi recuperando a consciência, abriu os olhos e disse:

- Pai. Pai.

- Sim filhão. Tu está bem?

- Sim paizinho. Obrigado. To com muita dor mas na próxima não vou sentir mais dor né.

- O tio beto não vai vir mais.

- Não pai! Porque? Quero que ele venha! Amo ele. Por favor ele precisa vir! Prometo que na próxima eu não vou sentir dor.

- Eu vou vir sim Cadú. – disse Beto se aproximando e abraçando o menino. – Teu pai está brincando.

- Filho agora você fica ai se recuperando que eu e o Beto vamos brincar lá na cama e já voltamos.

Peguei o Beto pela mão e saímos da hidro.

- Calma Lucas! Tu tá muito louco hoje!

- Louco? Só gozei uma vez! Vai deitando de bruços que eu vou te comer de novo.

- Demorou! Vem e me arrebenta igual eu fiz com o teu filho!

E assim finalizamos a noite. Depois que enchi o cu do milico de leite, fomos buscar o Cadu que estava brincando de patinhos dentro da hidro.

Nos banhamos de novo, nos secamos, Beto voltou para a sua casa e eu e fui dormir abraçadinho no Cadú depois de ter feito curativo no buraquinho dele.

- Pai, hoje saiu tanto leite de você... será que vai ter amanhã pra me dar?

- Claro filho. Sempre vai ter leite pra você.

- Te amo pai!

- Também te amo meu filho!
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