Crescendo com o leitinho do papai (final)
Alberto era muito grande, e por isso era ele sempre quem me abraçava. Enquanto conversava ele sempre me fazia carinho, massageava minhas bolas embaixo da água morninha da hidro e de vez em quando passava os dedos no meu cuzinho. Ele sussurrou baixinho:
- Cê tá louco, Lucas? É uma criança! Qualquer um de nós rasga ele.
- Se for com jeito e paciência não rasga. Inclusive já iniciei os procedimentos hoje a tarde. Ele adorou.
Saimos da hidro, nos secamos e voltamos para a cama.
Pelo espelho do quarto dava pra ver dois homens enormes com um menininho pequenino, todos pelados, lindos, de paus duríssimos.
Subimos para a cama e disse para o menino:
- Fica de bruços pro pai começar a massagem, filhão.
- Tá pai. – falou o menino abrindo bem as pernas, exibindo aquela bundinha redondinha, firme e aquele buraquinho que parecia um botãozinho cor-de-rosa.
- Deixa o tio Beto chupar esse cuzinho, filho! – e o menino abriu os gomos da bundinha com as suas mãozinhas.
- Pode chupar tio. Eu gosto.
A visão era linda. Um homem imenso, com um corpo esculpido, com a cara enfiada numa bundinha de criança, branquinha, enfiando a língua dentro da fendinha e arrancando gemidinhos de prazer.
- Tio, pode meter a língua mais fundo. É gostoso. Hum, hum, ahhh, hummm. É gostoso, tio. Enfia mais. Não... ahhh... não dói... pode... enfi... ai tio, ai tiooooo... tá bom, tá gostosooo...
O moleque sentia tanto prazer que não conseguia falar direito, arfando, soltando frases entrecortadas e gemidos delicados.
- Devagar Beto! Vai matar meu filho de prazer cara!
- Não paizinho, eu to adorando! Não para tio por favor!
- Então tá certo, filho. Vou entrar na brincadeira.
Sentei no chão de modo a ficar embaixo do Cadú e enquanto o Beto chupava o cuzinho eu passei a chupar o pauzinho dele, que está super duro e pulsando.
O garotinho parecia que ia entrar em colapso. Ele tremia e suava e se lamentava, parecendo uma corda de violão, todo esticado e vibrando a cada toque, de olhinhos fechados como se tivesse em convulsão.
Beto levantou e disse: - Lucas vamos logo dar o que teu filho precisa.
- Claro – respondi – agora mesmo.
- Pai, porque pararam? Tava, tava, tava... gostoso demais... continua paizinho... continua tiooo!
Do meio das coxas grossas do policial pendia um belo conjunto de pau e bolas enormes, de onde saia um líquido transparente parecendo uma calda de doce.
O menino foi sair da posição de quatro e eu o interrompi.
- Não, filho. Fica assim. Agora o pai e o tio beto vamos te ensinar a receber leitinho pelo cuzinho.
- Vai doer pai?
- No início vai sim, filho. Mas logo você acostuma e dai é só prazer.
Peguei um gel que estava na mesa de cabeceira e besuntei o cuzinho todo do Cadú, e fui colocando o dedo. No início ele sentiu dor e escapava.
- Para pai ta doendo! Ai! Não vai dar pai. Não quero assim. – disse choramingando.
- Lucas, o menino não vai conseguir. Se com o dedo ele está assim, imagina com os nossos paus!
Naquele momento tive de tomar uma dura decisão.
- Filho, vem cá. Senta aqui perto do pai.
- Ta pai. – disse Cadu sentando em uma poltrona e olhando sério para mim.
- Eu sou teu pai. Alguma vez eu te decepcionei?
- Não pai! Nunca!
- Então se eu te pedir pra tu confiar no pai, tu confia?
- Sim paizinho. Eu confio em ti e na mamãe também.
- Então vem comigo.
Peguei o garoto e coloquei em cima da cama. Me ajoelhei colocando uma coxa de cada lado da cabeça do menino e sufocando ele com minhas bolas. Puxei as pernas dele pra cima deixando o cuzinho dele saltado pra fora, na posição frango assado.
- Vem Beto. Pode meter. – disse como se dando uma ordem ao policial
- Ta brincando Lucas! O guri não vai aguentar.
- Beto, o filho é meu e eu to mandando meter tudo e com força. Se der problema eu abraço.
- Pai – falou abafado o garotinho – to com medo.
- Não precisa ter medo filho. Vai doer muito mas logo passa.
Beto se posicionou com seu mastro na portinha do buraquinho do menino e começou a meter.
Cadú começou a gemer e chorar dizendo que doía muito.
- Para! Para! Para tio! Tioooo! Aiiiiii! Paizinho, diz pra ele parar, por favor! Ta doendo muito! Páraaa! – e dos gemidos passou aos gritos na medida em que Beto continuava a meter seu tronco no cuzinho delicado da criança.
- Filho confia no pai! – e tapei a boca do garoto para ninguém ouvir seus gritos. – METE TUDO BETO! METE LOGO ESSA PORRA!
- To metendo Lucas. Ta apertado porque ele é pequeno demais! Vou rasgar ele todo!
- Não interessa! Mete logo!
Beto como era muito forte em apenas um movimento de sua pélvis gigante enterrou tudo no cuzinho delicado de Cadú, que deu um urro forte, estremeceu e desmaiou.
- Lucas! Lucas! Vou gozar, não aguento mais! Ahhhhhh! – o policial coberto de suor e não mais se importando com o garoto, ficou uma eternidade ejaculando dentro dele, tremendo e se contorcendo de prazer. Depois que terminou e tirou o pau, a visão era devastadora.
- Beto, olha só o que você fez com o meu filho!
O cu do menino estava espelindo esperma, sangue e fluidos, as bordas do cuzinho arrebentadas e inchadas.
- Meu deus! Cara! Ele não tá se mexendo! O que fomos fazer!
- Calma. Ele só desmaiou de dor. Já aconteceu uma vez quando ele tomou benzetacil. Ele nasceu com um distúrbio que o organismo dele desliga com uma dor muito forte. Vamos para a hidromassagem que lá ele se recupera.
Peguei o menino e fomos os três para a hidro.
Coloquei sais curativos que eu já havia comprado para isso mesmo e nos acomodamos colocando o menino sentadinho no meu colo e recostado no meu peito.
Com o barulho das bolhas da água o menino aos poucos foi recuperando a consciência, abriu os olhos e disse:
- Pai. Pai.
- Sim filhão. Tu está bem?
- Sim paizinho. Obrigado. To com muita dor mas na próxima não vou sentir mais dor né.
- O tio beto não vai vir mais.
- Não pai! Porque? Quero que ele venha! Amo ele. Por favor ele precisa vir! Prometo que na próxima eu não vou sentir dor.
- Eu vou vir sim Cadú. – disse Beto se aproximando e abraçando o menino. – Teu pai está brincando.
- Filho agora você fica ai se recuperando que eu e o Beto vamos brincar lá na cama e já voltamos.
Peguei o Beto pela mão e saímos da hidro.
- Calma Lucas! Tu tá muito louco hoje!
- Louco? Só gozei uma vez! Vai deitando de bruços que eu vou te comer de novo.
- Demorou! Vem e me arrebenta igual eu fiz com o teu filho!
E assim finalizamos a noite. Depois que enchi o cu do milico de leite, fomos buscar o Cadu que estava brincando de patinhos dentro da hidro.
Nos banhamos de novo, nos secamos, Beto voltou para a sua casa e eu e fui dormir abraçadinho no Cadú depois de ter feito curativo no buraquinho dele.
- Pai, hoje saiu tanto leite de você... será que vai ter amanhã pra me dar?
- Claro filho. Sempre vai ter leite pra você.
- Te amo pai!
- Também te amo meu filho!
- Cê tá louco, Lucas? É uma criança! Qualquer um de nós rasga ele.
- Se for com jeito e paciência não rasga. Inclusive já iniciei os procedimentos hoje a tarde. Ele adorou.
Saimos da hidro, nos secamos e voltamos para a cama.
Pelo espelho do quarto dava pra ver dois homens enormes com um menininho pequenino, todos pelados, lindos, de paus duríssimos.
Subimos para a cama e disse para o menino:
- Fica de bruços pro pai começar a massagem, filhão.
- Tá pai. – falou o menino abrindo bem as pernas, exibindo aquela bundinha redondinha, firme e aquele buraquinho que parecia um botãozinho cor-de-rosa.
- Deixa o tio Beto chupar esse cuzinho, filho! – e o menino abriu os gomos da bundinha com as suas mãozinhas.
- Pode chupar tio. Eu gosto.
A visão era linda. Um homem imenso, com um corpo esculpido, com a cara enfiada numa bundinha de criança, branquinha, enfiando a língua dentro da fendinha e arrancando gemidinhos de prazer.
- Tio, pode meter a língua mais fundo. É gostoso. Hum, hum, ahhh, hummm. É gostoso, tio. Enfia mais. Não... ahhh... não dói... pode... enfi... ai tio, ai tiooooo... tá bom, tá gostosooo...
O moleque sentia tanto prazer que não conseguia falar direito, arfando, soltando frases entrecortadas e gemidos delicados.
- Devagar Beto! Vai matar meu filho de prazer cara!
- Não paizinho, eu to adorando! Não para tio por favor!
- Então tá certo, filho. Vou entrar na brincadeira.
Sentei no chão de modo a ficar embaixo do Cadú e enquanto o Beto chupava o cuzinho eu passei a chupar o pauzinho dele, que está super duro e pulsando.
O garotinho parecia que ia entrar em colapso. Ele tremia e suava e se lamentava, parecendo uma corda de violão, todo esticado e vibrando a cada toque, de olhinhos fechados como se tivesse em convulsão.
Beto levantou e disse: - Lucas vamos logo dar o que teu filho precisa.
- Claro – respondi – agora mesmo.
- Pai, porque pararam? Tava, tava, tava... gostoso demais... continua paizinho... continua tiooo!
Do meio das coxas grossas do policial pendia um belo conjunto de pau e bolas enormes, de onde saia um líquido transparente parecendo uma calda de doce.
O menino foi sair da posição de quatro e eu o interrompi.
- Não, filho. Fica assim. Agora o pai e o tio beto vamos te ensinar a receber leitinho pelo cuzinho.
- Vai doer pai?
- No início vai sim, filho. Mas logo você acostuma e dai é só prazer.
Peguei um gel que estava na mesa de cabeceira e besuntei o cuzinho todo do Cadú, e fui colocando o dedo. No início ele sentiu dor e escapava.
- Para pai ta doendo! Ai! Não vai dar pai. Não quero assim. – disse choramingando.
- Lucas, o menino não vai conseguir. Se com o dedo ele está assim, imagina com os nossos paus!
Naquele momento tive de tomar uma dura decisão.
- Filho, vem cá. Senta aqui perto do pai.
- Ta pai. – disse Cadu sentando em uma poltrona e olhando sério para mim.
- Eu sou teu pai. Alguma vez eu te decepcionei?
- Não pai! Nunca!
- Então se eu te pedir pra tu confiar no pai, tu confia?
- Sim paizinho. Eu confio em ti e na mamãe também.
- Então vem comigo.
Peguei o garoto e coloquei em cima da cama. Me ajoelhei colocando uma coxa de cada lado da cabeça do menino e sufocando ele com minhas bolas. Puxei as pernas dele pra cima deixando o cuzinho dele saltado pra fora, na posição frango assado.
- Vem Beto. Pode meter. – disse como se dando uma ordem ao policial
- Ta brincando Lucas! O guri não vai aguentar.
- Beto, o filho é meu e eu to mandando meter tudo e com força. Se der problema eu abraço.
- Pai – falou abafado o garotinho – to com medo.
- Não precisa ter medo filho. Vai doer muito mas logo passa.
Beto se posicionou com seu mastro na portinha do buraquinho do menino e começou a meter.
Cadú começou a gemer e chorar dizendo que doía muito.
- Para! Para! Para tio! Tioooo! Aiiiiii! Paizinho, diz pra ele parar, por favor! Ta doendo muito! Páraaa! – e dos gemidos passou aos gritos na medida em que Beto continuava a meter seu tronco no cuzinho delicado da criança.
- Filho confia no pai! – e tapei a boca do garoto para ninguém ouvir seus gritos. – METE TUDO BETO! METE LOGO ESSA PORRA!
- To metendo Lucas. Ta apertado porque ele é pequeno demais! Vou rasgar ele todo!
- Não interessa! Mete logo!
Beto como era muito forte em apenas um movimento de sua pélvis gigante enterrou tudo no cuzinho delicado de Cadú, que deu um urro forte, estremeceu e desmaiou.
- Lucas! Lucas! Vou gozar, não aguento mais! Ahhhhhh! – o policial coberto de suor e não mais se importando com o garoto, ficou uma eternidade ejaculando dentro dele, tremendo e se contorcendo de prazer. Depois que terminou e tirou o pau, a visão era devastadora.
- Beto, olha só o que você fez com o meu filho!
O cu do menino estava espelindo esperma, sangue e fluidos, as bordas do cuzinho arrebentadas e inchadas.
- Meu deus! Cara! Ele não tá se mexendo! O que fomos fazer!
- Calma. Ele só desmaiou de dor. Já aconteceu uma vez quando ele tomou benzetacil. Ele nasceu com um distúrbio que o organismo dele desliga com uma dor muito forte. Vamos para a hidromassagem que lá ele se recupera.
Peguei o menino e fomos os três para a hidro.
Coloquei sais curativos que eu já havia comprado para isso mesmo e nos acomodamos colocando o menino sentadinho no meu colo e recostado no meu peito.
Com o barulho das bolhas da água o menino aos poucos foi recuperando a consciência, abriu os olhos e disse:
- Pai. Pai.
- Sim filhão. Tu está bem?
- Sim paizinho. Obrigado. To com muita dor mas na próxima não vou sentir mais dor né.
- O tio beto não vai vir mais.
- Não pai! Porque? Quero que ele venha! Amo ele. Por favor ele precisa vir! Prometo que na próxima eu não vou sentir dor.
- Eu vou vir sim Cadú. – disse Beto se aproximando e abraçando o menino. – Teu pai está brincando.
- Filho agora você fica ai se recuperando que eu e o Beto vamos brincar lá na cama e já voltamos.
Peguei o Beto pela mão e saímos da hidro.
- Calma Lucas! Tu tá muito louco hoje!
- Louco? Só gozei uma vez! Vai deitando de bruços que eu vou te comer de novo.
- Demorou! Vem e me arrebenta igual eu fiz com o teu filho!
E assim finalizamos a noite. Depois que enchi o cu do milico de leite, fomos buscar o Cadu que estava brincando de patinhos dentro da hidro.
Nos banhamos de novo, nos secamos, Beto voltou para a sua casa e eu e fui dormir abraçadinho no Cadú depois de ter feito curativo no buraquinho dele.
- Pai, hoje saiu tanto leite de você... será que vai ter amanhã pra me dar?
- Claro filho. Sempre vai ter leite pra você.
- Te amo pai!
- Também te amo meu filho!
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