Fui molestado e estrupado pelo meu professor de historia
Olá meus amores, meu nome é Professora Helena tenho 45 anos ( 20 anos de experiência como professora de Matematica e Educacao Fisica) e dou aula para alunos da rede pública da 4 série até a 8 série aqui no Rio Grande do Sul.
Tenho um filho de 12 anos chamado Nicolas que esta entrando na pré adolescência e nao larga do meu pé um minuto. 🥰
Sou uma professora muito amável e adoro meus alunos, sou completamente apaixonada por cada uma deles, eu sei bem como é ser a primeira figura de mulher na vida destes garotos e garotas.
Todas as semanas novas histórias das experiências que tenho com meus alunos e meu filho.😍💟
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Olá meus amores, meu filho Nicolas vai contar como foi que seu professor abusou dele na última segunda-feira enquanto ele estava na casa do seu professor de historia chamado Henrique.
Devido a problemas de saude, minha mãe me mandou para a casa do meu professor. Achei que talvez fosse legal passar um dia com ele. Ele me pegou na escola no final da aula e no caminho ate sua casa ele tentava colocar a mao no meio das minhas pernas e pedia para eu mostrar minha cuequinha pra ele. Quando o vi... Não sei... Quer dizer, ele era forte, de pele morena, mas alguma coisa no jeito que ele me olhava incomodava um pouco. Ele sempre fazia comentários estranhos até chegar na casa dele.
Assim que chegamos na casa dele, e ele procurava toda e qualquer oportunidade para me tocar, ate que eu tropecei na entrada da casa e arranhei o meu cotovelo. Ele me viu sentado na cadeira da cozinha limpando o arranhão e pediu pra dar uma olhada. Passou a mão pelo meu braco, e quando já estava apoiando a outra mão na minha coxa tocou na minha virilia em cima da minha calca e logo ele segurou a alça da calça e desabotoou e baixou meu zíper deixando minha cueca aparecendo apenas um pedaco, entao ele colocou sua mao dentro da minha cueca e apertou meu saco com sua mão, eu fiquei paralisado. Senti um gelo na espinha e ao mesmo tempo um prazer.
Entao ele segurou meu pinto mole ainda e comecou a bater uma punheta pra mim bem devagar, com a outra mão ele baixava minha calça o suficiente para minha cueca ficar toda exposta, rapidamente meu pinto comecou a ficar duro entao ele segurou meu pinto com a ponta dos dedos e ficou me masturbando ate que eu gozei na mão dele, entao ele lambeu seus dedos e tentou tirar minha camiseta, entao eu rapidamente disse que estava bem e fui pro banheiro correndo.
A esposa dele tinha marcado de sair com as amigas, então ficaria fora por umas seis horas. Estava sentado na minha cama mexendo no celular quando ele apareceu de repente na porta. “Quer alguma coisa?” perguntei. (é claro que ele queria!) “Você sabe o que eu quero!” ele falou, tirando o cinto da calça. “NÃO” eu gritei. Corri em direção à porta, mas ele me agarrou, arrastou até o quarto dele, me jogou na cama, e ficou em cima de mim me prendendo com as mãos e pernas.
“Eu posso até ser preso moleque, mas se você gritar eu bato na sua cara Entendeu?” ele falava isso com uma mão na minha boca e a outra me mostrando um chinelo.
Meu professor arrancou minha camiseta da escola(que foi usado pra amarrar minhas mãos nas costas). Tirou o minha calça a forca e depois arrancou minha cueca “Passa esses pintinho pra cá” ele pegou no meu pintinho e começou chupar e a lamber a cabecinha do meu pau e chupar minhas bolas. Eu queria gritar, mas sabia que seria pior.
- Eu já chupei pintos bem menores que esse, não me decepcione garoto, quero ver essa porcaria mucha ficar dura entendeu? Eu adoro garotinho novinhos.
- Você é bem safadinho Nicolas, seu pauzinho já está molhadinho de prazer, vou lamber ele e chupar até vc gozar na minha frente seu pervertido filho da puta.
Eu estava um pouco assustado, era uma mistura de medo e prazer ao mesmo tempo. “Não! Não faz!” eu falava quase chorando, ele me deu um tapa na cara. Sorriu e meteu a boca no meu pinto, lambendo tudo “Tá com essa piroquinha molhada né garoto?!” e ficava apertando as minhas bolas e me masturbando sem parar. Meu pinto estava muito duro
Comecei a gemer. Ele tirou a cueca, fiquei assustado (pq ainda era virgem e ele tinha uns 20 cm de pênis, sabia que eu ia gritar), e enfiou de uma vez. Não com força, mas sentia minha bunda sendo rasgada! “Ahn! É muito grande! Ahn!” eu gemia, isso o excitava mais “Ninguém nunca te comeu assim antes hein garoto?!”
Ele movia pra frente e pra trás com força, enquanto apertava meu saco com sua mão e apertava a cabecinha do meu pinto, e depois me masturbava. Parou, e aí foi esfregar o meu pênis na minha cara. “Abre a boca vai! Chupa meu pau!” eu dizia não, mas ele me deu outro tapa. Eu sentia aquela coisa na minha garganta, me engasgando, enquanto ele metia o dedo com força no meu cuzinho.
“Eu sei que vc tava querendo! Toma seu viadinho” ele falava e gozava dentro da minha boca. Tirou a rola da minha boca, me dando um tempo pra respirar, pegou o chinelo que tava na mesa ao lado. Puxou meu cabelo, e o apontou pra mim “Eu vou te soltar, mas se correr ou gritar, já sabe!” eu balancei a cabeça como sim, não conseguia falar nada.
Fiquei de pé. Ele me virou de bundinha para cima e rasgou minha camiseta que amarrava minhas mãos. Eu estava com as pernas bambas, e quando ia cair ele me carregou. Deitou na cama e me pôs sentado em suas pernas. Eu estava ofegante. Ele me olhou nos olhos, pegou meu rosto, me trousse pra perto dele, e me beijou na boca.
Foi descendo pro meu pescoço e começou a dar chupões, senti prazer quando ele fez isso. Minhas mãos estavam apoiadas no peitoral dele, e quando dei por mim já estava o abraçando. Sentia uma certa proteção. Dizia pra mim coisas como gostosa, desgraçado, e ia chupando meu pescoço e mordendo a minha orelha.
Doía demais. Eu ficava gemendo enquanto ele alisava os meus quadris ou batia com força na minha bunda, enfiando o dedo no meu cu.
Tava quase que deitado no colo dele quando senti sua mão forte no meu pescoço. Ele ia levantando meu corpo, como que querendo dificultar as coisas pra mim. “Caralho! Isso menino! Vai!” ele gozava em mim, e eu segurando com as duas mãos o braço que segurava meu pescoço. Ele me suspendeu no alto, meu pau durinho na sua frente, ele entao segurou meu pau apertando ele com força, eu estava quase desmaiando de dor quando ele me jogou na cama novamente e me fez ficar de quatro.
Eu podia sentir o pau dele inteiro dentro de mim, já não sabia se eu queria morrer ou se no fundo estava sentindo prazer naquele sexo forçado. Mais uma vez me beijou de língua e falando no meio de cada chupada “Diz que não tá gostando! Diz safado!” Eu estava com meu pinto duro e gozei na cama dele.
- Vai garoto goza mais vai caralho!!!! Quero ver este pau e estas bolas lisas bem melada, vc vai gozar igual uma garotinha salada.
Ter aqueles braços musculosos me abraçando, e aquele peitoral encostando nos meu peito aumentavam um desejo que nunca tinha sentido. Mas eu ficava imaginando se a partir da hora que eu tivesse gostando não seria mais estupro, e me sentia tão culpado pela situação. “Pega meu cinto!” ele falou. O cinto tava na mesa de cabeceira, então eu nem saí do lugar. Enquanto esticava um pouco minha mão pra pega-lo, meu tio ficava acariciando minha coxa.
Entreguei o cinto e ele me mandou levantar o cabelo. Passou uma ponta do cinto em volta do meu pescoço, e pensei que ele o usaria pra me esganar. “Não! Por favor! Não!” eu implorava segurando um dos braços dele, nunca tinha me sentido tão vulnerável. “Quieto! Não vou bater em vc”. Ele abotoou o cinto no meu pescoço, deixando bem apertado. “Fica de quatro!”, eu disse que não, e ele me virou com raiva. Puxou-me pelos quadris, abriu minha bunda deixando o cu visível. Podia sentir o líquido caindo na minha costa enquanto ele gozava, e depois ele passava o pênis naquela gosma pra poder enfiar onde queria.
“Chega! Faço tudo o que vc quiser, mas isso não!” eu implorava de novo, mas eu teria que fazer ‘aquilo’ pq era o que ele queria! Ele enfiou com força, dizendo que era revanche, por eu tê-lo ‘torturado’ esse tempo todo.
Era uma dor inexplicável. Eu gritava pra parar e ele forçava cada vez mais pra fazer aquela ‘porra’ de 20 cm entrar. “Geme garoto! Geme!” e puxava o cinto, que agora era a minha ‘coleira’. Eu só queria que aquilo acabasse, mas ele ia dando tapas mais fortes na minha bunda, já montado em mim, e fazendo com mais força pra eu gemer alto.
Puxou mais uma vez pelo cinto, me sufocando. Agora minhas costas estavam coladas em seu peitoral, e agora ele me chamava de cachorro, enquanto agarrava meus braços com uma mão, e a outra mexendo no meu saco e batendo punheta pra mim sem parar. Gozei novamente na sua mão.
Ele tirou a ‘coleira’, e me abraçou caindo comigo deitado na cama. Meu professor respirava quase que pela boca, e tava tão suado, que tinha uma poça ao seu redor na cama. Eu não imaginava o que mais ele queria. Fiquei deitado de barriga pra cima, de costas pra ele. Sentia seus dedos passeando suavemente pelas minha barriga e depois segurando meu pinto molhado ainda duro de tesao e ainda assim ficar passando o dedo na cabecinha do meu pau e me punhetando ate gozar novamente. Eu mal conseguia olhá-lo nos olhos. Ele moveu uma mecha de cabelo que cobria minha orelha direita, e falou baixinho ao pé do ouvido
– “Eu tinha que ter vc pra mim!” É estranho pra mim pensar que minha primeira vez que foi com meu professor. Nós levantamos depois e fomos tomar uma coca cola gelada na cozinha, não demorou muito voltei para casa pois minha mãe já estava de alta.
*** Meus amores estou com muita dificuldade de postar histórias, sempre estão dando erro ao postar, mas assim que encontrar um navegador que não trave eu continuarei postando mais vezes.
Tenho um filho de 12 anos chamado Nicolas que esta entrando na pré adolescência e nao larga do meu pé um minuto. 🥰
Sou uma professora muito amável e adoro meus alunos, sou completamente apaixonada por cada uma deles, eu sei bem como é ser a primeira figura de mulher na vida destes garotos e garotas.
Todas as semanas novas histórias das experiências que tenho com meus alunos e meu filho.😍💟
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Olá meus amores, meu filho Nicolas vai contar como foi que seu professor abusou dele na última segunda-feira enquanto ele estava na casa do seu professor de historia chamado Henrique.
Devido a problemas de saude, minha mãe me mandou para a casa do meu professor. Achei que talvez fosse legal passar um dia com ele. Ele me pegou na escola no final da aula e no caminho ate sua casa ele tentava colocar a mao no meio das minhas pernas e pedia para eu mostrar minha cuequinha pra ele. Quando o vi... Não sei... Quer dizer, ele era forte, de pele morena, mas alguma coisa no jeito que ele me olhava incomodava um pouco. Ele sempre fazia comentários estranhos até chegar na casa dele.
Assim que chegamos na casa dele, e ele procurava toda e qualquer oportunidade para me tocar, ate que eu tropecei na entrada da casa e arranhei o meu cotovelo. Ele me viu sentado na cadeira da cozinha limpando o arranhão e pediu pra dar uma olhada. Passou a mão pelo meu braco, e quando já estava apoiando a outra mão na minha coxa tocou na minha virilia em cima da minha calca e logo ele segurou a alça da calça e desabotoou e baixou meu zíper deixando minha cueca aparecendo apenas um pedaco, entao ele colocou sua mao dentro da minha cueca e apertou meu saco com sua mão, eu fiquei paralisado. Senti um gelo na espinha e ao mesmo tempo um prazer.
Entao ele segurou meu pinto mole ainda e comecou a bater uma punheta pra mim bem devagar, com a outra mão ele baixava minha calça o suficiente para minha cueca ficar toda exposta, rapidamente meu pinto comecou a ficar duro entao ele segurou meu pinto com a ponta dos dedos e ficou me masturbando ate que eu gozei na mão dele, entao ele lambeu seus dedos e tentou tirar minha camiseta, entao eu rapidamente disse que estava bem e fui pro banheiro correndo.
A esposa dele tinha marcado de sair com as amigas, então ficaria fora por umas seis horas. Estava sentado na minha cama mexendo no celular quando ele apareceu de repente na porta. “Quer alguma coisa?” perguntei. (é claro que ele queria!) “Você sabe o que eu quero!” ele falou, tirando o cinto da calça. “NÃO” eu gritei. Corri em direção à porta, mas ele me agarrou, arrastou até o quarto dele, me jogou na cama, e ficou em cima de mim me prendendo com as mãos e pernas.
“Eu posso até ser preso moleque, mas se você gritar eu bato na sua cara Entendeu?” ele falava isso com uma mão na minha boca e a outra me mostrando um chinelo.
Meu professor arrancou minha camiseta da escola(que foi usado pra amarrar minhas mãos nas costas). Tirou o minha calça a forca e depois arrancou minha cueca “Passa esses pintinho pra cá” ele pegou no meu pintinho e começou chupar e a lamber a cabecinha do meu pau e chupar minhas bolas. Eu queria gritar, mas sabia que seria pior.
- Eu já chupei pintos bem menores que esse, não me decepcione garoto, quero ver essa porcaria mucha ficar dura entendeu? Eu adoro garotinho novinhos.
- Você é bem safadinho Nicolas, seu pauzinho já está molhadinho de prazer, vou lamber ele e chupar até vc gozar na minha frente seu pervertido filho da puta.
Eu estava um pouco assustado, era uma mistura de medo e prazer ao mesmo tempo. “Não! Não faz!” eu falava quase chorando, ele me deu um tapa na cara. Sorriu e meteu a boca no meu pinto, lambendo tudo “Tá com essa piroquinha molhada né garoto?!” e ficava apertando as minhas bolas e me masturbando sem parar. Meu pinto estava muito duro
Comecei a gemer. Ele tirou a cueca, fiquei assustado (pq ainda era virgem e ele tinha uns 20 cm de pênis, sabia que eu ia gritar), e enfiou de uma vez. Não com força, mas sentia minha bunda sendo rasgada! “Ahn! É muito grande! Ahn!” eu gemia, isso o excitava mais “Ninguém nunca te comeu assim antes hein garoto?!”
Ele movia pra frente e pra trás com força, enquanto apertava meu saco com sua mão e apertava a cabecinha do meu pinto, e depois me masturbava. Parou, e aí foi esfregar o meu pênis na minha cara. “Abre a boca vai! Chupa meu pau!” eu dizia não, mas ele me deu outro tapa. Eu sentia aquela coisa na minha garganta, me engasgando, enquanto ele metia o dedo com força no meu cuzinho.
“Eu sei que vc tava querendo! Toma seu viadinho” ele falava e gozava dentro da minha boca. Tirou a rola da minha boca, me dando um tempo pra respirar, pegou o chinelo que tava na mesa ao lado. Puxou meu cabelo, e o apontou pra mim “Eu vou te soltar, mas se correr ou gritar, já sabe!” eu balancei a cabeça como sim, não conseguia falar nada.
Fiquei de pé. Ele me virou de bundinha para cima e rasgou minha camiseta que amarrava minhas mãos. Eu estava com as pernas bambas, e quando ia cair ele me carregou. Deitou na cama e me pôs sentado em suas pernas. Eu estava ofegante. Ele me olhou nos olhos, pegou meu rosto, me trousse pra perto dele, e me beijou na boca.
Foi descendo pro meu pescoço e começou a dar chupões, senti prazer quando ele fez isso. Minhas mãos estavam apoiadas no peitoral dele, e quando dei por mim já estava o abraçando. Sentia uma certa proteção. Dizia pra mim coisas como gostosa, desgraçado, e ia chupando meu pescoço e mordendo a minha orelha.
Doía demais. Eu ficava gemendo enquanto ele alisava os meus quadris ou batia com força na minha bunda, enfiando o dedo no meu cu.
Tava quase que deitado no colo dele quando senti sua mão forte no meu pescoço. Ele ia levantando meu corpo, como que querendo dificultar as coisas pra mim. “Caralho! Isso menino! Vai!” ele gozava em mim, e eu segurando com as duas mãos o braço que segurava meu pescoço. Ele me suspendeu no alto, meu pau durinho na sua frente, ele entao segurou meu pau apertando ele com força, eu estava quase desmaiando de dor quando ele me jogou na cama novamente e me fez ficar de quatro.
Eu podia sentir o pau dele inteiro dentro de mim, já não sabia se eu queria morrer ou se no fundo estava sentindo prazer naquele sexo forçado. Mais uma vez me beijou de língua e falando no meio de cada chupada “Diz que não tá gostando! Diz safado!” Eu estava com meu pinto duro e gozei na cama dele.
- Vai garoto goza mais vai caralho!!!! Quero ver este pau e estas bolas lisas bem melada, vc vai gozar igual uma garotinha salada.
Ter aqueles braços musculosos me abraçando, e aquele peitoral encostando nos meu peito aumentavam um desejo que nunca tinha sentido. Mas eu ficava imaginando se a partir da hora que eu tivesse gostando não seria mais estupro, e me sentia tão culpado pela situação. “Pega meu cinto!” ele falou. O cinto tava na mesa de cabeceira, então eu nem saí do lugar. Enquanto esticava um pouco minha mão pra pega-lo, meu tio ficava acariciando minha coxa.
Entreguei o cinto e ele me mandou levantar o cabelo. Passou uma ponta do cinto em volta do meu pescoço, e pensei que ele o usaria pra me esganar. “Não! Por favor! Não!” eu implorava segurando um dos braços dele, nunca tinha me sentido tão vulnerável. “Quieto! Não vou bater em vc”. Ele abotoou o cinto no meu pescoço, deixando bem apertado. “Fica de quatro!”, eu disse que não, e ele me virou com raiva. Puxou-me pelos quadris, abriu minha bunda deixando o cu visível. Podia sentir o líquido caindo na minha costa enquanto ele gozava, e depois ele passava o pênis naquela gosma pra poder enfiar onde queria.
“Chega! Faço tudo o que vc quiser, mas isso não!” eu implorava de novo, mas eu teria que fazer ‘aquilo’ pq era o que ele queria! Ele enfiou com força, dizendo que era revanche, por eu tê-lo ‘torturado’ esse tempo todo.
Era uma dor inexplicável. Eu gritava pra parar e ele forçava cada vez mais pra fazer aquela ‘porra’ de 20 cm entrar. “Geme garoto! Geme!” e puxava o cinto, que agora era a minha ‘coleira’. Eu só queria que aquilo acabasse, mas ele ia dando tapas mais fortes na minha bunda, já montado em mim, e fazendo com mais força pra eu gemer alto.
Puxou mais uma vez pelo cinto, me sufocando. Agora minhas costas estavam coladas em seu peitoral, e agora ele me chamava de cachorro, enquanto agarrava meus braços com uma mão, e a outra mexendo no meu saco e batendo punheta pra mim sem parar. Gozei novamente na sua mão.
Ele tirou a ‘coleira’, e me abraçou caindo comigo deitado na cama. Meu professor respirava quase que pela boca, e tava tão suado, que tinha uma poça ao seu redor na cama. Eu não imaginava o que mais ele queria. Fiquei deitado de barriga pra cima, de costas pra ele. Sentia seus dedos passeando suavemente pelas minha barriga e depois segurando meu pinto molhado ainda duro de tesao e ainda assim ficar passando o dedo na cabecinha do meu pau e me punhetando ate gozar novamente. Eu mal conseguia olhá-lo nos olhos. Ele moveu uma mecha de cabelo que cobria minha orelha direita, e falou baixinho ao pé do ouvido
– “Eu tinha que ter vc pra mim!” É estranho pra mim pensar que minha primeira vez que foi com meu professor. Nós levantamos depois e fomos tomar uma coca cola gelada na cozinha, não demorou muito voltei para casa pois minha mãe já estava de alta.
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