Como Eu Queria Ser Gay. Mas Não Tenho Coragem.
Tenho 52 anos. Sou casado e trabalho de taxista aqui em Sampa. Todos me vêem como um homem de respeito, sério e hétero. Mas desde criança, lá por volta dos onze anos, eu sinto um fogo diferente dentro de mim, mas que nunca deixei ninguém perceber. E assim eu fui vivendo como mais um cabra macho. Se alguém visse as loucuras que eu aprontava na minha cabeça, quando via um colega ou outro coçando a piroca! E se soubessem a força que eu sempre fiz para não olhar por muito tempo, nem deixar transparecer as coisas que eu sentia! Banheiro falasse! Mas então, sse cara, de uns trinta e poucos anos, fez sinal pra mim e eu parei. Magro e alto, de calça de de tecido mole e camiseta. Antes mesmo dele fazer sinal pra mim, meu olhos já tinham disparado nele. E quando fez sinal eu cheguei a pensar em ignorar. Eu estava num fogo interior nesse dia, que só pensava em fazer uma bela chuca e meter uma camisinha numa calabresa e socar ela no meu cu e me acabar com ela, imaginando um cara igualzinho a ele me fazendo de tudo. É o tipo que curto. E a noite seria possível, já que a minha mulher ia para a festinha do meu cunhado com quem não me dou bem e a casa seria totalmente minha. Quando ele entrou foi impossível resistir não olhar pros balangos dele, soltos na calça.. Era evidente a ausência de cueca. E eu acabei olhando por mais tempo do que os dois segundos de lei. Era grande o negócio! E eu fiquei todo sem jeito por ter dado esse nome. Ele percebeu e depois passou a me testar. A corrida ia durar vinte minutos. Uma ótima corrida, na direção da minha casa, já por volta das oito. Ele me dava umas encaradas pelo retrovisor e sempre que eu olhava para o lado direito, para uma conversão ou num cruzamento, ele apertava os balanços. Estava com as pernas bem abertas, sendo que o pé esquerdo estava quase encostando no freio de mão. Então, ele puxou assunto. Nada demais. Era sobre o que estava acontecendo na política. Mas quando eu olhei para o lado, parecia que ele estava com a mão dentro da calça e mexendo. Então eu não resisti olhar. E ele estava se tocando por baixo da calça. Até perdi a fala e o ar. E percebi que ele estava me encarando pelo retrovisor mais insistentemente. Eu tentei não olhar. Mas não aguentei e olhei. E lá estava ele com cara de convite pra mim. Eu tremi na base. Senti meu cu piscando e só conseguia pensar no quanto deveria ser delicioso cair de boca naquela piroca. Eu nunca estive tão perto de parar de fingir ser homem e pedir pra ele botar logo pra fora pra eu fazer ela desaparecer dentro de mim. E olhando de rabo de olho, dava pra perceber que ele sequer estava disfarçando. Estava se masturbando por baixo da calça de um jeito que era pra me estigar mesmo. E eu nem conseguia mais pensar direito. Inclusive errei a saída da Dutra e tive que fazer o retorno no outro viaduto. E a conversa dele quase me fez entregar os pontos.
- Era pra entrar lá atrás, cara!
- Pô, foi mal! Mas eu vou descontar essa diferença.
- O que foi? Tem alguma coisa tirando a tua concentração? Ou tá me levando pra outro lugar?
- Não! Eu que errei a saída. Acabei me...
- Tranquilo, pô! Mas se liga só... Com todo respeito, eu tô é querendo botar um caldo pra dentro, tá ligado? Se der sinal verde, vai é ficar vermelho. Vem só pra tu ver se eu não faço um estrago!
Eu congelei. E tenho certeza que meus olhos estavam arregalados. A sensação que tive é que daquele dia eu não passava. Ia entrar na piroca dele, sem qualquer chance de defesa. E como eu não disse nada e devo ter ficado igual uma gazela diante de um leão, ele se sentiu confiante e era impossível não perceber que ele havia colocado a piroca para fora. Dava pra ver de relance. E eu já estava sem força pra lutar contra a vontade de olhar logo de uma vez, sem fingimento e revelar a puta que escondo a sete chaves. Então ele pegou pesado de verdade, me levando a quase passar mal com as coisas que disse.
- Aqui! Dá só uma olhadinha pra ver o que te aguarda. Pode olhar! Eu sei que tu quer olhar. E se olhar vai ter que aturar a criança.
Eu não tive saída, senão ignorar o que ouvia. E ele não parava de me provocar. Eu pensava no meu filho, quando ele era criança e eu ensinava ele a surtar pipa. Pensava no dia que a minha esposa foi atropelada. Pensava em tudo que podia para ignorar o que ouvia e frear a minha vontade de parar o carro e olhar de uma vez para aquele inferno delicioso no banco de trás.
- Fala alguma coisa, vai! Aqui a criança só esperando sinal verde... Posso gozar no teu carro, posso? Tô quase gozando, cara! Mas vou deixar pro senhor. Vem!
Graças a Deus estava chegando. E eu consegui dar uma respirada com aquelas coisas que pensei. Então, numa reta, eu não aguentei mais fingir. Me virei e tive a oportunidade de ver aquela piroca de uns dezessete centímetros mais ou menos, com ele se tocando de leve. Não disfarcei. Ele sorriu e eu voltei a olhar pra frente.
- Isso, pô! Para alí, ó! Atrás daquele caminhão!
- Sossega, garoto! Eu tenho idade pra ser teu pai. Sou casado e isso não vai rolar.
- Caraca! É sério isso!? Vai amarelar é!? Então vou gozar no teu carro
Na hora eu pensei em dizer que ele teria que pagar a higienização. Mas eu tava alem de mim mesmo e até deu tesão a ideia dele gozar no meu carro. Eu adoraria que fosse em mim. Naquele momento específico, queria muito experimentar na minha boca. Receber uma gozada todinha na minha boca. Mas eu consegui resistir bravamente. Então disse pra ele gozar.
- Vai lá! Pode gozar. Mas nas costas do banco da frente.
- Ah, para vai! Tá falando sério!? Tu é o quê, pô! Tomar nesse cú.
O cara ficou realmente invocado e eu até entendi na hora. Acho que ele estava convencido de que ia me comer. E ele não parece ser do tipo que tá acostumado a receber um não.
A gente foi chegando ao destino e ele já tinha guardado a piroca. Assim que eu parei o carro e disse o valor, ele ainda ficou um tempinho me olhando, como que esperando eu voltar atrás. Eu olhei para entre as pernas dele e o meu desejo era sentar ali. Mas eu consegui sair dali ainda podendo dizer que sou homem. E ele estava tão contrariado, que fez questão do desconto e bateu a porta com força na saída, me mandando ir tomar no cú de Furnas agressiva.
- Era pra entrar lá atrás, cara!
- Pô, foi mal! Mas eu vou descontar essa diferença.
- O que foi? Tem alguma coisa tirando a tua concentração? Ou tá me levando pra outro lugar?
- Não! Eu que errei a saída. Acabei me...
- Tranquilo, pô! Mas se liga só... Com todo respeito, eu tô é querendo botar um caldo pra dentro, tá ligado? Se der sinal verde, vai é ficar vermelho. Vem só pra tu ver se eu não faço um estrago!
Eu congelei. E tenho certeza que meus olhos estavam arregalados. A sensação que tive é que daquele dia eu não passava. Ia entrar na piroca dele, sem qualquer chance de defesa. E como eu não disse nada e devo ter ficado igual uma gazela diante de um leão, ele se sentiu confiante e era impossível não perceber que ele havia colocado a piroca para fora. Dava pra ver de relance. E eu já estava sem força pra lutar contra a vontade de olhar logo de uma vez, sem fingimento e revelar a puta que escondo a sete chaves. Então ele pegou pesado de verdade, me levando a quase passar mal com as coisas que disse.
- Aqui! Dá só uma olhadinha pra ver o que te aguarda. Pode olhar! Eu sei que tu quer olhar. E se olhar vai ter que aturar a criança.
Eu não tive saída, senão ignorar o que ouvia. E ele não parava de me provocar. Eu pensava no meu filho, quando ele era criança e eu ensinava ele a surtar pipa. Pensava no dia que a minha esposa foi atropelada. Pensava em tudo que podia para ignorar o que ouvia e frear a minha vontade de parar o carro e olhar de uma vez para aquele inferno delicioso no banco de trás.
- Fala alguma coisa, vai! Aqui a criança só esperando sinal verde... Posso gozar no teu carro, posso? Tô quase gozando, cara! Mas vou deixar pro senhor. Vem!
Graças a Deus estava chegando. E eu consegui dar uma respirada com aquelas coisas que pensei. Então, numa reta, eu não aguentei mais fingir. Me virei e tive a oportunidade de ver aquela piroca de uns dezessete centímetros mais ou menos, com ele se tocando de leve. Não disfarcei. Ele sorriu e eu voltei a olhar pra frente.
- Isso, pô! Para alí, ó! Atrás daquele caminhão!
- Sossega, garoto! Eu tenho idade pra ser teu pai. Sou casado e isso não vai rolar.
- Caraca! É sério isso!? Vai amarelar é!? Então vou gozar no teu carro
Na hora eu pensei em dizer que ele teria que pagar a higienização. Mas eu tava alem de mim mesmo e até deu tesão a ideia dele gozar no meu carro. Eu adoraria que fosse em mim. Naquele momento específico, queria muito experimentar na minha boca. Receber uma gozada todinha na minha boca. Mas eu consegui resistir bravamente. Então disse pra ele gozar.
- Vai lá! Pode gozar. Mas nas costas do banco da frente.
- Ah, para vai! Tá falando sério!? Tu é o quê, pô! Tomar nesse cú.
O cara ficou realmente invocado e eu até entendi na hora. Acho que ele estava convencido de que ia me comer. E ele não parece ser do tipo que tá acostumado a receber um não.
A gente foi chegando ao destino e ele já tinha guardado a piroca. Assim que eu parei o carro e disse o valor, ele ainda ficou um tempinho me olhando, como que esperando eu voltar atrás. Eu olhei para entre as pernas dele e o meu desejo era sentar ali. Mas eu consegui sair dali ainda podendo dizer que sou homem. E ele estava tão contrariado, que fez questão do desconto e bateu a porta com força na saída, me mandando ir tomar no cú de Furnas agressiva.
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