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📅 Publicado em: 31/12/2004 22:00

👤 Autor: mizinho

Olá, Vou dar os nomes corretos, pela revolta que estou sentindo. Walmir é o meu nome e todos me conhecem como (Mirinho) minha ex se chama Leticia. Quando do ocorrido, em setembro de 2002, morávamos no bairro do Irajá no Rio de Janeiro. Sou casado, 42 anos, minha esposa, ou ex-esposa tem 53 anos, morena clara, estatura baixa, bem recatada. Não é uma mulher bonita, mas para sua idade, até que tem um corpo bem feito. Não gosta de estar se exibindo, usa roupas bem discretas, inclusive seu biquíni é até um pouco exagerado, pois cobre demais. Por vezes, e não foram poucas, a bola da rapaziada caia no jardim lá de casa. E como a cada caída, Letícia perdia uma de suas plantas, começou a rasgar todas as bolas, e devolve-las furadas, como forma de se vingar dos moleques. Eu não gostava daquilo e chegamos até a brigar por causa disso, pois além de gostar de uma pelada, tinha no meio, filhos de amigos meus, e não queria me aborrecer com ninguém. Não adiantava minhas brigas, bastava eu não estar em casa e cair alguma bola para ser devolvida rasgada. Não temos filhos juntos, os que temos ela já traz do relacionamento anterior, um casal com seus 23 e 25 anos, que por sorte, não estavam em casa naquele sábado. Eu estava no quintal lavando o carro, quando escuto um barulho no jardim, era uma bola que tinha caído, e alguém já tinha pulado o muro. Corri para ver e me deparei com um rapaz que não conhecia daquela área. O rapaz estava portando uma arma, e quando me viu apontou-a para mim, com toda segurança de um marginal com tempo de estrada. Confesso que fiquei nervoso e pedi para ele baixar a arma para não machucar ninguém. Letícia ouvindo algo diferente, foi até ao jardim e deparou-se com aquela cena. O rapaz disse que daquele dia em diante nenhuma bola que caísse na minha casa seria rasgada, se não algo de ruim iria acontecer. Letícia sem pensar, falou que toda bola que continuasse caindo ali e quebrando suas plantas, seriam rasgadas. O rapaz deu-lhe um tapa na cara, e eu tentei partir para cima dele, mas ele rapidamente apontou a arma em minha direção, não permitindo qualquer reação. Ele abriu o portão e mandou a rapaziada da pelada entrar. Entraram seis rapazes, todos moradores da área. O rapaz que comandava, mandou que entrássemos na casa. Logo que entramos o rapaz falou: a Senhora vai pagar por todas as bolas que rasgou. Ele mandou que os garotos me amarrassem, mas eles ficaram com medo. O rapaz então apontando a arma para um deles falou: Ô Caralho, to mandando. A partir daí ele começou a ficar com tom mais nervoso. Fui amarrado, sentado em uma cadeira. O rapaz mandou minha mulher tirar a blusa (ela falou que não tiraria). Eu pedi para que ele parasse com aquilo, mas nada adiantou. Ele deu outro tapa na cara da minha mulher, e mandou um dos garotos tirar a blusa dela. Notei que alguns deles estavam bastante nervosos, sem saber o que fazer, e o que poderia acontecer ali. Acredito que não a rapaziada estivesse pensando em somente dar um susto em minha mulher, mas não mediram as conseqüências do ato. O rapaz mandou que tirassem o soutian , dela, e logo com os peitos nus os garotos olhavam com mais nervosismo ainda. Ele mandou que um deles mamasse nos peitos dela. E um deles foi mamando, e Letícia muito nervosa, começava a querer chorar. Outro foi mamando no outro peito. E fui percebendo que eles já começavam a dar sinal de excitação. Ele mandou que todos botassem o pau para fora. E realmente pude constatar: todos já estavam de pau duro. Eu, impotente diante de tudo que via, começava a me revoltar. Já estava vendo uma fila de moleques com os paus apontados para minha mulher mamar. Ela começava a mamar com cara de nojo e em meio a soluços de choro. Eles tiraram sua saia, abaixaram sua calcinha, e começaram a apertar a bunda, a xoxota, as coxas, cada um afoitamente queria fazer algo. Já nem mais ligavam para o fato de me conhecer, pois tinham um álibi que era a determinação do rapaz armado. O rapaz mandou que minha mulher ficasse de quatro, que agora iria ser fodida até cansar. Eles se colocavam atrás dela como cachorros que querem fuder a cadela no cio. Ela literalmente arreganhada, começou a receber a primeira pica. Eu não podia acreditar no que estava vendo: minha mulher toda recatada, aguardando para ser fodida por uma turma de moleques. Em nenhum momento ao contrário do que possam pensar, senti tesão, somente revolta. Comecei a ver minha mulher ser bombada pelo primeiro garoto, que após uns dois minutos já estava gozando. Veio o segundo , e o rapaz mandou o garoto passar a língua no cu de Letícia, o garoto não gostou muito da ordem, mas em obediência, passou de leve a língua no cu de Letícia. Letícia tentou apertar as nádegas para evitar a linguada. O rapaz então mandou: arreganha essa bundona branca e enfia a língua toda no cu dela. O rapaz apesar de demonstrar nojo, novamente obedeceu, enfiando toda a língua no cu de minha esposa. Percebi que Letícia se contorceu, e chegou a revirar o pescoço. E recebendo a língua no rabo, percebi que ela se arreganhou um pouco como se fosse favorecer a nova entrada da língua do rapaz. Após ser bem linguada, o garoto encostou a pica na sua buceta ainda molhada da porra do outro, e empurrou para dentro. Desta vez, pude ver nitidamente, Letícia mexendo com sua bunda, num movimento de vai-e-vem, e contorcendo ainda mais o seu pescoço. O rapaz percebeu que Letícia estava gostando, e logo falou: A Senhora é bem safada dona, estava chorando ainda pouco, e agora ta se rebolando toda. Olha aí patrão como é que a sua coroa gosta. Eu acho que quanto mais novo mais a coroa fica tarada. O rapaz mandou que outro garoto ficasse passando o pau na cara dela, somente como forma de humilhação. O garoto passava o pau na cara de Letícia, enquanto ela era fodida na buceta. O garoto não agüentou e gozou em seu rosto, deixando toda sua cara suja de porra. O rapaz falou: pode lamber madame, não deixar escorrer não. E foi mais jato de porra na buceta de Letícia. A garotada olhava e apertava o pau. O rapaz de sacanagem, mandou que eles parassem, houve reclamação geral, inclusive de Letícia, que apesar de não falar nada. Olhava para traz, ainda de quatro, e com os olhinhos apertados. A sua mulher é mesmo uma galinha patrão, nem sair da posição ela saiu. O próximo garoto deu nova lambida no cuzinho de Letícia, que já estremecia toda, e enfiou seu dedo. Eu, que sou o marido só comi seu cu uma única vez, e mesmo assim não consegui botar o pau todo, porque Letícia reclamava que aquilo não era legal e lhe tirava o tesão. O garoto lhe enfiava o dedo no rabo e ela rebolava para facilitar a entrada. Letícia já gemia e rebolava (parecia que minha mulher estava transformada). O garoto apontando o pau para o cuzinho de Letícia, perguntou ao rapaz se podia meter na bunda dela. Claro, come logo essa dona que tem maluco esperando. Na primeira empurrada, apesar de o pau não ser grande, Letícia deu uma gemida mais alto, e depois começou a se remexer como que se estivesse endoidando com aquele cacete enfiado no rabo. Eu não sabia na verdade o que estava dando prazer a ela, se a exibição que fazia, se a humilhação que passava, se era pela rapaziada, ou de de fato ela era uma vaca e eu não sabia. Letícia gozou, sacudia a cabeça, gritava, e eu totalmente humilhado. Letícia foi fodida por todos os garotos, e chegou a hora do rapaz, que apesar de negro, não tinha o pau grande, mas era bem grosso. Letícia mamou sua pica, como uma bezerrinha faminta, já não se importava com o que estava fazendo na minha frente, acredito que já soubesse que depois daquilo iríamos nos separar, então resolveu aproveitar ao máximo que pudesse. Letícia chupava inclusive o saco do rapaz, passava a mão em sua bunda e tentava enfiar o dedo no cu do rapaz, momento em que era contida. O rapaz meteu na buceta de Letícia e bombou até ela gozar feito uma louca. Depois que ela gozou, o rapaz falou: Agora é a minha vez de comer essa bunda branquinha, e Letícia olhava para ele com cara de tarada, totalmente transformada. Confesso que nessa hora minha revolta aumentou, e só não chorei não sei porque, pois ainda gostava dela. Letícia teve seu rabo lambido, cuspido, e bombado pelo rapaz, que sem dó nem piedade socava sua bunda com raiva, como a querer deixar seu cuzinho ardendo, ao mesmo tempo em que dava-lhe um monte de tapas na bunda deixando-a toda toda vermelha. . Mas quanto mais ele socava, mais Letícia urrava de dor e de prazer. Letícia já se virava e olhava para minha cara, como a querer me mostrar que estava sendo enrabada e tendo muito prazer. O rapaz gozou na sua bunda, e ao tirar, pude ver escorrendo de seu cu. Letícia não saia daquela posição de quatro, como se estivesse esperando mais. Ela ficou toda lambuzada de porra, e o rapaz para humilhar ainda mais, mandou que ela lambesse sua pica, recém saída de seu cu, e sugasse todo o leitinho que ainda estivesse guardado no seu pau. Após isso, foram embora rindo, me deixando amarrado, e Letícia esparramada pelo chão, exausta de tanto ser fodida. No meio da garotada tinha inclusive filho de amigo meu, que pude presenciar metendo em minha mulher. Letícia não quis que eu desse parte na Polícia, e isso contribuiu ainda mais para minha decisão quanto a separação. Não moro mais naquele bairro, pois a vergonha é muito grande, e também cortei contato com todos daquela época, mas ela continua morando lá com seus filhos. Não sei como tem coragem.
Nenhuma reação ainda.

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