Ajudando o pipizinho do meu filhinho a abaixar
Ele estava com as pernas abertas e mexendo com os dedos, como se estivesse sentindo o negócio. Eu não aguentei a pergunta sincera e caí na risada.
— Como assim maduro, meu amor?
— Assim, empézinho. — Ele esticou o dedo pra cima, querendo me mostrar como ficava.
Eu ria sem parar, eu estava achando muito engraçado a pergunta dele.
— Tá maduro agora? — Perguntei ainda rindo.
Ele assentiu e perguntou se eu queria ver. Eu achei tão engraçado que disse que queria, para ele me mostrar. Meu filho abaixou as calças com a cuequinha e eu vi o piruzinho dele, durinho.
— Por que fica assim, maduro? — Ele perguntou me olhando.
Eu não sabia o que responder, então só pude mudar de assunto e perguntar se já tinha ficado assim mais vezes. Ele respondeu que sim, assentindo.
Eu não vou mentir, eu fiquei um pouco safada vendo toda aquela inocência dele, e ele alí, com o pintinho durinho.
— Você sabe como fazer abaixar, meu amor? — Perguntei cheia de curiosidade.
Ele respondeu que não balançando a cabeça e eu perguntei se ele ficava assim muito tempo até a abaixar sozinho. Meu filhinho assentiu e disse que ficava assim até abaixar.
Eu já estava bem safada ao ver aquela inocência e aquele negócio durinho ao mesmo tempo.
— Quer que a mamãe faça ele abaixar pra você?
Ele disse que queria e eu me aproximei do sofá. Eu pensei em usar as mãos, mas era pequenininho, do tamanho do meu dedo. Então resolvei me ajoelhar no chão, entre as perninhas dele, e colocar aquele pauzinho na minha boca junto com as bolinhas dele.
Quando meu menininho sentiu minha boca, quentinha, em volta de todo o piruzinho dele, ele apoiou as duas mãos atrás e ficou me olhando com uma carinha de apaixonado, que eu não consegui aguentar.
Eu comecei a mamar bem devagarinho, com a boca bem babadinha, chupando o pau e os ovinhos dele ao mesmo tempo. Meu menininho começou a 'escorregar' no sofá como se estivesse derretendo sentindo o primeiro boquetinho da vida dele, até ficar todo deitadinho no sofá, esticadinho, com a respiração curta.
Em menos de dois minutos eu senti o piruzinho dele encolhendo na minha boca, ficando bem pequenininho. Eu sorri ao ver ele esparramado alí, respirando enquanto olhava para o teto com uma expressão boba no rosto.
Seu piruzinho e seu saquinho branquinho, estava bem babadinhos, brilhando.
— Meu amor, — eu chamei.
Ele olhou pra mim, feliz, e eu abri os braços para ele. Meu meninino se levantou e me abraçou, um abraço tão apertado, tão gostoso, que eu me derreti.
— Não pode contar para ninguém, tá bom, meu amor?
Ele assentiu, confirmando que não contaria.
— Só a mamãe que pode fazer isso, então não conta pra ninguém e não pede para outra pessoa fazer o seu pipiu abaixar, tá bom?
Ele assentiu mais uma vez e eu perguntei: — Combinado?
— Combinado! — Ele estava muito alegrinho, muito feliz. Eu dei um beijo na testa dele, e ele já saiu para brincar depois de puxar o short pra cima.
Eu fui para a cozinha preparar o almoço e, em menos de 15 minutos, ele apareceu ao meu lado, abraçando a minha perna.
— Que foi, meu amor? — Perguntei acariciando os cabelos dele. — Tá tudo bem?
Ele ficou bem quietinho, com o rosto colado na minha coxa. Eu vi ele agindo assim, e já suspeitei.
— Tá maduro de novo? — Perguntei, sorrindo.
Ele assentiu, todo tímido, sem ousar olhar pra mim. Eu não conseguia acreditar que o meu garotinho já estava durinho mais uma vez.
— Tá tudo bem, meu amor, não precisa ficar com vergonha. — Eu me ajoelhei na frente dele, acariciando o seu rostinho com uma mão, e falei. — Quando for assim, é só pedir a mamãe, tá bom?
Ele assentiu muito feliz, sorrindo. E eu acrescentei. — Mas é segredo, tá bom? Então se tiver gente por perto você não pode falar nada. Vai ter que esperar até a gente chegar em casa, combinado?
— Combinado! — Ver ele sorrindo ao falar, todo feliz, só me deixou com ainda mais vontade de agradar o meu amorzinho. Eu coloquei ele sentado na cadeira da cozinha, já sem as calças, me ajoelhei na frente dele, e coloquei tanto o seu pauzinho quanto os seus ovinhos na minha boca.
Meu filhinho ficava me olhando, com estrela nos olhos, e eu só ficava com ainda mais vontade de chupar ele bem gostosinho. Minha boca estava quentinha, bem babadinha, e toda vez que eu mexia a cabeça mamando aquele pintinho, ele ofegava sem desviar os olhos da minha boca.
Minha buceta estava encharcada, muito quente, e eu não consegui evitar de levar minha mão até ela para me acalmar um pouquinho, mas quanto mais eu passava os dedos, mais safada eu ficava.
Meu filhinho estava gostando tanto, que ele colocou as duas mãos nos meus cabelos. Eu sorri com o pintinho dele na boca ao ver isso, e só tirei para pedir para ele segurar com força usando as duas mãos.
Ele obedeceu e segurou meus cabelos bem forte com as duas mãozinhas, como se fosse uma rédea.
Minha buceta já estava escorrendo de tão molhada, e eu continuei ali, ajoelhada, mamando o meu filhinho e me acariciando por uns 6 minutos antes de sentir o piruzinho dele encolhendo na minha boca. Não saía nada, mas ver a carinha dele de satisfação, com os olhinhos quase fechados e quase escorregando da cadeira, me deixou muito satisfeita.
Eu dei um beijinho na testa dele, me levantei e percebi que eu não ia aguentar fazer o almoço com esse fogo todo. Eu precisava tomar um banho para me acalmar. Como o meu menino estava ali, todo suadinho e satisfeito, eu resolvi chamar ele para tomar banho também.
A gente entrou de mãos dadas no banheiro e, quando ele me viu tirando a roupa, ficou olhando cheio de curiosidade sem desviar os olhos.
Minha buceta estava encharcada e assim que eu atirei a calcinha, aquele cheirinho gostoso de mulher safada, no cio, começou a subir. Meu menininho estava de frente pra mim, olhando minha buceta raspidinha a centímetros dele com uma atenção tão grande que fazia todo o meu corpo esquentar.
Eu já tinha dado muito banho nele, mas nunca tinha tomado assim, toda nua. Eu estiquei a mão para ele, e nós entramos no box. Quando comecei a passar o sabão pelo corpo dele, notei que ele continuava me olhando, seus olhos percorriam todo o meu corpo e ele parecia quase hipnotizado. Ele olhava para os meus peitos, depois descia o olhar até a minha buceta, e ficava lá, olhando.
Quando eu cheguei na cintura dele, não consegui acreditar que ele já estava durinho de novo. Ele se mexeu todo 'desconfortável' quando me sentiu passando sabão no pintinho durinho dele e eu ri.
— Quer que a mamãe abaixe ele de novo, meu amor?
Ele assentiu todo agitado, me olhando com os olhinhos cheios de antecipação e eu não pude evitar de rir ao ver ele agindo assim.
— Então deita pra mamãe fazer isso. — Pedi.
Mesmo sem entender, ele deitou no chão do box e eu vendo ele deitadinho ali, com o piruzinho branquinho, durinho, apontando para cima, montei nele.
Ele me olhou sem entender nada, mas na mesma hora em que sentiu o pintinho dele entrando na minha buceta ele esticou as pernas e fez aquela carinha de quem estava entrando no céu. Eu sorri ao vê-lo assim e comecei a serpentear a minha buceta para frente e para trás bem devagarinho.
Mesmo que o piruzinho dele fosse do tamanho do meu dedo, era quentinho, durinho, e estava muito gostoso. Eu suspirei e comecei a serpentear ainda mais rápido, eu estava ficando louca com o pintinho do meu próprio filho.
Ele respirava forte, todo 'tenso' com aquela carinha de encantado no rosto. Ele olhava para os meus peitos balançando e depois para a minha buceta indo para a frente e para trás com o pauzinho dele todo dentro dela e não conseguia mais tirar os olhos de lá.
— Hnnnnm — Eu já gemia, sem conseguir controlar o tanto que eu estava excitada.
Quando eu sentia o piruzinho dele vibrando dentro da minha buceta, como se estivesse pulsando, eu ficava ainda mais louca, e esfregava ainda mais rápido para frente e para trás.
Meu filhinho já estava respirando rápido e ele não tirava mais os olhos da minha buceta. E isso me excitava tanto... mais tanto... que eu pedi para ele apertar os dois biquinhos dos meus seios e puxar.
Ele obedeceu, apertou bem forte pela falta de experiência e puxou meus seios para baixo, deixando-os totalmente esticados. A dor se misturou com o prazer e eu comecei a tremer no pau do meu menininho.
Eu não conseguia acreditar que estava gozando naquele piruzinho. No piruzinho do meu filho.
Eu gemia alto: AHNNM, e ele me olhava encantado e curioso sentindo a minha buceta apertando muito o pintinho dele.
Quando aquela sensação alucinante passou, foi a minha vez de olhar toda dengosa para o meu menininho. O piruzinho dele ainda estava durinho dentro de mim, e eu aproveitei para serpentear ainda mais rápido.
Agora eu fazia questão de deixar o meu menininho bem molinho depois de experimentar a buceta da mamãe. Em menos de dois minutos ele ficou com as pernas totalmente esticadas e fez um barulho com a boca, sem conseguir se controlar de tanto prazer que estava sentindo.
Assim que ele relaxou, ele ficou todo molinho deitado no chão, com um sorrisinho bobo no rosto. Eu senti o pau dele encolhendo muito rápido dentro de mim até sair da minha buceta, e enchi ele de beijinhos no rosto enquanto ele ria satisfeito.
Depois do banho ele foi dormir um pouquinho e eu fui preparar o almoço. Quando o almoço estava pronto eu chamei ele, a gente almoçou junto e ele foi brincar.
Eu já tinha terminado as tarefas da casa quando resolvi assisti uma seriezinha, até que ele entrou correndo, todo feliz.
— Mãeee — Ele me chama encantado.
— Que foi garoto? — Perguntei sorrindo ao vê-lo tão alegre.
Ele já foi apontando para o pau repetidas vezes enquanto vinha na minha direção.
Eu ri vendo isso, e perguntei. — Tá maduro de novo?
Ele assentiu várias vezes.
— Quer que a mamãe use a boca ou a pepeka?
Ele apontou para a minha buceta com os olhos fixos nela, e isso causou um formigamento em todo o meu corpo. — Que garotinho mais safado eu tenho... meu Deus.
Quando eu comecei a tirar o meu short e a minha calcinha, ele já estava passando os dele pelos pés, ficando peladinho.
Eu deitei no sofá, abri as e chamei ele, — vem aqui, meu amor.
Ele subiu, ficou entre as minhas pernas, e foi logo encostando o pintinho durinho na minha buceta. Eu mordi o lábio e fiquei vendo ele se esfregar enquanto ele tentava achar onde que causava aquele prazer tão gostoso.
Quando ele olhou pra mim, eu entendi que ele queria ajuda e sorri, guiando o pauzinho dele para dentro da minha buceta mais uma vez.
Ele soltou toda a respiração que tinha no corpo, como se tivesse relaxado ao sentir o piruzinho dele entrando na minha buceta, e eu tremi vendo ele assim. Minha buceta estava muito quente, muito molhada, muito safada.
— Faz assim meu amor. — Pedi ensinando ele a meter usando as minhas mãos para fazer a cintura dele ir pra frente e pra trás.
Quando ele começou a meter aquele piruzinho na minha buceta, eu não aguentei, inclinei minha cabeça para trás deixando meu pescoço exposto e gemi bem gostoso, relaxando no pau do meu filhinho.
Depois de um tempinho fazendo assim, ele parou com o pauzinho todo dentro de mim, e começou a esfregar pra cima e pra baixo com ele todo dentro da minha buceta.
Ele pareceu gostar ainda mais assim, porque ele começou a esfregar bem rápido, quase desesperado. A respiração dele estava curta, afobada, e eu usei minhas unhas para arranhar bem de levinho as costas dele.
Quando ele começou a tremer e caiu em cima de mim ofegando, eu coloquei a minha mão entre os nossos corpos e esfreguei a minha buceta com força até gozar com ele deitado ali. Eu tremia tanto, ofegava tanto, que tive que me esforçar muito para não gritar de tanto prazer. Tudo o que o meu filho ouvia eram os meus gemidos nasalados e longos enquanto eu me derretia lembrando da sensação do pauzinho dele dentro de mim.
Nós ficamos ofegando assim por uns minutinhos, até ele subir mais um pouquinho e me abraçar todo dengoso, enquanto assistíamos Tv assim, juntinhos.
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