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Ai meu cuzinho

📅 Publicado em: 10/03/2023 09:12

👤 Autor: reginaldo

🏷️ Tags: #Gay #Teen
Hoje sou casado pela 3ª vez. Na época, ainda moleque, foi quando descobri a sacanagem. Havia de tudo. Disputas de "espadas", um batendo o pau duro no pau do outro, campeonato de punheta, que era quem gozava mais rápido ou quem "cuspia" mais longe. Rolava de tudo em grupo. Até quem tinha o pau mais comprido.

Também havia coisa de um com um. Geralmente, troca-troca. Maioria das vezes, resvalava e ficava por isso mesmo, sem penetração. Anos depois...

Reencontrei um dos meus amigos de troca por puro acaso, numa lanchonete na Paulista aqui em São Paulo. Um dos únicos que sentiu meu pau entrar na fase que só resvalava. Gozei no cu dele. Antes, ele tinha resvalado no meu cu sem conseguir entrar em mim.

Conversamos mais de uma hora na lanchonete, contando a história de cada um.

Eu era casado, tinha duas filhas, e gerenciava uma área numa empresa de comunicação. Era tinha uma pequena corretora de valores. Também casado, quatro filhos. Combinamos de esticar a prosa. Do celular, avisei minha secretária que não voltaria à tarde. Iria tentar conquistar um cliente novo. Ele fez a mesma coisa. Ligou pra corretora e avisou a secretária que só atenderia no dia seguinte. Resolvemos ir pra um boteco. Pra comemorar a velha amizade. Chamei um Uber.

- Não precisa. Mando o motorista deixar o carro aqui e a gente vai.

- Pra que? O Uber é mais simples. Podemos comer e bebemorar sem preocupação com volante.

Ele concordou.

Uber chegou. Fomos prum bom boteco na Mooca. Dentro do carro, surgiu o assunto das vivencias na molecagem.

- Cê se lembra, né?

- Foi sacanagem sua.

- Foi não. Foi você que não conseguiu entrar. Eu consegui. Você ainda se lembra?

- Alguém esquece? A primeira vez ninguém esquece.

A gente tinha engatado essa conversa sem nem levar em conta que o motorista do Uber estava ouvindo. Lá pelas tantas, ele disse.

- Os senhores não querem mudar o trajeto?

Só aí percebemos que o cara tava ouvindo tudo. Meu amigo foi falar alguma coisa, mas eu interferi.

- Tem sugestão?

- "Tal lugar" (nome do local). Discreto, cozinha muito boa, ótimos drinks.

Olhei pro meu amigo, ele olhou pra mim. Concordamos. A gente só não sabia que era um motel. Disse que iria mudar o trajeto no aplicativo, Ele sugeriu.

- Se quiser deixar como está, pra mim é melhor. Cobro 50 reai a mais até lá. Pode ser.

- Pode.

Fomos para o "tal lugar". A gente proseava tanto sobre os tempos de infância/adolescência que nem percebemos quando ele parou na portaria do motel.

- O que o senhores querem? Suíte presidencial ou executiva?

A gente se surpreendeu mesmo, mas meu amigo respondeu.

- Presidencial.

E lá vamos nós, motel adentro até a tal suíte. Motorista embicou o carro e entrou na vaga de garagem. Paguei os 50 e dei mais 10 reais de gorjeta. Achei que a sugestão dele tinha sido boa.

Entramos na tal suíte. Maravilha. Área solar. Tiramos a roupa, enrolamos uma toalha e deitamos nas espreguiçadeiras. Fui no frigobar, peguei cervejas pra nós e voltei a deitar na espreguiçadeira. Achei que estava muito mais próxima a dele do que estava antes. Depois de esgotar o estoque de latinhas do frigobar, pedimos um vinho, escolhido por ele. A garrafa secou rapidão.

- Você me comeu, cara.

Ele disse isso sem mais nem menos.

- Você gostou. Confessa.

- Gostei, mas você ficou me devendo. Era troca troca. Você enfiou, eu não..

- Brinde ao troca

Eu disse e brindamos a última taça da segunda garrafa de vinho,

- Sério. Deixa eu te comer de novo?

- Deixo, mas antes sou eu.

- Como assim? Você quer me comer?

- Claro, ué, pra descontar a troca. Depois você me come.

- Não estava pensando nisso.

- Ou eu como você e depois eu dou pra você, ou vamos embora.

Concordei. Fomos pra cama. Deitei de bunda pra cima

- Abre seu cuzinho.

Abri. Já tinha sentido um pauzinho entrando em mim, mas foi na época da molecagem. A coisa agora era séria.

Senti ele passando os dedos no meu cu. Tava lubrificando. Um dos dedos afundiu dentro,

- Que cuzinho quentinho

- Vai devagar.

- Abre a bundinha, abre.

Ele encostou a cabeça e empurrou. A cabeça entrou toda.

- Ai meu cu.

- Tá doendo?

- Tá.

- Sente meu pau, sente.

Ele enterrou o pau até o fim, me segurando pra não escapar dele. Atochou tudo.

- Ai, ai meu cu. Tira

- Você tirou ou gozou dentro?

Ele perguntou e bombava meu cu. Eu gemia de dor

- ai meu cu, ai meu cuzinho

- vou gozar. Vou gozar no seu cu.

Não sei onde ele tirou tanta porra. Ele inundou minha bunda. Meia hora depois, o cheiro no quarto era de porra.

Era minha vez no troca. Abri mão. Não aguentava mais nada.
Nenhuma reação ainda.

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