Babá de um Autista Pré-Adolescente (Parte 2)
Onze da noite cheguei novamente ao apartamento, entrei e cumprimentei os pais que estavam gargalhando pra um programa de tv. Entre as risadas a dona me perguntou como tinha sido o dia e se o Rafael estava bem, que eles já tinham visto os hematomas, conversado com o garoto e iriam no dia seguinte confrontar os responsáveis na escola, mas que tinham deixado o Rafael ficar acordado jogando depois das 10 pra alegra-lo (mal sabiam eles o que eu tinha feito pra tentar anima-lo).
Coloquei minha bolsa no quarto e chamei o garoto pra sala, onde me mostrou a lição de casa, corrigimos alguns erros e eu o parabenizei por ter feito sozinho e por ter acertado a maioria das questões. Rafael mal conseguia esconder o quão carinho e quão manhoso estava comigo, dava pra perceber que estava começando a ficar apaixonado por mim. A dona ainda acrescentou que Rafael tinha tomado banho, escovado os dentes e comido toda a refeição que tinha deixado pra ele, seu quarto estava arrumado e baixinho eu sussurrei no ouvido do Rafael “parabéns querido, mamãe vai te recompensar por ter sido um filho tão bonzinho” só pra ver sua pele arrepiar e seu rosto se contorcer de felicidade, já esperando a bucetada que eu daria nele em breve.
Então bocejando, Rafael pediu pra que eu o colocasse na cama e seu pai comentou que ele já estava velho demais pra isso, poderia ir sozinho e me dar um descanso, mas o garoto bateu o pé e choramingou, eu aceitei argumentando que ele já tinha tido um dia cheio, fazer esse agrado não custava nada, o dono não ligou, continuou rindo do programa de tv, demos boa noite aos dois e fomos pro quarto.
Tranquei a porta atrás de nós, sentei em sua cama e perguntei o que ele achava que estava fazendo me mandando aquele nude, o garoto fez beicinho e perguntou se eu não tinha gostado, eu ri e afirmei ter amado, mas poderia ser algo que nos colocaria em perigo se alguém descobrisse. Ele sentou ao meu lado e me beijou fazendo manha e pedindo por mais (obviamente não querendo conversar, ansioso pra gozar novamente), suspirei perguntando onde estava a calcinha que ele tinha enchido de porra e mijo. Rafael escondeu seu crime no banheiro, me entregou com muita expectativa no olhar, eu levantei a saia que estava vestindo e pedi pra ele mesmo puxar minha calcinha pra baixo, quanto o fez ficou algum tempo admirando a minha buceta exposta, parecia inclusive babar. Falei que ele não tinha permissão de me tocar sem calcinha, apenas por cima de roupas por enquanto, então Rafael pegou a calcinha que tinha preparado pra mim e me vestiu, sua porra já estava fria e me deu uma leve contração quando encostou na minha pele quente. O garoto colocou o dedo por cima da calcinha empurrando estrategicamente o lugar que havia gozado pra dentro do meu buraquinho (foi nesse momento que entendi que ele tinha fetiche de gozar dentro e me ver toda cheia de porra).
Perguntei se ele estava pronto pra mamãe fazer os cuidados noturnos e Rafael consentiu curioso com o que tinha preparado, então desliguei a luz deixando só um abajur baixo pra cortar a escuridão, deitei ao seu lado, o beijando um pouco pra começar o clima e desabotoei minha camisa, tirei meu sutiã antes que ele abrisse os olhos e sussurrei lhe dando alguns selinhos "o bebê vai ganhar um mama no peito da mamãe pra dormir gostosinho, por ser um bom menino comportado" e foi o que ele fez. Começou explorando, apertava um peito, puxava um biquinho, depois foi lambendo timidamente, enfiando sua cara no meio dos dois, chupava e mordiscava enquanto me olhava nos olhos e me elogiava como se fosse a oitava maravilha do mundo. A todo momento continuei com as afirmações positivas de mãe pra filho e isso parecia o deixar tão feliz e safado que eu até me pergunto se ele tem alguma tara pela mãe biológica dele ou simplesmente tem mommy issues.
Tentávamos não fazer barulho pra não abrir suspeita de seus pais na sala (mesmo estando longe do cômodo em questão), mas eu gemia e mantinha os comentários de sacanagem em todo o processo, o orientei a continuar tudo que estava indo bem e me dando prazer, mas também o ensinei tudo q estava fazendo errado e me machucando. Com o esquentar do clima e Rafael ganhando confiança em me mamar, foi intensificando e colocando mais força no trabalho. Rafael alternava entre me beijar enquanto apertava, puxava, batia nos meus peitos e entre chupar, mordiscar meus peitos enquanto me ouvia gemer e lhe dirigir comentários de elogios e sacanagens. Meus peitos obviamente ficaram marcados e machucados no dia seguinte, mas estava surpreendentemente delicioso.
Eu estava delirando de prazer, o tesão reprimido da tarde parecia se juntar com esse tesão da noite e tudo q eu queria era sentar no cacete dele até sujar sua cama de porra, suor, mijo e caldinho. Não demorou muito pra que eu mandasse Rafael esfregar seu pau na minha buceta como tínhamos feito no sofá mais cedo, o garoto tirou sua calça do pijama e cueca, enquanto eu colocava a calcinha gozada e mijada de ladinho pra finalmente a gente se fornicar sem nenhum pano no meio interrompendo. Ele subiu em cima de mim na posição de papai e mamãe fazendo um vai e vem gostoso, já apressado e forte porque estávamos os dois no auge da excitação. Por não terem roupas no caminho eu me segurei muito pra não enfiar todo seu cacete dentro de mim, e toda vez que sem querer Rafael chegava perto do meu buraquinho dava pra ser que também ficava desejando isso.
O corpo começou a ficar quente, suar, os gemidos abafados pelos beijos e os comentários sobre o quanto eu queria dar e ele queria me comer ficavam cada vez mais safados e intensos. Rafael novamente avisou que iria gozar e eu estava sentindo meu corpo chegando no ápice, antes que eu pudesse dizer que também estava prestes a gozar ele terminou o trabalho soltando seu leitinho na minha calcinha novamente e empurrando o tecido fino pra dentro do meu buraquinho (isso realmente parecia algo que o excitava profundamente). Rafael caiu pro lado na cama suspirando forte, exausto e sem fôlego, mesmo que eu não tivesse conseguido gozar, decidi não o pressionar com isso por enquanto, o abracei colocando sua cabeça perto dos meus peitos nus, ele retribuiu o abraço falando que amava a mamãe.
O esperei adormecer, cobri seu corpo quase nu e escondi suas roupas no guarda-roupas pra se os patrões entrassem pra lhe dar boa noite mais tarde não vissem a cena do crime, me vesti e fui pro meu quarto sem passar pela sala pra que os pais não desconfiassem de nada, nem sentissem o cheiro da minha calcinha suja com duas porras e um mijo do filho deles.
Antes de tomar meu banho e dormir decidi retribuir a sapecagem de Rafael, deixar um presente quando acordasse no dia seguinte. Tranquei a porta, posicionei o celular na cômoda a frente da minha cama e permaneci completamente nua, iniciei a gravação. Comecei registrando todos os hematomas e roxos que ele tinha feito nos meus peitos pra guardar de recordação, depois exibi um pouco minha bunda rebolando e quicando (com um lindo spoiler do meu cuzinho rosinha) e por fim comecei a verdadeira brincadeira: sentei na ponta da cama com as pernas abertas, peguei um consolo com vibrador que mantinha escondido em uma gaveta com chave, besuntei de baba e lubrificante encarando a câmera e meti bem gostoso até o final com a minha melhor cara de satisfação, meti e meti gemendo seu nome e pedindo pra ser um bom filho e satisfazer a mamãe. Dedilhei meu clitóris enquanto continuava dando pro pau de silicone, movimentei em círculos, bati no meu botãozinho, fiz um dj de delirar, por fim coloquei um vibrador em cima do meu grelhinho.
Gozei, gozei das pernas tremerem, gozei do meu buraquinho piscar, gravei a cena bem de pertinho pra Rafael ver enquanto dava alguns tapinhas na minha buceta sensível de tão bom que foi a gozada.
Enviei pra seu número primeiro uma mensagem de texto: "Você tinha me perguntado como uma mulher goza, filho, é assim! Mamãe ta gozando pra você". E depois enviei o próprio vídeo batendo siririca.
Coloquei minha bolsa no quarto e chamei o garoto pra sala, onde me mostrou a lição de casa, corrigimos alguns erros e eu o parabenizei por ter feito sozinho e por ter acertado a maioria das questões. Rafael mal conseguia esconder o quão carinho e quão manhoso estava comigo, dava pra perceber que estava começando a ficar apaixonado por mim. A dona ainda acrescentou que Rafael tinha tomado banho, escovado os dentes e comido toda a refeição que tinha deixado pra ele, seu quarto estava arrumado e baixinho eu sussurrei no ouvido do Rafael “parabéns querido, mamãe vai te recompensar por ter sido um filho tão bonzinho” só pra ver sua pele arrepiar e seu rosto se contorcer de felicidade, já esperando a bucetada que eu daria nele em breve.
Então bocejando, Rafael pediu pra que eu o colocasse na cama e seu pai comentou que ele já estava velho demais pra isso, poderia ir sozinho e me dar um descanso, mas o garoto bateu o pé e choramingou, eu aceitei argumentando que ele já tinha tido um dia cheio, fazer esse agrado não custava nada, o dono não ligou, continuou rindo do programa de tv, demos boa noite aos dois e fomos pro quarto.
Tranquei a porta atrás de nós, sentei em sua cama e perguntei o que ele achava que estava fazendo me mandando aquele nude, o garoto fez beicinho e perguntou se eu não tinha gostado, eu ri e afirmei ter amado, mas poderia ser algo que nos colocaria em perigo se alguém descobrisse. Ele sentou ao meu lado e me beijou fazendo manha e pedindo por mais (obviamente não querendo conversar, ansioso pra gozar novamente), suspirei perguntando onde estava a calcinha que ele tinha enchido de porra e mijo. Rafael escondeu seu crime no banheiro, me entregou com muita expectativa no olhar, eu levantei a saia que estava vestindo e pedi pra ele mesmo puxar minha calcinha pra baixo, quanto o fez ficou algum tempo admirando a minha buceta exposta, parecia inclusive babar. Falei que ele não tinha permissão de me tocar sem calcinha, apenas por cima de roupas por enquanto, então Rafael pegou a calcinha que tinha preparado pra mim e me vestiu, sua porra já estava fria e me deu uma leve contração quando encostou na minha pele quente. O garoto colocou o dedo por cima da calcinha empurrando estrategicamente o lugar que havia gozado pra dentro do meu buraquinho (foi nesse momento que entendi que ele tinha fetiche de gozar dentro e me ver toda cheia de porra).
Perguntei se ele estava pronto pra mamãe fazer os cuidados noturnos e Rafael consentiu curioso com o que tinha preparado, então desliguei a luz deixando só um abajur baixo pra cortar a escuridão, deitei ao seu lado, o beijando um pouco pra começar o clima e desabotoei minha camisa, tirei meu sutiã antes que ele abrisse os olhos e sussurrei lhe dando alguns selinhos "o bebê vai ganhar um mama no peito da mamãe pra dormir gostosinho, por ser um bom menino comportado" e foi o que ele fez. Começou explorando, apertava um peito, puxava um biquinho, depois foi lambendo timidamente, enfiando sua cara no meio dos dois, chupava e mordiscava enquanto me olhava nos olhos e me elogiava como se fosse a oitava maravilha do mundo. A todo momento continuei com as afirmações positivas de mãe pra filho e isso parecia o deixar tão feliz e safado que eu até me pergunto se ele tem alguma tara pela mãe biológica dele ou simplesmente tem mommy issues.
Tentávamos não fazer barulho pra não abrir suspeita de seus pais na sala (mesmo estando longe do cômodo em questão), mas eu gemia e mantinha os comentários de sacanagem em todo o processo, o orientei a continuar tudo que estava indo bem e me dando prazer, mas também o ensinei tudo q estava fazendo errado e me machucando. Com o esquentar do clima e Rafael ganhando confiança em me mamar, foi intensificando e colocando mais força no trabalho. Rafael alternava entre me beijar enquanto apertava, puxava, batia nos meus peitos e entre chupar, mordiscar meus peitos enquanto me ouvia gemer e lhe dirigir comentários de elogios e sacanagens. Meus peitos obviamente ficaram marcados e machucados no dia seguinte, mas estava surpreendentemente delicioso.
Eu estava delirando de prazer, o tesão reprimido da tarde parecia se juntar com esse tesão da noite e tudo q eu queria era sentar no cacete dele até sujar sua cama de porra, suor, mijo e caldinho. Não demorou muito pra que eu mandasse Rafael esfregar seu pau na minha buceta como tínhamos feito no sofá mais cedo, o garoto tirou sua calça do pijama e cueca, enquanto eu colocava a calcinha gozada e mijada de ladinho pra finalmente a gente se fornicar sem nenhum pano no meio interrompendo. Ele subiu em cima de mim na posição de papai e mamãe fazendo um vai e vem gostoso, já apressado e forte porque estávamos os dois no auge da excitação. Por não terem roupas no caminho eu me segurei muito pra não enfiar todo seu cacete dentro de mim, e toda vez que sem querer Rafael chegava perto do meu buraquinho dava pra ser que também ficava desejando isso.
O corpo começou a ficar quente, suar, os gemidos abafados pelos beijos e os comentários sobre o quanto eu queria dar e ele queria me comer ficavam cada vez mais safados e intensos. Rafael novamente avisou que iria gozar e eu estava sentindo meu corpo chegando no ápice, antes que eu pudesse dizer que também estava prestes a gozar ele terminou o trabalho soltando seu leitinho na minha calcinha novamente e empurrando o tecido fino pra dentro do meu buraquinho (isso realmente parecia algo que o excitava profundamente). Rafael caiu pro lado na cama suspirando forte, exausto e sem fôlego, mesmo que eu não tivesse conseguido gozar, decidi não o pressionar com isso por enquanto, o abracei colocando sua cabeça perto dos meus peitos nus, ele retribuiu o abraço falando que amava a mamãe.
O esperei adormecer, cobri seu corpo quase nu e escondi suas roupas no guarda-roupas pra se os patrões entrassem pra lhe dar boa noite mais tarde não vissem a cena do crime, me vesti e fui pro meu quarto sem passar pela sala pra que os pais não desconfiassem de nada, nem sentissem o cheiro da minha calcinha suja com duas porras e um mijo do filho deles.
Antes de tomar meu banho e dormir decidi retribuir a sapecagem de Rafael, deixar um presente quando acordasse no dia seguinte. Tranquei a porta, posicionei o celular na cômoda a frente da minha cama e permaneci completamente nua, iniciei a gravação. Comecei registrando todos os hematomas e roxos que ele tinha feito nos meus peitos pra guardar de recordação, depois exibi um pouco minha bunda rebolando e quicando (com um lindo spoiler do meu cuzinho rosinha) e por fim comecei a verdadeira brincadeira: sentei na ponta da cama com as pernas abertas, peguei um consolo com vibrador que mantinha escondido em uma gaveta com chave, besuntei de baba e lubrificante encarando a câmera e meti bem gostoso até o final com a minha melhor cara de satisfação, meti e meti gemendo seu nome e pedindo pra ser um bom filho e satisfazer a mamãe. Dedilhei meu clitóris enquanto continuava dando pro pau de silicone, movimentei em círculos, bati no meu botãozinho, fiz um dj de delirar, por fim coloquei um vibrador em cima do meu grelhinho.
Gozei, gozei das pernas tremerem, gozei do meu buraquinho piscar, gravei a cena bem de pertinho pra Rafael ver enquanto dava alguns tapinhas na minha buceta sensível de tão bom que foi a gozada.
Enviei pra seu número primeiro uma mensagem de texto: "Você tinha me perguntado como uma mulher goza, filho, é assim! Mamãe ta gozando pra você". E depois enviei o próprio vídeo batendo siririca.
Nenhuma reação ainda.
0
curtidas
👁️ 2 visualizações