Desafios de um pai – 11
Estava tão nervoso que não percebi que, instintivamente, me segurei nas mãos de Rodrigo, apoiando-me mais no corpo suado dele. Ele continuava me abraçando por trás, com o queixo recostado nos meus ombros, e mantinha ambas as mãos presas às minhas, “você se lembrou? está bem mesmo? Se quiser eu quebro esse desgraçado agora mesmo” disse ele baixinho no meu ouvido, me deixando num misto de confusão e desespero.
Não, eu não me lembrava.
Eu conseguia ter vislumbres rápidos do gol branco estacionado no mesmo lugar, da piscina, do chão gelado e de algo como saber que alguém havia chegado. Lembrava da dor, do desespero, e de tudo ficar escuro. Lembrava que em seguida ouvi algo parecido com um grito e de ficar sozinho, sangrando, chorando, até tudo ficar preto de novo. E de repente eu estava de novo acordado, novamente imobilizado por um abraço terrivelmente forte, mas, dessa vez, sentia meu pau duro como rocha babando sobre o lençol, enquanto a rola imensa de Rodrigo estava inteira dentro de mim.
– Eu achei que você quisesse esquecer, por isso não rendi o assunto naquela manhã. Demorou um tempinho pra eu sacar que você realmente tinha apagado tudo da memória – falou Rodrigo baixinho, encarando, à distância, Rui e a namorada conversando animadamente com Rita na mesa próxima à churrasqueira.
Eu não sabia o que responder, porque, no fundo, ainda não tinha ideia do que realmente tinha acontecido na noite de terça-feira, depois de tomar banho com Rodrigo. Dava para notar que algo ruim havia acontecido comigo e, do jeito que Rodrigo falava, ele parecia se sentir muito mal com aquilo.
– Você quer conversar sobre isso? – indagou ele.
– Não sei. Agora mesmo eu comecei a ter alguns lampejos de memória retornando e não sei se gostei que vi, sinto um medo terrível de saber a verdade – respondi, sentindo que Rodrigo afagava as minhas mãos.
– Você tem medo de mim? – indagou ele com a voz séria.
A resposta não era óbvia. Por mais horríveis que os vislumbres que eu tive pudessem parecer, a verdade é que eu continuava me sentindo seguro com ele, continuava confiando no meu amigo. Porém, antes que eu respondesse, Rodrigo continuou:
– Eu sei que não tem medo, você é puro demais para ver maldade nas pessoas. Porém tenho que confessar que eu não estava bem intencionado aquela noite. Eu percebia você me olhando de um jeito estranho, achei que estivesse a fim de mim, mas você sempre fugia, então resolvi planejar uma pequena sacanagem com meu velho amigo Rui. Achei que assim seria mais fácil quebrar o gelo, fazer você ficar na minha.
Nesse momento Rodrigo me puxou para o canto, levando duas toalhas grandes brancas, e jogando-as no chão perto do muro alto nos fundos do imóvel, atrás da sauna, onde fazia sombra. Depois ele estendeu uma das toalhas, sentou-se nela com as costas apoiadas na parede e as pernas grossas e musculosas abertas, depois fez um sinal para que eu me sentasse entre as pernas dele, “vem aqui”.
Eu obedeci e me aconcheguei nele, percebendo que, à distância, Rui nos encarava, com um sorriso de canto de boca. Percebi também que a namorada dele às vezes olhava na nossa direção, com uma expressão nada amigável.
– O babaca não para de olhar pra cá e a namoradinha já sacou, tá com ciúmes – debochou Rodrigo ajeitando a rola enorme nas minhas costas.
Apesar da sombra, estava terrivelmente quente naquele canto do muro, o calor emanava do chão de pedras em torno da piscina, mas mesmo assim Rodrigo mantinha o abraço de urso, prendendo-me nos seus braços.
– Vou prender bem o seu corpinho aqui coladinho ao meu, tenho medo de que você fuja de mim ao ouvir o que tenho para contar.
– Eu não sei se quero ouvir. Eu te perdoo, cara, todo mundo erra – falei, sem muita convicção. O importante é que estou bem, não aconteceu nada demais.
Aconteceu sim – retrucou Rodrigo. Aconteceu e a culpa foi toda minha, eu planejei tudo, fiz você encher a cara, convidei meu amigo putão para vir aqui porque sabia que ele toparia fazer uma sacanagem a três. Achei que você ia curtir. O Rui ficou um pouco com a gente aqui na piscina, você não deu ideia para ele, só falava igual um papagaio comigo, então ele fez um sinal para mim e foi o primeiro a ir para o quarto. Ele ficou lá esperando, enquanto nós dois ficamos aqui conversando, lembra?
À medida em que ele falava, eu comecei a me recordar do que tinha acontecido. Logo depois que Rodrigo trouxe as canecas de cerveja cheias, o telefone dele tocou e ele disse que era um “tio” e que o havia convidado. Sim, veio mais alguém aqui aquela noite, mas não me lembrava do rosto dessa pessoa.
– No fim você acabou apagando na piscina, eu tirei você de lá, tentei te acordar, depois levei para o quarto.
– Eu me lembro disso. Lembro de ser carregado, lembro da luz apagando e do ar condicionado sendo ligado. Também lembro de você me puxando com violência pelo ombro – disse, entristecido.
– Eu não puxei você – disse Rodrigo de um jeito nervoso. Se tem uma coisa que posso me orgulhar, é de nunca ter falhado em te deixar duro e nunca ter machucado você. Se eu tivesse tocado seu corpo, com certeza teria feito seu pau subir e jamais causaria o estrago que Rui causou no seu cuzinho, eu nunca falhei em meter em qualquer buraco sem machucar ninguém. E olha que acabei colocando a rola na bucetinha da Alice, uma menininha de apenas sete aninhos, e mesmo assim ela ficou bem melhor do que você nas mãos daquele filho da puta.
Rodrigo descrevia tudo isso com a voz calma, mas suas palavras pareciam não expressar aquilo que ele sentia, ele me segurava com força, quase de forma violenta, como se temesse que eu fugisse dali, eu conseguia sentir sua pulsação, seu coração batendo rápido nas minhas costas. Seu corpo o denunciava, ele estava nervoso.
Eu deitei você na cama e saí do quarto, fui ver como Alice estava. Queria ver se meu leite tinha derramado, porque talvez precisasse meter nela de novo e gozar mais uma vez dentro. Não posso negar, estava bêbado e com tesão, meu pau escorria, achei que não teria nada de mal em encher a Alice com mais melzinho e porra. Esse foi o meu erro, deixei você sozinho com o Rui, só me dei conta que havia algo errado quando ouvi você gritando. Não sei se demorei muito a ouvir, o tesão pode ter me distraído, afinal, eu estava metendo de novo na bucetinha de Alice e você sabe, já te falei antes, é bucetinha mais gostosa que já meti. Mas juro que quando ouvi o grito eu não demorei a reagir, não pensei duas vezes em tirar meu pau de dentro daquela grutinha quentinha e fui logo para o quarto, acendi a luz e vi que você choramingava como uma criança, os olhos fechados, com a rola grossa de Rui atochada no rabo.
Eu estava tremendo enquanto ouvia aquilo. Aos poucos o que eram apenas lampejos de memória iam se reconstruindo com mais detalhes, a verdade é que não havia desmaiado ao ser colocado na cama, pois agora me lembrava de ter o corpo bolinado por alguém que eu pensei ser Rodrigo, lembrava de não ter gostado da sensação e de tentar fugir, mas fui fortemente segurado. Lembrava também de ouvir alguém mandando eu ficar quieto, com uma voz que eu desconhecia, e de sentir um líquido gelado caindo no meu rego, provavelmente algum lubrificante. Em seguida eu fui imobilizado com um abraço terrivelmente forte e puxado para trás, sentindo um pedaço imenso de carne me invadir. A dor foi tamanha que eu gritei, tive náusea a ponto de quase vomitar, meu cuzinho estava em brasa e dilacerado.
Lembro também de chorar e chamar por socorro, até que o quarto se iluminou, ouvi a voz de Rodrigo gritando e, logo em seguida, a rola enorme saiu de dentro de mim, deixando um rasto úmido e quente, antes de eu desfalecer por completo.
Tal como naquela noite, chorei novamente, senti-me sozinho e desamparado e, como que por instinto, apoiei meu rosto no ombro de Rodrigo. Ele então enxugou minhas lágrimas com as mãos, como se quisesse demonstrar que ele estava ali por mim, que eu não precisava chorar. Dava para sentir seus batimentos acelerados nas minhas costas, seus dedos tremiam, ao mesmo tempo em que ele me segurava mais firmemente, prendendo-me no seu colo.
Eu fiquei cego de ódio quando vi o que ele fez, mas tive mais ódio de mim mesmo por ter colocado você em apuros. Depois disso você já pode imaginar, na raiva eu bati nele, tirei ele dali e mandei ele vazar. Ele ainda está com um corte na boca, tá rindo meio torto agora. Quando recobrei a razão, corri de novo para o quarto, vi que você ainda estava apagado, o cuzinho detonado e sangrando um pouco, então eu o limpei com um pano úmido, e decidi usar a baba do meu pau como remédio. Foi aí que eu me punhetei de leve, fiquei bem duro e me encaixei na sua portinha, deixando o líquido entrar aos pouquinhos. Fiquei assim um tempão, punhentando e deixando meu pau babão melar você todo, a rola encaixada no seu anelzinho, acabei dormindo abraçadinho com você. O resto você já sabe, acabei te enrabando dormindo, mas no fim foi muito bom, sarou o machucado, com direito a você gozar sem nem mexer no pau.
Eu fiquei ruborizado ao lembrar disso, realmente acordei com o pau latejando e babando, sentindo a pressão enorme que a rola de Rodrigo fazia dentro de mim. A lembrança logo me despertou do choro e fez meu pau ficar duro como rocha, de modo que eu tentei disfarçar colocando o braço na frente. A reação de Rodrigo ao ver que eu estava duro foi a mesma, o pau dele inchou todo nas minhas costas e começou a lambuzá-la.
Ficamos em silêncio por um bom tempo, eu já estava todo melado com o suor de Rodrigo e com a baba que vertia de sua rola, quando, de repente, ele quebrou o gelo.
– Você me perdoa? – indagou ele de um jeito nervoso, bem diferente do Rodrigo despachado e brincalhão que eu conhecia.
Acho que era a primeira vez que alguém me pedia perdão por algo que havia feito. Minha ex-mulher nunca havia se desculpado por nada do que me fez, mesmo depois de me trocar por meu amigo Miguel, mesmo depois de dizer coisas horríveis sobre a nossa filhinha.
O pedido de desculpas de Rodrigo me desarmou, fiquei até com pena dele, ele estava claramente inseguro. Apesar de tudo o que havia feito aquela noite, não podia deixar de pensar que ele era um cara especial, cuidou de mim depois da merda que o Rui havia feito e além de tudo estava disposto a assumir os erros. Sim, Rodrigo era um amigo que eu tinha que manter por perto.
– Eu já te falei, todo mundo erra. No final eu fiquei bem, não me machucou de verdade – falei, tentando tranquilizá-lo.
– Você não existe mesmo, nunca conheci ninguém tão puro de coração. Senti ele respirando mais forte e o pau pulsar nas minhas costas.
Ele se apertou mais em mim e beijou meu pescoço, atraindo os olhares de todos na mesa e até de Bentinho, que até então estava distraído brincando no chão.
– Não estou preparado para ver ninguém errando assim com minha família de novo, e como família estou dizendo você e a pequena Alice. Durante a semana eu chamei o Bentão e conversei com ele sobre a merda que o Rui tinha feito. Ele ficou muito preocupado de você estar machucado, exigiu que eu cuidasse de você.
Fiquei surpreso, não passava pela minha cabeça que até Bentão já soubesse da história, ele não havia demonstrado nada quando o encontrei na quadra para jogar bola, muito menos quando conversamos mais cedo na espreguiçadeira, agiu de forma super discreta.
– Ele ficou todo preocupado com você, exigiu que o levasse na quadra e que não inventasse de sair na sexta-feira pra pegar mulher. Você lembra do jeito que ele te tratou? Fiquei até com ciúme quando ele veio te dar beijinho na testa – riu Rodrigo, que parecia finalmente estar mais relaxado.
Só então me lembrei que, de fato, Bentão foi muito carinhoso comigo, xingava os caras que vinham com truculência na hora de marcar, me protegeu como se eu fosse um molequinho indefeso. Provavelmente ele agiu assim porque conversou com Rodrigo antes e soube que eu havia sido violentado.
Então perguntei se Bentão sabia do tratamento da Alice, mas Rodrigo disse que não.
Meu velho entenderia se eu dissesse que estou transando com a Alice, ele é bem liberal e não faz julgamentos, porém dificilmente acreditaria no tratamento da doutora Márcia – explicou Rodrigo. Eu mesmo ainda custo a acreditar que meu cheiro e meu esperma tem feito a minha menina melhorar.
Nesse momento, decidi contar que Bentão havia gozado de novo dentro de Alice no quarto, porque ficou com cãibra depois de niná-la, e perguntei se Rodrigo achava que eu tinha agido bem em permitir.
Ele demorou a responder, senti sua respiração mais forte na minha nuca, minhas costas meladas com a baba que escorria da sua rola, que pulsava.
Acho perfeito, quanto mais porra ela receber na xaninha melhor. Se Bentão fizesse isso mais vezes seria muito bom para Alice – ponderou Rodrigo, acrescentando, em seguida: – porém acho difícil de ele concordar em repetir a dose, meu velho é muito respeitador e ainda por cima tem a Rita por perto. Se você concordar, eu posso tentar convencê-lo a fazer isso mais vezes, quando a Rita não estiver vendo, pode ser?
– Não sei se gostei de ver outro homem dentro da minha menina, para ser sincero eu prefiro que apenas você faça isso, é mais seguro para ela e eu vejo que ela gosta muito, fica muito feliz – retruquei, sentindo que a cabeça da rola de Rodrigo inchar ainda mais nas minhas costas, que já estava completamente ensopada.
Rodrigo beijou meu pescoço e mordeu o lóbulo da minha orelha, fazendo minha pele suada arrepiar. Eu fiquei vermelho de vergonha por aquela demonstração pública de afeto, tentei protestar, mas ele me impediu, dizendo:
– Não vou parar de te beijar não, eu passei um cagaço aqui, achei que você ia ficar bravo comigo por conta da história do Rui, mas você tá aí todo bonzinho dizendo que confia em mim e que somente eu posso meter a rola na Alice, assim eu não resisto não, vou te beijar na frente de todo mundo, eu quero é aproveitar, não to nem aí se tem gente olhando.
Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ele puxou minha cabeça de lado e beijou minha boca, enfiando a língua devagar, sem pressa, de um jeito tão suave que quase me fazia esquecer da sua barba me espetando. “Você é todo bonzinho e lerdinho, mas beija de um jeito perigoso”, disse ele ao meu ouvido, sem se importar com os olhares que todos à mesa nos lançavam.
A lembrança do horror que passei com Rui parecia algo distante, eu sentia que estava seguro com Rodrigo por perto, a ponto de não me opor a protagonizar uma cena como aquela, estava sentado no chão completamente nu, o pau duro como rocha, aos beijos com um homem.
Embora ainda sentisse um resquício de vergonha, meu constrangimento aos poucos cedia lugar à sensação de segurança que o abraço de Rodrigo me transmitia, ele parecia sincero ao dizer que iria cuidar de mim, então eu simplesmente me deixei ficar ali aninhado entre suas pernas, enquanto nos beijávamos diante de várias pessoas.
Ficamos ali durante um bom tempo, ao ponto de quase me esquecer que tínhamos plateia, até que Rodrigo quebrou o silêncio.
– Voltando a falar de um assunto importante, eu fico feliz de você ter tanta confiança em mim para ajudar no tratamento da Alice, mas acho que você deveria confiar também no meu velho, ele é muito respeitador, criou a mim e a minha irmã, além de ter criado outros filhos do primeiro casamento, eu confio nele plenamente. E Alice gostou dele, tanto que praticamente estuprou meu velho ali na espreguiçadeira. Se ela gosta e fica feliz, acho errado proibi-la de brincar na rola dele, ainda mais sabendo que pode ajudar no tratamento – disse Rodrigo baixinho ao meu ouvido. Além disso, Bentão confia plenamente em você, tanto que pediu para você dar umas pistoladas no meu neguinho, você deveria retribuir a confiança.
Embora soubesse que ele tinha toda razão, eu ainda estava relutante com a ideia, preferia mil vezes ver a Alice sendo empalada diariamente por Rodrigo, do que saber que ela estava sendo esporrada por outras rolas. Porém, como não conseguia dizer não ao meu amigo, acabei cedendo.
– Tá bem, pode falar com ele depois sobre isso, mas só se me garantir que você vai ficar por perto quando ele meter nela, promete? Eu ficaria mais tranquilo com você tomando conta.
Rodrigo assentiu e voltou a me beijar, e pude ouvir os risinhos de Bentinho à distância. O menino fez menção de se aproximar de nós dois, sorrindo de um jeito sapeca, mas Rodrigo fez um sinal para ele, “agora não, neguinho, deixa eu namorar aqui”, então Bentinho deu um gritinho todo animado, “tá namorando, tá namorando! manhê, o Rodrigo tá namorando o Sergio”, e saiu saltitando em direção à mesa em que Rita estava sentada.
Rita repreendeu Bentinho pela indiscrição e fez um sinal para que o menino não nos incomodasse, “deixa o Digão conversar com o amigo um pouquinho, coitado, vem com a mamãe aqui na cozinha, vamos preparar uma sobremesa gostosa” disse ela dando uma piscadinha sacana em nossa direção enquanto entrava na cozinha.
À distância, percebi que Rui falou algo com a namorada que a deixou contrariada, ela cruzou os braços e se levantou, seguindo Rita em direção à cozinha. Ele permaneceu ali nos observando, com um sorriso que me gelava a espinha, eu tinha muito medo dele.
Quando notou que apenas Rui continuava na parte externa da casa, Rodrigo passou a me beijar mais intensamente, como se quisesse se exibir. Tenho que admitir que ele beijava de um jeito tão bom que eu poderia gozar ali mesmo sem tocar no meu pau, “cara, para com isso, desse jeito eu vou melecar tudo aqui, to quase gozando de novo”, mas ele não apenas me ignorou, como me beijou com mais intensidade, levantou meu corpo pela cintura e encaixou a cabeçona da piroca na entradinha do meu rego. “Desculpa amorzinho, sou assim mesmo, meu pau não abaixa nunca, vou ter que meter em você de novo, não vou resistir”.
Eu mal tive tempo de protestar e de sugerir que fôssemos a outro lugar mais discreto, ele me segurava com tanta firmeza que eu não consegui me mover, a pirocona foi invadindo aos poucos, encharcando minha entradinha com o pré gozo e, tão logo a glande se acomodou inteira dentro de mim, senti Rodrigo arremetendo, movendo o quadril, e a rola entrou de uma vez só, “fica paradinho aí, assim ninguém vai notar que eu estou dentro”, falou enquanto puxava a outra toalha que estava ali e cobria meu colo. “Agora morde meu pau igual fez na sauna, vou depositar meu leite na sua cuceta de novo”, disse ao meu ouvido, enquanto eu olhava em pânico na direção das mesas, percebendo que Rui continuava ali parado.
Havia uma certa perversão naquilo tudo que Rodrigo estava fazendo comigo, ele parecia mais excitado pelo fato de estar me comendo em público. Eu, por outro lado, não sabia o que fazer, não conseguia contrariar meu amigo, então simplesmente cedi ao que ele me pedia, comecei a apertar sua rola, contraindo e relaxando o esfíncter, “mais forte, morde mais”, e eu intensificava a pressão, “assim, isso safada, cuzinho mais gostoso, tão apertadinho e lisinho, parece até cuzinho de criança, hum, que delicia”.
A rola dele latejava de tal modo que nem parecia que já tinha gozado pouco antes, o vigor não diminuía e eu conseguia sentir a baba escorrendo de dentro do meu anel e lambuzando sua virilha.
Rodrigo passou então a mordiscar meu pescoço, deixando-o vermelho devido ao atrito com sua barba, “tão branquinho, fica vermelho igual a Alice quando eu beijo”. Como que por instinto, fechei meus olhos, estava morrendo de vergonha, “cara, não faz isso, desse jeito eu não vou conseguir ficar normal, o Rui vai perceber”, mas Rodrigo me ignorava completamente, “é só ficar paradinho, amorzinho, ninguém vai ver, além disso você é meu, quero meter em você a hora que eu quiser e onde eu quiser”, disse ele ao dar um repique curto com o quadril e socar fundo dentro de mim, fazendo com que as nossas bolas lambuzadas se chocassem debaixo da toalha.
Eu então me apertei mais nele, pressionando meu quadril para baixo, para impedi-lo de se mover, “para cara, agora não tem jeito, o Rui vai perceber”.
Nesse instante eu abri os olhos, para ver se Rui continuava nos observando, e quase soltei um grito. Alice estava saindo da porta da cozinha, sozinha, chupando um canudinho de doce de leite, o rostinho todo lambuzado e foi direto na direção de Rui, que naquele instante não nos observava, mas sim zapeava distraído o celular. Ao vê-la por ali, ele abriu um sorriso e a cumprimentou, dizendo algo que eu não consegui ouvir devido à distância, e se agachou para ficar da altura da minha menina. Ela então foi até ele e o abraçou, o rostinho colado ao dele, sujando-o de doce de leite, ao que ele riu e limpou o rosto com os dedos e os chupou na frente dela. Depois disso ele se levantou e tive a impressão de ver a rolona grossa dele mais inchada, mas não tive certeza, pois Alice estendeu os braços e pediu para ser carregada, enlaçando a cintura dele do mesmo jeito que fazia com Rodrigo, colando sua virilha exposta à dele.
Rodrigo continuava socando de forma ritmada dentro de mim, como se não estivesse se importando com o que acontecia ali na nossa frente, “cara, cadê o Bentão para tirar a Alice dali?”, falei ofegante e com a voz entrecortada pelas estocadas.
Rodrigo não me respondeu, percebi apenas que ele se atochou em mim interrompendo as estocadas, estendeu a mão na direção de Rui e gritou:
– Opa, Rui, esqueci de comentar, acho que o Bentão queria falar com você lá dentro, é coisa séria, ele não tava com a cara boa não!
Ele gritou tão alto que eu tive que cobrir os ouvidos, quando então ele emendou:
– Vem aqui, Alice, vem ver o seu pai brincando aqui de cavalinho, eu to ensinando pra ele! Vem!
Alice logo se soltou da cintura de Rui, deixando-o sozinho e atônito próximo à cozinha, e veio correndo desembestada. Rui, por sua vez, sorriu e fez um sinal de continência, indicando que iria obedecer, e entrou na casa, certamente iria procurar o Bentão.
Eu fiquei tão contente de tirar a Alice do lado de Rui que até me esqueci que, naquele instante, estava com a jibóia de 21cm grossa e cabeçuda de Rodrigo inteira atochada no meu rabo, e com meu próprio pau duro como rocha, fazendo um volume indisfarçável na toalha que cobria meu colo.
Rodrigo continuou imóvel enquanto esperava ela chegar, mas sentia seu pau latejando com mais intensidade, “vai, morde meu pau, ela não vai notar se você ficar quietinho, eu prometo que vou ficar paradinho e a toalha está cobrindo a gente, ela não vai notar”. Eu fiquei com medo de obedecer, sem saber como reagir diante da aproximação da minha menina, mas ele insistiu “se não morder eu vou começar a socar aqui e ainda vou tirar a toalha”, e eu acabei cedendo, “isso, amor, tá tudo bem, você vai ter que se acostumar com isso daqui pra frente, vou te leitar todo dia até te engravidar”, disse ele mordendo o lóbulo da minha orelha, enquanto uma Alice ofegante e lambuzada de doce de leite finalmente chegava até nós.
– O papai não tá cavalgando certo, ele tem que mexer, tem que fazer igual o cavaleiro – disse ela ingenuamente.
– É isso mesmo, meu amor, ensina pro papai como que faz – respondeu Rodrigo, descumprindo a promessa que havia acabado de fazer e voltando a arremeter lentamente dentro de mim. O papai Sergio não sabe cavalgar direito, ensina pra ele, Alice!
Alice riu descontroladamente, “o papai é muito devagar, tem que ir mais rápido, papai! Tem que fazer igual o cavaleiro! Heya!”, falou batendo as mãozinhas no peitinho reto de criança, imitando o som de um galope.
– Vai Sergio, cavalga, mostra pra Alice que você já aprendeu! – ordenou Rodrigo, enquanto dava arremetidas discretas dentro de mim.
Eu não sabia o que fazer, tentava esconder o volume do meu próprio pau debaixo da toalha, ao mesmo tempo em que tentava, sem sucesso, impedir Rodrigo de continuar entrando e saindo de dentro de mim, forçando-me para baixo, para mantê-lo parado no chão sem se mover. Quanto mais eu tentava impedi-lo, mais forte e mais rápido ele metia, “cavalga, Serginho, entra na brincadeira, a Alice quer ver você cavalgar, não quer, Alice? “, ao que a minha filhinha, que não sabia que Rodrigo estava dentro de mim, respondeu ingenuamente que “sim, vai papai, cavalga no Rodrigo, ele é um cavalão!”.
Ao ouvir o incentivo de Alice, Rodrigo perdeu completamente o pudor, segurou meu quadril e passou a dar arremetidas mais longas e rápidas, erguendo meu corpo com seus braços fortes ao mesmo tempo em que movia os quadris vigorosamente, emitindo o som característico das estocadas, “ploc, ploc, ploc, ploc”.
– Vai Rodrigo, sobe e desce o papai, mostra pra ele como é que cavalga – gritou Alice, rindo de felicidade. O papai parece tão pequeninho perto do Rodrigo, vai acabar caindo, segura ele com força – incentivava ela, ao que Rodrigo socava ainda mais forte, subindo e descendo meu quadril.
– Dá um pouquinho de doce pro Sérgio, Alice. Ele precisa de energia pra cavalgar mais forte – falou Rodrigo ofegante.
Alice se aproximou mais de mim e ofereceu o canudinho de doce de leite, porém como Rodrigo me fazia subir e descer rapidamente, não consegui comer o doce direito, acabei lambuzando todo o meu rosto e ainda por cima caiu um pouco nos meus ombros, instante em que Rodrigo me abaixou com força, arremetendo fundo e se prendendo em mim, e começou a lamber meu ombro lambuzado.
– Nossa Alice, o doce no ombro do papai Sergio fica ainda mais gostoso! Agora vou limpar o rostinho dele – disse ele lambendo meu rosto e beijando minha boca em seguida.
O gosto da língua dele rompeu o último sinal de racionalidade que ainda me mantinha alerta, a mistura do sal do meu suor com o docinho de leite, aliado ao cheiro forte de sexo que Rodrigo emanava e à sensação que a piroca quente e pulsante dele produzia na minha próstata, fizeram com eu passasse a gemer e a ter espasmos involuntários, meus músculos se retesando e a cabeça do pau latejando. Sem perceber eu contraí o meu anel e senti a rola de Rodrigo inchar dentro de mim, ele me apertou com ainda mais força, “agora não tem jeito cavaleiro, cavalga gostoso, doma esse garanhão aqui”, disse ele movendo-se com violência, elevando os quadris e me jogando pra cima, “mais rápido cavaleiro, mostra pra Alice que você aprendeu”, ao que eu obedeci, cavalguei nele, meu corpo parecia se mover sozinho, só parando quando ele entrou todo dentro de mim e me segurou com força, “é amorzinho, você é meu agora”, disse ele ao mesmo tempo em que convulsionava dentro de mim, expelindo longos jatos um seguido do outro, “caralho, esse cavaleiro é gostoso demais, aprendeu direitinho com a Alice”, disse ele ofegante.
Não sei como explicar ou definir como algo assim era possível, o fato é que tão logo senti o pulsar do pau dele pressionando a minha próstata, soltei um gemido e comecei a gozar, primeiro um jato longo, forte, “ah caralho, não consigo segurar, caramba!”, depois vários jatos em sequência, meu corpo inteiro se convulsionando a cada esporrada, encharcando a toalha que cobria meu colo.
Pela segunda vez, eu havia gozado sem ao menos encostar no meu pau.
Eu estava com tanta vergonha que mal conseguia encarar minha filhinha, que continuava ali sorridente imaginando que eu estava apenas brincando de cavalinho, então virei o rosto para o lado, o que acabou sendo pior, pois Rodrigo me beijou de novo, enfiando a língua com voracidade na minha boca, sem se importar com a presença de Alice na nossa frente.
Por um instante, tentei me afastar do seu beijo e me levantar do seu colo, porém ele me segurou com firmeza, latejando dentro do meu cu encharcado, “deixa eu te namorar um pouco, eu preciso comemorar que você não ficou bravo comigo” disse ele baixinho.
Alice sorriu ao ouvir as palavras de Rodrigo, “oba, agora os dois são namorados! Vou ter dois papais!”.
Foi então que me rendi, não havia mais o que fazer, eu não tinha forças para impedir Rodrigo, apenas deixei que ele me beijasse, enquanto Alice permanecia ali, comendo o restinho do canudinho de doce de leite.
– O cheiro do Rodrigo é tão bom, né papai, deu até vontade de brincar de cavalinho também – falou minha Alice passando os dedinhos na xaninha melada e ainda inchada das pistoladas que havia tomado de Bentão.
Era impressionante como o cheiro de Rodrigo afetava a minha menina, ela se molhava só de ficar perto dele, pensei comigo mesmo.
– Princesa, pede para a Rita ou para o Bentão brincarem com você, agora to cansado, vou ficar descansando aqui com o Sérgio – falou Rodrigo ofegando, o pau ainda duro dentro de mim.
Se eu tivesse dito isso para Alice, o mais provável é que ela fizesse birra, mas como era Rodrigo dizendo, ela não fez qualquer protesto, simplesmente obedeceu e correu desembestada em direção à cozinha e, pouco depois, saiu de lá carregada por Bentão.
– Ela queria brincar de cavalinho, mas tá tanto calor que eu preciso me refrescar primeiro, vamos pra piscina! Espero que vocês dois tenham se acertado de vez aí – falou Bentão dando uma piscadinha na nossa direção antes de pular com Alice na água.
Aquela foi a deixa que precisávamos, Rodrigo me segurou firme com um dos braços e se apoiou com o outro na parede, erguendo-se num pulo só, ainda com o pau atochado no meu rabo. Depois ajeitou a toalha para ocultar o que fazíamos e me carregou até as duchas da sauna.
– Não te falei que ninguém iria ver? – falou o homenzarrão loiro ao me colocar no chão, finalmente tirando a piroca babada de dentro de mim.
Em seguida ele abriu minhas nádegas e ficou olhando o resultado, “caralho, cada vez eu gozo mais! Tá escorrendo mais do que da primeira vez! Seu cuzinho agora é um cuzão, tá bem aberto, quase implorando pra eu entrar de novo, mas não se preocupe que ele continua lindo, rosado e sem pelinhos” disse ele antes de lamber a gala que escorria dali e me dar um beijo. No início eu tive um certo nojo, fiquei com medo de estar sujo, mas a verdade é que senti apenas o sabor levemente adstringente e adocicado da sua gala. “É meio doce mesmo, Alice estava certa”, comentei envergonhado, “pode ficar tranquilo que eu vou produzir bastante para vocês dois” falou ele abrindo a ducha fria e se colando ao meu corpo.
Ficamos ali um bom tempo abraçados, sem falar nada um com outro, apenas deixando a água fria nos refrescar. Do lado de fora, dava para ouvir Alice brincando com Bentão na água, “me segura, me segura, vou afundar!”, ao que ele respondeu “bate as perninhas mais rápido, tem que aprender a nadar, princesa”. Alice ficou dando gritinhos histéricos, parecia que estava se divertindo bastante, até que repente ficou mais quieta, “tá bom, princesa, pode ficar no meu colo, segura firme aí com as perninhas”.
Eu fiquei preocupado de Alice voltar a assediar Bentão, se esfregando na virilha dele, mas não falei nada com Rodrigo sobre isso, não queria incomodá-lo com aquilo, mesmo porque sabia que ele não via problema algum em Bentão meter na minha pequena. Eu sabia que era bom para o tratamento dela, mas temia que a indiscrição de Alice causasse problemas e ficava preocupado também porque Bentão era muito grande e forte e havia metido nela com tanta força que eu temi que ela se machucasse. Por outro lado, era nítido o cuidado e carinho que Bentão dispensava para minha menina, eu tinha que confiar nele, ele jamais a machucaria ou se aproveitaria dela, ao contrário, Alice é que estava se aproveitando dele.
Fiquei calado pensando nessas coisas, sentindo a água fria caindo na minha pele contrastando com o abraço caloroso Rodrigo, que estava decidido a não me soltar de jeito nenhum até que ouvi a voz de alguém se aproximando. No início não consegui distinguir, mas logo percebi que era Rita falando alguma coisa com Bentão, aos risos, “entra na água com a gente, entra!”, e logo ouvi o splash da água, “que água fria, meu Deus! Achei que nesse calor estivesse mais morna”, gritou Rita.
Saber que Rita estava ali ao lado de Bentão me deixou mais tranquilo, certamente Alice não iria tentar nada inapropriado com ele. Decidi comentar com Rodrigo sobre isso, mas ele me repreendeu:
– Você fala muito em “inapropriado”, Serginho, o Bentão e a Rita não acreditam nessas coisas não. A Rita não julgaria os desejos de Alice de forma alguma, da mesma forma que não julgou o Bentinho por ficar se esfregando na rola do pai. Eu já te falei, pode confiar em Bentão. Hoje com tanta gente aqui eu não sei se será possível, mas depois eu vou conversar com ele e, se ele topar, vou pedir pra ele meter mais vezes na Alice, eu estarei por perto e participando também, pode ficar tranquilo.
Rodrigo então mordeu o lóbulo da minha orelha e depois virou meu rosto para beijar minha boca novamente, fazendo meu pau acordar mais uma vez. Ele tocou meu pau e riu ao sentir a ereção, dizendo baixinho “eu sou mágico mesmo, nunca falho”, antes de completar:
Você se preocupa demais, Alice está perfeitamente segura com eles. Se ela se esfregar em Bentão, ele vai dar toda liberdade pra ela explorar seu corpo e Rita não vai proibir, mas vai ficar de olho para que Alice não enfie a rola dele na bucetinha e não se machuque. E para mim é apenas isso que importa, que ela não se machuque e que sare logo do problema psicológico.
Rodrigo tinha razão, eu estava sendo preconceituoso com os desejos da minha menina e vendo problema onde não havia. Além disso, Bentão era muito respeitador, ninou a Alice no quarto com todo carinho e paciência, se fosse outro homem provavelmente iria se aproveitar da situação para abusar da criança. Era óbvio que ele não faria nada errado com Alice ali na piscina, ainda mais do lado da Rita.
– Queria ficar mais aqui, mas preciso de água, to desidratado. – disse Rodrigo, interrompendo meus pensamentos.
Embora estivesse constrangido por estar com uma ereção, Rodrigo ignorou meu desconforto, colocou o braço forte sobre meus ombros e caminhou comigo até a cozinha, “relaxa, seu bobo, ninguém liga pra isso aqui não”. Ao chegarmos na cozinha, acabei bebendo mais água do que imaginava ser capaz e engasguei, “calma aí, amorzinho, você não tem caixa aí para beber isso tudo de água, não”, riu Rodrigo dando-me um beijo, antes de sorver a jarra inteira de água sem dificuldade.
Ouvi uns risinhos na sala e vi que Rui, Bianca e Bentinho estavam deitados no chão, de conchinha, assistindo desenho animado. Resolvi deixar eles por lá e voltei com Rodrigo até a churrasqueira, enchendo duas canecas com cerveja.
– Um brinde a esse bumbum guloso! Tá de parabéns, Serginho, se eu soubesse que seu cuzinho era assim tão lisinho e rosinha, já estaria socando rola em você bem antes, acho que desde o dia em que nos conhecemos – falou Rodrigo sorrindo de um jeito sacana, dando um tapa forte nas minhas nádegas, deixando-as marcadas.
Eu fiquei ruborizado com aquele gesto, para mim era muito constrangedor ser tratado como veadinho por Rodrigo. Ele, por outro lado, parecia não dar a mínima para o que os outros pensavam, continuava me assediando.
– Você é meio lerdo, então tenho que te lembrar toda hora que você é meu e que vamos ficar juntos agora. Amigos, mas também namorados, entendeu? – disse ele voltando a me beijar. Vem comigo, vamos sentar lá perto da piscina – emendou ele enquanto me puxava.
Era estranho agir de forma tão passiva, mas a verdade é que eu estava começando a gostar daquilo, eu me sentia muito bem e protegido ao lado de Rodrigo.
Ao chegarmos na piscina, percebi que Alice estava com os lábios roxos de frio, mas não queria sair de jeito nenhum de lá, estava agarrada ao pescoço de Rita, brincando com as tranças longas do cabelo dela:
É tão lindo, eu queria ter o cabelo igual ao seu.
– Deixa de ser boba, seu cabelo é lindo também. Quando sairmos da água vou fazer uma trança grandona e colocar fitas coloridas, vai ficar linda! – respondeu Rita, o sorriso de dentes perfeitos, enquanto afagava o cabelo da minha Alice.
Bentão estava boiando na borda oposta, a rola meia bomba para o lado e o saco enorme e peludo balançando suavemente com a ondulação da água.
O sol estava se pondo naquele momento, a rajada de luz iluminava somente o lado em que Rita e Alice estavam, “vamos sair agora, princesa? Estou preocupada com você, tá com o lábio roxinho”, disse Rita com um jeito carinhoso, “não, fica mais comigo aqui, só um pouquinho, por favor”, implorava a menina fazendo manha, ao que Rita respondeu, “tá bom, mas vamos sair assim que o sol se por, ok?”.
– Digão, tem algum robe ou saída de praia nessa casa? Vou colocar na Alice assim que ela sair da água, ela tá com frio. Aproveita e pega um pra mim também – pediu Rita.
Eu então expliquei para Rodrigo que havia roupões de adulto e umas batinhas infantis no armário perto do banheiro da sauna.
– Na outra casa minha esposa fazia questão de deixar essas coisas à mão, tem toalhas, roupão e até saída de praia infantil, fica tudo no armário perto do banheiro.
Rodrigo então saiu e me deixou sozinho na beira da piscina, instante em que Bentão saiu da água e puxou as espreguiçadeiras para perto do muro, no mesmo lugar onde momentos antes Rodrigo havia metido em mim, e me convidou para sentar a seu lado, “vem aqui, Serginho, quero conversar com você um pouco”.
Percebi que Bentão estava com os lábios finos meio arroxeados e perguntei se ele não preferia se cobrir com um roupão ou toalha, ao que ele aceitou prontamente a oferta e foi até o banheiro da sauna, voltando de lá com um roupão de banho preto de cetim de seda, todo aberto na frente, deixando seu saco e sua rola enormes balançando bem visíveis na meia luz.
Eu perguntei por que Rodrigo não voltou com ele, instante em que Bentão comentou que não o viu lá dentro da sauna ou nas duchas, imaginando que ele havia ido procurar uma roupa mais apropriada e quentinha para Alice dentro da casa. Eu estranhei isso, porque havia muitas toalhas felpudas e robes de banho bem quentinhos ali no armário, mas deixei esse assunto para lá, porque logo Bentão começou a brincar comigo, dizendo que eu estava com ciúmes de Rodrigo.
– Eu falei para você que ninguém resiste ao meu menino, estou muito feliz por vocês dois terem se acertado. Minha única preocupação é com você todo pequenino e franzino, porque Rodrigo é muito bruto e grande, além disso é fogoso demais, aquele safado não tem limite, daqui mesmo eu consigo sentir o cheiro dele, aposto que te comeu de novo, né?
– Está tão na cara assim? Eu falei com ele que não podíamos fazer aquilo, mas ele não me deu ouvidos, parece que tem uma coisa nele, eu não consegui evitar, deixei ele fazer o que queria comigo. Depois fiquei um tempão na ducha, mas não saiu o cheiro dele completamente – respondi ruborizado.
Bentão riu e deu um tapinha nas minhas costas, mas mediu mal a sua força e quase me derrubou. Ele se desculpou e riu da situação e percebi que sua rola estava bem inchada e dura, quase a ponto da cabeça se descobrir do prepúcio. Ele percebeu que eu encarei seu pau duro e brincou comigo, “eu não sou muito chegado em homem não, mas o cheiro do meu menino sempre acorda meu pau, olha só, já tá até babando aqui, nem parece que já gozei litros nessa tarde!”, eu ri do comentário e pensei no quanto Bentão e sua família tratavam com naturalidade seus corpos, era impressionante como eles encaravam situações como aquela sem nenhum medo ou vergonha.
Ficamos de papo ali ainda durante uns 20 minutos, Bentão falando de putaria baixinho, contando sobre como conheceu Rita e quando largou a ex-mulher, “eu era insaciável que nem Rodrigo, comia qualquer coisa que passasse na minha frente, uma vergonha, mas Rita me fez ver o mundo de um jeito diferente, é possível gozar, ser feliz, mas ao mesmo tempo cuidar de quem a gente ama”. Eu fiquei curioso e perguntei mais sobre isso, se ele se cuidava, e Bentão entendeu meu comentário, “pode ficar tranquilo, eu estou com a saúde em perfeito estado, o leite que entrou na Alice só tem bebezinhos e hormônios mesmo”, disse ele rindo, e percebi que a rola ficou ainda mais dura, apontando para cima, mas a pele extensa de seu prepúcio ainda não descobria a cabeça da rola. Era difícil enxergar, porque já estava anoitecendo e a lâmpada que ficava na parede do fundo da sauna não estava completamente acesa, parecia estar prestes a queimar, mas ainda assim era possível perceber que a ponta de seu pau vertia muita baba, que escorria num fio caudaloso e viscoso sobre a espreguiçadeira.
Fiquei olhando meio hipnotizado para aquela cena, ainda custava a acreditar que alguém pudesse verter tanto líquido pré-ejaculatório, imaginei que devia ser algo de família, já que Rodrigo também era assim e seu falecido pai era primo de Bentão.
À distância, ouvi Rita resmungando algo, reclamando que Rodrigo estava demorando, “vamos sair princesa, estou preocupada com você, eu mesma vou buscar uma batinha linda e aproveito e pego umas fitinhas coloridas para fazer umas tranças, vai ficar linda”, ao que Alice, tremendo e batendo o queixo, riu nervosamente, “oba, quero ficar linda!”.
Rita era muito habilidosa, veio carregando Alice sem dificuldade ao mesmo tempo em que secava seu corpinho com uma toalha. Quando chegou no canto em que estávamos, ela perguntou se havia algo errado com a lâmpada, porque estava fraca, ao que expliquei que devia ser algum defeito e que no outro dia iria trocá-la. Rita então me ofereceu Alice para eu colocá-la no colo, mas minha filhinha fez birra, “quero sentar no colo do Bentão”. Eu tive um sobressalto, pois a rola de Bentão estava muito dura e babada, apontando para cima, porém antes que eu pudesse dizer qualquer coisa Rita colocou Alice sentada com as pernas abertas bem em cima da rola dele, provavelmente devido à luz muito fraca não viu que Bentão estava com o pênis ereto, acabou que não deu tempo de fazer nada, a piroca ficou encaixada bem na entrada da bucetinha de Alice, lambuzando sua entradinha e, com a pressão exercida pelo peso da menina, a pele do prepúcio se abriu e foi entrando aos poucos, deslizando sem que Alice fizesse qualquer oposição àquele contato. Isso deve ter durado alguns poucos segundos, mas para mim pareceu ter acontecido em câmera lenta, a rola enorme e grossa ia invadindo a xaninha da minha menina cada vez mais, sem dificuldade, entrando inteira até o fundo. Bentão arregalou os olhos, assustado, e reagiu com presteza, segurou Alice pela cintura e a afastou lentamente para trás, tirando-a de sua virilha e a assentando mais sobre suas coxas grossas e peludas. De onde eu estava deu para ver a rola veiuda saindo de dentro dela lentamente, eu não cansava de ficar impressionado, era muito grossa, mas mesmo assim deslizou sem dificuldade até a cabeçona inchada sair por completo.
Embora Bentão tenha agido rápido, a rola estava ainda mais dura e começou a pulsar involuntariamente, certamente devido ao calorzinho da xaninha de Alice, e a cada pulsada a cabeçona arroxeada quase entrava dentro dela.
Apesar daquela ser uma cena chocante, eu cada vez mais tinha certeza de que Bentão era de inteira confiança, pois, do contrário, teria deixado a rola entrar toda dentro da grutinha da minha filhinha e se aproveitado daquela situação. Pensei no quanto ele era bom e cuidadoso com minha filha, eu tinha muita sorte de tê-lo conhecido.
Felizmente Rita pareceu não ter visto o que havia acabado de acontecer, pois, como estava atrás da menina, não tinha a visão completa do corpo do marido, o que era agravado devido à luz fraca e ao fato de que já havia anoitecido completamente, então ela não sabia que a pirocona de Bentão estava 100% ereta e apontada como uma lança para a grutinha de Alice. Assim ela continuou secando o corpinho da minha menina pacientemente, tentando aquecê-la esfregando a toalha em suas costas, sem notar que o movimento fazia a menina pressionar com mais força a xaninha contra a cabeçona da rola de Bentão, quase fazendo ele a penetrar de novo.
Em dado momento, porém, vendo que a menina continuava tremendo de frio, Rita ralhou com o marido:
– Bentão, a menina tá com frio, segura ela direito e aquece ela! – falou Rita com severidade, empurrando a menina novamente para frente de uma só vez, encaixando a sua virilha na de Bentão.
Eu instintivamente fechei os olhos, assustado, e quando os abri novamente conseguir ver apenas o sacão peludo de Bentão sob a bundinha de Alice, os dois estavam tão perfeitamente encaixados um no outro que não consegui ver se a rola havia entrado ou não dentro dela. Ele então abriu os braços e puxou o tecido do roupão, fazendo um gesto para Alice passar as perninhas pelas costas dele, “isso, encaixa assim que eu vou te cobrir com meu roupão”, disse ele gentilmente. Para ajeitar melhor as perninhas, vi que Alice arqueou um pouco para cima e tentei ver se houve penetração, tive a impressão de ter visto um pedaço daquela tora enorme saindo um pouco de dentro dela, mas na meia luz não tive certeza, mesmo porque logo em seguida ele cobriu as costas dela com o tecido do roupão, abraçando-a com ternura.
– Agora tá quentinho, princesa? – perguntou ele, ligeiramente ofegante.
– Hum hum hum, tá muito bom assim, quentinho, hum hum – respondeu Alice, enquanto tinha as costinhas massageadas por Rita.
Notei que Alice começou a mover os quadris lentamente, e pensei se deveria ou não repreendê-la, mas me lembrei que se fizesse isso acabaria ofendendo aos meus convidados, pois os dois acreditavam que a vontade da criança tinha que ser respeitada. Na verdade fiquei com um pouco de pena de Bentão, pois Alice estava se esfregando muito na virilha dele, provavelmente roçava na base de sua rola enorme e veiuda. Devia ser muito difícil para ele manter o controle e não meter logo a rola na bucetinha infantil dela, eu tinha que agradecer por ter um “sogro”tão bacana e cuidadoso.
Decidi não falar nada, porém, em dado momento, a própria Rita incentivou Alice a se mover, “isso, assim você vai se aquecer rapidinho, princesa, o Bentão é muito grandão e quente, daqui a pouco você vai esquecer do frio e já vai sentir até calor”, ao que minha menina se mexeu mais intensamente, “sim, tá tão quentinho e gostoso, hum hum, adoro o colo de Bentão, é o melhor vovô do mundo”.
Percebi que Bentão arregalou os olhos e me encarou, certamente estava tendo dificuldade em se controlar, mas se manteve firme, não falou nada, continuou deixando que Alice se aquecesse, ficando com o corpinho colado ao dele enquanto movia os quadris para frente e para trás.
Rita, por sua vez, sorriu ao ouvir o comentário de Alice e afagou seus cabelos, dizendo-lhe que iria buscar algo para as duas se cobrirem, “vou pegar alguma coisa bem bonita, depois vou ver se acho algum laço para fazer uma trança no seu cabelo.
Depois que Rita saiu, Alice se aconchegou mais nos braços de Bentão, movendo-se mais intensamente, agora erguia e abaixava os quadris contra a pélvis dele. Quem visse a cena com maldade, poderia pensar que ela estava fazendo sexo com ele, cavalgando em sua rola, porém eu sabia que Bentão jamais faria aquilo na minha presença ou de Rita, estava apenas aquecendo o corpinho da minha menina, que estava com os lábios roxinhos.
– Você continua batendo queixo, princesa? – indagou Bentão no ouvido de Alice.
– Hum hum – grunhiu ela, assentindo.
– Então vou mexer mais rápido para te aquecer, tá bom? – perguntou com suavidade.
– Sim, mexe mais rápido, é tão gostoso.
Eu não entendi direito o que ele quis dizer com “mexer mais rápido”, até observar ele erguer Alice para o alto e abaixá-la com sobre seu colo, no início num ritmo lento, mas em seguida bem rápido, a ponto de eu ouvir o som da bundinha dela se chocando contra seu sacão peludo, “ploc, ploc, ploc”.
Alice ainda tremia de frio, mas sorria de contentação, com a cabecinha colada no peito peludo dele. Fiquei feliz que eles estavam se dando tão bem, era muito bonito ver como ele tinha paciência e disposição com a Alice, ele parecia cansado com o esforço físico, mas mesmo assim continuava movendo o quadril dela, “já esquentou, meu amor, quer que eu mexa mais?”, indagou ele, tendo a menina respondido “sim, tá melhorando, mas quero mais forte!”.
Eles ficaram assim por um bom tempo, até que Bentão me pediu para ajudar Rita a encontrar o roupão de banho, “ela tá demorando muito, deve estar tendo dificuldade de encontrar as coisas, dá uma ajuda para ela”, disse ele ofegante, com o rosto suado.
Achei que era o mínimo que eu poderia fazer, afinal, Bentão estava se desdobrando para aquecer minha filhinha. Então deixei ele sozinho com Alice e fui procurar por Rita, passando primeiro ao lado da piscina, depois andei sobre o caminho de pedras, abri a porta de vidro que dava para o corredor entre a sauna e os chuveiros e, nesse instante, pensei ouvir risos e gritinhos femininos, seguidos do som de uma batida forte na porta. Acabei levando um susto com isso e dei um grito, momento em que os sons pararam e, logo depois, vi Rita abrindo a porta da sauna.
– Nossa, o Rodrigo me mata, viu? Eu procurei por ele por toda a parte, mas não o encontrei, aí vim aqui na sauna e acabei caindo numa pegadinha, ele e a Bianca estavam aqui escondidos e me pregaram uma peça, levei um susto e acabei me chocando com a porta – disse ela, ofegando.
Eu ri muito da situação, Rodrigo era muito despachado e espirituoso, era a alegria de qualquer confraternização.
Aproveitei e perguntei para ela se havia encontrado o armário com as roupas de banho, ao que ela disse que não, mas que havia tomado a liberdade de pegar umas fitas coloridas no quartinho da Alice. Eu então abri o armário perto da entrada das duchas e peguei uma batinha branca para Alice, era um espécie de vestido leve, branquinho, e um roupão de adulto rosa claro.
– São lindos! Adorei! Vamos lá para ver como fica essa bata na Alice – disse Rita enquanto se cobria com o roupão, sem fechar as suas alças, deixando o seu corpo nu visível pela fenda frontal.
Eu segui com ela de volta até onde Bentão e Alice estavam, esquecendo-me completamente que Rodrigo continuava na sauna com a namorada de Rui.
Embora a luz da área da sauna e da churrasqueira estivessem acesas, de onde estávamos era difícil enxergar Bentão e Alice com nitidez, via-se apenas a silhueta deles contra a espreguiçadeira branca, bem como o movimento que Bentão fazia nos quadris da menina.
À medida em que nos aproximávamos, passei a ouvir o som das batidas do saco de Bentão na bundinha de Alice, e fiquei apreensivo, Rita poderia entender tudo errado e acreditar que os dois estavam fazendo sexo.
Quando finalmente chegamos perto deles, pude sentir um cheiro forte de suor no ar, Bentão parou um pouco de se mover e descobriu as costas de Alice, mas ela protestou, “tá tão frio, quero ficar dentro do roupão e continuar mexendo gostoso”, ao que ele respondeu: “calma, princesa, vou fazer mais, mas primeiro tem que vestir a roupinha que Rita trouxe para você”.
Em seguida, sem desencaixar a bundinha do saco peludo dele, Alice levantou os bracinhos para que Rita colocasse a batinha branca, que deslizou sobre seu corpinho e a cobriu completamente, deixando visível apenas uma parte de suas coxas magras, no ponto em que enlaçava a cintura de Bentão. Depois de cobrir a minha menina, Rita rapidamente começou a pentear os cabelos lisos dela e a fazer várias trancinhas, prendendo as pontas com fitas coloridas.
A cada nova fita colocada, Alice rebolava de alegria no colo de Bentão, que às vezes gemia baixinho com esse movimento. Certamente não devia estar sendo fácil para ele, Alice não colaborava e continuava se aproveitando da situação, cada vez mais eu sentia pena dele, pois devia estar com o tesão incontrolável sem poder fazer nada para abaixar a rola dura. Para piorar, na inocência Rita estava incentivando Alice a rebolar, “que dançarina mais linda, tá ficando tão linda, vai ser a namoradinha do vovô Bentão”, ao que Alice, de um jeito sapeca, respondia “então eu quero beijar na boca igual namorada, deixa vó Rita”. Ela falava de um jeito tão inocente que, inicialmente, nós só ficamos rindo de seus comentários, porém Alice insistiu, “deixa eu beijar o vô Bentão, é só um pouquinho”, até que finalmente Rita cedeu, “tá bom mocinha, eu deixo dar um beijinho no meu velho, mas é só hoje, ok?”.
Foi então que Bentão fez um biquinho, de um jeito teatral, para dar um selinho em Alice, porém a menina foi logo enfiando a língua na boca, com uma expressão de jubilo e prazer, enquanto forçava seu quadril contra a sua cintura. Atordoado, Bentão arregalou os olhos, mas não repeliu o contato, ao contrário, retribuiu o beijo da minha filhinha, enfiando sua língua com sofreguidão em sua boca.
Eu olhei para Rita com uma expressão envergonhada, sem saber o que fazer, mas ela não deu importância, “não há nada demais, deixa a menina, tadinha, vai fazer mal para ela fazer todos esses julgamentos, ela vai acabar ficando confusa. Acho importante deixar ela experimentar e um beijo não fará mal algum”.
Acabei concordando com Rita, afinal era apenas um beijinho, não era como se Bentão estivesse fazendo sexo com a criança.
Os dois ficaram se beijando por vários minutos naquela mesma posição, Alice estava bem treinada ao usar a língua devido às aulas que vinha recebendo de Rodrigo, e pude perceber que Bentão foi ficando mais vermelho, beijando-a com mais e mais volúpia.
Estava ainda com mais pena dele, não sabia o que fazer para ajudá-lo, além de tudo Alice estava se esfregando ainda mais intensamente, fazia um movimento mais longo e vigoroso dos quadris, indo para frente e para trás, de um jeito que qualquer um iria acreditar que os dois estavam transando bem ali na nossa frente, principalmente devido ao barulho que o saco dele fazia ao bater na bundinha dela.
Depois de alguns minutos, Rita comentou baixinho comigo: “é tão bonitinho o jeito que ela imita um casal apaixonado, ela beija direitinho, deve estar assistindo a muitos filmes de romance, ela é linda demais, parece uma boneca”. Então ela me puxou para a área da churrasqueira, “tá faltando música nessa casa, vou colocar um forró bem gostoso para gente dançar”.
Embora deixar Alice e Bentão naquele canto escuro não me parecesse uma boa ideia, acabei seguindo Rita até a churrasqueira e a ajudei a escolher uma playlist com músicas de forró. Eu tinha pensado em colocar algumas músicas mais lentas, porque não sou muito bom para dançar, mas ela insistiu em colocar uma seleção de “forró safado” bem animado e começou a dançar comigo.
Tenho que confessar que Rita era uma dançarina excelente e ótima professora, era fácil acompanhar seus passos, ela dançava mantendo a cintura bem colada à minha, de um jeito sensual, e acabei me soltando um pouco, arrisquei uns passos mais difíceis que ela me ensinava.
Não sei se foi por causa das músicas sensuais que tocavam ou se devido ao roça-roça entre nossas pernas, meu pau começou a inchar, ficando meia bomba, eu tentei pensar em outra coisa para me distrair daquele contato, mas não consegui, minha rola ficou completamente dura, eu fiquei ruborizado e me afastei um pouco, pedindo desculpas, mas Rita não se incomodou nem um pouco, “deixa de ser bobo, isso acontece com qualquer um, não tem nada a ver, vamos continuar dançando. Para te mostrar que não tem problema, vou dançar ainda mais juntinho de você, chega mais perto”. Ela então levantou o tecido do robe nas laterais da cintura com uma das mãos, numa espécie de reverência comum das dançarinas, o que acabou deixando ainda mais visível a sua bucetinha depilada, e se apoiou em mim com o outro braço, o rosto bem próximo do meu.
Ficamos dançando assim um bom tempo, ela tinha um gingado bem diferente, quase malicioso, e às vezes levantava a perna e a apoiava na minha cintura, colando sua virilha à minha enquanto girávamos, ocasião em que sua bucetinha pressionava meu pau cada vez mais duro.
No início achei que não tinha problema, mas aos poucos comecei a ter a impressão de que Rita estava se insinuando para mim, numa das vezes em que ela me enlaçou com sua perna meu pau quase entrou na sua gruta. Eu achei que aquilo não estava certo, Bentão estava ali perto cuidando da minha filhinha com todo carinho, eu não poderia ter pensamentos obscenos com sua esposa. Foi então que decidi me afastar de Rita e respirei fundo, “desculpa, acho que preciso de água”.
Ela sorriu de forma simpática e falou que não tinha problema algum, se eu não estava à vontade o melhor era pararmos de dançar. Além de muito bonita, Rita era extremamente compreensiva, fiquei feliz por ela não ter ficado com raiva de mim, pois meu pau continuava duro feito rocha e ela agia naturalmente.
Em seguida Rita avisou que iria tomar sauna junto de Rodrigo e Bianca, pedindo para eu dar uma olhada em Bentinho, pois já tinha muito tempo que ele estava na sala da casa sozinho com o Rui, “ele é muito pegajoso, dá uma ajuda para o meu irmão lá ”.
Achei que o melhor a ser feito era atender ao pedido de Rita, ela era muito simpática e prestativa. Então fui para a cozinha, tomei um gole de água para me acalmar, esperei meu pau amolecer e rumei para a sala. Quando cheguei lá, vi que as luzes estavam apagadas, sendo o ambiente iluminado apenas pela luz da tv ligada, quando me deparei com Rui deitado de conchinha com Bentinho. Apesar da antipatia que nutria por Rui, achei bonitinho o jeito carinhoso dele com o sobrinho, os dois pareciam dormir profundamente e estavam bem coladinhos um no outro. A única coisa que estranhei foi o pintinho do menino, que parecia bem duro, mas imaginei que devia ser uma ereção natural, daquelas que ocorrem quando estamos dormindo.
Nesse momento eu me lembrei que Alice e Bentão continuavam lá nos fundos da casa, próximo ao muro, e resolvi ir até lá. Enquanto me aproximava, eu tentava focar minha visão, mas conseguia ver apenas um vulto alto parecendo ser Bentão de costas, com a cabeça grisalha arqueada para trás, mas não tinha a visão do corpinho de Alice.
Quando cheguei mais perto, tive a impressão de que minha menina estava sentada na espreguiçadeira, à frente de Bentão, com a cabeça entre as pernas dele, mas pensei estar imaginando coisas, porque aquilo não fazia sentido.
Curioso com aquela situação, eu anunciei que estava chegando, instante em que ouvi Alice dando um risinho e, em seguida, erguer os braços para ser carregada por Bentão, enlaçando-o em seguida com suas perninhas por dentro do robe preto.
– Eu estava dançando com Alice mas senti um pouco de cãibra e fiquei aqui descansando, mas agora já estou melhor – disse Bentão antes de sentar-se na espreguiçadeira, com minha filhinha no colo.
O cheiro de suor estava ainda mais intenso, Bentão parecia muito cansado, mas Alice insistia, “quero brincar mais de beijar na boca”. Eu inicialmente disse que não podia, que Bentão parecia estar cansado, mas Alice logo começou a fazer birra, então eu perguntei se Bentão se incomodaria de beijá-la mais um pouco, “claro que não, eu faço tudo pela minha pequena”, respondeu ele colando os lábios nos dela novamente, enquanto movia os quadris, como se estivesse arremetendo dentro dela.
“Hum, hum, hum, é tão bom brincar de namorado”, dizia Alice movendo-se com mais força, voltando a se chocar com força na virilha de Bentão, fazendo o “ploc ploc ploc” característico.
Apesar da luz fraca, dava para ver que o rosto de Bentão estava bastante vermelho, ele estava muito ofegante, mas Alice não perdoava, continuava pedindo para beijar mais a boca dele e a se mexer no seu colo com intensidade. “Hum, hum, hum”, gemia minha menina enquanto beijava o vovô Bentão.
Eu tive ainda mais pena dele, aquele contato forçado era demais, ele provavelmente tinha que usar muita força de vontade para não meter a rola dentro dela, a dedicação dele com minha menina era incrível.
Comovido com isso, eu perguntei se ele estava bem, ele demorou a responder, pois Alice não parava de beijá-lo, mas acabou revelando que estava cansado e voltando a sentir cãibra e que talvez precisasse se masturbar para gozar, mas que não sabia como iria fazer isso, pois Alice não desgrudava dele.
Lembrei-me de tudo o que Rodrigo havia falado comigo sobre Bentão, ele era um homem muito íntegro, respeitador e cuidadoso, não merecia passar por um sofrimento daqueles. Foi então que fiz a única coisa justa a ser feita, eu olhei para os lados, para ver se não havia alguém por perto, e ao constatar que não havia ninguém, ofereci de ele meter dentro da Alice, ela parecia estar querendo aquilo mesmo. “Você faria isso por mim? Se eu gozar dentro dela de novo minha cãibra com certeza vai passar”, disse ele gemendo, e então eu assenti, falando que não via problema se fosse ele, porque ele era muito respeitador.
Nesse momento Bentão pediu que eu pegasse umas toalhas e forrasse o canto do muro atrás da sauna, num ponto mais escuro e que tinha menos visibilidade da área da churrasqueira. Eu peguei algumas toalhas que estavam dobradas perto da piscina e fiz o que ele pediu e, ao olhar novamente na direção dele e de Alice, vi que sua pirocona estava inteira atolada dentro da xaninha dela, da qual escorria uma grande quantidade de baba.
Achei até estranho, pela quantidade de líquido que escorria, tive a impressão de que Bentão já estava dentro dela há muito mais tempo despejando seu pré-gozo, mas sabia que Bentão jamais faria isso, então tirei isso da minha cabeça, provavelmente ele havia penetrado a bucetinha dela somente naquele momento e, como estava com tesão acumulado, babou muito dentro dela.
Foi então que ele caminhou com Alice até perto do muro, com a piroca atochada dentro dela, deitou a minha menina sobre as toalhas, abriu bem as perninhas dela e as empurrou para cima, em direção ao pescocinho dela, e começou a meter na posição de frango assado, que parecia deixar ainda mais evidente a desproporção do corpo deles, pois Bentão tinha que arquear bem a cabeça para conseguir beijar Alice na boca enquanto metia.
Como ele estava por cima, o sacão peludo parecia bater com ainda mais força na bundinha dela, que gemia, “que gostoso vô Bentão, enfia mais, que delicia, enfia mais forte”, dizia minha Alice gemendo como uma vagabunda. “Tá gostoso netinha? Pede mais rola do vovô”, ao que Alice respondia que “sim, quero a rola do vovô, hum hum hum, mais, enfia mais rola”.
Bentão já não demonstrava qualquer sinal de cansaço, ao contrário, agora parecia um animal no cio, o corpo enorme cobrindo o corpinho infantil da minha Alice, a rola cada vez mais inchada entrando inteira dentro dela, que gemia ao ritmo das estocadas, “que bucetinha mais gostosa, to viciado, agora só quero meter em grutinha de menininha bem novinha, que tesão do caralho!”, urrava ele, sem parar de arremeter contra ela.
Ele ficou assim mais uns 10 minutos, era um macho reprodutor insaciável, parecia que iria partir minha frágil Alice ao meio, “hum, hum, hum, mais fundo, que delicia vovô, coloca leitinho quentinho dentro, hum hum” disse Alice, lembrando muito o jeito que fazia com Rodrigo.
Ao ouvir ela pedindo o leitinho, Bentão passou a meter de forma ainda mais feroz, “caralho, quer leitinho, safada? Então toma, toma, vou te encher de leite até te engravidar, safada, toma!”.
Bentão acelerou os movimentos, metendo com mais profundidade e com movimentos mais curtos, até soltar um urro, “caralho, to gozando, toma leitinho safada, segura minha porra todinha, não pode desperdiçar”. Era impressionante, naquela posição dava para ver o sacão peludo se movendo junto com o músculo do períneo, bombeando uma enorme quantidade de porra dentro da minha pequena, que se convulsionava sob o corpo enorme dele, atingindo o clímax ao mesmo momento.
Eles ficaram grudadinhos assim um bom tempo, os lábios vaginais dela inchados pressionando a rola enorme de Bentão, até que ele, ofegante, falou: “não pode desperdiçar leitinho, o vovô quer que você segure aí dentro o maior tempo possível”, ao que ela sorriu de um jeito sapeca, “eu sei segurar, é do mesmo jeito que eu to mordendo o pipizão do vovô agora”, dizia ela, e pude notar a musculatura de seu canal abrir e fechar em torno da rola dele, sugando-a como se estivesse mamando, “ai que delicia, princesa, assim vou querer meter mais”, disse ele voltando a meter nela, dessa vez com suavidade, “mete mais vovô, quero mais”, respondeu ela intensificando o movimento.
Bentão olhou para mim e perguntou se poderia continuar, eu fiquei relutante, não imaginava que eles iriam demorar tanto tempo, mas tentei me lembrar dos conselhos de Rodrigo e de tudo o que a doutora Márcia tinha falado sobre os benefícios dos feromônios e das leitadas na bucetinha de Alice, “pode sim, Bentão, você cuida muito bem dela e eu confio plenamente em você”, falei para ele enquanto saía dali, deixando-os sozinhos.
Alice sorriu em minha direção, “você é o melhor papai do mundo”, o que me encheu de alegria, fiquei até emocionado. No fim aquela era melhor decisão, minha pequena estava realmente feliz.
Eu sorri de volta para ela e saí de lá em seguida, observando que os dois logo voltaram a se atracar nas sombras.
A música continuava tocando na área da churrasqueira, que estava vazia e, por um momento, pensei ter ouvido gemidos vindos da sauna. Logo pensei no pior, alguém poderia estar preso lá dentro ou ter se machucado, e corri em direção à porta de vidro, preocupado.
No entanto, antes de passar pela porta, senti um aperto forte nos ombros, sendo puxado em seguida para trás, tomando um susto ao me deparar com Rui atrás de mim.
– Preciso conversar com você – disse ele, de forma firme, puxando-me em direção à casa.
Continua
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