Sexo na Escola
Olá, sou a Letícia (nome fictício), todos me chamam de Lê, tenho 21 anos e trabalho numa escola há um ano e meio. Sou morena clara, cabelos castanhos, corpo bonito, sei que chamo atenção dos homens e gosto disso, mas não sou dada, fico na minha.
O fato é que estou solteira há seis meses e não sou de transar com qualquer um, ou seja, estou todo esse tempo só nos meus dedinhos, é gostoso, adoro me masturbar enquanto fantasio mas sinto falta de um pau na minha buceta, de um homem me pegando por trás, em fim, essas coisas que toda mulher (hétero) gosta.
Aqui na escola até tem um professor bonito, mas não consigo me sentir atraída por ele, aquele tipo machão, que se acha, todo exibicionista. Adora me dar indiretas e dou cada “patada” nele, e mesmo assim não se toca.
O caso é que quando é pra acontecer, o universo conspira a nosso favor. A escola a qual trabalho é estadual, em São Paulo, e agora nesse mês de dezembro teve transferência anual de professores, para aqueles que querem mudar de escola. Após o natal, fui escalada em revezamento para ficar no atendimento em escala de plantão, já que praticamente ninguém aparece na escola.
Na primeira segunda-feira após o natal, dia 28, chego na escola as 8h, a caseira abre, pergunto se o diretor mala sem alça veio, ela diz que sou a primeira chegar. Vou pra secretaria e fico lá, num tédio danado, sem ninguém aparecer por quase uma hora e meia. Toca interfone, a voz diz ser novo professor que veio de remoção, peço pra aguardar. Eu que não sou burra, por questão de segurança, vou até o portão verificar mesmo, faço perguntas pra me certificar e sim, constato ser um professor. Ele pergunta do diretor, falo que não está e pergunto se quer entrar e aguardar. Ele entra.
Se chamava Pedro, professor de português. Aparentemente com uns 42 anos. Não era assim bonito, mas tinha um charme, um jeito de pegar queixo, coçar a barba rala e usava óculos, um corpo comum, pequena barriguinha e um jeito de falar que deixava transparecer ser inteligente. Eu adoro homens inteligentes. Além de tudo, era educado, me esperou, caminhou ao meu lado, perguntou meu nome, o que fazia, quando cheguei na secretaria estava encantada.
Sentou num banco fora da secretaria e eu entrei e fiquei pensando num jeito de puxar assunto. Fui ao guichê e o chamei:
- Professor!
- Pode me chamar de Pedro
- Prefiro professor, tudo bem?
- Claro, prefere formalidades!
- Não é bem isso!
As vezes sou espontânea demais e não me toco. Ao falar acho que minha expressão facial denunciou o meu interesse! Ele sorriu e me lançou um olhar safado, daqueles que sugerem uma sacanagem tão gostosa, que minha buceta deu sinal de vida e senti escorrer aquele lubrificante. Pensei, ó céus estou excitada!
- Leticia?
- Oi? (Saí dos meus milésimos de distração)
- Você me chamou. Ia dizer algo?
- Quer água? (me comer? Pensei comigo)
- Quero sim, obrigado!
- Entra aqui!
- Pode? O diretor não vai achar ruim?
- Não, pode entrar! Só uma água (Ri e resolvi puxar assunto) De que escola veio? Está morando por aqui?
Parece que não é só o olhar, ele deixou claro ser safado. Juntou esse ar de inteligente, com educação, com os óculos, aí, minha excitação aumentava, sem perceber me pegava passando a mão no cabelo, a língua nos lábios, meu corpo as vezes inclinava em sua direção e eu torcendo pro diretor não chegar, afinal eram meses de seca! E pensava, “Leticia, você não vai dar aqui na escola né, não quer ser exonerada”. Pedro além de ser inteligente, observador, pois deixou claro que que percebeu meu interesse, era ousado, ai que delícia! Acho que a maturidade como homem o fez assim! Em determinado momento veio pra pegar algo que estava na mesa onde me encostava e se aproximou de mim, ficou boca a boca a pouquíssima distancia, e parou aí só pra perceber minha reação, que deveria ser me afastar, pois é meu trabalho, mas fiquei paralisada, seu perfume gostoso, minha excitação crescente e daí claro, foi o sinal que ele queria, me agarrou e me beijou, daqueles beijos fortes, de tirar o folego, e que língua ágil, que lábios carnudos, quentes, minha nossa, minha buceta começou a latejar na hora. Me deu um segundo de senso crítico e falei pra ele parar, pois estávamos na escola, mas não o afastei, e falava e ele me sufocava deliciosamente com seus beijos. Quando pôs a mão na minha buceta, não aguentei, comecei a gemer e pus a mão no pau dele também, daí começou a falar:
- Ai que delicia, você quer não é?
- O que (respondia ofegante)
- Quer o meu pau na sua buceta!
- Quero! Quero muito seu pau na minha buceta! Ai professor, ai.
Daí já pôs o pau pra fora. Como estava de vestido, ele só me virou de costas, levantou, baixou minha calcinha e meteu! Na primeira socada forte já me subiu um tesão incrível, e me apertava junto ao seu corpo, falava, “ai que buceta gostosa” “delícia te comer” E eu não ficava pra trás, “ai isso me come” “delícia” Mete professor, mete”. Acho que não foi só o tesão, mas por estar na escola, meu ambiente de trabalho, o perigo, só sei que em pouco tempo já estava perto de gozar, e falava “ ai professor, vou gozar, aí, ai” e gozei, gozei segurando o gemido pra não ficar alto, daí fiquei com o corpo mole e uma sensação estranha de satisfação e culpa por ter transado na escola e com um desconhecido praticamente.
Ele estranhamente não gozou, perguntei se não ia gozar, ele disse que ia guardar pra gozar na minha cara, que ali não era seguro! Nossa, que homem pensei! Dominador e com bom senso ao mesmo tempo!
Nos recompomos, o diretor chegou 15min depois e não percebeu nada, ainda bem! Quando Pedro saiu da sala da direção, passou na secretaria e me deu tiau com ar safado, dizendo até amanhã! Respondi e pensei, amanhã levo ele pra salinha das faxineiras só pra levar gozada na cara!
O fato é que estou solteira há seis meses e não sou de transar com qualquer um, ou seja, estou todo esse tempo só nos meus dedinhos, é gostoso, adoro me masturbar enquanto fantasio mas sinto falta de um pau na minha buceta, de um homem me pegando por trás, em fim, essas coisas que toda mulher (hétero) gosta.
Aqui na escola até tem um professor bonito, mas não consigo me sentir atraída por ele, aquele tipo machão, que se acha, todo exibicionista. Adora me dar indiretas e dou cada “patada” nele, e mesmo assim não se toca.
O caso é que quando é pra acontecer, o universo conspira a nosso favor. A escola a qual trabalho é estadual, em São Paulo, e agora nesse mês de dezembro teve transferência anual de professores, para aqueles que querem mudar de escola. Após o natal, fui escalada em revezamento para ficar no atendimento em escala de plantão, já que praticamente ninguém aparece na escola.
Na primeira segunda-feira após o natal, dia 28, chego na escola as 8h, a caseira abre, pergunto se o diretor mala sem alça veio, ela diz que sou a primeira chegar. Vou pra secretaria e fico lá, num tédio danado, sem ninguém aparecer por quase uma hora e meia. Toca interfone, a voz diz ser novo professor que veio de remoção, peço pra aguardar. Eu que não sou burra, por questão de segurança, vou até o portão verificar mesmo, faço perguntas pra me certificar e sim, constato ser um professor. Ele pergunta do diretor, falo que não está e pergunto se quer entrar e aguardar. Ele entra.
Se chamava Pedro, professor de português. Aparentemente com uns 42 anos. Não era assim bonito, mas tinha um charme, um jeito de pegar queixo, coçar a barba rala e usava óculos, um corpo comum, pequena barriguinha e um jeito de falar que deixava transparecer ser inteligente. Eu adoro homens inteligentes. Além de tudo, era educado, me esperou, caminhou ao meu lado, perguntou meu nome, o que fazia, quando cheguei na secretaria estava encantada.
Sentou num banco fora da secretaria e eu entrei e fiquei pensando num jeito de puxar assunto. Fui ao guichê e o chamei:
- Professor!
- Pode me chamar de Pedro
- Prefiro professor, tudo bem?
- Claro, prefere formalidades!
- Não é bem isso!
As vezes sou espontânea demais e não me toco. Ao falar acho que minha expressão facial denunciou o meu interesse! Ele sorriu e me lançou um olhar safado, daqueles que sugerem uma sacanagem tão gostosa, que minha buceta deu sinal de vida e senti escorrer aquele lubrificante. Pensei, ó céus estou excitada!
- Leticia?
- Oi? (Saí dos meus milésimos de distração)
- Você me chamou. Ia dizer algo?
- Quer água? (me comer? Pensei comigo)
- Quero sim, obrigado!
- Entra aqui!
- Pode? O diretor não vai achar ruim?
- Não, pode entrar! Só uma água (Ri e resolvi puxar assunto) De que escola veio? Está morando por aqui?
Parece que não é só o olhar, ele deixou claro ser safado. Juntou esse ar de inteligente, com educação, com os óculos, aí, minha excitação aumentava, sem perceber me pegava passando a mão no cabelo, a língua nos lábios, meu corpo as vezes inclinava em sua direção e eu torcendo pro diretor não chegar, afinal eram meses de seca! E pensava, “Leticia, você não vai dar aqui na escola né, não quer ser exonerada”. Pedro além de ser inteligente, observador, pois deixou claro que que percebeu meu interesse, era ousado, ai que delícia! Acho que a maturidade como homem o fez assim! Em determinado momento veio pra pegar algo que estava na mesa onde me encostava e se aproximou de mim, ficou boca a boca a pouquíssima distancia, e parou aí só pra perceber minha reação, que deveria ser me afastar, pois é meu trabalho, mas fiquei paralisada, seu perfume gostoso, minha excitação crescente e daí claro, foi o sinal que ele queria, me agarrou e me beijou, daqueles beijos fortes, de tirar o folego, e que língua ágil, que lábios carnudos, quentes, minha nossa, minha buceta começou a latejar na hora. Me deu um segundo de senso crítico e falei pra ele parar, pois estávamos na escola, mas não o afastei, e falava e ele me sufocava deliciosamente com seus beijos. Quando pôs a mão na minha buceta, não aguentei, comecei a gemer e pus a mão no pau dele também, daí começou a falar:
- Ai que delicia, você quer não é?
- O que (respondia ofegante)
- Quer o meu pau na sua buceta!
- Quero! Quero muito seu pau na minha buceta! Ai professor, ai.
Daí já pôs o pau pra fora. Como estava de vestido, ele só me virou de costas, levantou, baixou minha calcinha e meteu! Na primeira socada forte já me subiu um tesão incrível, e me apertava junto ao seu corpo, falava, “ai que buceta gostosa” “delícia te comer” E eu não ficava pra trás, “ai isso me come” “delícia” Mete professor, mete”. Acho que não foi só o tesão, mas por estar na escola, meu ambiente de trabalho, o perigo, só sei que em pouco tempo já estava perto de gozar, e falava “ ai professor, vou gozar, aí, ai” e gozei, gozei segurando o gemido pra não ficar alto, daí fiquei com o corpo mole e uma sensação estranha de satisfação e culpa por ter transado na escola e com um desconhecido praticamente.
Ele estranhamente não gozou, perguntei se não ia gozar, ele disse que ia guardar pra gozar na minha cara, que ali não era seguro! Nossa, que homem pensei! Dominador e com bom senso ao mesmo tempo!
Nos recompomos, o diretor chegou 15min depois e não percebeu nada, ainda bem! Quando Pedro saiu da sala da direção, passou na secretaria e me deu tiau com ar safado, dizendo até amanhã! Respondi e pensei, amanhã levo ele pra salinha das faxineiras só pra levar gozada na cara!
Nenhuma reação ainda.
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