adoro gordinhos - Bruno, meu favorito
Voces devem estar se perguntando por que esta tara minha por gordinhos.
Também não sei, mas sempre achei os gordinhos muito mais atraentes que os modelos de beleza das minhas amigas. Desde que eu era mais nova, sempre namorei meninos gordinhos. Perto dos poucos magros com quem já fiquei, posso afirmar uma coisa: os gordinhos são bem mais tarados.
Lembro do gordinho que mais me despertou tesão até hoje. Seu nome era Bruno e éramos colegas de escola. Ele era lindo, devia pesar uns 100 kg, era lisinho, e muito tímido. Usava óculos e era o primeiro gordinho que tinha como colega. A primeira vez que entrei na sala de aula e o vi, fiquei estarrecida. Ele era lindo. Na mesma hora fiquei morrendo de tesão.
Na primeira festa da turma que tivemos, planejei atacá-lo. A festa era na casa de um colega, e seus pais estavam viajando. Quando cheguei, vi ele sentado em um canto. como era novo na escola e era gordinho e tímido, ainda não tinha conversado com ninguém. Sou baixinha, 1,55m, 57 kg, olhos e cabelos castanhos, compridos, tenho os seios pequenos, mas durinhos, e uma bundinha empinadinha, que dizem ser muito gostosinha. Eu estava com uma mini-saia preta e uma blusinha branca de botão. Quando ele me viu, vi que seus olhos brilharam. Fui direto me sentar ao lado dele no sofá em que ele estava.
Eu o cumprimentei e perguntei se ele estava gostando da festa. Ele disse que não estava gostando muito, pois não tinha ninguém para conversar.
- Pois agora achou - disse a ele.
Começamos a conversar e ele contou que não tinha namorada. Disse a ele que não apenas não tinha encontrado a pessoa certa.
Ele falou que então devia estar com muito azar, pois a muito tempo procurava alguém e não havia encontrado ainda.
Falei que a sua sorte poderia estar mudando e saí para pegar cerveja para nós, o deixando de boca aberta olhando para minha bunda. Quando voltei continuamos conversando e bebendo.
Quando ele já estava mais altinho da bebida, me perguntou como a sua sorte poderia estar mudando. Eu levantei e disse para ele me seguir
que eu ia mostrar a ele. Fomos para o andar de cima, no quarto de casal e trancamos a porta. Sentamos em um sofá que havia lá e ele me perguntou o que eu queria mostar a ele. Me aproximei e o beijei. Na hora ele se assustou, mas depois continuou me beijando.
Quase sem fôlego, paramos de nos beijar, e ele perguntou se eu tinha levado ele pra lá porque tinha vergonha de beija-lo na frente de todo mundo. Disse a ele que não, que eu tinha levado ele pra lá porque queria fazer uma coisa.
- O que? perguntou ele.
- Isso... Disse eu pegando no pau dele sobre a calça.
Ele pulou de susto, mas imediatamente pegou no meu seio, por cima da blusa.
Ele gemeu no meu ouvido quando apertei seu pau.
- Não pensei que tu fosse assim... Ele disse
- Assim como? Perguntei.
- Assim tarada.
- É que tu me dá muito tesão. Sussurrei em seu ouvido.
- Tu é que me dá tesão faz tempo... desde que começou a alula eu fico te olhando todos os dias na sala... quando chego em casa bato sempre uma punhetinha pra ti....
Me encostei mais no sofá e ele veio se aproximando, desabotoando a calça. Botou para fora um pintão grande e completamente duro. Ele chegou bem perto e eu estava escorrendo de tesão. Ai vi que ele não era tão tímido assim. Pegando minha mão ele me fez segurar no seu pau gostoso e começar a bater uma punheta. A cada vai e vem ele aumentava de tamanho e eu olhava espantada, sentindo o peso daquela mangueira. Ele tirou a minha blusa, deixando meus peitinhos à mercê dos seus beliscões e apertões que me deixavam louca.
Enfiando a mão por baixo da minha saia, alisou minha bunda e me bolinou por cima da calcinha, para em seguida jogá-la para o lado e enfiar um dedo na minha racha molhada, ao mesmo tempo em que se curvava para lamber meus mamilos. Ele lambia e mordia os biquinhos, me fazendo gozar, enquanto enfiava e tirava os dedos da minha buceta.
Ele me deu um gostoso beijo de língua, enquanto beliscava levemente meu clitóris. Me fazendo gemer gostoso. Ele então levantou a minha saia e foi descendo em direção a minha buceta, e começou a chupa-la. Primeiro lambendo de leve.
- "Deixa eu sentir esse perfume de bucetinha gozada, bucetinha de putinha, ah que delícia."
Sua língua percorria toda a minha racha, tocando as partes mais íntimas. Puxei minha saia, que ainda não tinha tirado, para a cintura, para poder abrir mais as pernas e facilitar o seu trabalho. Eu mesmo apertava meus seios, rebolando sobre seu rosto e fazendo sua língua áspera tocar bem fundo na minha xana. Já estava completamente encharcada, e só então ele chupou meu clitóris, me fazendo tremer por inteira. Acelerei os movimentos dos meus quadris e acabei gozando a segunda vez. Fiquei meio sensível, pedindo para ele só me fuder com a língua, sem tocar no grelo. Bruno então fez uma coisa louca: levantou as minhas pernas e tocou com a ponta da língua meu anelzinho, me fazendo arrepiar inteira. Nunca ninguém tinha feito isso comigo. Fiquei maluca e o xingava de todos os nomes. A cada toque da sua língua meu buraquinho se abria mais, querendo engolir aquela língua grossa e tesuda. Quando ele voltou a chupar minha buceta foi direto ao clitóris enfiando de uma vez 3 dedos na minha molhadinha. Em seguida enfiou um dedo melado no meu rabinho, enquanto lambia minha bucetinha, depois o segundo (seus dedos eram muito grossos!) e quando tentou pôr o terceiro explodi em uma nova onda de gozos, deixando a sua cara toda molhada e quase cortando seus dedos com a força que pressionava minha rosquinha. Ele se levantou e disse:
-Agora é minha vez. Ele disse.
Ele sentou no sofá e eu voei para aquele pau gostoso que eu estava louca pra por na boca.
-Vamos ver se essa putinha já sabe chupar um cacete.
Seu pau era muito gostoso, devia ter uns 16 cm e era lindo. Queria judiar dele e fiquei apenas lambendo a cabecinha lambendo, mas ele empurrou minha cabeça me pedindo pra engolir tudo engolir tudo, o que fiz com prazer. Ele me empurrava me dando mais tesão com aquele mastro invadindo minha garganta. Tentei caprichar na chupeta para compensar o prazer que ele havia acabado de me dar. E aquelas lambidinhas no meu rabinho não saiam do meu pensamento.
Ficava apenas com a cabecinha na boca na boca, fazendo movimentos circulares com a língua por toda a glande, depois sugando um pouquinho e brincando com a pontinha da língua no buraquinho da uretra, fazendo ele gemer de prazer. Em seguida descia a boca em direção à base, apertando os lábios no seu pau quente e rígido. Subia lambendo ao redor, babando muito para deixar bem gostoso para ele me comer. Mamei uns dez minutos e comecei a bater uma punheta de leve ao mesmo tempo em que lambia a cabecinha, sentindo que agora ele estava próximo do gozo. Porém, eu não queria terminar ainda, queria sentir mais aquele macho.
Continuei batendo punheta, mas passando ele nos meus peitinhos. Esfregava a pontinha da glande nos meus biquinhos que estavam durinhos como pedras de tanta excitação, enquanto lambia e mordiscava seus mamilos.
- Não agüento mais... eu quero te comer.
- Então vem meu gordinho gostoso... enfia o pau em mim...
Fomos para a cama de casal. Tirei o resto da roupa, assim como ele. Pode ver então seu corpo maravilhoso. Tinha uma barriga muito gostosa.
Deitei na cama. Ele se ajeitou entre minhas pernas, alojando a cabeça na entradinha da minha buceta apertada. Eu estava muda, mal respirava de tanto tesão. Pressionando as paredes da minha grutinha, ele foi penetrando lentamente. Eu me sentia rasgar, e pedi pra ele me xingar
- Agora tu vai ver minha putinha.
Enquanto me xingava enfiou o resto de uma socada só, fazendo com que eu gozasse já de saída. Me segurando pela cintura ele me fodia sem pressa, trazendo até a cabeça para fora e enfiando tudo novamente até tocar o fundo da minha caverna. Aquilo estava demais, estava adorando sentir aquele gordo gostoso me arrombando a cada introduzida. Ele não parava de me xingar um instante, o que me deixava mais excitada, Comecei a jogar meu corpo de encontro ao dele, recebendo os "elogios": "Cachorra, tu quer mais, é? Então toma, vou meter até o fundo pra ti sentir ele inteiro!" "Ai, Ai, não pára não Bruno, faz mais rápido, põe tudo!". O gordinho sacana, vendo que eu tava louca para ele me comer mais depressa pra eu gozar, continuava fudendo devagar e com força. "Isso, se tu quer vai ter pedir, pede como a putinha que tu é que eu quero ouvir." "Por favor, mete, vai, ai, ai, põe esse pauzão gostoso na bucetinha da tua putinha, me come gordinho tarado, gordo gostoso, ai ,ai". Comecei a perder o controle e falar palavras desconexas entre gemidos e gritinhos de dor a cada estocada mais violenta. "Eu só vou te deixar gozar se tu me falar o quê que tu é, vai." "Ai, não faz assim, me faz gozar, faz sua piranhinha gozar, eu sou uma puta, uma puta. Ai, que pauzão gostoso. Fode a bucetinha da sua cachorrinha, fode com força!" "O quê que tu é?!" "Eu sou uma puta, sou uma puta, uma putinha, é isso que eu sou, sou uma puutaaannnnhhhhhhhhhhhhhhhh!!" E gozei apertando com todos os meus músculos aquela vara que me levava à loucura em um orgasmo intenso e interminável. Eu gozei por mais de um minuto seguido, em ondas que me percorriam. Gritei, gritei alto mesmo, adorando ser a putinha daquele gordinho tarado e tesudo.
Ele continuava com o pau firme e então falou:
- Agora fica de quatro, putinha, que eu vou comer esse rabinho.
- Come, mas antes vai ter que lamber ele de novo...
Ele nem falou nada. Me virou de quatro e foi direto enfiando a língua na minha bundinha. Me fazendo ir as nuvens. Ele lambia enquanto enfiava o dedo gordo no meu cuzinho, me fazendo ficar louca de desejo.
- Vai meu amor... enfia logo que eu não to mais agüentando...
- Vou te comer feito uma cachorra. Vou fuder esse rabão gostoso que tu vive exibindo na sala de aula, tu vai ficar tão arrombada que nunca mais vai poder usar aqueles bíquinis de puta que eu sei que tu adora usar.
Dizendo isso começou a forçar a penetração no meu cuzinho. Eu gemia alto de tesão. Ele me segurou e conseguiu meter a cabeça, melada com o mel da minha buceta. Quase desmaiei, e sentia a minha buceta pingar de prazer. Ele me deixou acostumar com a cabeça e depois foi introduzindo o resto, arrebentando todas as minhas pregas. Sentia seus pentelhos tocando minhas nádegas, ele estava enfiando até o talo. Senti seu saco batendo na minha buceta, ele ficou metendo curtinho bem lá no fundo, me causando um prazer imensa e me fazendo xingá-lo:
- Vai seu gordo filha da puta, me come assim! Ai caralho, essa sua pica é muito gostosa, não pára! Não pára, meu gordinho gostoso, pá.. mete mais fundo, me arrebenta, seu gordo gostoso!
Minhas palavras parece que o excitavam mais, fazendo ele aumentar o ritmo e o vigor das suas estocadas. Ele me segurava pela cintura e metia alucinado. Ele então me deitou na cama de barriga pra cima. Quando ele tirou o pau senti um vazio, queria ele me preenchendo novamente. Ele abriu bem minhas pernas e pôs no meu buraquinho outra vez. Desta vez o mastro deslizou lentamente atolando meu traseiro. Seus braços apertavam minhas coxas e de vez em quando ele massageava meu grelo ou meus peitinhos, enquanto dava metidas que chegavam a levantar meu corpo da cama.
- Eu vou gozar... Ele disse.
- Onde tu quer gozar meu gordinho gostoso?
- Na tua boquinha...
- Então vem...
Então ele tirou o pau do meu rabinho e veio trazendo ele pra perto da minha boca. Peguei no pau dele que estava pulsando. Comecei a bater uma punhetinha encostando a cabeça na minha língua, esperando por sua porra.
- Goza na minha boca meu amor..
- Meu gordinho gostoso me enche de porra.
- Bebe meu leite vagabunda
- Vou gozar na tua boca....
- Bem na minha língua
- Vai meu gordinho
- Goza gostoso na minha boca
- Goza na minha boquinha vai
- Vou gozar... abre a boca
Abri bem a boca pra sentir a porra gostosa na minha língua. A porra dele sair um jatos, direto na minha lingüinha, ela era salgadinha e gostosa.
- assim...asssimmmm...assiimmmmmmmm....
Ele tirou o pau da minha boca e esfregou na minha cara, me lambuzando toda de porra.
Ficamos parados um tempo, ofegantes, ele falou então que tinha que ir no banheiro, pois estava se mijando.
Então que ia junto, que tinha uma coisa que ele teria que fazer pra mim. Tinha um banheiro no quarto, e quando ele parou em frente ao vaso, disse para esperar. Entrei na banheira que tinha lá, me ajoelhei e pedi pra ele mijar em mim. Ele apontou o pau pros meus peitos e soltou um mijo grosso, misturado com porra, pelos meus peitos. Ado0rei aquele banho de mijo. Mandei ele entrar na banheira e perguntei se ele também queria. Ele se deitou no chão da bvanheira e disse que sim. Mijei em sua barriga gostosa, e escorria para seu peito. Fechamos a banheira e começamos a enche-la, o que nos rendeu mais sacanagem, mas isso fica pra outra hora. Agora vou me masturbar um pouco que não agüento mais de tesão de pensar no Bruno.
Também não sei, mas sempre achei os gordinhos muito mais atraentes que os modelos de beleza das minhas amigas. Desde que eu era mais nova, sempre namorei meninos gordinhos. Perto dos poucos magros com quem já fiquei, posso afirmar uma coisa: os gordinhos são bem mais tarados.
Lembro do gordinho que mais me despertou tesão até hoje. Seu nome era Bruno e éramos colegas de escola. Ele era lindo, devia pesar uns 100 kg, era lisinho, e muito tímido. Usava óculos e era o primeiro gordinho que tinha como colega. A primeira vez que entrei na sala de aula e o vi, fiquei estarrecida. Ele era lindo. Na mesma hora fiquei morrendo de tesão.
Na primeira festa da turma que tivemos, planejei atacá-lo. A festa era na casa de um colega, e seus pais estavam viajando. Quando cheguei, vi ele sentado em um canto. como era novo na escola e era gordinho e tímido, ainda não tinha conversado com ninguém. Sou baixinha, 1,55m, 57 kg, olhos e cabelos castanhos, compridos, tenho os seios pequenos, mas durinhos, e uma bundinha empinadinha, que dizem ser muito gostosinha. Eu estava com uma mini-saia preta e uma blusinha branca de botão. Quando ele me viu, vi que seus olhos brilharam. Fui direto me sentar ao lado dele no sofá em que ele estava.
Eu o cumprimentei e perguntei se ele estava gostando da festa. Ele disse que não estava gostando muito, pois não tinha ninguém para conversar.
- Pois agora achou - disse a ele.
Começamos a conversar e ele contou que não tinha namorada. Disse a ele que não apenas não tinha encontrado a pessoa certa.
Ele falou que então devia estar com muito azar, pois a muito tempo procurava alguém e não havia encontrado ainda.
Falei que a sua sorte poderia estar mudando e saí para pegar cerveja para nós, o deixando de boca aberta olhando para minha bunda. Quando voltei continuamos conversando e bebendo.
Quando ele já estava mais altinho da bebida, me perguntou como a sua sorte poderia estar mudando. Eu levantei e disse para ele me seguir
que eu ia mostrar a ele. Fomos para o andar de cima, no quarto de casal e trancamos a porta. Sentamos em um sofá que havia lá e ele me perguntou o que eu queria mostar a ele. Me aproximei e o beijei. Na hora ele se assustou, mas depois continuou me beijando.
Quase sem fôlego, paramos de nos beijar, e ele perguntou se eu tinha levado ele pra lá porque tinha vergonha de beija-lo na frente de todo mundo. Disse a ele que não, que eu tinha levado ele pra lá porque queria fazer uma coisa.
- O que? perguntou ele.
- Isso... Disse eu pegando no pau dele sobre a calça.
Ele pulou de susto, mas imediatamente pegou no meu seio, por cima da blusa.
Ele gemeu no meu ouvido quando apertei seu pau.
- Não pensei que tu fosse assim... Ele disse
- Assim como? Perguntei.
- Assim tarada.
- É que tu me dá muito tesão. Sussurrei em seu ouvido.
- Tu é que me dá tesão faz tempo... desde que começou a alula eu fico te olhando todos os dias na sala... quando chego em casa bato sempre uma punhetinha pra ti....
Me encostei mais no sofá e ele veio se aproximando, desabotoando a calça. Botou para fora um pintão grande e completamente duro. Ele chegou bem perto e eu estava escorrendo de tesão. Ai vi que ele não era tão tímido assim. Pegando minha mão ele me fez segurar no seu pau gostoso e começar a bater uma punheta. A cada vai e vem ele aumentava de tamanho e eu olhava espantada, sentindo o peso daquela mangueira. Ele tirou a minha blusa, deixando meus peitinhos à mercê dos seus beliscões e apertões que me deixavam louca.
Enfiando a mão por baixo da minha saia, alisou minha bunda e me bolinou por cima da calcinha, para em seguida jogá-la para o lado e enfiar um dedo na minha racha molhada, ao mesmo tempo em que se curvava para lamber meus mamilos. Ele lambia e mordia os biquinhos, me fazendo gozar, enquanto enfiava e tirava os dedos da minha buceta.
Ele me deu um gostoso beijo de língua, enquanto beliscava levemente meu clitóris. Me fazendo gemer gostoso. Ele então levantou a minha saia e foi descendo em direção a minha buceta, e começou a chupa-la. Primeiro lambendo de leve.
- "Deixa eu sentir esse perfume de bucetinha gozada, bucetinha de putinha, ah que delícia."
Sua língua percorria toda a minha racha, tocando as partes mais íntimas. Puxei minha saia, que ainda não tinha tirado, para a cintura, para poder abrir mais as pernas e facilitar o seu trabalho. Eu mesmo apertava meus seios, rebolando sobre seu rosto e fazendo sua língua áspera tocar bem fundo na minha xana. Já estava completamente encharcada, e só então ele chupou meu clitóris, me fazendo tremer por inteira. Acelerei os movimentos dos meus quadris e acabei gozando a segunda vez. Fiquei meio sensível, pedindo para ele só me fuder com a língua, sem tocar no grelo. Bruno então fez uma coisa louca: levantou as minhas pernas e tocou com a ponta da língua meu anelzinho, me fazendo arrepiar inteira. Nunca ninguém tinha feito isso comigo. Fiquei maluca e o xingava de todos os nomes. A cada toque da sua língua meu buraquinho se abria mais, querendo engolir aquela língua grossa e tesuda. Quando ele voltou a chupar minha buceta foi direto ao clitóris enfiando de uma vez 3 dedos na minha molhadinha. Em seguida enfiou um dedo melado no meu rabinho, enquanto lambia minha bucetinha, depois o segundo (seus dedos eram muito grossos!) e quando tentou pôr o terceiro explodi em uma nova onda de gozos, deixando a sua cara toda molhada e quase cortando seus dedos com a força que pressionava minha rosquinha. Ele se levantou e disse:
-Agora é minha vez. Ele disse.
Ele sentou no sofá e eu voei para aquele pau gostoso que eu estava louca pra por na boca.
-Vamos ver se essa putinha já sabe chupar um cacete.
Seu pau era muito gostoso, devia ter uns 16 cm e era lindo. Queria judiar dele e fiquei apenas lambendo a cabecinha lambendo, mas ele empurrou minha cabeça me pedindo pra engolir tudo engolir tudo, o que fiz com prazer. Ele me empurrava me dando mais tesão com aquele mastro invadindo minha garganta. Tentei caprichar na chupeta para compensar o prazer que ele havia acabado de me dar. E aquelas lambidinhas no meu rabinho não saiam do meu pensamento.
Ficava apenas com a cabecinha na boca na boca, fazendo movimentos circulares com a língua por toda a glande, depois sugando um pouquinho e brincando com a pontinha da língua no buraquinho da uretra, fazendo ele gemer de prazer. Em seguida descia a boca em direção à base, apertando os lábios no seu pau quente e rígido. Subia lambendo ao redor, babando muito para deixar bem gostoso para ele me comer. Mamei uns dez minutos e comecei a bater uma punheta de leve ao mesmo tempo em que lambia a cabecinha, sentindo que agora ele estava próximo do gozo. Porém, eu não queria terminar ainda, queria sentir mais aquele macho.
Continuei batendo punheta, mas passando ele nos meus peitinhos. Esfregava a pontinha da glande nos meus biquinhos que estavam durinhos como pedras de tanta excitação, enquanto lambia e mordiscava seus mamilos.
- Não agüento mais... eu quero te comer.
- Então vem meu gordinho gostoso... enfia o pau em mim...
Fomos para a cama de casal. Tirei o resto da roupa, assim como ele. Pode ver então seu corpo maravilhoso. Tinha uma barriga muito gostosa.
Deitei na cama. Ele se ajeitou entre minhas pernas, alojando a cabeça na entradinha da minha buceta apertada. Eu estava muda, mal respirava de tanto tesão. Pressionando as paredes da minha grutinha, ele foi penetrando lentamente. Eu me sentia rasgar, e pedi pra ele me xingar
- Agora tu vai ver minha putinha.
Enquanto me xingava enfiou o resto de uma socada só, fazendo com que eu gozasse já de saída. Me segurando pela cintura ele me fodia sem pressa, trazendo até a cabeça para fora e enfiando tudo novamente até tocar o fundo da minha caverna. Aquilo estava demais, estava adorando sentir aquele gordo gostoso me arrombando a cada introduzida. Ele não parava de me xingar um instante, o que me deixava mais excitada, Comecei a jogar meu corpo de encontro ao dele, recebendo os "elogios": "Cachorra, tu quer mais, é? Então toma, vou meter até o fundo pra ti sentir ele inteiro!" "Ai, Ai, não pára não Bruno, faz mais rápido, põe tudo!". O gordinho sacana, vendo que eu tava louca para ele me comer mais depressa pra eu gozar, continuava fudendo devagar e com força. "Isso, se tu quer vai ter pedir, pede como a putinha que tu é que eu quero ouvir." "Por favor, mete, vai, ai, ai, põe esse pauzão gostoso na bucetinha da tua putinha, me come gordinho tarado, gordo gostoso, ai ,ai". Comecei a perder o controle e falar palavras desconexas entre gemidos e gritinhos de dor a cada estocada mais violenta. "Eu só vou te deixar gozar se tu me falar o quê que tu é, vai." "Ai, não faz assim, me faz gozar, faz sua piranhinha gozar, eu sou uma puta, uma puta. Ai, que pauzão gostoso. Fode a bucetinha da sua cachorrinha, fode com força!" "O quê que tu é?!" "Eu sou uma puta, sou uma puta, uma putinha, é isso que eu sou, sou uma puutaaannnnhhhhhhhhhhhhhhhh!!" E gozei apertando com todos os meus músculos aquela vara que me levava à loucura em um orgasmo intenso e interminável. Eu gozei por mais de um minuto seguido, em ondas que me percorriam. Gritei, gritei alto mesmo, adorando ser a putinha daquele gordinho tarado e tesudo.
Ele continuava com o pau firme e então falou:
- Agora fica de quatro, putinha, que eu vou comer esse rabinho.
- Come, mas antes vai ter que lamber ele de novo...
Ele nem falou nada. Me virou de quatro e foi direto enfiando a língua na minha bundinha. Me fazendo ir as nuvens. Ele lambia enquanto enfiava o dedo gordo no meu cuzinho, me fazendo ficar louca de desejo.
- Vai meu amor... enfia logo que eu não to mais agüentando...
- Vou te comer feito uma cachorra. Vou fuder esse rabão gostoso que tu vive exibindo na sala de aula, tu vai ficar tão arrombada que nunca mais vai poder usar aqueles bíquinis de puta que eu sei que tu adora usar.
Dizendo isso começou a forçar a penetração no meu cuzinho. Eu gemia alto de tesão. Ele me segurou e conseguiu meter a cabeça, melada com o mel da minha buceta. Quase desmaiei, e sentia a minha buceta pingar de prazer. Ele me deixou acostumar com a cabeça e depois foi introduzindo o resto, arrebentando todas as minhas pregas. Sentia seus pentelhos tocando minhas nádegas, ele estava enfiando até o talo. Senti seu saco batendo na minha buceta, ele ficou metendo curtinho bem lá no fundo, me causando um prazer imensa e me fazendo xingá-lo:
- Vai seu gordo filha da puta, me come assim! Ai caralho, essa sua pica é muito gostosa, não pára! Não pára, meu gordinho gostoso, pá.. mete mais fundo, me arrebenta, seu gordo gostoso!
Minhas palavras parece que o excitavam mais, fazendo ele aumentar o ritmo e o vigor das suas estocadas. Ele me segurava pela cintura e metia alucinado. Ele então me deitou na cama de barriga pra cima. Quando ele tirou o pau senti um vazio, queria ele me preenchendo novamente. Ele abriu bem minhas pernas e pôs no meu buraquinho outra vez. Desta vez o mastro deslizou lentamente atolando meu traseiro. Seus braços apertavam minhas coxas e de vez em quando ele massageava meu grelo ou meus peitinhos, enquanto dava metidas que chegavam a levantar meu corpo da cama.
- Eu vou gozar... Ele disse.
- Onde tu quer gozar meu gordinho gostoso?
- Na tua boquinha...
- Então vem...
Então ele tirou o pau do meu rabinho e veio trazendo ele pra perto da minha boca. Peguei no pau dele que estava pulsando. Comecei a bater uma punhetinha encostando a cabeça na minha língua, esperando por sua porra.
- Goza na minha boca meu amor..
- Meu gordinho gostoso me enche de porra.
- Bebe meu leite vagabunda
- Vou gozar na tua boca....
- Bem na minha língua
- Vai meu gordinho
- Goza gostoso na minha boca
- Goza na minha boquinha vai
- Vou gozar... abre a boca
Abri bem a boca pra sentir a porra gostosa na minha língua. A porra dele sair um jatos, direto na minha lingüinha, ela era salgadinha e gostosa.
- assim...asssimmmm...assiimmmmmmmm....
Ele tirou o pau da minha boca e esfregou na minha cara, me lambuzando toda de porra.
Ficamos parados um tempo, ofegantes, ele falou então que tinha que ir no banheiro, pois estava se mijando.
Então que ia junto, que tinha uma coisa que ele teria que fazer pra mim. Tinha um banheiro no quarto, e quando ele parou em frente ao vaso, disse para esperar. Entrei na banheira que tinha lá, me ajoelhei e pedi pra ele mijar em mim. Ele apontou o pau pros meus peitos e soltou um mijo grosso, misturado com porra, pelos meus peitos. Ado0rei aquele banho de mijo. Mandei ele entrar na banheira e perguntei se ele também queria. Ele se deitou no chão da bvanheira e disse que sim. Mijei em sua barriga gostosa, e escorria para seu peito. Fechamos a banheira e começamos a enche-la, o que nos rendeu mais sacanagem, mas isso fica pra outra hora. Agora vou me masturbar um pouco que não agüento mais de tesão de pensar no Bruno.
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