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Eu, Carol e Dellos, um fim de semana, uma praia de

📅 Publicado em: 31/12/2004 22:00

👤 Autor: dellos_rj

📂 Categoria: Traição/Corno

Eu, Carol e Dellos, um fim de semana, uma praia deserta.

No sábado (parte I)

O lugar escolhido foi Tarituba, a 10 km de Parati. O acesso é através da Rio-Santos, logo depois
do município de Angra dos Reis. É um lugarejo simples, com umas poucas casas, na maioria, de
pescadores. Tem uma praia pequena, deserta, com muitas pedras. Um riacho que água doce que
escorre da cachoeira e deságua no mar (e a noite mais estrelada que já vi, em toda a minha vida).
Não existe cenário mais lindo ********

Finalmente, depois de várias conversas virtuais, fóruns, ICQ, troca de e-mails e fotos,
marcamos o encontro. Enquanto Carol não chegava, eu catava pequenas conchas coloridas para
enfeitar os seus longos, lisos e louros cabelos. Dellos, meu amigo bruxo, olhava o vôo
das gaivotas sobre as ondas, próximo aos bancos de areia, em busca de peixes. "Elas estão
famintas. Eu posso sentir..." disse-me ********

Dellos e eu somos grandes amigos há muitos anos. Eu o conheci na Universidade, no curso de
Comunicação Social. Coincidentemente morávamos no mesmo bairro e passamos a voltar juntos
para casa. Ele me revelou que era muito místico, adepto de uma seita. Vivia
falando em poderes da mente, intuição, exercícios de meditação, telepatia. No início seus
poderes especiais me causaram um pouco de estranhamento, mas, depois, não, acabei acostumando.
Temos a mesma idade e temos também, um pelo outro, uma grande admiração ********

Carol é uma linda lourinha, tem 1,56m, 43 kg, cabelos lisos e compridos. Os olhos castanhos claros
"de vez em quando ficam azuis, com lentes, tá?", como diz. Eu e Carol temos em comum o gosto
pelas flores e natureza. Carol é casada, não tem filhos, gosta de fotos eróticas, "em especial
as orais e de casais transando". É uma linda mulher, madura, sensível. Eu a conheci em um fórum,
com o nick "loira", há quase um ano. Ficamos amigos, e, logo em seguida, apresentei-lhe
Dellos ********

Carol, em carne e osso e pêlos é tudo isso juntos, e um pouco mais. Com o biquíni fio dental
encravado na bundinha, ela é uma tentação para a fantasia. Vê-la me deixou logo logo de pau duro.
Beijei-a no rosto e pude sentir o leve perfume que exalava do seu corpo. Carol, linda e cheirosa,
me deixou ainda mais excitado ****** Dellos veio por trás, às escondidas, abraçou Carol pela
cintura, levantou-a do chão e começou a rodá-la. "Pára, seu maluco" disse Carol, sem esconder
uma grande satisfação. Então Dellos jogou-a no chão, e começou a enchê-la de areia. Daí a pouco
estávamos os três, como crianças, jogando areia uns nos outros ****** Depois de alguns minutos,
Carol, aproveitando nossa distração, correu em direção ao mar e deu um mergulho. Eu fui
atrás, correndo, e mergulhei sobre seu corpo, afundando-a. Quando levantou-se eu a puxei pelos
braços e apliquei-lhe um delicioso beijo na boca. Ela pulou no meu pescoço, abraçou-me, trançou as
pernas na minha cintura, me puxando ao encontro do seu corpo. O meu cacete muito duro em cima da
sua rachinha e a água fria aumentaram o meu tesão. Com as mãos livres passei a acariciar as suas
costas e a apertar sua bundinha. Carol soltava risinhos e gemidos de tesão, e, a cada nova
investida minha, arreganhava as pernas para que eu roçasse mais ****** Não demorou muito e Dellos
juntou-se a nós, na água. Quis passar Carol para o colo dele, mas ele fez que não, e disse que
continuássemos. Dellos estava com água até os joelhos e Carol percebeu que ele estava excitado,
com o pau muito duro. Para nossa surpresa pediu que botasse para fora, para que pudesse admirá-lo.
Em seguida desceu do meu colo, segurou minha rola dura por dentro da sunga e botou para fora
também, sem nenhuma cerimônia. "Como eu sonhei com essas duas picas gostosas", disse, fazendo
gestos para que Dellos se aproximasse. Então segurou nossas rolas nas mãos e iniciou uma
punheta gostosa. Enquanto alisava, ora beijava Dellos na boca, ora me beijava, sussurrando
palavras eróticas em nossos ouvidos. Eu, que já estava quase explodindo, segurei-a pelos cabelos
e forcei-a em direção ao meu cacete, para que fizesse um boquete. Carol obedeceu prontamente, e
engoliu meu caralho. Eu gemia de tesão e pedia para que ela não parasse. Ela mamava cada vez mais
gostoso. Nem foi preciso chupar muito, pois, em poucos minutos, os meus jatos de esperma atingiram
o fundo da sua garganta. Foi um gozo inesquecível. Em seguida Carol abocanhou o pau de Dellos e
ele também gozou rapidamente ********

Dellos saiu de mãos dadas com Carol, e, quando passou por mim, disse: "é hora de darmos muito
prazer para ela". Carol sorriu. Eu sabia quais eram as intenções do meu amigo bruxo, e disse
para que fossem na frente, pois ia dar uma mergulho rapidinho. Nadei sem tirar Carol da cabeça,
ainda estava muito excitado. Depois caminhei pela areia e fui até as pedras onde estavam. Ao
chegar notei Dellos acariciando os cabelos de Carol, que retribuía os carinhos alisando seu
rosto. Não quis aproximar-me para não atrapalhar. Dellos estirou os braços de Carol
ao longo do corpo, e, com os polegares, fechou-lhe os olhos. Com as mãos percorreu Carol
da cabeça aos pés, primeiro na frente, depois por trás, várias vezes. Carol ficou imóvel, inerte.
Dellos jogou-lhe os cabelos para frente, alisou seu dorso, e beijou a tatuagem que tem nas costas.
Segurou o laço do biquíni e lentamente o desfez, revelando-lhe os seios. Quando vi Carol
desnudada na parte de cima, a marca do biquíni nas costas, meu pau quis explodir, mas ainda
me contive. O ritual continuava e Dellos arriou o biquíni dela até a altura dos joelhos,
desnudando a bundinha de Carol, que eu só tinha visto em fotos. Foi demais. Quando vi
aquelas nádegas durinhas, os pêlos louros na parte interna da coxa, eu não consegui mais me
segurar. Acho que por telepatia, Dellos percebeu, pois estava de costas para mim. Ele deixou
Carol nua, de costas, sob o sol, paralisada, enfeitiçada ou em transe, não sei. Passou por mim,
e, com um sorriso maroto, disse: "ela está pronta". Foi em direção ao mar e deu um mergulho *******

Aproximei-me de Carol, os olhos fechados, cabelos e pêlos se ouriçavam ao toque do vento.
Diante do seu corpo, harpa ou lira, levemente levei minhas mãos até a boca pequena, alisei os
lábios finos e frios, senti a língua morna, e ela respondeu chupando meus dedos avidamente.
Meu pau, que estava duro e melado, pulou de uma vez para fora da sunga. Coloquei a minha
língua na sua boca, beijando-a. Ouvi sua respiração ofegante e rocei minha rola na mão de Carol,
que segurou-a com força, sem abrir os olhos. Desci a língua até os seios, primeiro o esquerdo, depois
o direito, e os biquinhos ficaram rígidos com meus toques. Enquanto alternava as chupadas,
olhava os peitos durinhos, pareciam duas pêras. Os mamilos rosados do tamanho de um bico de
mamadeira. "Dá leitinho, dá leitinho, gata", pensava comigo. Sentia Carol vibrar da cabeça aos
pés, apertando e punhetando minha rola, que acabei não percebendo a chegada de Dellos.
Quando notei ele estava ajoelhado na areia, alisando a bundinha lisinha e arrebitada de Carol.
Abriu as nádegas durinhas e enfiou a língua no cuzinho dela, mas com tanta força, que lhe
arrancou gritinhos estéricos. Ao vê-lo assim fiquei com tanto tesão que desci minha língua até
aquela xoxotinha apertada, que estava ensopada, os pêlos lisos e louros, e comecei a chupar o
grelinho. Com as mãos eu segurava e forçava Carol para trás, enquanto Dellos abria sua
bunda e dava-lhe fortes estocadas no cuzinho com a língua, empurrando-a para mim.
Ela estremecia, ficava toda arrepiada, contraía a musculação da coxa, até que finalmente
soltou um gemido forte e experimentou um gozo alucinante. Sem abrir os olhos *********

Dellos segurou Carol pelas mãos e levou-a até uma grande pedra. Ela permanecia em transe. Ele
a deitou de bruços deixando as pernas entreabertas, revelando o cuzinho que piscava lubrificado.
Então ele disse-me: "você primeiro!" ********* Me posicionei atrás de Carol e encostei a cabeçona
do pau no seu ânus. Com os dedos espremi a uretra e liberei esperma para lubrificá-lo.
(Ah, como eu queria o cuzinho de Carol, como eu sonhei com aquela bundinha, desde que ela me
mandou a primeira foto). Dellos compreendia bem e assistia a tudo muito excitado. Forcei um
pouco e senti a contração do esfíncter em minha glande. Liberei mais esperma e forcei novamente.
A cabeçona finalmente deslizou todinha para dentro do buraquinho quente de Carol, que soltou um
gritinho. Devagar, tirei o pau e fiquei esfregando a cabeçona nas bordas do cuzinho para ouriça-
lo. Fazer isso excitava e aumentava o meu tesão. Enfiei novamente e ouvi mais gritinhos de Carol.
Comecei a aumentar o ritmo, e, a medida que a pressão das pregas ia diminuindo, deixava o pau
escapulir e rasgar um pouco mais o cuzinho apertadinho. Com a mão direita segurando o pênis eu limitava
a profundidade das estocadas, botando e tirando gostoso, arregaçando o cuzinho de Carol, e,
com a mão esquerda, iniciei uma massagem no grelinho. Subitamente ela aumentou a respiração e
contraiu os músculos, percebi que estava prestes a gozar. O meu gozo chegou junto, e, não
resistindo, segurei-a pela cintura e encravei o pau inteiro, numa estocada só, com os testículos
batendo em suas nádegas. "aaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhh, que cu gostoso", gritei.
Cheguei a tirar Carol do chão. Nunca senti um gozo tão forte. Depositei todo o meu
esperma em suas entranhas. Ainda fiquei com o pau duro e excitado dentro dela. Depois tirei com
um pouco de dificuldade. Era a vez de Dellos, que, antes, me disse "acho que vocês gozaram
juntos" ********** Dellos ajeitou Carol e, por trás, forçou o pênis contra a bocetinha dela.
Entrou tudo de uma vez. Ela gemeu bem alto. Ele começou então o movimento de entra e sai, no início
devagar, mas depois aumentou o ritmo com fortes estocadas, arrancando-lhe muitos gritos e
gemidos. Carol gozou primeiro, e, Dellos, logo em seguida, tirou o pau e esporrou-lhe a bundinha.
"Demais, cara. Foi demais", disse-me **********

A noite, na pousada, contei para Carol o que tinha ocorrido na praia. Carol só lembrava de
um sonho maravilhoso. "Eu não sei o que aconteceu, mas eu adorei o que vocês fizeram
comigo". Estávamos exaustos. Fomos dormir, pois, no dia seguinte, iríamos realizar uma excitante
fantasia de Carol: uma dupla penetração ********** Quem quiser saber o que aconteceu no domingo,
escrevam para mim ou para o Dellos no e-mail Dellos_rj@hotmail.com
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