IMAGINAÇÃO
Diante da falta de ânimo da professora, estava cada vez mais difícil para Toni manter a concentração na aula. Sentia-se tragado para um mundo de devaneio e fantasia. Já tinha cochilado mais de uma vez. Suas pálpebras se tornavam pesadas, mantê-las abertas era uma tarefa hérculea. De repente, uma mão caiu pesadamente sobre sua carteira e ele despertou assustado. Olhando para cima, viu sua professora olhando de soslaio para ele. Uma mulher bonita, mas também muito rígida. Nessa hora, porém, ele não podia ver como ela era atraente, porque ele estava sentindo que fizera papel de bobo diante de toda a classe. Seu embaraço fez sua face corar, se transformando em seguida em raiva. Observou enquanto ela se afastava. Ele deu uma olhada pela classe, procurando pelas pessoas que estariam rindo dele. De fato, havia uma garota sorrindo discretamente para ele. Sarah. Parecia. No outro canto, estava Tina. Esticou o corpo e se sentou direito, para não cair no sono mais uma vez. Para se manter acordado, começou a fantasiar sobre as diferentes garotas da classe. A sala tinha a forma de um auditório, dividido ao meio por uma escadaria e com os alunos praticamente de frente aos do lado oposto, o que lhe dava a oportunidade de observar as pernas de algumas das colegas. Um sorriso lhe tomou a face, enquanto ele tentava conseguir alguns ângulos mais favoráveis sem ser apanhado. Assim o tempo passava mais rápido... Começou a imaginar o que se escondia debaixo daquelas minissaias. Se imaginava enfiando a cabeça por entre as pernas das garotas para checar se elas tinham a bucetinha raspada ou não. Olhou para cima para ver as pernas de quem estava "estudando". Era Tina. Estava com as pernas cruzadas, um tornozelo próximo do outro, o pé apoiado na ponta. Sua saia era bem curtinha e Toni podia ter uma bela vista das suas coxas roliças. Ele encarou aquelas pernas maravilhosas, imaginando que percorria as suas mãos por sua pele lisinha. Ele adorava pernas, e nunca se cansava de olhar coxas bem definidas. E que pernas tinha Tina! Ela começou a mover a perna para cima e para baixo, como se tentasse se coçar. Toni prestou muita atenção para ver se pegava um relance qualquer. Sua imaginação disparou, pensando em seus lábios entre aquelas coxas, do jeitinho que ela estava. Se imaginou de joelhos ali na classe mesmo, beijando a rachinha escura por sobre a calcinha. Em algum lugar no fundo da sua mente, ele enxergava aquela bucetinha totalmente depilada, na qual enfiava o nariz sentindo o perfume de mulher e a maciez do algodão. Tina se mexia na cadeira, aparentemente desconfortável. Passava seguidamente a mão na franja, mesmo que o cabelo não estivesse realmente caindo na frente dos olhos. Por todo esse tempo, Toni esperou que ela descruzasse as pernas, mesmo que por um instante apenas. Esperava ela trocar as pernas para que ele pudesse ver o que ela insistia em manter escondido. Porém, Tina não descruzou as pernas. Fez exatamente o contrário. Manteve-as bem fechadas, como se estivesse sentindo alguma dor ou estivesse com vontade de ir ao banheiro. Toni esperou, esperou, mas a cada minuto seu desapontamento só fazia crescer e ele acabou voltando ao mundo da imaginação. Na sua cabeça, ele beijava suavemente a fenda de Tina, empurrando o tecido com sua língua, puxando-o com os dentes, sentindo a suavidade e o gosto dela. Na sua cabeça, o sabor dela era doce e convidativo. Uma das melhores coisas da imaginação, ele pensou, era que ela era totalmente livre e não havia repressão. Com sua língua ele percorreu toda a rachinha dela até o clitóris que, na sua imaginação, saltou para fora ficando completamente exposto. Tina se dobrou e deixou escapar um gemido, apertando a barriga. Todo mundo olhou para ela preocupado. "Tina", a professora perguntou, "você está precisando sair?" A garota olhou para cima e tirou os cabelos negros do rosto. Uma expressão aflita veio à sua face e ela confirmou com a cabeça. Ela levantou com um pouco de dificuldade e caminhou em direção à porta. Toni, que inicialmente também ficara preocupado, estava mais uma vez hipnotizado pelo caminhar estonteante e não conseguiu evitar se imaginando enterrando o rosto naquelas carnes macias. Ela diminuiu o passo, hesitante, e quase caiu, mas Toni só conseguia perceber aquela bundinha linda se movendo sensualmente, e se imaginou acariciando-a com suas mãos, puxando-a ao alcance de sua língua. Tina chegou até a porta e atravessou o corredor até o banheiro. Toni começou a fantasiar que ela não estava passando mal, mas na verdade tomada de desejo pelos toques de sua língua. Ele a imaginou no banheiro, saia levantada, nem mesmo perdendo tempo tirando a roupa, mergulhando os dedos na sua gruta para aliviar o tesão que a dominava. Ele imaginou os dedos dela entrando e saindo, acompanhando os movimentos dos quadris, determinada a alcançar o gozo. Se enxergou enfiando a língua bem fundo no buraco dela, sentindo a resistência dos músculos da vagina pressionando sua língua, enquanto ela acariciava violentamente o seu grelinho. Ele movia a ponta da língua o mais rápido possível enquanto sentia os músculos da bucetinha de Tina se contraindo em um orgasmo poderoso. Pouco depois Tina voltou à sala. "Tudo bem agora?" a professora perguntou. Ela ficou sem jeito, mas disse que sim, tudo estava bem. Sentou em sua cadeira, parecia recomposta. No entanto, Toni ainda não tinha acabado, e se imaginou acariciando levemente os pequenos lábios de sua vulva com a língua. Tina agarrou as laterais de sua cadeira e estremeceu! Toni levantou as sombrancelhas, numa expressão de surpresa. Se imaginou lambendo-a mais uma vez, e ela quase caiu da cadeira! Ele sorriu e olhou fixamente para ela, que mantinha as mãos no colo, as pernas e olhos fechados. A professora olhou na direção da aluna, mas a ignorou. Toni olhou a mestra e teve uma idéia diabólica. Naquele exato momento, a professora virou de costas para a turma, escrevendo alguma coisa importante no quadro-negro. Toni encarou seu traseiro firme e bem formado e se imaginou acariciando-o com as duas mãos. Não de forma bruta, mas uma carícia suave. A professora se voltou para a classe, como se esperasse encontrar alguém atrás de si. Toni abriu um sorriso amplo... Funcionara! Ele não sabia como, mas funcionara. Mas quem se importava em saber como havia funcionado?! A professora olhou ao redor da classe com um olhar inquisidor, mas todo mundo estava sentado, olhando e esperando-a dizer qualquer coisa. Ela voltou para o quadro e imediatamente sentiu a carícia em sua bunda mais uma vez. Pensando que só podia ser sua imaginação, continuou dando a aula. Porém, as carícias se tornaram mais persistentes, alisando a parte de trás de suas coxas, descendo pelos joelhos, e subindo novamente pela parte da frente das suas pernas, passando para a barriga, mergulhando entre suas pernas e subindo outra vez. Ela perdeu a concentração completamente, se esquecendo do que estava dizendo. Apoiou os punhos no quadro-negro, ganhando tempo para recuperar sua linha de raciocínio. Infelizmente, ela não conseguiu, pois a intensa bolinação havia se movido agora para seus peitos, alisando-os em movimentos circulares e rápidos, mas não de forma rude. Ela olhou para baixo e nada estava acontecendo. Por um instante achou que estava ficando louca. Toni estava se divertindo pra caramba. Olhava sua professora perdendo o controle, movendo leve e inconscientemente o corpo de encontro ao seu "toque". Observou os outros alunos conversando entre si, querendo saber que diabos estava acontecendo. Quando ele perdeu a concentração olhando os colegas, ela pode retomar a sua. Começou a escrever o restante da matéria com vigor renovado. Toni voltou sua atenção para ela, decidido a não interromper mais sua imaginação. Imaginou-se grudando sua boca entre as pernas da professora, lambendo da parte de cima da rachinha até o fim do seu reguinho. Se imaginou fazendo isso seguidas vezes, aumentando a cada vez velocidade até o limite máximo da sua imaginação. A professora estava completamente parada. Os olhos totalmente abertos. As pernas ligeiramente afastadas, mantendo o peso distribuído nas duas pernas de modo a se manter de pé. Ela sentia seu traseiro aberto por uma pressão invisível, uma sensação de formigamento se espalhando por todo o corpo. Toni se imaginou enterrando a língua bem fundo, explorando os pontos mais íntimos com a ponta. De repente, teve uma idéia. Uma vez que ele estava apenas imaginando coisas, pensou que poderia alcançar bem no fundo da gruta dela, "aumentando"o tamanho da sua língua. Ele começou a acariciá-la por dentro com sua língua, e ela sentiu as pernas fraquejando. Apoiando as mãos atrás em sua mesa, procurou recuperar o equilíbrio. Lambendo os lábios, incerta do que estava lhe acontecendo (dar aulas nunca tinha sido TÃO BOM desse jeito!), ela decidiu que o melhor a fazer era simplismente dispensar os alunos, o que fez, tentando sem sucesso manter sua voz estável. No fundo de sua mente, escutou a turma juntando suas coisas e as cadeiras arrastando no chão. Contudo, ela não podia se virar para olhar. Percebeu que não queria fazer nada além do que aproveitar o prazer que estava sentindo. A imensa língua que a penetrava ia e voltava, e seus quadris começaram a jogar de encontro a ela automaticamente. De repente, o invasor começou a se retirar e ela olhou para baixo quase esperando ver uma língua enorme deslizando por entre suas pernas. Então, quase imediatamente, aconteceu: alguma "coisa" muito grande pressionou seu buraquinho e deslizou para dentro dela, arreganhando-a ao limite. De alguma maneira, ela continuou penetrando, embora não a preenchesse de forma real como se estivesse mesmo lá. Ela apenas sentia a sensação dele entrando, entrando, entrando. Ela se encostou na mesa e abriu bem as pernas, enfiando as mãos por debaixo da saia. Tocou seus genitais e viu que estavam do mesmo tamanho que sempre estiveram, ainda que a sensação de estar sendo rasgada ao meio não tivesse passado. Sentiu que estava, no entanto, incrivelmente molhada. Com os dedos sentiu seu clitóris, que estava totalmente coberto com seus fluidos. O volumoso "intruso" (ela não podia acreditar que um pênis poderia ter aquelas dimensões) continuou a penetrar. Seus dedos sentiram o grelinho minúsculo e rígido e o acariciaram. Fechou os olhos e sentiu as pernas estremecerem enquanto a conhecida sensação do orgasmo a dominava. Abriu bem a boca e puxou o ar ofegante, atingindo o clímax com um grito agudo e alto. Meteu 3 dedos em sua buceta, sentindo os músculos contraindo e apertando-os. Lentamente, ela foi voltando a si, tirou a mão debaixo da roupa, sentindo uma necessidade extrema de provar seu próprio sabor. Pôs primeiro apenas um dedo na boca e em seguida chupou todos eles. Esfregando as mãos na barra da saia, arrumou os cabelos e tentou se controlar. Virou-se e engasgou, espantada. Lá estava Toni de pé, com um sorriso demoníaco. Ele virou-se e saiu da sala. Definitivamente esse era um talento novo a ser explorado! ******************************************************* PS: Essa é versão de um conto americano que achei muito criativo e me deu muito tesão. Pensei que talvez vocês leitores pudessem dar continuidade a essa história, criando novas aventuras para nosso herói Toni botando seu "talento" muito especial em ação. Quem se animar a escrever mande o seu conto para o site e por favor uma cópia para mim,
que eu prometo que vou me masturbar muito lendo sua história.... Procurem manter o título "Imaginação", e complementem com seu nome.
que eu prometo que vou me masturbar muito lendo sua história.... Procurem manter o título "Imaginação", e complementem com seu nome.
Nenhuma reação ainda.
0
curtidas
👁️ 15 visualizações