Eu, minha namorada e meu pai.
- Mas ela tava aceitando, não é pai?
- Sim filha, mas era só sexo; ela gosta mesmo é de você!
Fiquei em silêncio, e ele reclinando e me enchendo de beijos no rosto (isso também era a primeira vez).
- Faz isso por mim, faz... Vamos ficar nós três numa boa.
- Como assim pai, aceitar vocês continuarem a transar?
- É isso mesmo Fabiana, mas você não precisa ficar com ciúmes.
Foi assim algo até certo ponto constrangedor quando ele começou a justificar, que desde quando minha mãe saiu de casa ele estava sem fazer sexo e que, se eu continuasse com a Soninha, ele poderia transar com ela de vez em quando sem atrapalhar nosso relacionamento. Eu que já vinha tendo um medo muito grande dele arrumar outra mulher e colocá-la ali dentro de casa, comecei a pensar naquela proposta absurda... Ainda pensava, quando ele novamente me dando alguns beijos.
- Já pensou que podemos ficar nos três juntos na cama?
Dei-lhe alguns tapinhas no seu braço.
- Paaaiiiii????? O que você tá falando, hein?
Ele riu dizendo que já tinha pensado naquilo antes, mas que sabia que eu nunca ia topar um tipo de brincadeira como aquela... Depois me perguntou se pelo menos eu ia continuar com a Soninha. Falei que primeiro ia conversar com ela... Demorei a dormir pensando e imaginando a cena: eu, meu pai e a Soninha pelados na cama e eu os vendo transando.
Liguei pra Soninha, e ela quando ouviu minha foz começou a chorar. Ficamos conversando por mais de meia hora, e dei a entender que aceitava dela continuar a transar com meu pai também... Na realidade, a filha da puta era muito gostosa pra gente terminar assim sem mais nem menos: eu adorava aquela sua bucetinha carnuda, e também adorava aquela língua safada que me beijava e me chupava fazendo ter deliciosos orgasmos. No outro final de semana, eu e Soninha ficamos por mais de duas horas na cama fazendo as pazes: muitos beijos na boca, uma mamando nos peitinhos e também chupando a xota da outra. Estávamos nos recuperando ainda da nossa batalha, quando virei a Soninha.
- Quer ir lá transar com meu pai?
- Hããããããaã???
- Vai lá sua boba, aproveita que ele deve está ainda lá na sala.
Fiz aquela proposta por dois motivos: uma era pra agradar meu pai, a outra era mais a curiosidade de ver os dois novamente... Tinha quase certeza de que meu pai não ia trancar a porta do seu quarto. Só que nem precisou ir até o quarto... Apenas cinco minutos depois que ela saiu nua e enrolada em um lençol, fui espiar e vi que ali mesmo na sala eles já começaram a pegação. Soninha sem o lençol parecia estar sentada de frente no colo do meu pai pulando feito uma descontrolada. Fui me aproximando, e mesmo vendo que meu pai me via, cheguei bem perto a ponto de ver a buceta da Soninha subindo e descendo no pau grande e grosso do meu pai.
- Ai Sr. Geraldo; Ai! Ai!... Que pau delicioso... Hummmm! Hummmm!...
Percebi quando Soninha ficou sentada e quase caindo pra trás com meu pai segurando-a pelas costas e mamando nos seus peitos... Ela estava tendo um orgasmo. Ele levantou com ela no colo e sem deixar seu pau sair de dentro colocou-a sentada no braço do sofá e recomeçou a socar na buceta cada vez mais forte até tirar e esporrar sobre suas coxas... Achei a pica do seu pai lindíssima. Fui junto com Soninha até o banheiro, e depois dela se lavar, veio me dar um beijo na boca me agradecendo por ter deixado transar com meu pai. Isso voltou a acontecer em outros finais de semana; eu ficava um pouco com Soninha pra depois ela ir pra sala ou pro quarto trepar com meu pai... E os dois gostavam que eu ficasse olhando. Mas veio o final de semana que Soninha não pode vir, e eu fiquei sentada na sala com meu pai que lamentou descaradamente comigo que ia sentir falta de transar com a Soninha. Não sei por que "cargas d´águas" resolvi deitar colocando minha cabeça sobre uma das suas coxas. Ele, conversando de que estava achando muito bom eu deixar transar com a Soninha e ainda ficar assistindo, suspendeu um pouco minha camiseta e ficou acariciando minha barriga. Quando senti sua mão subindo na direção dos meus peitinhos, fiquei sem reação... Eu que quase nunca usava sutiã (não gostava), senti sua mão envolvendo um dos meus peitos e apalpando levemente. Não que estivesse ruim, mas era estranho aquele carinho de homem... Logo ele veio com a proposta.
- Dorme hoje comigo.
Fiquei de barriga pra cima pra olhar diretamente pra ele, que aproveitou pra suspender mais ainda a camiseta deixando meus seios pra fora, continuando a apalpá-los... Não hesitei em falar.
- Mas você sabe que eu só gosto de mulher!
- Eu sei filha, mas não é pra que está pensando; quero apenas ter um pouco de carinho com você.
E a merda era que eu estava gostando dele bolinar nos meus peitinhos. Mas fiquei acanhada pela mancada que dei achando que ele queria sexo comigo... Meio atrapalhada, acabei falando o que não devia.
- Sabe o que é pai? É que eu ainda sou virgem!...
Ele me olhou assustado.
- Caaaaralho; é mesmo? Achei que pelo menos você tivesse transado com algum namoradinho antes.
- Nunca namorei um homem pai; só mulheres.
Ele me segurando levantou-me do seu colo e deu um beijinho em cada um dos meus peitinhos e depois me deu um selinho.
- Eu sei filha, e você pode contar comigo sempre, ok?
Terminei de levantar e fui pro meu quarto onde fiquei louca pra ter a Soninha ali pra chupar minha buceta e me fazer gozar bem gostoso... Meu pai tinha me deixado com muito tesão. Fiquei praticamente uma hora deitada pensando se ia até o quarto do meu pai, ou se não ia. Ainda relutava sobre ter uma relação mais íntima com um homem, mas, mesmo pensando assim, acabei jogando sobre meu corpo que só tinha a calcinha, uma camisola bem curtinha e fui sabendo que meu pai já estava deitado. Entrei, e sem mesmo ele me pedir, subi na cama e deitei do seu lado colocando minha cabeça sobre seu peito e meu braço sobre seu ombro. Ele fazendo carinho no meu braço, desceu a mão pra minha coxa e ficou alisando-a subindo a camisola chegando perto da minha calcinha.
- Paiiiii?...
Ele voltou a me dar um selinho.
- Deixa eu ver você peladinha, deixa?
Eu achava que precisava resistir, mas quando ele puxou minha calcinha acabei deixando já que ele tinha me dito que não pretendia sexo comigo. Sentei na cama pra ele em seguida tirar minha camisola e realmente me deixar peladinha ali na sua frente. – Porra; que corpo lindo!...
Deixei ele deitar meu corpo pra em seguida colocar a boca no meu peitinho e chupar sugando o biquinho.
- Não! Não! Nããããooooo pai; não faça isso comigo.
Foi beijando minha barriga e descendo até o meio das minhas pernas... Fiquei travada sabendo o que ele pretendia fazer. Mas ele, forçando fez eu abrir as pernas pra em seguida alcançar minha bucetinha com sua boca... Bastou umas cinco passadas de língua na minha buceta pra começar a achar uma delicia aquelas lambidas e chupadinhas no meu grelinho. Ele pra me sacanear, vendo que eu estava já bastante molhadinha, parou e suspendendo a cabeça me olhar.
- Quer mais filha, quer?
- Quero pai, quero!... Chupa! Chupa!...
Foi a primeira vez que tive dois orgasmos seguidos. Ele deitando ao meu lado e sacando de dentro do short seu pau duro.
- Agora chupa você meu pau, chupa!
- Mas pai, nunca chupei um pinto!
- Chupa só um pouquinho filha; vai!
Fechei os olhos, e com um certo nojo encostei meus lábios e abrindo só chupei a cabeça... Era um gosto diferente de uma buceta, mas também não era ruim. Desci um pouco mais os lábios e não demorou pra engolir mais da metade e ficar chupando... Só parei quando ele gritou que ia gozar. Acordei na minha cama e vi que estava ainda peladinha... Acho que dormi na cama do meu pai, e ele me levou pro meu quarto. Era domingo, e fiquei triste dele ter saído... Queria ver o que ele ia falar da noite anterior. Voltou na hora do almoço trazendo alguma coisa pra nós comermos; mas antes me levou pra tomarmos banho juntos. Era estranho eu ter tido sempre uma companhia feminina, e passei de repente gostar de ficar ali peladinha junto com meu pai olhando pro seu imenso pau duro. Novamente tentei resistir, mas num impulso levei a mão segurando e dando vários beijinhos no seu pau e algumas lambidas... Ele me pediu pra sair do Box e ir apoiar minhas mãos na pia.
- O que você vai fazer pai?
Ele esfregando seu pau na minha xoxota por entre minhas pernas.
- Deixa o papai meter em você!
- Não pai; tenho medo!
- Então na bundinha, deixa?
- Vai doer pai!
Ela passando a mão num pote de óleo pro corpo.
- Se doer muito, você pede que eu tiro.
Ele passou bastante óleo na ponta do seu pinto e veio me segurando por trás. Segurei firme na borda da pia, e empinada senti meu buraquinho sendo alargado... Doeu, mas mesmo gemendo com um pouco de dor, agüentei até ele colocar tudo dentro da minha bundinha.
- Você é muito gostosa filha; você precisa começar a gostar de homem.
Amei ter a tora do meu pai dentro do meu corpo indo e vindo repetidamente até ficar parado e gozando. Almoçamos, dormimos e três horas depois acordei ainda com o rabo ardendo. Desde a hora que ele comeu minha bundinha e eu gostei, passei a analisar a possibilidade de deixar ele comer também minha bucetinha. E foi a noite, quando estávamos na cama dele peladinhos com ele chupando minha buceta e que me descontrolei mesmo antes de vir meu orgasmo.
- Tira minha virgindade pai, tira?
- Tem certeza que você quer?
Confirmei, e ele mais que depressa se ajeitou entre minhas pernas colocando a cabeça da sua piroca entre meus lábios vaginais começando a forçar... Senti nitidamente meu cabacinho se rompendo e aquela coisa grossa arregaçando minha bucetinha que já sangrava. Foram mais de cinco minutos com ele bombando na minha bucetinha dolorida até eu ter o meu mais delicioso orgasmo... Em seguida levei um banho de porra.
Eu e Soninha continuamos juntas, só que com nós três na cama... Era uma delícia ficar nos peitinhos da Soninha ou na sua buceta e levando ao mesmo tempo a pica do meu pai na buceta.
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