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Esse conto é real e delicioso demais, você não pode perder III

📅 Publicado em: 16/01/2025 01:52

👤 Autor: di-luca

🏷️ Tags: #Assédio #Coroa #Tween #Virgem
Bem as três - uma de 7-8 e duas de 8-9 anos - ficaram assanhadinhas. Elas não vem todos os dias, mas uma ou duas vezes por semana elas aparecem, assim como quem não quer nada, só nas risadinhas entre si, virando o rostinho, catucando as outras; do jeitinho delas enfim.

Desta vez estavam só duas, a de oito e a irmã de nove. Olha a desculpa delas pra mostrar que queriam tudo de novo. Chegaram à minha janela pedindo pra colocar o celular pra pegar uma carga, pois se fossem até a casa, a mãe não deixaria elas sairem novamente. Mandei que entrassem. Coloquei o celular na tomada, já com a mão na bundinha da novinha, ela parecia ser mais despachada. Ela tem o cabelo preto e longo, até a bunda. Vestia uma saínha xadrez branco e marrom e camisetinha. Coloquei a mão por debaixo e sentia sua calcinha de malha, de menininha, apertando a bundinha e, quando dava, descia o dedo à bucetinha. Ela molha fácil, logo o fundinho tava quentinho e úmido. Tudo o que eu fazia, pra onde íamos, eu continuava com a mão ali. A beijei no rostinho, no pescocinho e a chamava de minha namoradinha no ouvidinho, só ela ouvia. Acho que foi bom pra ela, pois passou o braço por minha cintura, sem se afastar.

A maiorzinha sentada no sofá, como da primeira vez. Cheguei à sua frente já com a piroca de fora. O mesmo olhar, a mesma expressão de curiosidade de sempre. A pequena, muito rápida, pegou na rola e começou a mostrar o que tinha aprendido. Já sabia masturbar, desajeitadinha, mas tinha iniciativa. Eu com o dedo agora tocando ora o cuzinho, ora a bucetinha, por dentro da calcinha, sentindo sua mãozinha pequena e macia, endureci. A de nove anos, resolveu pegar junto.

-- Dá um beijinho nele --- eu disse pra maiorzinha. Ela balançou a cabeça negativamente e olhou pro lado. No que a novinha foi pronta a dizer:

-- Eu dou tio!

A gente joga no mais difícil pra, no pior das hipóteses, acertar no mais fácil. Não levou muito pra que eu levasse a pequena pra cama e, deitado a deixasse brincar a vontade com a rola. Ela segurava, olhava, masturbava e até deu uns beijinhos mesmo. A mais velha foi até a porta do quarto para ver-nos.

-- Já que você não quer chupar, sua irmãzinha faz e bem gostoso -- a pequena ficou orgulhosa e pra mostrar pra irmã, tentava por tudo na boca -- então venha cá que eu fazer uma coisa deliciiosa em você -- eu disse pra ela.

Ela veio e subiu na cama. De lado como eu estava, sendo chupado pela menor, deitei a cabeça a morder de leve a bucetinha da maior. Ela vestia uma camisetinha branca e um calçãozinho preto justinho, daqueles bem cavadinhos aparecendo a covinha da bunda. Fui devagar puxando, aparecendo a calcinha rosa com lacinho na altura do peitinho da franguinha. A calcinha úmida a deixei babada. Mas tirar a calcinha, da outra vez elaa não deixaram. Passei muito a língua nas virilhas. O dedo descendo e afundando na rachinha desenhada no tecido. A pequena agora mamava na cabecinha da rola e, de vez em quando, perguntava:

-- É assim tio?

-- Sim, minha namorada! Tá gostando?

-- Hum hum... -- ela respondia.

Na outra, fui puxando devagar a beiradinha da calcinha, tocando a lingua quente e umida nos beicinhos, depois, na rachinha, até ela, com os olhinhos fechados, erguer as perninhas. Foi a deixa: arranquei a calcinha de vez. Abri bem a boca e agasalhei toda a bucetinha. Chupei forte, suguei, penetrei a língua até onde deu. Mordisquei o grelinho oculto, pequenininho. Chupei todinha. Comecei a ouvir gemidinhos sufocados pela mão na boca. A outra mão segurando minha cabeça; ela queria mais.

Puxei a pequena mais pra perto, de barriga pra cima, deitei sobre ela. Minha rola agora forçava entrada naquela boquinha carnuda e pequena. Ia até a metade, não mais, e ela empurrava minha cintura, arranhava minhas coxas. Eu já fodia devagarzinho a sua boquinha. Tudo isso, sem tirar a boca da bucetinha da outra que, talvez, pela primeira vez gozava entre gemidos e tremores do corpo. Mas pra isso, por último até o cuzinho dela eu lambia, tava com as perninhas erguidas mesmo.

A novinha, fiz questão de gozar na boquinha. Fez cara feia, correu ao banheiro cuspir, lavou a boca. Enfim, é o aprendizado, lento e delicioso.

-- Eu também quero isso que o senhor fez nela -- disse a novinha.

Eu não poderia negar nada a ela, afinal, ela fazia o que as outras não faziam e, além do mais, as outras se soltavam era por ela. Ela já exercia liderança. Mas eu não podia ficar mais tempo com elas ali. E se a mãe as chamasse ou as procurasse? Então, fui no ouvidinho dela e disse:

-- Amanhã você vem sozinha, teremos mais tempo -- ela me olhou e riu. E foram embora, não antes de eu vestir a calcinha e o shortinho na outra, faz parte.

CONTINUA hein
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