Clevinho. capitulo um. uma nova realidade
Eu me chamo Cléber, mas meu apelido é Clebinho, tenho onze anos, sou loiro, magrinho e pele branquinha, eu moro com minha mãe.
Minha mãe se chama Maria, ela tem trinta e três anos, loira como eu e pele branca, os homens dizem que ela é muito bonita.
-há mãe! eu não quero me mudar daqui, a minha escola, os meus amigos, vou sentir saudades de tudo.
-já conversamos sobre isto filho, você sabe que eu estou desempregada e os aluguéis nesta cidade é muito caro.
-essa cidade pequena pra onde vamos deve ser muito chato.
-é ai que você se engana filho, cidade pequena você vai conhecer mais pessoas, vai fazer mais amigos.
-e esse velho que vamos morar na casa dele?
-esse velho é o Juvenal filho e ele não é tão velho assim, ele tem cinquenta e dois anos, ele é um velho amigo da mamãe e esta sendo muito bondoso em nos acolher na casa dele e ainda me dando um ótimo emprego de gerente em um dos supermercados dele.
-ele deve ser um chato.
-não é não filho, desde quando eu conheço ele eu sei o tanto que ele gosta de crianças, vocês vão se dar muito bem e eu quero que você obedeça ele certinho.
-e porque eu tenho que obedecer ele mãe?
-porque esse foi o acordo filho, nós moramos de graça com tudo do bom e do melhor e eu vou ter um ótimo emprego e vou ganhar super bem, vou poder juntar bastante dinheiro e logo nós vamos mudar de vida.
Mamãe estava estranha e muito pensativa, estávamos indo embora de ônibus somente com a roupa do corpo e uma mala e nada mais.
-chegamos mãe? é aqui? – eu disse ao descermos do ônibus.
-ainda não filho, esse ônibus só vem até aqui, onde vamos é na próxima cidade que não é muito longe, más não se preocupe, não vamos precisar pegar outro ônibus, seu Juvenal esta vindo nos buscar com a camionete dele.
Não demorou muito e logo avistamos uma camionete preta se aproximando, era uma camionete gigantesca com rodas grandes e bem alta, um veiculo caríssimo de se impor respeito pelas estradas e após ela estacionar ao nosso lado um homem desceu dela, era seu Juvenal que desceu dela para nos receber, ele é um homem alto grande, pele morena escura e barba cerrada e cabelos quase todos grisalhos, vestia uma camiseta regata e um calção largo, não sou muito de olhar essas coisas não más vi um certo volume no calção dele, será que era seu pinto por que se fosse era bem grande.
-oi Maria seja bem vinda.
-oi meu velho amigo – respondeu minha mãe, ele e ela se cumprimentaram se abraçaram, se beijaram e conversaram bastante.
-esse deve ser o Clevinho, nossa Maria, ele é muito mais bonitinho do que naquele pequeno vídeo e fotos que você me mandou.
-eu falei pra você que era Juvenal, más espero que você trate ele bem e não machuque meu filho.
-e tem como tratar uma delicinha dessa diferente Maria, olha só para esse menino, loirinho braquinho sem pelos no corpo, meu deus do céu – disse o Juvenal pegando no pinto dele que começava a endurecer e formar uma barraca grande no calção dele, eu fiquei até sem graça – esse vai ser meu melhor investimento.
-com certeza foi Juvenal – disse minha mãe – e o mais importante, você tem minha livre e total autorização desde que o trate bem.
-do que vocês estão falando? – perguntei curioso.
-você vai entender em breve filho, agora vai dar um abraço no Juvenal.
-eu não, tenho vergonha – eu disse acanhado.
-vai logo filho – disse minha mãe num tom ordenativo.
-vem cá menino gostosinho.
Disse o Juvenal se abaixando, ele me puxou contra ele e me abraço e passou um braço pelas minhas costas e eu senti sua mão grande bem na minha bunda e então me levantou do chão me pegando em seu colo, ele começou a beijar meu rosto e eu senti até o lábio dele tocar o meu e seus dedos se mexendo na minha bunda, fiquei tão sem graça e vermelho de vergonha que não sabia onde esconder minha cara.
-hei! Me põe no chão.
-filho! O que nós combinamos – falou minha mãe – é para obedecer.
-muito bem garotão – disse o Juvenal me colocando no chão – acho que já podemos ir embora, afinal eu e você vamos ter muito e muito tempo para brincarmos juntos e você vai adorar meus brinquedos.
-que brinquedos – perguntei.
-são brinquedos novos que comprei para você, más tem um que você vai gostar muito, ele é muito especial.
-e qual é? – perguntei curioso sobre esse brinquedo especial..
-e um brinquedo bem legal que quando você pega nele ele cresce na tua mão e fica babando de felicidade.
O Juvenal disse e caiu na rizada junto com minha mãe e então entramos em sua camionete e partimos para meu novo lar.
A casa do seu Juvenal era grande e bonita, casa de gente rica mesma e quando entrei já dei de cara com uma mulher que aparentava ter mais ou menos a mesma idade que seu Juvenal e ela nos recebeu.
-muito bem, essa é minha empregada Bernadete, ela já trabalha há muito tempo na minha casa.
-você não disse que tinha uma empregada Juvenal – falou minha mãe.
-há não se preocupem comigo – disse a empregada – como seu Juvenal disse eu trabalho a muito tempo com ele e conheço muito bem seus gostos, eu já vi muita coisa nesta casa e sou muito bem paga para guardar segredo.
-se é assim por mim esta tudo bem – disse minha mãe.
-e eu tenho que te dar os parabéns seu Juvenal, desta vez você fez a escolha certa – disse a empregada – esse menino é muito bonitinho.
-com certeza Bernadete, esse vai valer o investimento.
-acho que vocês devem estarem famintos né – disse a Bernadete.
-pra dizer a verdade estamos sim – disse minha mãe – foi uma longa viagem.
-eu não fiz o jantar ainda, vou caprichar pra fazer um belo banquete para vocês, não me importo de ficar um pouco mais tarde no trabalho hoje.
-se não se importa eu vou te ajudar – disse minha mãe – assim podemos conversar e nos conhecer melhor.
-e enquanto isso vou levar o Clevinho para tomar um banho bem gostoso comigo – disse o Juvenal colocando sua mão no meu ombro, a empregada olhou pra ele e sorriu de canto de boca e minha mãe também.
-eu não vou tomar com ninguém não, tomo meu banho sozinho – disse eu.
-meu queridinho – disse a empregada – você deve fazer o que seu Juvenal esta mandando, agora você é a namoradinha dele.
-Bernadete! Disse seu Juvenal chamando sua atenção – você tinha que dizer isto agora.
-me perdoe seu Juvenal, acho que deixei escapar.
-eu não sou namorada de ninguém! Eu sou homem – falei bravo.
-filho! Só obedece ele e vai pro banho e quando estiver lá faz tudo que ele mandar. Você entendeu? Falou minha mãe brava.
-más mãe! não quero ficar pelado na frente de ninguém.
-filho! O que foi que nós conver.....
-pode deixar – disse o Roberval interrompendo minha mãe – se tem uma coisa que eu adoro é esses menininhos com carinhas de marrentinhos, eu já transformei todos eles em viadinhos e com você Clevinho não vai ser diferente.
O Roberval disse e eles todos caíram na gargalhada menos eu.
Minha mãe se chama Maria, ela tem trinta e três anos, loira como eu e pele branca, os homens dizem que ela é muito bonita.
-há mãe! eu não quero me mudar daqui, a minha escola, os meus amigos, vou sentir saudades de tudo.
-já conversamos sobre isto filho, você sabe que eu estou desempregada e os aluguéis nesta cidade é muito caro.
-essa cidade pequena pra onde vamos deve ser muito chato.
-é ai que você se engana filho, cidade pequena você vai conhecer mais pessoas, vai fazer mais amigos.
-e esse velho que vamos morar na casa dele?
-esse velho é o Juvenal filho e ele não é tão velho assim, ele tem cinquenta e dois anos, ele é um velho amigo da mamãe e esta sendo muito bondoso em nos acolher na casa dele e ainda me dando um ótimo emprego de gerente em um dos supermercados dele.
-ele deve ser um chato.
-não é não filho, desde quando eu conheço ele eu sei o tanto que ele gosta de crianças, vocês vão se dar muito bem e eu quero que você obedeça ele certinho.
-e porque eu tenho que obedecer ele mãe?
-porque esse foi o acordo filho, nós moramos de graça com tudo do bom e do melhor e eu vou ter um ótimo emprego e vou ganhar super bem, vou poder juntar bastante dinheiro e logo nós vamos mudar de vida.
Mamãe estava estranha e muito pensativa, estávamos indo embora de ônibus somente com a roupa do corpo e uma mala e nada mais.
-chegamos mãe? é aqui? – eu disse ao descermos do ônibus.
-ainda não filho, esse ônibus só vem até aqui, onde vamos é na próxima cidade que não é muito longe, más não se preocupe, não vamos precisar pegar outro ônibus, seu Juvenal esta vindo nos buscar com a camionete dele.
Não demorou muito e logo avistamos uma camionete preta se aproximando, era uma camionete gigantesca com rodas grandes e bem alta, um veiculo caríssimo de se impor respeito pelas estradas e após ela estacionar ao nosso lado um homem desceu dela, era seu Juvenal que desceu dela para nos receber, ele é um homem alto grande, pele morena escura e barba cerrada e cabelos quase todos grisalhos, vestia uma camiseta regata e um calção largo, não sou muito de olhar essas coisas não más vi um certo volume no calção dele, será que era seu pinto por que se fosse era bem grande.
-oi Maria seja bem vinda.
-oi meu velho amigo – respondeu minha mãe, ele e ela se cumprimentaram se abraçaram, se beijaram e conversaram bastante.
-esse deve ser o Clevinho, nossa Maria, ele é muito mais bonitinho do que naquele pequeno vídeo e fotos que você me mandou.
-eu falei pra você que era Juvenal, más espero que você trate ele bem e não machuque meu filho.
-e tem como tratar uma delicinha dessa diferente Maria, olha só para esse menino, loirinho braquinho sem pelos no corpo, meu deus do céu – disse o Juvenal pegando no pinto dele que começava a endurecer e formar uma barraca grande no calção dele, eu fiquei até sem graça – esse vai ser meu melhor investimento.
-com certeza foi Juvenal – disse minha mãe – e o mais importante, você tem minha livre e total autorização desde que o trate bem.
-do que vocês estão falando? – perguntei curioso.
-você vai entender em breve filho, agora vai dar um abraço no Juvenal.
-eu não, tenho vergonha – eu disse acanhado.
-vai logo filho – disse minha mãe num tom ordenativo.
-vem cá menino gostosinho.
Disse o Juvenal se abaixando, ele me puxou contra ele e me abraço e passou um braço pelas minhas costas e eu senti sua mão grande bem na minha bunda e então me levantou do chão me pegando em seu colo, ele começou a beijar meu rosto e eu senti até o lábio dele tocar o meu e seus dedos se mexendo na minha bunda, fiquei tão sem graça e vermelho de vergonha que não sabia onde esconder minha cara.
-hei! Me põe no chão.
-filho! O que nós combinamos – falou minha mãe – é para obedecer.
-muito bem garotão – disse o Juvenal me colocando no chão – acho que já podemos ir embora, afinal eu e você vamos ter muito e muito tempo para brincarmos juntos e você vai adorar meus brinquedos.
-que brinquedos – perguntei.
-são brinquedos novos que comprei para você, más tem um que você vai gostar muito, ele é muito especial.
-e qual é? – perguntei curioso sobre esse brinquedo especial..
-e um brinquedo bem legal que quando você pega nele ele cresce na tua mão e fica babando de felicidade.
O Juvenal disse e caiu na rizada junto com minha mãe e então entramos em sua camionete e partimos para meu novo lar.
A casa do seu Juvenal era grande e bonita, casa de gente rica mesma e quando entrei já dei de cara com uma mulher que aparentava ter mais ou menos a mesma idade que seu Juvenal e ela nos recebeu.
-muito bem, essa é minha empregada Bernadete, ela já trabalha há muito tempo na minha casa.
-você não disse que tinha uma empregada Juvenal – falou minha mãe.
-há não se preocupem comigo – disse a empregada – como seu Juvenal disse eu trabalho a muito tempo com ele e conheço muito bem seus gostos, eu já vi muita coisa nesta casa e sou muito bem paga para guardar segredo.
-se é assim por mim esta tudo bem – disse minha mãe.
-e eu tenho que te dar os parabéns seu Juvenal, desta vez você fez a escolha certa – disse a empregada – esse menino é muito bonitinho.
-com certeza Bernadete, esse vai valer o investimento.
-acho que vocês devem estarem famintos né – disse a Bernadete.
-pra dizer a verdade estamos sim – disse minha mãe – foi uma longa viagem.
-eu não fiz o jantar ainda, vou caprichar pra fazer um belo banquete para vocês, não me importo de ficar um pouco mais tarde no trabalho hoje.
-se não se importa eu vou te ajudar – disse minha mãe – assim podemos conversar e nos conhecer melhor.
-e enquanto isso vou levar o Clevinho para tomar um banho bem gostoso comigo – disse o Juvenal colocando sua mão no meu ombro, a empregada olhou pra ele e sorriu de canto de boca e minha mãe também.
-eu não vou tomar com ninguém não, tomo meu banho sozinho – disse eu.
-meu queridinho – disse a empregada – você deve fazer o que seu Juvenal esta mandando, agora você é a namoradinha dele.
-Bernadete! Disse seu Juvenal chamando sua atenção – você tinha que dizer isto agora.
-me perdoe seu Juvenal, acho que deixei escapar.
-eu não sou namorada de ninguém! Eu sou homem – falei bravo.
-filho! Só obedece ele e vai pro banho e quando estiver lá faz tudo que ele mandar. Você entendeu? Falou minha mãe brava.
-más mãe! não quero ficar pelado na frente de ninguém.
-filho! O que foi que nós conver.....
-pode deixar – disse o Roberval interrompendo minha mãe – se tem uma coisa que eu adoro é esses menininhos com carinhas de marrentinhos, eu já transformei todos eles em viadinhos e com você Clevinho não vai ser diferente.
O Roberval disse e eles todos caíram na gargalhada menos eu.
Nenhuma reação ainda.
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