Minha filhinha de 11 anos começou a me seduzir Parte 2
No começo do dia seguinte, tudo se seguiu estranhamente normal, eu acordei para trabalhar, fiz todo o procedimento normal de quem se prepara para sair, e fui acordar a Larissa, do modo com sempre acordo, pulando na cama e fazendo cosquinhas na mesma, sempre aproveitando para beijar e sentir seu cheiro forte de perfuminho e um pouco de suor, mesmo estando com a consciência pesada por conta do dia anterior, consegui agir naturalmente com ela, e ela também agiu como se nada tivesse acontecido, me abraçou e retribuiu alguns beijos na minha bochecha, ela seguiu para o banheiro e eu fui arrumar minha pasta de arquivos que tratavam do início da obra de uma estrada que foi atribuida ao meu batalhão de engenharia, enquanto quebrava minha cabeça pensando como em iriamos terminar aquela obra naquele curtíssimo prazo, escuto a porta do banheiro abrindo, e de lá saiu minha pequena princesa, completamente peladinha e de cabelo molhado e amarrado, meus olhos fixaram naquele seu corpo branquinho que estava meio roseado por conta da água quente, ela se inclinou num móvel que portava um espelho acoplado no mesmo, móvel esse que estava praticamente em minha frente, onde começou a passar um deliniador em seu olho, seu peitoral e tronco estavam quase enconstando na madeira do móvel de tão curvada que ela estava, o que consequentemente deixou seu rabinho super empinado e a poucos centímetros de mim, simplismente começei a suar frio de tesão, meu coração disparou, como relatei na parte 1, não transava a pouco mais de 4 meses, 4 meses sem ter um orgasmo, já que tinha abandonado o hábito da masturbação da pornografia a muito tempo, e toda aquela falta fazia meu membro ficar ereto por simples coisas, e no caso, a bucetinha e o cuzinho da minha filhinha expostos em minha frente era uma coisa longe de ser simples de lidar, ela passava o produto em seu olho e olhava pra mim ao mesmo tempo, sorrindo levemente e desviando o olhar enquanto corava um pouco, antes de voltar para o banheiro ela ainda abriu bastante as pernas o que deixou o que já estava exposto, muito mais do que estava antes, passou mais um segundos se maquiando e voltou pro banheiro, eu me controlei com todas as minhas forças para não chegar por trás dela e sentir aquele corpo magro e frágil com minhas mãos e boca, já que que se eu começasse com isso não pararia tão cedo, o que me faria perder o horário de entrada no batalhão, e mesmo já sendo oficial superior, a punição para isso custaria muito caro, arrumei tudo o que tinha que arrumar, e esperei minha pequena sair e vir preparar o café comigo, ela saiu já arrumada pro colégio e veio até a cozinha muito sorridente, com um dentinho inferior da frente faltando, que eu mesmo tinha arrancado quando já estava muito mole, deixando-a mais fofa e linda ainda, preparamos o café juntos e comemos normalmente, conversando sobre como ia os estudos dela para as avaliações do meio do ano, e claro, quem ela achava que iria ganhar nas batalhas e rivalidades de Naruro, ela sempre sorrindo muito pra mim enquanto roçava suas perninhas nas minhas, e eu sempre fingindo que não percebia, no fim terminamos e levei-a pro meu carro para irmos a escola, na viagem eu sempre botava via bluetooth as músicas que ela gostava, aberturas de anime e desenhos na maioria das vezes, quando do nada ela fala
– Papai vamos dar uma volta no shopping?
Fiquei sem entender muito bem pois se tem um horário onde ela não é disposta pra nada é este da manhã, mas olhei no relógio eram 5:50, meu pequeno vício em pontualidade havia extrapolado nesse dia, pois Larissa só tinha que estar no colégio 7:00 e eu no batalhão 7:30, então não faria mal jogar um tempinho fora pelo shopping, fomos em um que ficava perto de sua escola, seu favorito inclusive, quando entramos de mãos dadas já segui o caminho para o lugar que ela mais amava, um loja de produtos geek, onde havia camisas, luminárias e até quadros de personagens de quadrinhos e mangás, porém ela me puxou para outro caminho, eu só acompanhei e dei de cara com uma loja de roupas femininas, mais uma vez estranhei pois ela sempre foi do tipo que odiou comprar roupas, faziamos isso só de 4 em 4 meses e eu praticamente arrastava ela a força, mas eu nem liguei, minha conta estava sempre cheia devido aos meus investimentos em criptomoedas então não tinha sido pego de surpresa, logo quando entrei tive que relevar as risadinhas das atendentes, provavelmente por acharem engraçado ver brutamontes com uma farda do exército caminhando numa loja extremamente rosa e cheia de efeitos de glitter nas paredes, fator que se intensificou quando meu anjinho pediu para mim segurar sua mochilinha rosa da Sailor Moon enquanto andavamos na seção de calcinhas e sutiãs, ela foi ao provador enquanto eu me sentava esperando, do nada veio correndo para me mostrar um conjunto baby doll lilás, que continha um vel transparente até de mais, que fazia com que apenas a calçinha apertada e o sutiã pequenino cobrissem algo, a funcionária do provador logo barrou e pediu para Larissa voltar pois não era permitido sair do provador daquele jeito, achei ruim no início mas dei razão para a moça, afinal não queria que algum marmanjo entrasse na loja e ficasse olhando a minha princesa (por mais que fosse extremamente difícil um cara entrar numa loja daquelas aquela hora da manhã), ela saiu com um saco da loja, quando eu fui ver o que ela tinha pegado a mesma deu um tapinha na minha mão.
– É surpresa papai –Ela riu enquanto escondia o saco.
Ignorei e fui ao caixa, tivemos que ficar esperando alguma atendente vir para passar as coisas, veio uma dos fundos da loja, cabelo preto, morena e quase da minha altura, peito e bunda muito grandes, veio olhando nos meus olhos durante todo seu percurso até o caixa, passou ao meu lado e deu uma piscadinha para mim, minha filhinha beliscou minha mão ao ver meu rosto de pessoa que não transava a 4 meses, fiquei completamente encantado com aquela mulher, passamos as compras, eu paguei e antes de ir ela me deu seu telefone, ela era estilista, e no cartão havia o contato profissional impresso formalmente, e o pessoal escrito a caneta atrás, sorri de orelha e dei obrigado, ao sair da loja, minha anjinha super emburrada me beliscou e me deu um chutinho.
– O senhor é muito fácil de enganar, fica dando atenção pra qualquer uma –disse ela virando o rosto e fazendo um dos mini biquinhos mais fofos que eu ja vi.
Ri para mim mesmo e ignorei-a, quando entramos no carro ela subitamente me abraçou e disse.
– O senhor é só meu, só meu ouviu?! Estranhei aquele comportamento inicialmente, até notar que as últimas palavras da frase soaram de forma meio chorosa, percebi seus olhos marejarem um pouco e abraçei-a fortemente e disse.
– Sim minha princesa, eu sou só seu, nunca vou te abandonar.
Ela me abraçou mais forte e sorriu , finalmente levei e deixei ela na escola, segui pro meu trabalho e tive um dia absolutamente horrível em todos os quesitos, tive trabalho extra pra recalcular diversos novos possíveis projetos, ter que arranjar máquinas novas em outros quarteis, e ainda tivemos nosso prazo de entrega mais reduzido ainda, notícia que foi me dada numa reunião de 5 horas com o prefeito da cidade, voltei para casa 21:00 atordoado e esgotado, nunca fui de ter mau humor e descontar nas pessoas, mas quando ficava estressado/cansado simplismente me fechava e evitava falar muito, quando cheguei no meu apartamento Larissa estava na ponta dos pés vendo Naruto, uma luta que ela esperava há tempos, Naruto vs Sasuke (Primeira luta do Clássico), ela veio a mim toda animada apontando para Tv e dando pulinhos, eu abraçei-a rapidamente e disse
– Desculpa anjinho, papai tá cansado, amanhã eu vejo ok?
Fui direto para o chuveiro, saí de lá e coloquei minha cueca boxer, já estava pronto pra dormir, quando saí a Tv estava apagada, estranhei pois o episódio tinha acabado de começar, fui até a sala e vi minha princesinha sentada no sofá abraçada em seus joelhos e chorando baixinho, corri até a mesma logo abraçando e tentando conforta-lá
– O que ouve meu amor?? —Falei desesperado enquanto fazia carinho em seu cabelo.
– Você vai me abandonar papai, que nem minha mãe fez antes –(Falava de sua Mãe Biolôgica, um monstro que largou ela num orfanato ainda com meses de idade).
– Para de falar essas coisas, eu nunca te abandonaria, eu te amo, e sempre te amei, o que deu em você pra colocar isso na cabeça?!
– O senhor vai me trocar por alguma mulher um dia, eu vejo o seu olhar quando encontra mulheres na rua, sempre querendo elas, eu fico com medo se um dia o senhor casar e me deixar de lado, e-e eu acabar voltando para aquele lugar, eu não quero, e-eu não quero voltar pra lá, quero ficar com você papai –Disse ela lacrimejando e maranhando a voz.
Eu puxei seu rosto em direção e mim e disse firmemente.
– Eu nunca faria nem nunca vou fazer algo como isso com você, sempre tive orgulho da minha princesinha, você é a coisa com a qual eu mais me precupo na minha vida.
– Então me prova –ela disse cortando meu discurso.
– Como assim provar?
– Eu quero ser sua mulher –disse ela timidamente enquanto desviava olhar e corava.
– H-hein? –gaguejei na hora, aquilo soava muito estranho pra mim.
– Eu te amo papai, você sempre fez eu me sentir bem, ter confiança em mim mesma, sempre me guiou pra cima e evitou que eu caísse em caminhos ruins, sempre me ensinou tudo, e sempre me acompanhou, vendo animes, brincando, estudando, eu não quero perder nem um pouco disso pra qualquer vagabunda que queira enganar o senhor.
Confesso que o que ela disse me fez sorrir de alegria, eu simplismente beijei-a com todas as minhas forças, colocando minha língua quente na sua boquinha pequena, junto a sua línguinha tímida e inexperiente, após o beijo disse-lhe.
– Eu aceito ser seu marido, prometo que meu anjinho vai ser a única mulher do mundo que vai me ter, certo? –disse acariciando seu rosto vermelho e choroso.
– Obrigado papai –disse meu anjinho sorrindo.
– Agora vamos dormir que esta tarde –disse pegando-a no colo e levando pra sua cama.
Ela deitou mas antes disse que queria tomar banho, ela foi e me pediu pra ficar no quarto dela, eu fiquei lá sentado com a cabeça ainda fervendo por conta do trabalho, quando ela voltou, estava com aquele Baby Doll lilás, tinha passado um óleo no seu corpo que realçava suas coxas, bunda, barriguinha, e seus peitinhos em desenvolvimento, ela caminhou com um olhar malicioso que eu nunca tinha visto antes nela, tirou a parte de cima do baby doll no trajeto e me beijou, empurrando-me para o centro da sua grande cama.
– Uma boa mulher sempre faz com que o marido se sinta melhor das frustrações do trabalho –disse ela descendo seus beijos até meu pescoço e peitoral, logo chegando ao meu membro que já estava duro, retirou completamente minha cueca e rapidamente colocou sua boquinha nele.
Meu pênis mede 18 cm, reto e uniforme, estava me perguntando se ela saberia o que fazer com ele, minha princesinha me surpreendeu ao colocar sua mãozinha na base do meu membro, apertando um pouco e começando a masturba-lo levemente, logo em seguida passou sua linguinha rosa e quente na pontinha da minha glande, o que me fez gemer alto pois fazia tempo que não sentia aquilo, ela fez os movimentos simultâneamente e aumentou o ritmo, colocando a metade do meu membro na sua boca, e chupando com muita força e rapidez, minha perna tinha espasmos enquanto eu gemia alto e mal conseguia apoiar minha mão nos seus cabelos molhados, até que ela colocou tudo na boca, quase engasgou no início mas continou com os movimentos por alguns minutos até eu gritar de prazer e encher sua boquinha virgem com meu leite, gozei litros e litros, ela engoliu quase tudo e lambeu o que tinha caido na minha barriga, ela pediu para ir lavar a boca e logo voltou, me beijando super ofegantemente, enquanto pegava e masturbava meu membro de novo.
– Onde você aprendeu isso tudo, fofinha? –indaguei olhando pros seus olhinhos sedentos por mais.
– Meu computador não serve só pra estudos –ela sorriu enquanto beijava meu pescoço
Ela subiu sentou em mim e ficou de costas em meu colo, começou a roçar sua bundinha no meu membro, esfregava com vontade e rapidez, enquanto abria a budinha com as mãos, piscava e abria ao máximo seu cuzinho pra mim, ela abria colocava diretamente seu buraquinho no topo do meu membro que já estava transbordando de molhado, lubrificando um pouco sua entradinha, tinha horas que entrava um pouco dentro dela e ela dava muitos gritinhos de dor, sentir o pouco de dentro do cuzinho da minha filha era como entrar nas portas do ceú, ela se virou e ficou de frente pra mim e dessa vez ficou roçando sua bucetinha no meu membro, abria ela e pressionava o máximo contra ele, roçando e descendo da cabeça ao fim, subia e descia com muita vontade e ofegava e gemia de tesão, e sentia o meladinho de sua buceta umedecer o meu pênis.
– Goza pra mim papai –gritou ela ofegante e com um fio de babinha descendo de sua boca
Alguns segundos depois ela começou a dar vários gritinhos de prazer, era o início de mais um orgasmo da minha pequena, ela roçou e apertou mais ainda meu membro contra sua bucetinha virgem, nisso eu gozei de novo, mais um grito alto de tesão, minha cabeça ficou leve, e eu estava prestes a ter uma parada cardiáca de tão excitado com aquela cena da minha filhinha agindo como uma putinha louca por prazer, ela desfaleceu em meu colo, ainda tocando na sua bucetinha e aproveitando seus últimos momentos de orgasmo.
– E-eu te amo papai, eu te amo -disse ela surrurando em meu ouvido, respirando rapidamente e fortemente.
– Eu também te amo meu anjo.
Levei ela ao banheiro e tomamos banho juntos na banheira, ela ainda meio tonta, mas sempre sorrindo pra mim e me dando uns beijos desfalecidos, voltamos pra cama e dormimos juntos no quarto dela de novo, foi a melhor noite de sono que tive em décadas, todos os problemas tinham sumido de minha cabeça, nos cobrimos, apagamos as luzes e dormimos agarradinhos um no outro.
//E aí gente, Curtiram a parte 2? por favor comentem, avaliem, e se não gostaram de algo me deem dicas de como melhorar a leitura de vocês, talvez eu esteja colocando muito contexto, mas é pra ambientar melhor vocês e fazer com que vocês sintam o mesmo que eu senti naquela época, de resto é só isso amigos, se cuidem e até mais.
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