Nina - Descobrindo coisas (2)
Como já havia dito antes, minha mãe trocava de namorado igual trocava de calcinha. Lembro-me de um particularmente bonito, e eu nem ligava pra aparência naquela época, era uma criança boba, havia uns 10 anos. As coisas que fazia com meu avô me pareciam "normais". Ele era alto, branco, olhos e cabelos pretos, um rapaz realmente muito bonito. Minha mãe ficou com ele por algumas semanas, ele sempre estava em casa mas não lembro seu nome, vamos chamá-lo de Marcos. Assim não nos confundimos com os pronomes no decorrer do conto.
Nessa época tínhamos um cachorro, era um vira lata de tamanho médio, marrom escuro com algumas pintinhas marrom claro. O nome dele era Zeca.
Naqueles tempos, graças ao meu avô, eu peguei o hábito de estar sempre sem calcinha, só de shortinhos. Frequentemente mamãe saia para buscar alguma coisa (lanche no sábado a noite, fondue de chocolate para nós ou só sumia por algumas horas mesmo) e eu e Marcos ficávamos sozinhos no apartamento.
Eu tenho um problema sério com rinite alérgica desde sempre, e quem tem sabe que os antialérgicos te deixam com um sono muito forte, irresistível. Eu dormi no sofá enquanto assistia. Não sei o que aconteceu nesse meio tempo, mas quando comecei a acordar, sabe quando você fica em transe? Você sabe o que está acontecendo só seu redor mas não tem vontade de abrir os olhos e acordar de verdade? Então, eu sempre ficava assim depois de tomar aqueles remédios todos.
Eu sentia alguma coisa molhada se esfregando loucamente em mim, para cima e para baixo, sem cessar. Eu ainda estava de shorts mas obviamente sem calcinha e havia uma grande brecha entre minha bucetinha e o buraco da perna do shortinho. Apesar de no começo parecer estranho, eu acabei gostando, era bom. Sentia aquela coisa áspera, molhada e quente se esfregando em mim, era delicioso.
Eu espiei com um só olho entreaberto a sala, eu pensei que fosse o Marcos, não sei por qual motivo, mas não era. Ele estava na poltrona de frente para o sofá aonde eu estava deitada, e eu vi a mão dele subindo e descendo pelo pau bem devagar, só então realizei que quem estava me lambendo era o Zeca, e não ele.
Assim que me dei conta, mesmo continuando a fingir estar dormindo, o Zeca parou, alguns segundos depois ele me montou e tentou enfiar o pauzinho vermelho dele em mim mas não conseguiu. Porém eu vi a excitação em Marcos, sempre espiando sorrateiramente, quando ele começou a se masturbar de modo frenético com uma mão enquanto apertava o braço da poltrona com a outra. Zeca não conseguiu me penetrar, mas isso não o impediu de se esfregar em mim até ficar satisfeito. E eu gostei. Gostei das lambidas. Gostei de ver Marcos com tesão por mim, por aquilo. Era tão errado mas eu gostei. Ainda gosto de lembrar.
Depois de uma meia hora, tudo já havia se acalmado. Zeca tirando seu cochilo, eu deitada e bem quietinha, Marcos assistindo tv, mamãe então chegou, e não demorou muito para eles irem para o quarto e brincarem um pouco também.
Eu finalmente pude me espreguiçar e levantar para fazer algo. Esse algo queria dizer ir expiar os dois do buraquinho das janelas ou da fechadura da porta, mas era noite, estava escuro, não deu pra ver nada. Depois de algumas poucas horas ouvi mamãe ligar o chuveiro, eu estava deitada no sofá novamente, com as pernas para cima apoiadas nas costas do sofá e o controle na mão. Zeca subiu no sofá comigo e começou a me cheirar, primeiro o rosto, fazendo cócegas em mim, depois foi descendo até encontrar a bucetinha que ele lambeu antes.
Eu pensei que mamãe e seu "namorado" estavam tomando banho juntos, então abaixei meu shortinho, ergui mais um pouco as pernas e chamei o cachorro para perto de mim.
Era uma sensação diferente a respeito de uma língua humana, mas era bom também. Eu tenho um certo grau de narcisismo e gosto de me ver enquanto faço certas coisas, então eu fiquei olhando fixamente ele lamber minha florzinha desesperadamente.
Eu fui perceber muito tarde que Marcos estava me espiando de novo pelo corredor. Pelo movimento do braço eu já sabia o que ele estava fazendo mesmo sem ver, desta vez porém ele parecia mais afascinado do que nunca. Caminhou até mim devagar, fazendo "shh" com o dedo sobre os lábios. Ele levou uma de minhas mãos até seu pau e me guiou durante a sua masturbação, enquanto olhava sem piscar para Zeca que se esbaldava em mim.
Depois de longos minutos e gozou por cima da minha bucetinha e esperou até q Zeca lambesse tudo, depois me deu um beijo na testa (talvez isso tenha me chocado mais do que todo o resto) e me disse algo di tipo "voce è mais gostosinha do que eu tinha imaginado".
Algumas poucas semanas após esse acontecimento minha mãe o deixou e foi procurar outro pau pra mamar.
*Eu iria ficar muito feliz se talvez vocês pudessem me fazer perguntas sobre meus contos ou sobre mim, ou até mesmo algo que vocês gostariam que eu contasse ou fizesse. As vezes eu me perco um pouco e não sei como formular a história ou contar o que me aconteceu de forma detalhada. Isso iria me ajudar bastante. Obrigada.
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